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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

0 Governo e boys ignoram austeridade. Continua o despesismo.



Governo tem 164 “especialistas” a ganhar até 5775 euros por mês.
Auditoria do Tribunal de Contas revela dúvidas sobre a experiência profissional destes técnicos, até porque 15% têm entre 24 e 29 anos
“Figuras sem limite”: é desta forma que o Tribunal de Contas (TC) se refere aos técnicos especialistas e pessoal técnico-administrativo e auxiliar recrutados pelo governo. As diferentes regras para o recrutamento de especialistas e a ausência de limites impostos para as suas remunerações, aliadas às dúvidas sobre as suas habilitações literárias, representam “risco ao nível da despesa” dos gabinetes governamentais, revela a auditoria do TC.
são três os especialistas que auferem um vencimento-base mensal entre 4615 euros e 5775 euros, mais do que o chefe de gabinete do primeiro-ministro. No topo dos especialistas mais bem remunerados estão também 6% de técnicos que ganham um salário superior ao de chefe de gabinete de membros do governo (3892 euros mensais).
A maioria, 56,7% – ou 93 especialistas –, recebeu, nos últimos dois anos, um vencimento-base mensal igual ao auferido por adjuntos de gabinete de membros do governo (3069 euros por mês).
Para demonstrar a “flexibilidade remuneratória” dos especialistas, o TC constata que a maioria destes técnicos ganha significativamente mais que um técnico superior da função pública, cujo vencimento se situava, em 2011 e 2012, em 1625 euros e 1610 euros, respectivamente.
A auditoria alerta para o facto de, apesar de se tratar de “especialistas”, não ser feita referência às suas “habilitações literárias” nem à sua “origem”.
SUBSÍDIOS
Ainda em matéria de remuneração do pessoal dos gabinetes, o TC refere que o Ministério das Finanças não enviou prova documental de que o pagamento do 13.º e 14.º mês foi suspenso aos membros e trabalhadores dos gabinetes.
A auditoria acusa o governo de, em matéria de transparência e publicidade da informação de gabinetes ministeriais, não divulgar o montante da despesa afectada aos gabinetes. fonte


   clique na imagem para ampliar   
Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva, faz parte da lista dos especialistas. 
Esta jovem começou no gabinete da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Maria Teresa da Silva Morais. Passado pouco tempo, Tatiana Canas da Silva pediu para ser exonerada. Mas nestes meios, não se dá ponto sem nó,Tatiana saltou para a Presidência do Conselho de Ministros, como se pode ver na imagem. A este ritmo, qual será o seu próximo destino?
Na imagem fica ainda bem visível que em 2 dias contrataram mais 3 especialistas de som, imagem, video...  Será que todos os dias se fazem filmes na presidência do Conselho de Ministros?

Governo tem mais de quatro mil novos 'boys'
Em apenas 2 anos o actual Governo nomeou 4463 novos membros para ocuparem cargos nos 14 gabinetes ministeriais. Das quais, revela o DN, 1027 para os gabinetes dos ministérios, 1617 para cargos dirigentes na Administração Pública e 1819 para grupos de trabalho e outras nomeações. fonte

Despesa com governantes e gabinetes aumenta 10%
O Diário de Notícias faz, as contas ao que no próximo ano o Governo prevê gastar com o seu staff, entenda-se salários, aquisição de bens e serviços, deslocações, etc. No total, o Governo prevê uma despesa de 36,7 milhões de euros, ou seja, um aumento de 10% fase a este ano. À cabeça surge, desde logo, a Presidência do Conselho de Ministros, que inclui os gabinetes de Passos e Portas, que prevê gastar 9,4 milhões de euros.
Actualmente, não só é maior o número de ministérios e, consequentemente, de ministros e respectivas equipas e gabinetes, como a despesa prevista para 2014 é, segundo contas feitas pelo DN, 10% superior à deste ano.
Entre os 36,7 milhões de euros previstos (33,3 milhões de euros em 2013) não só para salários de ministros, secretários de Estado, chefes de gabinetes, adjuntos, assessores, técnicos secretários, motoristas e auxiliares, mas também para a aquisição de bens e serviços (12,9 milhões), deslocações e estadas (2,8 milhões), limpeza e higiene (266 mil euros) e comunicações (1,2 milhões).
A única despesa que desce em relação a 2013, salienta o DN, são os gastos com material de escritório, pagamentos de estudos, pareceres e consultoria (menos 6%). fonte

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

0 Metro Mondego, 7 administradores para 5 empregados?


Mais um albergue de parasitas abusadores. As derrapagens, o prejuízo, os interesses... a vergonha.


