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terça-feira, 22 de abril de 2014

0 Prosegur - Abuso de autoridade e agressão

Estou preplexa, indignada, nervosa, revoltada, estupefacta...! Hoje dirijo-me ao Hospital de Vila Franca de Xira pois à 1 semana e meia que sinto uma dor horrivel, nos musculos, nos ossos e nos orgãos na zona do peito. Foi-me diagnosticado uma distenção peitoral, musculos inflamados, etc. Não há grande coisa a fazer se não tomar anti inflamatorio e aguentar as dores terriveis por 2 ou 3 semanas e não efectuar nenhum tipo de movimentos bruscos. Quando me deram alta após me administrarem análgésicos fortissimos pois as dores são de facto muitas, dirijo-me ao balcão onde me apresentam a conta do Hospital, mostro-me indignada, uma vez que sou Isenta, por me encontrar desempregada, apresento o documento carimbado e assinado e negam-me a isenção, de imediato solicito o Livro de Reclamações, foi-me entregue. Quando me preparava para escrever no mesmo no balcão de admissão de doentes, um Segurança da Prosegur (que se recusou a identificar e que quando lhe peguei no badge o mesmo não tinha absolutamente nada transcrito de um lado e outro), esteve ali no bate boca, pedi-lhe várias vezes que não se dirijisse a mim e muito menos me provocasse, exaltei-me e falei mais alto do que aquilo que queria (pois neste estado não posso mesmo enervar-me, nem fazer qualquer tipo de esforço durante 3 semanas). Após ter escrito no livro de reclamações solicitei à recepcionista a morada da entidade reguladora e qual era pois eu não sabia e essa informação tem de estar disponivel aos utentes, ela muito antipática dá-me um cartão com os contactos e a morada do hospital, eu disse que aquilo não correspondia ao que estava a solicitar e nesse preciso momento o sr segurança da prossegur coloca as mãos nos buracos do vidro do balcão com os punhos serrados direito à minha cara, eu perguntei-lhe se me ía bater, se me estava a ameaçar e a intimidar e ele ainda disse "e se estiver?" eu tinha o meu telemovel na mão e virei-o para começar a gravar aquela situação, automáticamente ele arrancou-me o telemóvel da mão e fujiu com o mesmo para dentro do hospital. Eu entrei na porta ao lado, completamente descontrolada e cheia de dores e incrédula com o que me estava acontecer. Ele aparece, ergue o braço com o meu telemóvel e reparem O MEU TELEMÒVEL e apodera-se completamente do mesmo dizendo que não me dá o meu telefone. Eu nesse momento, que já sabia que a poilcia estava a caminho, tentei tirar-lhe o meu equipamento das suas mãos, erguendo os braços (movimento que é impensável fazer dada a gravidade da minha lesão e ainda lhe expliquei que era melhor dar-me o telemovel a bem pois eu não podia fazer força absolutamente nenhuma, pois agrava a minha lesão), não consegui tirar pois o respectivo segurança da Prosegur cravou as unhas na mão levantando a pele do meu polegar direito e à 2ª tentativa apertou-ma até ficar negra (tenho fotos e testemunhas), entretanto o meu namorado que tinha ido ao piso 0 buscar um taxi à praça, liga-me e o segurança ainda na posse do meu telefone atende de sem querer no touchscreen do meu equipamento, o meu namorado ouve o aparato (que não era pequeno) e volta ao piso superior, apercebe-se que o segurança está na posse do meu telemovel e do meu estado de nervosismo, pede-lhe o meu telemóvel e ele devolve o telemóvel ao meu namorado. Entretanto chegou a policia que verificou os meus ferimentos e recolheu as identificações e testemunhos. A atitude do segurança e do pessoal do hospital mudou radicalmente e de repente passaram a estar muitissimo preocupados com o estado da minha saude e inclusivé disseram a um dos policias que afinal era um mal entendido o facto de não me aceitarem a isenção. Solicitei á policia de imediato as gravações daquela hora. Excusado será dizer que piorou muito o meu estado de saude e perante tamanho abuso e desumanidade vou a todo o lado para ver esse segurança pagar pelo que me fez e certificar-me que esta situação não acontecerá com mais ninguém, só porque se pede o livro de reclamações com razão.

quinta-feira, 6 de março de 2014

0 PSP Abuso de poder, incompetência ou…?

ABUSO DE PODER? INCOMPETÊNCIA? OU COMPROMETIDOS?

