Mostrar mensagens com a etiqueta Ciência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ciência. Mostrar todas as mensagens

domingo, 15 de junho de 2014

0 174 mil euros de dinheiros públicos usados para comprar… ratos

Centro de Neurociências e Biologia Celular gastou 174 mil euros em ratos “para experimentação animal”. Há países onde há uma década que se deixaram de usar ratos.
Podíamos estar a falar em ratos para computador, já que Coimbra, o local onde está o Centro de Neurociências e Biologia Celular, teve há dois anos um contrato de 12 mil euros em Pen Drives. Mas estamos mesmo a falar de animais, vivos ou mortos, que serão usados para experiências inconclusivas.
O Tugaleaks contactou o Centro de Neurociências e Biologia Celular para obter explicações, no entanto como a Instituição é Privada sem fins lucrativos e de utilidade pública não está sujeita à Lei de Acesso a Documentos Administrativos. A entidade informa no entanto que é “uma Instituição que se baseia em princípios de boa gestão dos dinheiros públicos assim como no respeito cabal dos princípios da publicidade e transparência”.
No entanto, questionada sobre a finalidade dos ratos comprados, quais são os testes a efectuar, quantos são os ratos, e se os mesmos estiverem vivos qual a taxa espectável de mortalidade bem como se foram feitos estudos, e se sim, quais sobre alternativas aos testes em animais, a entidade que se pauta pelos princípios da transparência resolveu não responder.
O facto de serem ratos pelo nome do ficheiro colocado no site BASE ser “CONTRATO RATOS.DOC”, ou nem os animais tínhamos conseguido apurar.

Animais já não se usam para testes

Existem inúmeras alternativas que se podem fazer para se evitar a morte de animais. A responsável da página de Facebook Diga não aos testes de animais comentou com o Tugaleaks que “existe alternativa, como simuladores, testes in vitro, pele artificial, software entre outros” e que a “venda de animais a laboratório acho injusto e cruel”.
A mesma opinião, mais técnica, tem Danielle Tetü Rodrigues, vice presidente do Instituto Abolicionista Animal com sede em Salvador, Brasil. “o Brasil a UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul]não usa animais há mais de cinco anos, em Londres não usam há mais de uma década“,
Ainda sobre as alternativas, Danielle conta-nos que “é preciso compreender que os animais são usados em experimentos científicos, em testes diversos e em aulas práticas em algumas universidades. Nestas três áreas em que os animais são usados, já se vislumbram vários métodos alternativos que os substituem integralmente e possibilitam alcançar o resultado com a mesma, e até muitas vezes, com mais eficácia ainda. Esses recursos alternativos são viáveis materialmente, mas também sob o aspecto econômico. Dentre tais meios, destacam-se a utilização de cadáveres especialmente preparados, meios virtuais e modelos anatômicos e simuladores, softwares 3D, experiências in vitro, enfim, uma gama de métodos que podem livrar os animais de uma prática obsoleta e cruel, como é a vivissecção”.
Estes testes referidos acima “já foram e são utilizados, apresentando resultados positivos em todos os campo”.

Em Portugal, ainda recorremos à vivissecção, o ato de dissecar animais, normalmente vivos, para testes. E parece que ainda recorrermos a dinheiros públicos para isso.
São 174 mil euros, sem IVA, entregues ao laboratório Charles River.

FONTE: Tugaleakes

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

0 DNA humano de 400 mil anos intriga cientistas. Nosso planeta teria sido habitado por diferentes espécies?

Duas gramas de pó do osso de um fêmur de 400 mil anos de idade, recentemente encontrado em
Atapuerca, na Espanha, ameaçam derrubar as teorias da evolução humana mais aceitas até o momento. Será que nosso planeta teria sido habitado por diferentes espécies de humanos e outros seres, em uma luta constante pela supremacia de cada espécie no território, como sugere o livro “O Senhor dos Anéis”? Novas questões sobre o nosso passado começaram a ser levantadas a partir da análise do DNA desse osso, que pertenceu ao Homo heidelbergensis, no que se configura como o mais antigo DNA humano sequenciado até o momento. Uma análise do DNA mitocondrial deste material, realizada por cientistas espanhóis e alemães, revelou que estes antepassados estariam relacionados aos hominídeo de Denisova e não ao homem de Neandertal, como se acreditava até então e como apontavam suas características anatômicas. A impressionante descoberta parece demonstrar que a história evolutiva do ser humano não é necessariamente tão linear como se pensava: na verdade, assemelha-se mais a uma rede intricada de intercâmbio genético, determinada tanto pelas mudanças geográficas entre as populações quanto pelo contato sexual entre diferentes espécies.

Fonte : Seu History


 Novo estudo aponta espécie desconhecida como nosso verdadeiro ancestral


Segundo estudo recente, o Homo sapiens não teria sua origem apenas no homem de Neandertal e no hominídeo de Denisova, mas também em uma espécie desconhecida do continente asiático. A descoberta foi feita a partir de um tipo de genoma de 400 mil anos de idade, encontrado no sítio arqueológico espanhol de Atapuerca.