Sociedade Metro do Mondego é uma sinecura constituída em 1996, e até 2013, a única função que tem é acumular prejuízos que não param de aumentar, desde a sua criação. Prejuízos produzidos pelos seus 7 administradores a gerir 5 funcionários.
Até 2010, mais de 95% do orçamento PARA PESSOAL, desta empresa pública foi para pagar aos administradores (ordenados, mordomias, automóveis topo de gama, etc, etc). Especialmente 3 dos administradores, como explica na imagem.
Uma das razões desta aberrante organização, está no fato das câmaras municipais locais terem exigido ao governo o direito de nomearem os seus parasitas. Todos queriam e continuam a querer participar no roubo do erário público.
As imagens assim o demonstram. (Imagens retiradas da auditoria feita ao Metro Do Mondego.)


CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR 
DESPESA COMBUSTÍVEL
Alguém que ponha os olhos nestes "boys" que estão alojados em cargos inventados e que se acabe com este parasitismo descarado.
O relatório agora divulgado pelo Tribunal de Contas vem revelar que os custos passaram de uma estimativa de 122 milhões de euros, feita em 1997, para 512 milhões, em 2011. Chama ainda a atenção para o despesismo da administração da Metro Mondego que, segundo o relatório, entre 1997 e 2010, despendeu 95% do orçamento com os seus 12 funcionário, cerca de 3,4 milhões de euros.
Um estilo típico dos portugueses e reconhecido além mar... 
Imagens retiradas Auditoria ao Metro Mondego, pg 11 

@ - Benefícios da administração da Metro Mondego “chocam” líderes distritais. Premeiam incompetentes? 
Os 5 líderes distritais dos partidos com assento parlamentar são unânimes em considerar que os gastos da sociedade Metro Mondego mancham a importância do projeto para a região.
Marcelo Nuno, do PSD, considerou que o relatório agora conhecido não é mais do que a radiografia do estado em que o país viveu durante anos e que levaram à atual situação. “Um autêntico desperdício de recursos”, referiu.
Já Paulo Almeida, do CDS-PP, tem pena que a análise não tenha sido feita “desde que a sociedade foi criada”, apesar do relatório confirmar “o despesismo desenfreado de quem manobrava o projeto, o que é moralmente censurável”. Como tal, e porque “os governantes e gestores não são simples funcionários que, acabando o serviço, regressam ao anonimato, todos devem ser, tal como o povo o é, responsabilizados”.fonte
O Tribunal de Contas considerou que é excessivo o número de elementos do conselho de administração e comissão executiva da Metro Mondego e, por isso mesmo, gerador de despesa para os dinheiros públicos.

@-Administradores a receber fortunas durante anos sem trabalhar!
Auditoria do Tribunal de Contas revela despesas preocupantes. 7 pseudo chefes para 5 supostos empregados?!! E ninguém se ri???
Tinha um total de 12 funcionários, 7 dos quais administradores, 3 executivos e 4 não executivos. Não tinham contratos de gestão nem de exclusividade. Todos eles desempenhavam funções remuneradas noutras instituições ou empresas. 
O presidente do Conselho de Administração, Álvaro Maia Seco, recebia 58.865 euros ilíquidos por ano, mais 17.665 euros de despesas de representação e 3 mil euros de despesas de telemóvel.
Os dois vogais executivos, Carlos Picado e João Rebelo, recebiam “só”, cada um, 51.188 euros ilíquidos por ano, mais 13.663 euros de despesas de representação.
Os três gestores executivos e os quatro não executivos tinham direito a seguro de vida e a custos com a segurança social, o que representava mais 30 mil euros por ano.
Além de tudo isto, Álvaro Maia Seco tinha direito ao uso de um BMW X5, e Carlos Picado e João Rebelo ao uso de um BMW Série 5 cada um. Estes veículos representavam uma despesa de cerca de 40 mil euros por ano em custos de leasing, seguro, combustíveis e manutenção, tudo pago pelo Estado, sem que houvesse contrapartidas em termos de serviços ou atribuições.

