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segunda-feira, 20 de maio de 2013

0 Angelina Jolie e Mastectomia Dupla: Uma história mal contada!




 

O anúncio de Angelina Jolie se submeter a uma dupla mastectomia (remoção cirúrgica de ambos os seios), mesmo que ela não tenha cancro de mama não é algo inocente, espontâneo  nem ”uma escolha heróica“, como foi retratado nos media de mainstream. A equipa NaturalNews percebeu que tudo coincide com uma bem-cronometrada campanha corporativa com fins lucrativos que foi vindo a ser planeada durante meses e só aconteceu de modo a coincidir com a próxima tomada de decisão do Supremo Tribunal Federal dos EUA sobre a viabilidade da patente sobre o gene BRCA1.

Angelina Jolie é parte de um esquema empresarial inteligente (e maquiavélico) para proteger e gerar biliões de dólares em patentes de genes BRCA1, e para influenciar a decisão do Supremo Tribunal dos EUA (in NaturalNews)


Esta é a investigação que os grandes media mainstream se recusam a fazer e focar. Aqui, vamos explicar os laços financeiros corporativos, de investidores, fusões de companhias, registo de patentes de genes humanos, processos, uma medicina traficante do medo levado ao extremo, e os triliões de dólares que estão em jogo aqui. Se levantar a cortina e der uma espreitadela pode descobrir uma dura verdade e encontrar muito mais do que uma mulher inocente no exercício de uma “escolha”. O caso é sobre proteger triliões de lucros através da implantação de cuidadosa e trabalhada campanha de relações públicas destinada a manipular a opinião pública das mulheres ocidentais.
Os sinais estão todos lá, desde o início do esquema: o artigo muito polido e educado, e obviamente uma peça corporativa escrita para Angelina Jolie (afinal de contas ela é uma atriz) publicada no New York Times (um ícone da imprensa mainstream controlada), os pontos de discussão cuidadosamente trabalhados invocando “uma escolha” como palavra-chave politicamente (uso do “livre arbítrio”) carregada, e até mesmo a óbvia declaração de seu marido Brad Pitt (outro influente ator), que cuidadosamente descreve a experiência inteira da esposa usando palavras chaves como “mais forte” e “orgulho” e ”família”.
Mas a arma fumegante é o facto de que o anúncio aparentemente espontâneo de Angelina Jolie magicamente apareceu na capa da revista People Magazine esta semana – uma revista que geralmente é finalizada para publicação três semanas antes de aparecer nas bancas (a impressão de qualquer revista demanda imensa logística e tempo). Essa capa, não surpreendentemente, usa a mesma linguagem encontrada na peça publicada pelo NYT: “Sua BRAVA escolha” e “Essa foi a coisa certa a fazer”. A linguagem florida, pró-escolha não é uma coincidência. E o que isto prova é que o anúncio de Angelina Jolie foi uma campanha de relações públicas corporativas muito bem planeada com mensagens cuidadosamente concebidas e trabalhadas há muito tempo para influenciar a opinião pública (feminina).
Mas o que poderia Angelina Jolie realmente estar a influenciar e beneficiar? Que tal triliões de dólares em lucros das grandes corporações?
O Supremo Tribunal Federal dos EUA está próximo da decisão sobre a viabilidade da patente para o gene BRCA1 e o anúncio de Angelina Jolie e toda a sua linguagem cuidadosamente bem trabalhada TEVE quatro impactos imediatos notáveis:
1) Causou às mulheres em toda parte o pavor de cancro de mama por meio da publicação de estatísticas falsas que levaram medo aos corações de qualquer pessoa com seios. (Veja abaixo a explicação.)
 

