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quinta-feira, 26 de junho de 2014

0 As promoções do Continente continuam em grande estilo !

Parece que depois da “bronca” com o logotipo da ZON e a comparação com um prato do Continente, que a Sonae continua a tropeçar em pequenos pormenores linguísticos.
Já é frequente verem-se imagens partilhadas pelo Facebook com anúncios pouco relevantes para a gramática. Já se ofereceram “meninas” congeladas a 1.99EUR, promoções de bicicletas que, de 99.99EUR passam para 219.99EUR ou, a mais recente, colchões que mais parecem testículos.
Toda esta informação, publicada em várias zonas do país pelos hipermercados Continente, parece ser verdadeira, tendo em conta os reports nas redes sociais.

Por outro lado, surgiu também em meados do ano passado apareceu uma imagem onde era mostrado o IVA diferente para um esparguete de marca comparado com o esparguete da marca “é”, a marca comercializada exclusivamente pelo Continente.

Desde Janeiro que o Tugaleaks tenta contactar o Continente para obter esclarecimentos. Tanto a Sonae como a BA&N, empresa consultora de comunicação que trabalha com o continente. No nosso pedido eram questionadas quantas reclamações o Continente teve em 2013 e qual o impacto real edstes erros que aparentemente se têm manifestado com frequência. Tanto a Sonae como a empresa, que diz ser “especialista em Comunicação Financeira, Corporativa, Relações Públicas e Gestão de Crises“, remeteram-se ao silêncio.

O Tugaleaks divulga as imagens mais marcantes dos erros do Continente.
asda10492525 10202001496913235 5340361763114161455 n Algo está errado com as promoções no Continente
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 Fonte: Tugaleaks

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

0 A VERDADEIRA ESTÓRIA DA SONAE ,OU COMO O GRANDE CRÁPULA BELMIRO DE AZEVEDO COMEÇOU A ENRIQUECER NADANDO NAS ÁGUAS DA “UDP”

 Quando, em
14 de Março de 1975
, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou abanca -
COM O APOIO DE TODOS OS PARTIDOS QUE NELE PARTICIPAVAM

(PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública.O
Banco Pinto de Magalhães
(BPM) detinha a
SONAE
, a única produtora determolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento naconstrução civil.Dada a sua posição monopolista, a
SONAE
constituía a verdadeira tesouraria do
BPM
, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues
60, 90 e até180 dias depois.Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheirotécnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP.
Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade daempresa reverter a favor destes.A
União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM
(ainda não haviaCTs na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para asituação política delicada e para a necessidade de se garantir o fornecimento dostermolaminados às actividades produtoras.

Eram recebidas por
Belmiro de Azevedo
que se intitulava "/chefe da comissão detrabalhadores/", mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governotomou a decisão de distribuir as acções da
SONAE
aos trabalhadoresproporcionalmente à antiguidade de cada um.É fácil imaginar o panorama…A bolsa estava encerrada e o pessoal da
SONAE
detinha uns papéis que, de tão feios,não serviam sequer para forrar as paredes de casa.Meses depois, aparece um salvador na figura do /chefe da CT/ que se dispõe a trocarpor dinheiro aqueles horrorosos papéis.Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da
SONAE
.
E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continentedepois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias.
Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervirnum daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fizeste relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não arefutou, claro.Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação socialnoticiou a minha intervenção.Este relato foi-me feito por colegas do então BPM entre eles um membro da comissãosindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou na altura à SONAEpara falar aos trabalhadores.Enviei-o para os jornais e, salvo o já extinto "Tal & Qual", nenhum o publicou.
Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

0 Voluntários contra a fome ajudam Belmiro de Azevedo e Soares dos Santos?

"Negócio da fome
Aparentes ações de grande solidariedade, as campanhas de recolha de alimentos para carenciados constituem, isso sim, agressivas operações comerciais.
Quem acaba por mais lucrar são supermercados e hipermercados, que veem as suas vendas aumentar.
A seguir vem o estado, pois este acréscimo de consumo representa também aumento na coleta de impostos. E os pobres dos pobres que justificam as campanhas são, afinal, os menos beneficiados.
Em dias de recolha de alimentos, as grandes superfícies aumentam consideravelmente as suas vendas, sem sequer necessitarem de promoções ou até de qualquer trabalho de marketing suplementar.
As administrações do Pingo Doce e do Continente, que no seu conjunto detêm cerca de 90% do mercado de distribuição, devem rejubilar com esta campanha comercial, disfarçada de ação solidária.
Ano após ano, os Bancos Alimentares contribuem para o acréscimo da sua faturação em dezenas de milhões de euros. Parte significativa deste montante engorda os lucros das empresas de distribuição.
E não só. Também o estado tira proveito deste acréscimo de consumo, pela via do IVA que é cobrado, em muitos dos produtos a 23%, o que representa também milhões de euros.
Assim, os voluntários da Cruz Vermelha que participam na ‘Operação Sorriso' cumprem a função (involuntária) de promotores de vendas do Continente.
Os milhares de jovens que colaboram com o Banco Alimentar julgam estar a ajudar as famílias portuguesas, mas as famílias que mais beneficiam das campanhas de recolha de alimentos são as de Belmiro de Azevedo e de Soares dos Santos.

A maior parte da ajuda fica pelo caminho, chegando às centenas de milhares de necessitados apenas uma reduzida percentagem do generoso esforço financeiro dos portugueses. 
E está mal aproveitado o trabalho abnegado de milhares de voluntários bem-intencionados que são usados, sem disso se aperceberem, como peças de uma máquina comercial. Para que as operações de oferta de alimentos aos mais carenciados sejam eficazes, há que encontrar esquemas alternativos de distribuição direta dos recursos.
A atividade solidária não necessita de ser taxada com IVA nem de intermediários que retêm a maioria do valor dos donativos, como é o caso dos hipermercados."
Paulo Morais

Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor.
O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente.
Periodicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.

Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a ?operacionalizar? (?!...) a acção.
Em Dezembro 2012 decorreu mais uma acção, louvável, do programa da luta contra a fome mas....façam o vosso juízo! A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas!
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 ? (cinquenta cêntimos), repare que:
2.644.000 kg x 0,50 ? dá 1.322.000,00 ? (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.
- o Estado: (23% de iva)
- o Hipermercado: 396.600,00 ? (margem de lucro de cerca de 30%).
Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.


 Artigo retirado do blogue Apodrece Tuga

terça-feira, 14 de maio de 2013

0 Como enriqueceu Belmiro de Azevedo


Quando o Belmiro começou a enriquecer...

...Nadava nas águas da UDP...

Quando, em 14 de Março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública. O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois. Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP.


... Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes. A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CT's na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e para a necessidade de se garantir o fornecimento dos termolaminados às actividades produtoras. Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as acções da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.

É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa… Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis.

Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE. E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias…

Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro.
Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção.

Este relato foi-me feito por colegas do então BPM entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou na altura à SONAE para falar aos trabalhadores. Enviei-o para os jornais e, salvo o já extinto “Tal & Qual”, nenhum o publicou…

Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado E eu digo: assim nasceram os PAPAGAIOS DESTE PAÍS.  Recebido por Email
 

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