Surpreendentemente, o DNA mitocondrial deste fóssil revela que ele compartilhou um ancestral comum não com os Neandertais, mas com o hominídeo de Denisova, separando-se deste último há 700 mil anos. Isso é estranho, uma vez que a pesquisa sugere que os Denisova viveram no leste da Ásia, e não na Europa ocidental, onde este fóssil foi descoberto. 

Esta nova configuração da espécie se assemelha bastante ao mundo fictício de “O Senhor dos Anéis”, onde várias espécies de hominídeos coexistiam no mesmo planeta, de acordo com Mark Thomas, geneticista evolutivo do Colégio Universitário de Londres.

   
 
 
Fêmur de 400.000 anos de um hominídeo de Sima de los Huesos, Espanha   - See more at: http://noticias.seuhistory.com/novo-estudo-aponta-especie-desconhecida-como-nosso-verdadeiro-ancestral#sthash.XifXV01k.dpuf
 Enquanto o Neandertal proliferou na superfície terrestre entre 30 e 130 mil anos atrás, os denisovanos habitaram a região da Sibéria em torno de 300 mil anos atrás. De acordo com análises genéticas, Neandertais, denisovanos e Homo sapiens se relacionaram sexualmente em determinado ponto, gerando uma nova espécie de indivíduos. Os estudos indicam ainda que os genes denisovanos estão concentrados nos habitantes das atuais ilhas do Pacífico, sudeste asiático e sul da China. Toda a população mundial moderna possui entre 1% e 4 % do genoma Neandertal. A razão pela qual apenas os Homo sapiens sobreviveram ainda é um mistério para a ciência.

domingo, 23 de junho de 2013

0 600 médicos, dentistas e cientistas exigem o fim do flúor!

Nos Estados Unidos da América deu entrada no Congresso um pedido de eliminação de flúor na água em nome da organização Fluoride Action Network (FAN). Mais de 600 profissionais de saúde, incluindo laureados por prémios Nobel, oficiais de Agências  de Protecção Ambiental, membros do Concelho Nacional de Investigação no painel da toxicologia do fluoreto assinaram este pedido.

O relatório entregue ao Congresso exige que os membros «reconheçam que a fluoretação da água está obsoleta e constitui um risco sério para a saúde pública que ultrapassa qualquer benefício mínimo, violanda a ética médica e negando a liberdade de escolha de cada um.»
Cita oito recentes eventos que impelem a uma urgente eliminação do flúor na água e de entre estes:
  • Um relatório de 500 páginas sobre a toxicologia do fluoreto elaborado pelo Concelho Nacional de Investigação das Academias NAcionais, publicado em 2006;
  • Provas e evidências dos Centros de Control de Doenças nos Estados Unidos que encontram 32% de crianças com fluorosis, causada pelo fluoreto;
  • A Associação Médica Dentária Americana alterou a sua posição recomendando a remoção de todas as fontes de flúor a crianças especialmente antes dos 12 meses de vida;
  • A Universidade de Harvard publicou um estudo onde o osteosarcoma (cancro ósseo) aumentou 5 a 7 vezes mais em pessoas expostas ao fluoreto nas idades entre os 6 e os 8 anos;
  • O reconhecimento dos Centros de Control de Doenças de que o fluoreto previne o desgaste dentário quando aplicado de forma tópica e não de forma sistémica.

teeth-fluorosis

O relatório pede aos membros do Congresso que apoiem uma auditoria à fluoretação requerendo provas científicas de que a fluoretação é necessária ou pelo menos útil.
De acordo com o Dr. Arvid Carlsson, laureado pelo Nobel da Medicina no ano 2000, «a fluoretação é contra todos os princípios modernos da farmacologia, completamente obsoleto.»
Se ainda pensa que fllúor, ou fluoreto, na água é uma «coisa» boa, talvez esta notícia lhe apareça como uma surpresa, mas tal como os supracitados Centros de Control de Doenças afirmam claramente a fluoretação não produz qualquer efeito benéfico para a população.
Na realidade os efeito sda fluoretação são:
  • Aumento do risco de fracturas ósseas;
  • Redução drástica do funcionamento da Tiróide;
  • Redução do desenvolvimento do QI;
  • Causa de artrite e doenças semelhantes bem como fluorosis dental;
  • Possibilidade de aumentar o cancro ósseo (osteosarcoma)
O facto de países como Portugal consumir água fluoretada há mais de 50 anos tem sido uma experiência onde as cobaias são os humanos sem sequer estarem cientes disso.






Fontes:
Fluoride Action Network August 9, 2007
Medical News Today August 10, 2007
The Fluoride Deception.

sábado, 22 de junho de 2013

0 Portuguesa descobre como resolver problema crónico da falta de dadores de sangue

Sandra Pinho, cientista portuguesa do Albert Einstein College (Nova Iorque), liderou a descoberta de uma população de células estaminais humanas que pode acabar com a falta de dadores de sangue e facilitar o tratamento de leucemias e anemias crónicas.