“Só em remunerações, abono para despesas de representação e os respetivos encargos, a sustentação do conselho de administração implicou para a empresa um custo aproximado de 2.666 milhares de euros, sendo certo que o mesmo correspondeu maioritariamente a despesas com os três executivos. Note‐se que valor semelhante ao gasto com o conselho de administração, cerca de 2.653 milhares, foi despendido com a média de dez funcionários. A somar às remunerações, os executivos da Metro‐Mondego auferiram benefícios associados ao cargo que totalizaram cerca de 513 mil euros”, lê-se na auditoria do Tribunal de Contas.
 infracções na despesa  

@ - Uso abusivo dos cartões de crédito
Os responsáveis do Tribunal de Contas que elaboraram a auditoria à Metro Mondego detectaram o uso abusivo dos cartões de crédito por parte dos administradores da empresa. Não obstante esta descoberta, não foi aberta pelo Ministério Público qualquer investigação tendente a responsabilizar os supostos autores de alegados crimes de burla e abuso de confiança. (imagem)

 “Pese embora a comissão de fixação de remunerações tenha, repetidamente, balizado a utilização dos cartões de crédito ao estritamente necessário e ao abrigo das funções exercidas na empresa e, ainda, face às regras preconizadas na lei sobre esta matéria, o princípio subjacente à utilização do cartão de crédito não foi respeitado pelos administradores executivos, em particular, entre 2004 e 2007, verificando‐se o seu uso indiscriminado, nomeadamente para pagamento de despesas pessoais, logo com finalidade diversa do legalmente determinado”, revela a auditoria.

O documento concretiza: “O Dr. José Mariz, enquanto presidente da comissão executiva da Metro Mondego, no mandato 2004/2007, efetuou despesas, com recurso ao cartão de crédito da empresa, no montante de 49845 euros. Daquela utilização, em média, 53% visou custear despesas pessoais que totalizaram, naquele período, cerca de 26326 euros e, por conseguinte, constituiu um financiamento direto prestado pela Metro Mondego àquele gestor público. (...) O presidente da empresa não só beneficiou da disponibilidade financeira imediata que o cartão de crédito lhe oferecia e da possibilidade de amortizar a sua dívida num prazo bastante alargado, como ainda beneficiou do facto de a empresa não lhe ter exigido o pagamento de uma taxa de juro. Ou seja, a empresa cedeu ao seu presidente um financiamento à taxa 0%, em prejuízo da boa gestão dos dinheiros públicos.”

Mas não foi apenas o presidente a usar o cartão indevidamente: “As despesas efectuadas por aquele vogal executivo (engenheiro Guilherme Fonseca Carreira) com recurso ao cartão de crédito da empresa, entre 2004 e 2007, somaram 116.984 euros, valor que ultrapassou 2,4 vezes o gasto pelo presidente da Metro‐Mondego, no mesmo período. Daquela soma, e em média, apenas 33,6% respeitaram a despesas inerentes ao exercício das respectivas funções de administração. Da análise dos extractos bancários, observou‐se uma utilização significativa e ininterrupta daquele meio de pagamento para financiamento de despesas pessoais.”

A auditoria vai ainda mais longe nas suas conclusões: “Em dez anos, o custo suportado pela Metro Mondego por conta da afectação de viatura de serviço aos administradores executivos totalizou 405.251 euros.
Desde 2001 até 2004, data em que os administradores cessantes exerceram o seu direito de opção de aquisição da viatura que lhes estava afecta, a Metro Mondego suportou um custo total de cerca de 149.959 euros, montante que engloba não somente o valor de aquisição das viaturas, como também os juros suportados pela empresa ao abrigo do contrato de locação financeira e, ainda, os custos com conservação, reparação e seguros associadas àquelas quatro viaturas. A partir de 2004, data em que foi iniciado um novo mandato, a Metro Mondego passou a adquirir as viaturas de serviço a afectar aos seus administradores executivos, em regime de locação operacional, suportando, desta forma, uma renda mensal. Assim, entre 2004 e 2010 foram pagas rendas que totalizaram 215.811 euros.”

