sexta-feira, 9 de novembro de 2012

0 Empresa onde Passos Coelho trabalhou foi declarada insolvente

Depois da polémica em torno dos alegados favorecimentos de Miguel Relvas, em 2004, os credores pediram insolvência da empresa. 


A Tecnoforma, empresa de formação que Pedro Passos Coelho administrou entre 2005 e 2007, foi declarada insolvente pelo 1.o Juízo do Tribunal do Comércio de Lisboa, avança hoje o jornal i. A sentença foi proferida na passada terça-feira pela juíza Maria de Fátima dos Reis Silva, dia em que se ficou a conhecer o nome do administrador de insolvência: José Estêvão Pinto de Oliveira.
O pedido foi feito há cerca de um mês pelos credores BES, SA, Soprofor - Sociedade Promotora de Formação, L.da, BBVA, SA, BANIF e Lígia Dulce Silva Pereira, que reclamam 7500 euros.
Esta insolvência surge após algumas notícias que davam conta de que a empresa estaria a passar por dificuldades financeiras. Apesar de fontes ligadas à empresa terem sempre negado tais problemas, o i sabe que o pedido de insolvência já terá sido revelado aos credores há duas semanas.
Contactada ontem, uma fonte ligada à empresa garantiu que esta insolvência tem como objectivo a recuperação da Tecnoforma e não o seu fim: "O que pretendemos é uma insolvência na vertente de recuperação." Na informação ontem disponibilizada ao i - bem como no anúncio disponível no portal Citius - pode ler-se que foi fixado um prazo de 30 dias para que os credores possam reclamar os seu créditos.
Segundo informações avançadas há um mês pela comunicação social, a Tecnoforma foi, entre 2005 e 2009, alvo de processos de execução fiscal, num valor total de mais de 500 mil euros e que actualmente ainda terá 6 mil euros por saldar. Porém, desde o ano passado, sabe o i, só a formadores a empresa ficou a dever mais de 30 mil euros.

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