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domingo, 17 de março de 2013

0 Luxos de um país pobre. Oeiras paga 33 mil euros por bolos-reis.

Se é este regabofe com a troika, imaginem sem a troika.
1 - Em Junho de 2011, Oeiras ofereceu jantar convívio para os funcionários da autarquia que custou  mais de 41 mil euros. Uma gota de água nos milhões que afundam o buraco da dívida portuguesa, mas que poderá explicar a dificuldade que o país tem em parar de gastar.
Os contratos para o jantar são dois: um de 16 200 mil euros e outro de 18 025 mil euros. A juntar ainda a compra de uma alcatifa anti-fogo para o referido jantar no valor de 7 312,50 mil euros(Qual será a firma, sortuda, que as vende?)
Esta alcatifa antifogo era vital para o jantar... Faz-me recordar o politico mais integro de Portugal, muito bem representado, neste video, por Ezequiel Valadas (Gato Fedorento).
2 - Mas este não foi o único jantar dispendioso da autarquia. Já a Março deste ano a autarquia gastou 29 850 mil euros em «aquisição de serviços de Catering no Pavilhão Carlos Queiroz» sem que o motivo fosse justificado na adjudicação directa.

3 - A 11 de Julho mais de 20 mil euros foram pagos para a decoração de um monumento. «Iluminação Decorativa do Monumento Escultórico Comemorativo do 250º Aniversário, em Oeiras», lê-se na adjudicação directa.
4 - Para finalizar encontramos ainda outra atenção simpática da autarquia de Isaltino Morais, Adjudicada a Dezembro de 2010 está a compra de 4 mil bolos-reis para cabazes de Natal, num valor total de 33 mil euros.
A mesma pesquisa foi efectuada para os Municípios de Lisboa e Porto. 
5 - Na capital, a autarquia gastou mais de cinco mil euros no «serviço de Catering para o Jantar de Honra do 13º Salão Imobiliário de Lisboa, servido nos Paços do Concelho».
6 - Já no Porto, jantares só mesmo os 30 mil euros de catering no âmbito da 4ª edição do Circuito da Boavista. Um evento que só em adjudicações directas soma mais de 1 milhão de euros, mas que o custo geral é muito superior. Um valor que a autarquia garante recuperar.
7 - O mesmo não dirá dos cabazes de Natal de 2010 oferecidos pela «Empresa de Águas do Município do Porto» a mais de 500 pessoas no valor de 10 432 mil euros.
Fonte

domingo, 3 de fevereiro de 2013

2 A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, liderada por Maria da Luz Rosinha, comprou duas tapeçarias murais decorativas de Portalegre por 47 170 euros.

Contactado pelo CM, o gabinete de comunicação da presidente justificou a despesa com "a política de aquisição de acervo cultural para o espólio municipal" da autarquia. Além disso, refere a mesma fonte que "as duas tapeçarias, adquiridas para a coleção do Museu do Neo-Realismo [único do País], reproduzem duas obras de dois nomes incontornáveis das artes plásticas em Portugal: Nadir Afonso e Rogério Ribeiro".
As peças em causa estarão expostas este ano: uma no salão nobre da câmara municipal e outra no Museu do Neo-Realismo.
O contrato de aquisição das tapeçarias à empresa Manufatura de Tapeçarias de Portalegre Unipessoal Lda foi publicado na página da internet do Governo sobre os contratos públicos a 29 de outubro de 2012.
Apesar das dificuldades económicas gerais, o Município de Vila Franca de Xira conseguiu chegar a 2013 de boa saúde financeira, segundo a própria autarca, na altura da apresentação do orçamento da câmara municipal para este ano, cerca de 71,1 milhões de euros.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

0 Dinheiro gasto no BPN dava para orçamento das juntas de freguesia durante 20 anos

O presidente do Sindicato dos trabalhadores da Administração Local (STAL) afirmou hoje que o «dinheiro gasto» pelo Estado no BPN é semelhante aos gastos das freguesias durante 20 anos, criticando a decisão de extinguir muitas daquelas estruturas autárquicas.
«O que o Governo gastou com o BPN garantiria o orçamento das juntas de freguesia durante 20 anos, portanto dizer que vai encerrar juntas de freguesia por causa do Orçamento de Estado é uma mentira incalculável», afirmou à agência Lusa Francisco Braz.
Numa concentração de trabalhadores junto da Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, o responsável calculou que existam 30% de contratados na Administração Local, ou seja 30 a 40 mil trabalhadores.
Se avançarem os cortes previstos «21 mil vão para o desemprego», explicou.
«O que o Governo está a fazer para as empresas municipais obrigará a pelo menos mais 10 mil despedimentos. Estamos a falar mais de 30 mil famílias», referiu o sindicalista.
Na concentração de hoje foi apresentado um manifesto para «dizer basta», resumiu Francisco Braz, acrescentando ainda esperar uma reunião pedida com carácter de urgência ao Executivo.
O STAL acusou o Governo de estar a «ignorar a Constituição, que dá autonomia ao Poder Local, descapitalizar o sector e privatizar serviços».
«Este primeiro-ministro é de uma cobardia tremenda porque só ataca quem está indefeso, quem trabalha, serviços públicos que são indispensáveis», concluiu.
 

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