@ - Em 29 de Outubro de 2011, o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou que o projecto do Metro Mondego iria terminar por ser “perfeitamente inexequível”; calculava que o Metro, como estava planeado, teria um prejuízo anual de 38 milhões de euros, e devia ter um número de passageiros 15 vezes maior para ser sustentável.
Seria mais uma PPP ruinosa para os contribuintes sustentarem a sua sobrevivência e ainda os lucros dos parceiros que queriam forçar a sua construção... Vários foram os que forçaram a sua construção, mas poucos se dignaram a analisar, qual o prejuízo para o país.
Mais uma vez Álvaro Santos Pereira mostra que era dos poucos defensores do interesse nacional e que isso é incompatível com a permanência no governo. Tal como no caso EDP...

Leia o artigo completo no blogue Apodrece Tuga !

terça-feira, 26 de novembro de 2013

0 DE ONDE VEM O PODER DA EDP SOBRE O GOVERNO? QUEM PAGA OS FAVORES?

VEJA ESTE VIDEO... E PERCEBA PORQUE SOMOS ESCRAVIZADOS PELOS AMIGOS DOS GOVERNOS. ESCRAVOS DA EDP, DA BANCA, DO BCE, DAS GRANDES ELITES/EMPRESAS NACIONAIS... SOMOS VITIMAS DA FALTA DE CORAGEM DOS QUE FINGEM QUE NOS GOVERNAM.
NÃO PERCA A ANEDOTA QUE ESTE VIDEO REVELA, A PARTIR DO MINUTO 2... SE NÃO FOSSE TÃO TRISTE ERA HILARIANTE. ANDAMOS A FINANCIAR OS ESPANHÓIS?





 Artigo retirado do blogue Apodrece Tuga
Leia o artigo completo aqui !

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

0 Voluntários contra a fome ajudam Belmiro de Azevedo e Soares dos Santos?

"Negócio da fome
Aparentes ações de grande solidariedade, as campanhas de recolha de alimentos para carenciados constituem, isso sim, agressivas operações comerciais.
Quem acaba por mais lucrar são supermercados e hipermercados, que veem as suas vendas aumentar.
A seguir vem o estado, pois este acréscimo de consumo representa também aumento na coleta de impostos. E os pobres dos pobres que justificam as campanhas são, afinal, os menos beneficiados.
Em dias de recolha de alimentos, as grandes superfícies aumentam consideravelmente as suas vendas, sem sequer necessitarem de promoções ou até de qualquer trabalho de marketing suplementar.
As administrações do Pingo Doce e do Continente, que no seu conjunto detêm cerca de 90% do mercado de distribuição, devem rejubilar com esta campanha comercial, disfarçada de ação solidária.
Ano após ano, os Bancos Alimentares contribuem para o acréscimo da sua faturação em dezenas de milhões de euros. Parte significativa deste montante engorda os lucros das empresas de distribuição.
E não só. Também o estado tira proveito deste acréscimo de consumo, pela via do IVA que é cobrado, em muitos dos produtos a 23%, o que representa também milhões de euros.
Assim, os voluntários da Cruz Vermelha que participam na ‘Operação Sorriso' cumprem a função (involuntária) de promotores de vendas do Continente.
Os milhares de jovens que colaboram com o Banco Alimentar julgam estar a ajudar as famílias portuguesas, mas as famílias que mais beneficiam das campanhas de recolha de alimentos são as de Belmiro de Azevedo e de Soares dos Santos.

A maior parte da ajuda fica pelo caminho, chegando às centenas de milhares de necessitados apenas uma reduzida percentagem do generoso esforço financeiro dos portugueses. 
E está mal aproveitado o trabalho abnegado de milhares de voluntários bem-intencionados que são usados, sem disso se aperceberem, como peças de uma máquina comercial. Para que as operações de oferta de alimentos aos mais carenciados sejam eficazes, há que encontrar esquemas alternativos de distribuição direta dos recursos.
A atividade solidária não necessita de ser taxada com IVA nem de intermediários que retêm a maioria do valor dos donativos, como é o caso dos hipermercados."
Paulo Morais

Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor.
O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente.
Periodicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.

Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a ?operacionalizar? (?!...) a acção.
Em Dezembro 2012 decorreu mais uma acção, louvável, do programa da luta contra a fome mas....façam o vosso juízo! A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas!
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 ? (cinquenta cêntimos), repare que:
2.644.000 kg x 0,50 ? dá 1.322.000,00 ? (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.
- o Estado: (23% de iva)
- o Hipermercado: 396.600,00 ? (margem de lucro de cerca de 30%).
Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.


 Artigo retirado do blogue Apodrece Tuga

quinta-feira, 4 de julho de 2013

0 O tachos da Ministra das Finanças, grandes exemplo vêm de cima.

Paulo Morais, expõe neste video a partir do minuto 4, um dos interesses obscuros dos tachos e boys; 
Manter secretos e longe do conhecimento público, factos que convém, aos gangs da corrupção, ficarem em segredo. Assim fica tudo em família, e os culpados por crimes, no governo PS serão mantidos impunes e protegidos, porque vários elementos do gabinete, são mantidos no seu posto mesmo quando mudam de governo, para garantir a impunidade.
Ele dá o exemplo do PS porque neste caso especifico, Maria Luís Albuquerque já vem do PS, mas obviamente este é um procedimento comum e não exclusivo do PS. Que vem confirmar a teoria de que a corrupção do PS ou do PSD, só pode prosseguir impune, porque estão todos em sintonia, e não em oposição como muitos inocentes portugueses, ainda acreditam.

Esta mesma história de Paulo Morais expõe como se mantém em segredo casos graves de corrupção, mas expõe também um outro acto de corrupção - O nepotismo. 
Muitos portugueses não o sabem mas o nepotismo é considerado um acto de corrupção pela "Transparency International", já que a definição de corrupção é:
"Os políticos e detentores de cargos públicos, tomarem decisões que em vez de beneficiar o publico, beneficiam-se a eles próprios. E não se trata apenas de envelopes cheios de dinheiro, pois estes senhores também tomam decisões (geram influências) que afectam as nossas vidas. A corrupção é o abuso do poder que lhes foi confiado, para ganhos privados. " fonte
Sendo assim usar cargos públicos para favorecer amigos e família com dinheiro público e dar poder público a amigos e família, para impor o interesse privado acima do público, é um acto grave de corrupção. Colocando isto por termos mais correntes... os famosos tachos e boys, não são apenas um acto descarado e sem vergonha, são corrupção e abuso de poder.                                    

Desta forma temos uma ministra das Finanças com um vasto currículo, bem ao estilo dos currículos mais apreciados na politica portuguesa. 
Suspeita de arriscar dinheiro público nas swaps, suspeita de ter deixado arrastar o buraco das swaps ao longo de 2 anos, gerando prejuízos que passaram de mil milhões, para 3 mil milhões. Suspeita de mentir, quando afirma que não foi informada pelo anterior governo do caso das swaps.





ARTIGO COMPLETO: Fonte

sexta-feira, 7 de junho de 2013

0 PAULO PORTAS "FOI" O DEFENSOR DOS PORTUGUESES?

VIDEO ALGO VIOLENTO, CUIDADO!
Eis como Paulo Portas subiu ao poder. Optou por incomodar os do poder, até eles perceberem que tinham que o colocar do lado deles, pois na oposição, era muito chato. Depois de integrado no gang, parece um santo, vendeu-se. 
E para que não esqueça, como estes senhores políticos são hipócritas, veja este video, de um Paulo Portas, surpreendente, feroz, que desmascara a incompetência de Vítor Constâncio, o seu compadrio no caso BPN, e acusa-o de permitir que lesassem o estado em milhões. 
Acusa-o ainda de ter permitido que arruinassem o país, por não ter cumprido o seu trabalho.
Ironicamente ou estranhamente, toda a ferocidade e justiça que marcava Paulo Portas, neste video, onde humilha o Governador do Banco de Portugal... PASSOU-LHE!!!!???  