2) Causou que muitas mulheres corressem a buscar procedimentos de testes para o gene BRCA1. Esses testes estão para ser patenteados por uma corporação COM fins (MUITO) lucrativos chamada “Myriad Genetics”. Devido a essa patente, os tais testes BRCA1 podem custar entre US $3.000 – $4.000 cada um. O custo para se fazer o teste por si só já é um mercado gerador de multi-biliões de dólares, mas somente se a patente for mantida numa próxima decisão do Supremo Tribunal dos EUA (ver abaixo).
3) O anúncio de Jolie fez com que o preço das acções da Myriad Genetics (MYGN) subisse rapidamente a um índice elevado de 52 semanas. ”As acções da Myriad fecharam em alta de 3% terça-feira, após a publicação “da peça” do New York Times, escreveu o Marketwatch.com .
4) Levou a opinião pública a influenciar a próxima decisão do Supremo Tribunal dos EUA para decidir a favor da propriedade das grandes corporações dos genes humanos (ver mais abaixo). Mulheres de todo o mundo estão a ser enganadas (a grande maioria inconscientes dos interesses paralelos) em apoiar Angelina Jolie , sem ter ideia de que o que ela realmente esta a fazer é a vender o medo das mulheres para a LUCRATIVA indústria do cancro. Mas para compreender o que está a acontecer, tem que cavar ainda mais fundo…
A empresa Myriad Genetics (MYGN) de Salt Lake City, detém a patente sobre o teste que determinou que a actriz poderia ter uma chance de 87% de desenvolver cancro de mama, bem como possuir os próprios genes”, escreveu MarketWatch.com. E isso é só o começo. Se o Supremo Tribunal dos EUA puder ser influenciado para defender a propriedade da patente genética da Myriad, isso poderia significar uma indústria de triliões de dólares em apenas poucos anos seguintes à decisão. Ainda mais, a Myriad Genetics está declaradamente “madura para fusões”, segundo a imprensa financeira, porque faz parte da indústria super-quente do genoma humano.
A “maior fabricante mundial de testes de DNA e ferramentas de análise, a empresa Life Technologies Corp, está previsto ser adquirida pela Thermo Fisher Scientific por um preço recorde de $ 13,6 biliões de dólares “, escreve MarketWatch.com . ”A corrida que começou em alta velocidade há mais de 26 anos, agora está a aquecer, com os (des)governos estrangeiros e empresas estrangeiras juntando-se aos EUA no financiamento da missão de mapear todos os genomas humanos. E mesmo que a recente onda de fusões e aquisições no espaço genômico tenham estimulado os retornos, os investidores ainda têm a oportunidade de lucrar muito com esta indústria multimilionária”.

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Quanto mais alto os preços das acções da Myriad atingir, mais rentável é o lucro que uma fusão proporcionará aos seus atuais proprietários. Então, usar a actriz Angelina Jolie como uma campanha publicitária subvertida e subliminar só passou a gerar milhões de dólares em valor para as pessoas que pretendem ter o monopólio de patentes sobre os genes de cancro de mama que residem nos corpos das mulheres. Coincidência? Dificilmente.
Mandatos do Obamacare para os contribuintes pagarem para fazer os testes do gene BRCA1: aqui está mais um facto, ainda mais escandaloso sobre tudo isso: Já se sabe como Obama gosta de falar do “mercado livre”, mas na verdade envolve-se em conexões chamadas de ”capitalismo entre compadres” com a distribuição de dinheiro para todos os seus amigos corporativos, desde Wall Street para os seus generosos doadores da campanha presidencial e parte do pacote do Obamacare (programa de assistência médica federal) – o “Affordable Care Act” – determina que os contribuintes paguem para fazer testes genéticos BRCA1.
A empresa Myriad Genetics, por outras palavras, está para receber uma colheita em larga escala dos lucros de recursos gastos pelo governo cujo medo que está a ser injectado e forçado sobre a (in)consciência dos veículos de comunicação mainstream dominantes através de uma campanha de “terror médico” liderada por Angelina Jolie e pelo New York Times. Vê como tudo assustadoramente se encaixa?
Isso tudo é uma grande campanha de traição corporativa e do governo coordenada contra as mulheres, e está tudo a ser escondido sob o manto ”do poder das mulheres” e usando a linguagem de “livre escolha” para manipular mais facilmente as próprias mulheres através de mais medo. Angelina Jolie, lembrem-se, é uma porta-voz chave para as Nações Unidas, uma organização que já esteve envolvida em alegadas acusações de  escravidão sexual infantil e mesmo tráfico de drogas. Embora Jolie, obviamente, não se envolva nesse tipo de comportamento, o seu trabalho é influenciar secretamente as mulheres americanas (e algures mundo a fora) em apoio a uma campanha de lucro das grandes empresas, cuidadosamente planeado, traçado e executado que transforma o corpo das mulheres em meros objectos para lucros fantásticos para as grandes corporações.
Aqui está o porquê da futura decisão do Supremo Tribunal Federal dos EUA colocar triliões de dólares em jogo…

