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sábado, 21 de junho de 2014

0 Jovem Perde Subsídio Desemprego por Recusar Ser Prostituta

Na Alemanha, onde prostituição foi legalizada em 2002, Clare Chapman, 25 anos, formada em tecnologias de informação, pode ficar sem subsídio de desemprego depois de ter recusado um emprego, que requeria prestação de “serviços sexuais” num bordel de Berlim.

O caso tornou-se público através da edição online do jornal Daily Telegraph,que explicou que com a legalização da prostituição, os donos dos bordeis – que são obrigados a pagar os descontos e o seguro de saúde dos seus empregados – têm acesso às bases de dados oficiais das pessoas que andam à procura trabalho. Segundo a publicação britânica, Clare Chapman recebeu uma carta do centro emprego a informar que havia um empregador com interesse no seu currículo, onde referenciava que já tinha trabalhado num café e disponibilidade para trabalhar à noite.

A jovem alemã vem a descobrir que é para trabalhar num bordel. «Não há nada, agora, na lei que evite que as mulheres sejam enviadas para a indústria do sexo», afirmou Merchthild Garweg, um advogado de Hamburgo. O especialista explica ao Daily Telegraph que «os novos regulamentos afirmam que trabalhar na indústria do sexo já não é imoral, e, portanto, esses empregos não podem ser recusados sem que se perca o subsídio de desemprego».

É simplesmente vergonhoso o que acontece neste caso.
Esta é uma das consequências da legalização da prostituição quando não é devidadente bem pensada, como neste caso.



Fonte

terça-feira, 20 de agosto de 2013

0 Alemanha ganha 41 mil milhões em juros com crise na zona euro


As contas são do próprio governo alemão: entre 2010 e 2014, cofres públicos de Berlim ganham 40,9 mil milhões a mais do previsto

"A Alemanha está a ganhar qualquer coisa como 41 mil milhões de euros com a crise europeia graças à redução dos juros que lhe são cobrados." As conclusões são da revista alemã "Der Spiegel", que ontem fez eco de uma resposta do Ministério das Finanças alemão aos deputados locais, onde a real ideia de solidariedade de Berlim fica evidente: entre 2010 e 2014, com a sucessiva queda dos países europeus sob alçada da troika, os juros cobrados ao governo alemão caíram a pique, fazendo com que todas as previsões tenham saído furadas - mas neste caso os alemães até agradeceram.
Segundo a resposta dos responsáveis das finanças alemãs, Berlim vai poupar 40,9 mil milhões de euros (equivalente grosso modo a 25% do PIB português) em juros entre a despesa que tinha projectado de 2010 a 2014 e aquela em que realmente está a incorrer. Como exemplo veja-se que este ano os alemães projectavam um gasto de 40,6 mil milhões em juros e empréstimos, que afinal vão ficar-se pelos 31,6 mil milhões.
Este ganho não advém apenas da quebra dos juros cobrados às emissões de dívida da Alemanha - assustados pelo risco de outras economias europeias, os investidores passaram a emprestar dinheiro a um preço muito mais baixo aos alemães -, o ganho surge também devido à queda das próprias necessidades de financiamento alemãs. Ao contrário do que acontece na maior parte da zona euro, as contas públicas alemãs têm ganho durante a crise da Europa, já que o emprego, a indústria e as exportações estão a ganhar terreno no mercado europeu, aumentando as receitas fiscais do país.
A entrada de dinheiro nos cofres alemães cresceu em tal ordem que só entre 2010 e 2012 o governo local acabou por emitir menos 73 mil milhões de nova dívida do que esperava (valor que equivale a mais de 34% da dívida do Estado português).
Os valores avançados pelo governo de Angela Merkel ainda referem que a exposição de Berlim à dívida de curto prazo (mais cara que a de longo prazo) caiu neste período de 71% do total, para apenas 51%, com os alemães a aproveitarem o seu boom económico para mudar substancialmente o perfil da sua dívida.
Apesar de todos estes ganhos, nos números citados pela revista "Spiegel" não estão incluídos, por exemplo, os lucros da Alemanha com os empréstimos feitos à Grécia ou a Portugal, por exemplo. Ainda assim, diz o documento do ministério de Wolfgang Schaüble, até ao momento a crise europeia custou aos alemães 599 milhões de euros - isto quando Portugal vai pagar um total de 34,4 mil milhões de euros só em juros pelo empréstimo solidário da troika, ou seja, os 78 mil milhões da "ajuda" internacional vão custar 112,4 mil milhões aos contribuintes residentes em Portugal.
A economia alemã cresceu 0,7% no segundo trimestre deste ano, tendo alguns dos seus ganhos económicos ajudado parcialmente a conter a dimensão da crise nos outros países europeus, com o aumento das importações do país.

