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sexta-feira, 26 de abril de 2013

0 GENTE HONESTA É OUTRA LOIÇA!!!! A Reforma da D. Maria Cavaco



Maria Cavaco e as suas reformas...

Ponham bem os olhos nesta reformada CINCO ESTRELAS.

A classe média está a perder poder de compra, porque não sabe ou não quer investir.
Aprendam com quem sabe:
A casinha no Algarve e a reforma são dados pessoais e ninguém teria que meter o bedelho, não fosse o caso do seu esposo,o reeleito Presidente da República, ter explicitamente referido a situação de que a sua esposa tinha apenas 800 euros de reforma.


DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS de MARIA CAVACO SILVA:

- BCP: Conta à ordem nº 882022 (1ª Titular) - 21.297,61 Euros;
- Depósito a prazo: 350.000,00 Euros (vencimento04/04/2011);
- BPI: Conta à ordem nº 60933.5 - 6.557 Euros;
- Depósito a Prazo: 140.000,00 Euros (juro 2,355%,vencimento em 21/02/2011);
- Depósito a Prazo: 70.000.00 Euros (juro 2.355%,vencimento em 20/03/2011).
- PPR: 52.588,65 Euros;
- Acções detidas:
BPI - 6287;
BCP - 70.475;
BRISA - 500;
COMUNDO - 12;
ZON – 436;
Jerónimo Martins - 15.000;
- Obrigações BCP FINANCE: 330 unidades (Juro Perpétuo 4.239%);
FUNDOS DE INVESTIMENTO:
- Fundo AVACÇÕES DE PORTUGAL - 2.340 unidades;
- Milenium EURO CARTEIRA - 4.324.138 unidades;
- POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND - 118.841.510 unidades !!!!

Para uma "professora reformada" com 800 euros esta poupança é simplesmente incrível não acham???????l!
E AINDA ESTÁ POR NASCER ALGUÉM MAIS SÉRIO DO QUE O MARIDO!!!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

0 Criador dos offshores do BCP nas ilhas Caimão é o novo supervisor da Bolsa

Miguel Namorado Rosa admitiu ter criado 5 das 17 offshores que levaram a CMVM a condenar sete antigos administradores do banco por prestação de informação falsa ao mercado. Desde esta segunda-feira, é o diretor do departamento de supervisão da CMVM.

Miguel Namorado Rosa, que não foi constituído arguido nos três processos que envolvem estas offshores do BCP, foi ouvido no Banco de Portugal, CMVM e Polícia Judiciária para esclarecer a operação em que os banqueiros criavam offshores para pedir empréstimos com que adquiriam ações do próprio banco nos aumentos de capital desde 2000. As perdas desta operação ascenderam a mais de 600 milhões de euros, que os banqueiros ainda tentaram ocultar. A operação ocorreu durante a administração de Jardim Gonçalves e estas offshores chegaram a deter 5% do capital do banco. Para além do fundador do banco, foram também acusados e condenados pela CMVM os ex-administradores Paulo Teixeira Pinto, Christopher de Beck, Filipe Pinhal, António Rodrigues, Alípio Dias e António Castro Henriques, bem como os diretores Luís Gomes e Miguel Magalhães Duarte.
Todos recorreram das sentenças - multas entre 200 mil e um milhão de euros - e esta segunda-feira foi o último dia do julgamento do recurso e sem dúvida o mais surpreendente. O depoimento de Miguel Magalhães Duarte "deixou a audiência de boca aberta", relata o Diário Económico, ao revelar ao juiz que Miguel Namorado Rosa, que assumira a criação de 5 das 17 offshores suspeitas, acabara de tomar posse enquanto diretor do departamento de supervisão da Comissão de Mercado e Valores Mobiliários (CMVM), justamente o organismo de regulação que acusa os ex-banqueiros.
Namorado Rosa exercia funções no antigo BPA quando constituiu as cinco offshores nas ilhas Caimão, a pedido do administrador Pedro Líbano Monteiro. E a sua ascensão ao cargo de diretor da supervisão da CMVM serviu de argumento para Magalhães Duarte - que tenta escapar ao pagamento de 75 mil euros de coima a que foi condenado - defender em tribunal que "isto é a prova que a CMVM não acredita na acusação que nos estão a imputar".
Contactada pelo Correio da Manhã, a CMVM admite a contratação de Miguel Namorado Rosa, sublinhando que ele "não é arguido em nenhum dos processos" e tem "uma experiência vastíssima na área dos mercados financeiros". A sentença do julgamento que contesta as coimas aplicadas aos banqueiros está marcada para o próximo dia 18 de janeiro.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

0 MIL MILHÕES PERDIDOS NO "BORDEL DE LUXO"

"Já ninguém fala de Joe Berardo e das negociatas que envolveram CGD e BCP, mas convém recordar a brincadeira . Além de apontar para a típica impunidade das personagenzinhas de 'Lesboa', a tal brincadeira vai custar-nos dinheiro. Sim, a nossa carteira vai ser chamada ao assunto.
Joe Berardo recebeu da CGD cerca de mil milhões de euros para comprar 5% do BCP, e deu como garantia as próprias acções do BCP. Se tudo corresse bem, Berardo vendia as acções e ficava com o dinheiro. É o que se chama ficar-rico-sem-mexer-uma-palha. Se tudo corresse mal, o prejudicado era a CGD, isto é, o dinheiro dos contribuintes.
Como se sabe, a realidade optou pela segunda via. Acções que valiam mil milhões em 2007 valem hoje um décimo desse valor.
Mas, atenção, o esqueminha não acaba aqui. Os 5% comprados com o dinheiro da CGD bastaram para Joe Berardo ajudar a colocar os administradores da CGD, Vara e Santos Ferreira, ao comando do BCP.

Primeira pergunta: num país com tantas leis, não existe por aí uma alínea que considere isto um crime? Esperemos sentados.
Segunda pergunta: quem é que paga a conta final desta OPA chico-esperta? Nós. O empréstimo da troika tem lá uns milhões para o sistema bancário, e as imparidades da CGD estão em níveis gigantescos. Só no ano passado chegaram aos 1,2 mil milhões, e este valor continuará a marcar as imparidades do banco estatal nos próximos anos. Mais cedo ou mais tarde, a CGD realizará aumentos de capital para tapar o buraco, isto é, acabará por receber mais dinheiro dos nossos impostos.

Ora, naquele mar de imparidades confirmadas, está já incluído o dinheiro emprestado a Berardo? 
Se sim, quando é que o sujeito nos devolve o dinheiro? 
Mais: já que o Ministério Público não vê na negociata um crime mais explícito, não podemos ver ali um daqueles crimes implícitos, assim ao jeito de gestão danosa? Os gestores que deram os créditos que geraram semelhante mar de imparidades não deviam ficar impunes. Mas, claro, a impunidade é o nome do meio desta terra de Deus." Expresso

 

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