Os Detalhes sobre a próxima decisão do Supremo Tribunal

A ACLU (American Civil Liberties Union- União norte americana para liberdades civis) e o Public Patent Foundation entrou com uma acção em 2009, questionando a propriedade corporativa (de grandes empresas) sobre os genes humanos. Quem acredita nos direitos das mulheres, direitos humanos, direitos civis, ou mesmo o direito de comer alimentos não-transgénicos deve imediatamente concordar que as corporações não devem ser capazes de patentear genes humanos para, em seguida, usar essas patentes para produzir um produto e assim arrecadar biliões de dólares em lucros, enquanto sufocam a investigação científica sobre esses mesmos genes controlando os investigadores e canalizando a informação a seu belo prazer.

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Uma pergunta para todas as mulheres que lêem este artigo: aceita que uma corporação em Utah seja dona do seu corpo? Então tem de se opor à propriedade corporativa dos genes humanos. Isso também significa que deve se opor à campanha de relações públicas da Angelina Jolie, porque embora ela esteja executando uma brilhante (e maquiavélica) campanha de relações públicas, nos bastidores as suas acções estão alimentando potencialmente trilhões de dólares de lucros diretamente na LUCRATIVA indústria de patenteamento de genes humanos que nega a propriedade aos seres humanos sobre o seu próprio código genético.

A ACLU explica os fundamentos de sua ação judicial contra a Myriad Genetics como pode ser vista neste link e como segue em tradução rápida:
“Em 12 de maio de 2009, a ACLU e a Public Patent Foundation (Fundação de Patentes Públicas-PUBPAT) entrou com uma acção alegando que as patentes sobre dois genes humanos associados com cancro de mama e ovário, o BRCA1 e o gene BRCA2, são inconstitucionais e inválidas. Em 30 de novembro de 2012, o Supremo Tribunal concordou em ouvir argumentos sobre a patenteabilidade de genes humanos. A ACLU argumentou o caso perante o supremo Tribunal dos EUA em 15 de abril de 2013. Esperamos que saia uma decisão neste verão. Em nome de pesquisadores, conselheiros genéticos, mulheres pacientes, sobreviventes de cancro, portadoras de cancro de mama e de grupos de saúde da mulher e associações científicas representando 150.000 geneticistas , patologistas, e os profissionais de laboratório, temos argumentado que os genes humanos não podem ser patenteados porque são produtos clássicos da natureza. O processo acusa que as patentes de genes violam a Primeira Emenda e sufocam os testes de diagnóstico e de pesquisa que poderiam levar à cura da doença e que limitam as opções das mulheres sobre seus cuidados médicos”.
Entenderam o caso? Se o Supremo Tribunal decidir contra os interesses da Myriad Genetics, essa decisão irá causar o colapso, praticamente durante uma noite, na indústria multibilionária de testes genéticos de cancro de mama. Isso significa uma perda enorme não apenas para os proprietários da Myriad, mas também para as muitas outras empresas de genes humanos que querem explorar o corpo humano – incluindo os corpos de mulheres – para os seus lucros monopolistas. Em última análise, trilhões de dólares em patentes de genes corporativos estão em jogo aqui .