sábado, 13 de abril de 2013

0 ALEMANHA DEVE 2,3 MIL MILHÕES DE EUROS A PORTUGAL POR INDEMNIZAÇÕES DA I GUERRA

Não é só a Grécia que tem dinheiro a receber da Alemanha por indemnizações da II Guerra Mundial.

Portugal também é credor da Alemanha por compensações financeiras da I Guerra.

O historiador Filipe Ribeiro de Meneses recorda que o Tratado de Versalhes fixou em cerca de mil milhões de marcos-ouro o valor a pagar pela Alemanha a Portugal.

Porém, "pouco deste dinheiro entrou nos cofres do Estado devido às sucessivas revisões da dívida alemã" adianta o historiador.

Este valor de mil milhões de marcos-ouro corresponderá hoje a cerca de 2,3 mil milhões de euros, o equivalente a 1,8 do PIB português (números apurados pelo jornalista do Expresso João Silvestre).

Dava para cobrir o valor do chumbo do Tribunal Constitucional às normas constitucionais do OE 2013 e ainda sobravam mil milhões de euros.

Filipe Ribeiro de Meneses relembra que as pretensões de Afonso Costa, representante português em Versalhes, em relação à Alemanha eram de 8 mil e 500 milhões de marcos-ouro, oito vezes mais que o valor obtido, "pois a guerra tinha causado - alegadamente - a morte de 273.547 portugueses da metrópole e colónias, uma cifra que os Aliados rejeitaram por completo".

Afonso Costa ainda recorreu à arbitragem internacional mas a Alemanha acabou por ganhar a batalha legal.

Parece evidente que Portugal apresentou números de vítimas de guerra totalmente fantasiosos (terão morrido na I Guerra Mundial entre 10 mil e 15 mil portugueses) mas os valores monetários apurados no Tratado de Versalhes também deverão estar áquem do que Portugal teria direito mas que como país pouco influente não teve peso para impor.

Portugal recebeu apenas 0,75 do total das compensações financeiras a serem pagas pela Alemanha, segundo refere Ribeiro de Meneses. Mais um factor que a Alemanha terá que ponderar quando chegar a altura de o nosso país renegociar o actual pacote de resgate financeiro.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

0 Alemanha aprova prisão para banqueiros imprudentes

O Governo alemão prepara-se para aprovar, esta quarta-feira, em Conselho de Ministros, uma nova lei dirigida às entidades financeiras que prevê a aplicação de penas de prisão de até cinco anos para os banqueiros que demonstrem irresponsabilidade no exercício das suas funções dando luz verde a investimentos de risco que acabem por fracassar.
 
De acordo com a agência Efe, a notícia é avançada por vários meios de comunicação social germânicos, que escrevem que o projeto de lei do ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, pretende regular as atividades de bancos e seguradoras, contemplando sanções económicas e penas de prisão com o objetivo de evitar novas crises financeiras como a que se desencadeou em 2008 à escala global.
 
"O desrespeito dos responsáveis de gestão de risco pelas suas obrigações vai ser perseguido por via penal quando colocar em perigo a sobrevivência financeira da entidade ou o cumprimento dos seus compromissos", estabelece o novo documento legal.
 
