terça-feira, 18 de dezembro de 2012

0 Relvas recebeu 14 mil euros de reforma

O ministro Adjunto já está reformado. Miguel Relvas, de 51 anos, optou por suspender a sua pensão quando aceitou integrar o Governo liderado por Passos Coelho, dando cumprimento à lei que impede a acumulação de salários com pensões aos titulares de cargos políticos.
A subvenção vitalícia de Relvas é de 2800 euros por mês. No ano passado, a Caixa Geral de Aposentações pagou mais de 14 mil euros ao ministro Adjunto a título de pensão vitalícia, um pagamento que foi suspenso quando tomou posse no actual Governo.
Miguel Relvas junta-se assim a Dias Loureiro, Armando Vara, António Vitorino e Zita Seabra no grupo de políticos que pediram a pensão vitalícia, uma regalia que terminou em Outubro de 2005.
Entretanto, o procurador-geral da República disse ontem que, caso haja ilícitos criminais ou documentos falsos no processo de licenciatura do ministro Adjunto, o Ministério Público terá de actuar. "Se houver ilícitos criminais, se houver documentos falsos, teremos de actuar. O resto, sobre a qualidade do ensino, é da responsabilidade do ministro da Educação" disse Pinto Monteiro, que confirmou que neste momento estão a ser analisados os documentos revelados pela Lusófona, e que a comunicação social tem divulgado, sobre o processo de licenciatura de Miguel Relvas em Ciência Política e Relações Internacionais.
Já o Ministério da Educação adiantou ontem que "em breve" será realizada uma auditoria à Universidade Lusófona, pela Inspecção-Geral da Educação (IGE). Em 2009, a Lusófona já tinha sido alvo de auditoria, no âmbito do plano de fiscalização da IGE.

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