psp1 Anteontem, quando acabei de escrever o jornal Correio de Sintra, eram cerca das 03h00, de regresso a casa, passei, a pé, pelo Casal do Cotão, no Cacém, e vi uma viatura da PSP mal estacionada junto a um bar de alterne. Pensei que os polícias estavam a fazer uma rusga no bar e fui lá ver o que se passava (sou jornalista criminal). Simulei que apenas queria beber um copo com barulho e comprar cigarros. Falei com uma das alternadeiras e ela disse-me que os polícias da esquadra do Cacém são clientes assíduos daquele espaço. Que vão lá beber uns copos e “conviver” com as meninas. Quando saí do bar fotografei o carro da PSP mal estacionado.
Fui apanhado por uma patrulha policial em pleno ato fotográfico. Abordado pelos polícias, pediram-me a identificação e que justificasse o que estava ali a fazer. Dei o meu Bilhete de Identidade, disse que era um cidadão comum, e que estava a fotografar uma rua onde se encontrava um carro da PSP mal estacionado.
O mais engraçado, é que os três agentes que me abordaram circulavam num carro da Escola Segura. Pergunta óbvia: o que fazia um carro da Escola Segura com três agentes às quatro e tal da manhã junto a um bar de alterne? Estavam a vigiar alguma escola? Resposta dos agentes: “Não temos viaturas suficientes e temos de usar esta.” Mas, logo que fiz esta pergunta, um dos agentes tirou-me o telemóvel e encostou-me contra o carro, procedendo a uma revista, isto apesar de de me ter identificado e não ter cometido qualquer crime. Depois mostrei a minha carteira profissional e as coisas acalmaram.
psp3Exigi a devolução do telemóvel, o que foi feito, mas o agente insistiu que tinha de apagar as fotografias com o carro patrulha da Escola Segura. Para evitar chatices, apaguei a fotografia. As alternadeiras começaram a sair e abandonaram o bar. Mas eu, que só queria voltar para casa, ainda por cima a pé e com um frio dos diabos, ali estava eu, à mercê dos três agentes supostamente da “Escola Segura”. Afinal eram agentes da denominada Esquadra de Investigação Criminal, sobre a qual não me vou pronunciar agora.
O agente da PSP inseriu, de forma abusiva, porque eu não tinha praticado qualquer crime, os meus dados no novo sistema que têm de comunicações e apareceu lá um processo que tenho desde 2006 e que já se encontra prescrito há vários anos, relacionado com uma infracção de trânsito. Porém, foi motivo para eu ficar detido, sujeito às intempéries, como se de um assassino se tratasse. Com frio, os agentes decidiram meter-me no carro da Escola Segura e levaram-me para a esquadra do Cacém. De nada valeu identificar-me como jornalista, explicar que o caso estava prescrito, que tenho imensos processos em tribunal por força da minha profissão, e que só queria ir para casa descansar porque às 07h00 tinha de me levantar para ir fazer uma reportagem para o Notícias de Cascais. Fiquei nesta lenga-lenga até depois das 06h00. Escusado será dizer que não dormi nada e fiz uma direta.
Tenho informações seguras que há agentes da PSP do Cacém que frequentam bares de alterne e fazem extorsão sobre os donos desses estabelecimentos e “abusam das alternadeiras”, entre outras práticas de corrupção. Os agentes que vi no bar em causa estavam a beber e não a fiscalizar coisa nenhuma. Ficaram em pânico quando me viram fotografar o carro-patrulha. Fui rodeado por cinco agentes. Quiseram apreender-me o telemóvel e só não o fizeram porque eu exigi um mandado judicial.
Não respeitaram o facto de eu ser um jornalista. Levaram-me detido num carro patrulha sem ter cometido nenhum crime, numa clara manifestação de abuso de poder. Fui revistado porque estava a tirar uma fotografia na via pública.
É neste país que queremos viver?
Não apaguei as fotografias do carro-patrulha mal estacionado em frente ao bar de alterne do Casal do Cotão. Temos pena!!!
Texto de Carlos Tomás – Jornalista

sábado, 27 de julho de 2013

0 O vídeo que está a envergonhar o México

36 segundos é quanto dura o vídeo que está a provocar uma onda de indignação no México contra o abuso de poder das autoridades, neste caso contra uma criança.  Em dois dias, já foi visto mais de 2 milhões de vezes e comentado mais de 13 mil.

Com a descrição "Abuso de autoridade do pessoal de fiscalização da Câmara Municipal  na Zona Luz de Villahermosa Tabasco", o vídeo foi publicado no YouTube na passada quarta-feira. Desde então, este "vídeo da vergonha", como lhe chamam alguns, está a gerar um coro de indignação. Muitos dos 13 mil que comentaram as imagens no YouTube consideram que estas são um exemplo da "prepoptência de muitas autoridades públicas".
Em causa está a atitude de um funcionário municipal que obriga um menino que trabalha como vendedor ambulante a esvaziar o cesto onde transportava doces para venda e ainda lhe "confisca" tabaco. No vídeo vê-se a criança a chorar durante todo o processo, antes de, quando o funcionário vira costas, se pôr de cócoras a soluçar desesperadamente.
Segundo jornal espanhol El Mundo, o funcionário foi identificado como Juan Diego López Jiménez, um inspetor municipal, que, entretanto, já terá sido demitido pelo "feito lamentável que ofende e viola os direitos humanos ds crianças", nas palavras de um comunicado da Câmara.

 

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