O projeto de lei determina ainda a obrigação de separar a banca de investimento da banca comercial nas grandes organizações financeiras para impedir que os clientes particulares possam sofrer perdas em consequência dos movimentos de risco das diferentes entidades.
 
Caso os ativos de risco de um instituto financeiro ultrapassem os 20% do total ou os 100.000 milhões de euros, o banco ou seguradora em causa terá de escolher uma empresa independente para se encarregar da sua gestão, protegendo-se o negócio comercial.
 
Recorde-se que, desde o rebentar da crise financeira, a Alemanha tem defendido a separação da banca de investimento da banca comercial. Agora, o executivo chefiado por Angela Merkel coloca assim, entre as suas leis, uma das propostas efetuadas pelos especialistas da Comissão Europeia para regulação da banca.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

0 Por onde anda a memória? - Um pouco de história


VALE A PENA LER, IMPORTANTE.
Por aonde anda a memória? - Um pouco de história
E torna-se interessante recordar os factos:

Em 1953, há menos de 60 anos - apenas uma geração - a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou kaput, ou seja, ficou sem di
nheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós-guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia.
As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas. Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida (!).
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava. Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros. Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota. "Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores", disseram ao jornal "Bild".
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à "Spiegel" que a Alemanha foi o pior país devedor do século XX. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante. "No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória", afirmou. "Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido", sublinha Ritsch.
O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.
A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória.
por Albrecht Ritschl, da London School of Economics)

domingo, 4 de novembro de 2012

0 Hotel de luxo para discutir austeridade

O Deutsche Bank, que anunciou o corte de 2.000 funcionários, convocou directores e administradores para uma reunião num dos mais caros hotéis de Berlim para decidir medidas de austeridade, noticia este domingo a Der Spiegel.


Segundo a revista alemã, a reunião começa na segunda-feira, prolonga-se durante três dias e vai decorrer no Hotel Adlon, junto às Portas de Bradenburgo, no centro da capital alemã, tendo o Deutsche Bank alugado todos os quartos do hotel que custam entre 320 a 15.000 euros por noite.
"Há poucas semanas os administradores do banco, Anshu Jain e Jurgen Fitscehn, filosofavam sobre mudanças no comportamento no sentido de se acabar com desagradáveis excessos do passado", escreve a revista Der Spiegel, que acrescenta que "pelos vistos não se pode levar a sério a promessa dos chefes".
A revista recorda ainda que, recentemente, os dois administradores anunciaram um "drástico programa de poupança" para o banco com o objectivo de reduzir a despesa em 4.500 milhões de euros até 2015.
A administração do maior banco alemão, que viu reduzido no primeiro semestre de 2012 os lucros em 2.063 milhões de euros - menos 39% do que no mesmo período de 2011 -- indicou em Julho a intenção de despedir 2.000 funcionários.
Na mesma altura, o Deutsche Bank comunicou que estava a rever a política de remunerações, assim como os códigos de conduta dos funcionários para "garantir a longa tradição de fazer negócios com padrões elevados".

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

0 Tribunal alemão confirma a morte do nazi mais procurado do mundo

Um tribunal alemão confirmou esta sexta-feira que Aribert Heim, o fugitivo nazi mais procurado do mundo e conhecido por ‘Dr. Morte’, morreu mesmo em 1992, no Egipto

O tribunal regional de Baden Baden anunciou hoje que encerrou o processo contra Aribert Heim depois de concluir que “não há dúvidas” de que o corpo encontrado no Egipto em 1992 era mesmo do ‘Dr. Morte’, de acordo com a agência AFP.
 
 
Aribert Heim ficou conhecido com este cognome por ter torturado e assassinado centenas de detidos, principalmente judeus, no campo de concentração nazi Mathausen, situado na Áustria.
O médico voluntariou-se para as SS na Primavera de 1940 e levou a cabo várias experiências com os prisioneiros daquele campo de concentração. Entre as suas práticas, conta-se a injecção directa de substâncias tóxicas no coração das vítimas assim como a realização de intervenções cirúrgicas sem anestesia e a remoção de órgãos.

 

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