Uma população de células humanas capaz de expandir o número de células estaminais hematopoiéticas - que dão origem a todas as células do sangue, desde plaquetas a glóbulos vermelhos ou brancos - acaba de ser identificada por Sandra Pinho, cientista portuguesa do Albert Einstein College, em Nova Iorque.

A descoberta tem o potencial de poder ajudar a resolver o problema crónico de falta de dadores nos bancos sanguíneos, mas também os casos em que é necessário transplantar diretamente as células estaminais hematopoiéticas de forma a gerar de novo todo o sistema sanguíneo, como acontece nas leucemias e nas anemias crónicas.

O estudo em que se baseou esta descoberta, em que Sandra Pinho surge como a principal autora, vai ser publicado a 1 de julho no "Journal of Experimental Medicine" (JEM) mas está disponível desde hoje no site desta revista científica de referência internacional.
Limitações no uso em transplantes ou transfusões

Embora todos tenhamos uma população de células estaminais hematopoiéticas na nossa medula óssea, responsável por fabricar durante toda a vida as células sanguíneas necessárias à nossa sobrevivência, esta é extremamente pequena, o que limita o seu uso em transplantes ou na criação de populações sanguíneas para transfusões.

A alternativa seria descobrir como multiplicar estas células em laboratório e em 2010 o laboratório de Sandra Pinho descobriu em ratinhos transgénicos uma população de células estaminais mesenquimais com a capacidade de regular o funcionamento das células estaminais hematopoiéticas. As células estaminais mesenquimais são capazes de se diferenciar em tecido ósseo, cartilagíneo ou adiposo.

Mas havia um problema adicional: a proteína que identificava esta nova população estava localizada dentro das células. Ou seja, só se a proteína fosse marcada - tal como nos ratinhos transgénicos - com um produto fluorescente, era possível identificar e isolar as células, o que impedia o seu uso em humanos.

A alternativa era procurar outras moléculas à superfície da célula que identificassem a mesma população de células estaminais, o que foi conseguido por Sandra Pinho e a sua equipa.
Capacidade para regular as células estaminais sanguíneas

Os cientistas identificaram uma série de novos marcadores que define essa  população, o que já lhes permitiu descobrir que esta também existe na medula óssea humana em contacto direto com as células estaminais do sangue e, tal como em ratinhos, tem a capacidade de regular o funcionamento das células estaminais sanguíneas. 

E quando a população de células estaminais do sangue humanas, que foi expandida em laboratório através de contacto com as células estaminais mesenquimais, é transplantada para ratinhos imuno-comprometidos - isto é, ratinhos em que as células do sangue foram destruídas por radiação - elas expandem-se e diferenciam-se.

Assim, estes ratinhos têm agora um sistema sanguíneo humano, provando que as células estaminais assim obtidas são funcionais.

"Estes novos resultados são um primeiro passo importante no estudo da regulação das células estaminais do sangue dentro da medula óssea", explica Sandra Pinho. "Além disso, no futuro esperamos conseguir em laboratório expandir o número de células estaminais do sangue em quantidades suficientes para ajudar doentes hematológicos que necessitam de transfusões ou transplantes da medula óssea".
 

domingo, 20 de janeiro de 2013

0 Mancha solar alarma investigadores!

Apareceu há dois dias e vai assombrar o sistema solar por mais uns tantos. Uma mancha solar gigantesca foi detectada na superfície do Sol e move-se, lentamente, ameaçando a Terra.

É de realçar que esta mancha solar havia já sido prevista por vários cientistas que estudam as tempestades solares e que avisavam para a necessidade de se tomarem medidas preventivas e de protecção, especialmente para os satélites que temos neste momento a orbitar a Terra. A verdade é que não sabemos se foram ou não tomadas medidas e a NASA disponibiliza apenas um comunicado técnico sobre o evento e desdramatiza a situação oferecendo até um curioso vídeo que de acordo com alguns investigadores ainda levanta maior alarme pela magnitude da mancha.
A mancha, baptizada de AR 1654, tem dez vezes o tamanho da Terra e ondas de calor mais intensas que o próprio Sol. De facto, a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) indica que, neste momento, a região ativa 1654 está a produzir camadas de classe M1, numa escala que se mede, da menor para a maior, com as letras A, B, C, M e X.


Veja aqui o vídeo disponibilizado pela NASA:




As manchas solares são regiões magneticamente ativas da fotosfera que provocam grandes explosões para o espaço interplanetário, mas a Terra não está em perigo. Apesar de a NOAA ter previsto 10% de x-flares (camadas de classe X) para hoje, apenas os sistemas das comunicações, como os transmissores de rádio, os satélites e os GPS serão afetados. O Observatório de Dinâmica Solar (SDO), da NASA, está preocupado com a mancha que se estende ao longo de dezenas de qulómetros do território solar, porém os astrónomos garantem que vão ficar de olho na AR 1654 e monitorizar o seu crescimento. E cá estaremos nós a confiar no seu trabalho!

Fontes: NASA, DN Ciência
 

NOTÍCIA TUGA Copyright © 2011 - |- Template created by Notícia Tuga - |- Powered by Notícia Tuga