Patentear genes humanos é um negócio enorme

Hoje, cerca de 20 por cento dos seus genes humanos já estão patenteados por empresas e universidades. Como a ACLU, explica: “A empresa proprietária titular da patente genética tem o direito de impedir que alguém a estude, faça testes ou mesmo simplesmente olhe para o “seu” gene. Como resultado, a pesquisa científica e os testes genéticos ficam impedidos e tem sido adiada, limitada ou mesmo se desiste devido a preocupações com as patentes sobre os genes”.
Isso significa que, quando as corporações possuírem patentes sobre os genes humanos, elas sufocarão a pesquisa científica, enquanto a concessão do monopólio garante a corporação proprietária a “propriedade intelectual” dessa corporação do gene codificado sobre o seu próprio DNA. O que isto significa é que, se o STF decidir contra a Myriad, seria um precedente que desmontaria a indústria e exploração comercial do genoma humano, afetando trilhões de dólares em lucros futuros.
Este “detalhe”, creio eu, é a verdadeira razão por trás do anúncio de Angelina Jolie. Parece projetado para invocar reações emocionais das mulheres e criar uma onda de apoio para propriedade dos genes humanos por empresas, entregando, assim, a essas empresas um precedente o Supremo Tribunal irá lhes garantir trilhões em lucros futuros. É um golpe de relações públicas COM fins lucrativos que tenta enganar as mulheres em apoio a um sistema corporativo de patentes e os monopólios que corporações reivindicam, agora, pelas próprias partes dos corpos de todas as mulheres que estão vivas hoje.
“Enquanto a maioria dos meios de comunicação não faz nenhum comentário ou dá alguma pista sobre as questões de patentes em jogo aqui, o Detroit Free Press tomou conhecimento do assundo, dizendo: . “A decisão de uma atriz de Hollywood para fazer o teste de mutação do gene que leva ao cancro de mama, passando por uma mastectomia dupla e, em seguida, se escrever sobre isso esta chamando a atenção para um caso pendente no Supremo Tribunal. Os juízes têm apenas algumas semanas para decidir se a patente requerida pela empresa ‘Myriad Genetics nos dois genes que podem identificar um risco aumentado de cancro de mama e de ovário é legal. Os críticos da aprovação do pedido alegam que o monopólio da empresa Myriad vai colocá-los como a única fonte fornecedora dos testes com custo unitário de cerca de US$4000 para determinar o risco de cada mulher desenvolver a doença”.

Enganando com dados estatísticos: 87% exagerou o risco de Jolie

Há mais nesta história do que apenas as patentes sobre genes BRCA1 e BRCA2. Angelina Jolie também está usando descaradamente estatísticas enganosas para aterrorizar as mulheres a pensar que seus seios podem matá-las (n.t. é muito mais provável que a ignorância generalizada, que expõe às mulheres a “doença do MEDO”, continue matando mais do que qualquer “outra” doença) .
Na peça teatral publicada no NYT, estrelada por Angelina Jolie, ela diz que seu médico lhe disse que ela teria um “risco de 87% de desenvolver cancro de mama. Mas o que ela (a notícia do NYT) não diz é que esse número não se aplica a toda a população e sim apenas aqueles que possuem antecedentes devidamente testados e assinalados de cancro. Um estudo publicado no site do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano e realizado por cientistas do National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde) revela que os riscos de cancro de mama associados com os genes BRCA1 são significativamente mais baixos do que o que está a ser alardeado por Jolie, pelo seu médico e os “principais meios de comunicação”.

A ideia deste artigo é trazer à luz da discussão todos os dados que de outra forma não chegariam ao público em geral. Tire as suas próprias conclusões…

Fontes: no próprio texto
LA Times
 

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