Resumo do video e das acusações que ele faz a Victor Constâncio (o tal que foi promovido para vice do BCE, por deixar saquear Portugal, deixou a banca abusar onde quis e destruir a economia nacional e das famílias)
1 - Questiona ferozmente a sua postura... Acusa-o de ser sonolento e condescendente, por não agir atempadamente, por desprezar as pistas que já estavam a ser-lhe dadas . Ironiza que o FMI elogiou Victor Constâncio, apesar da incompetência dele!?
2 - "Exigimos o apuramento de toda a verdade doa quem doer, não nos podemos conformar com as irregularidades." dizia ele...
3 - "Não achou estranho mudar 4 vezes de auditores no BPN em 4 anos? Cada vez que um auditor levantava um problema era despedido? Perguntou a algum deles porque é que tinham sido despedidos? Pensa fazer alguma coisa ao actual auditor, por não ter detectado nada, incompetência? Ou algo pior? 
4 - Também não estranhou que mudou 21 vezes de administradores? Porque nunca perguntou aos que saiam porque saiam? Não estranhou que quando o BPN tentou ir á bolsa e uma instituição de renome internacional convidada para ser "adviser" do BPN se tenha recusado por achar que o BPN não tinha condições de clareza? Não estranhou muitas noticias que apontavam para comportamentos de altíssimo risco no BPN?  
5 - Nunca lhe ocorreu perguntar pelas actas do conselho de administração? E agora se descobre que nunca existiram nenhumas? Porque não percebeu a gravidade da confissão que recebeu no dia 2 de Junho?
6 - "Foram feitas perguntas ao BPN, que ficaram sem resposta durante meses, perguntas graves, que demonstram que algo se passava... e a que só respondem 5 meses depois??"
Sobre o BPN nas ilhas Cayman
Sobre dois dos 7 veículos financeiros, com nome e tudo, que tinha como últimos beneficiários a SLN.
Sobre o credito a membros de órgãos sociais.
Sobre garantias pessoais a empréstimos.
Sobre crédito mal parado.
E ainda um pedido de acesso ao sitema informatico do banco.
Não lhe ocorre nomear um administrador provisório para saber o que se estava a passar e acabar com o que estavam a fazer?
7 - Não estranhou as conversas com o banco de Cabo Verde?
Não estranhou não ter no BPN uma administração colaborante? Se calhar é porque esconde alguma coisa.
Nem a 15 de Maio quando recebeu uma confissão parcial do que se passava no banco Insular e BPN tomou nenhuma medida.
8 - Mas em Junho recebe uma carta a revelar as práticas completamente inaceitáveis do banco Insular, já com um buraco de 407 milhões de euros. Mas nem assim, com uma confissão, onde BI tem um buraco maior que o capital do próprio BPN, o Governador Victor Constâncio toma medidas.Ou seja não exerceu a sua função de proteger o estado português, crime por omissão...  Uma confissão de burlas, fraudes, insolvência dolosa, favorecimento de credores, receptação, entre outros... Recebeu a carta a 2 de Junho e foi falar com o PGR a 29 de Agosto? Demorou 90 dias a denunciar o crime, para dar tempo á destruição de papelada, e de esconder património? O que acarretou elevados prejuízos para a investigação e para o contribuinte!!
9 - No BCP fez uma prevenção contra vários administradores e porque no BPN não se faz nada?
10 - Nunca exigiu uma auditoria externa que é um direito seu e um dever, nem mesmo perante as confissões?
Tiveram que ser duas auditorias externas e estrangeiras, que conseguiram quantificar e perceber o que se passava no BPN!!??
O video tem 34 minutos, mas é interessante ver a fera que o Paulo Portas vira, quando está fora do "banquete". Por isso bastou convidarem-no a entrar que ele amansou... Quem olha de repente até acredita que ele defende valores de um verdadeiro defensor de Portugal e dos portugueses.
Victor Constâncio responde assim.  O Banco de Portugal ficou assim. Portugal ficou assim. 
Vamos eleger o Paulo Portas? Portugal precisa de homens assim, que defendem o  interesse nacional, mas só até chegar ao poleiro...




Fonte : http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/06/paulo-portas-o-defensor-dos-traidos-e.html
 

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