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sábado, 22 de junho de 2013

0 Veneno de abelha destrói vírus da SIDA

As nanopartículas que carregam a toxina do veneno de abelha podem destruir o vírus da imunodeficiência humana (SIDA – AIDS) enquanto deixam as células vizinhas intocadas. A pesquisa foi conduzida pela Washington University School of Medicine em St.Louis.

As nanopartículas carregam melittina, que é o principal componente activo do veneno de abelha, que vai fundir com o vírus HIV e destruir o seu envólucro protector enquanto por acção molecular se previne que as nanopartículas exerçam o mesmo efeito nas células normais do corpo humano. O veneno de abelha é conhecido por corromper as paredes celulares, incluindo de células cancerígenas, e tem sido alvo de estudo intensivo nos últimos anos.
A melittina é uma toxina potente que provoca ‘buracos’ no envólucro protector das células dos vírus HIV e de outros vírus de igual forma. Grandes quantidades de melittina podem causar enormes danos irreparáveis mas em conjunto com uma terapia anti-viral podem ser úteis no combate a vírus e células cancerígenas, como mostraram Samuel A. Wickline, médico, e J. Russel Hornsby, professor de ciência biomédica.
O novo estudo mostra que a melittina carregada nas nanopartículas é inofensiva contra células normais. Isto porque lhe são adicionadas camadas de estímulo protectoras na superfície das nanopartículas e quando estas entram em contacto com células normais, habitualmente muito maiores, estas irão simplesmente ricochetar. Já o vírus HIV, por sua vez mais pequeno que a nanopartícula, irá entrar por entre estas camadas e adquirir a toxina de abelha.
A maioria das drogas anti-HIV inibem o vírus de se replicar, mas esta estratégia não faz nada contra a infecção viral e muitas variantes deste vírus são já resistentes à inibição continuando a reproduzir-se normalmente ou em ritmo mais lento.
Dada esta descoberta, um novo gel vaginal pode perfeitamente ser usado em locais onde o HIV é proeminente sendo uma medida preventiva capaz de parar a infecção inicial e o contágio e disseminação do vírus. O estudo deste veneno anti-HIV foi publicado há dias num jornal de Terapias Antivirais.
Mais de 34 milhões de pessoas vivem hoje em dia com o vírus HIV e 3 milhões destas possuem menos de 15 anos. Todos os dias, milhares de pessoas contraem esta doença pelo mundo fora.

É importante salientar que o debate à volta da SIDA (AIDS) e do HIV sugere que não existem provas sólidas científicas da eficácia do combate aos mesmos, até quando há provas em contrário. Seja por questões monetárias e financeiras das farmacêuticas ou qualquer outra razão a verdade é que parece que há falta de vontade de avançar com estudos e aplicações às doenças do novo século.

 Fontes:
http://news.wustl.edu/news/Pages/25061.aspx
http://www.medicalnewstoday.com/articles/257437.php
http://blogs.mercola.com/sites/vitalvotes/archive/2007/02/01/A-Warning-About-HIV-Treatments-and-Testing.aspx
http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2001/09/05/hiv-aids.aspx 
http://www.huffingtonpost.com/2013/03/09/bee-venom-kills-hiv-cells_n_2843743.html
http://www.washingtontimes.com/news/2013/mar/11/analysts-cautious-toward-hiv-solution/?utm_source=RSS_Feed&utm_medium=RSS

quinta-feira, 20 de junho de 2013

0 Experiência de estudantes revela que Plantas não crescem quando perto de Routers Wi-Fi

5 alunas do ensino secundário dinamarquês desenvolveram uma experiência  que aponta para que as Plantas sofram e não cresçam e morram inclusive na presença da radiação de telemóveis ou routers de redes sem fios.


Esta experiência que está a causar alguma agitação na comunidade científica, apresenta resultados que surpreendem.
Tudo começou com uma observação e uma hipótese. As alunas verificaram que se dormissem com os seus telemóveis perto das suas cabeças à noite, tinham mais dificuldade em concentrarem-se na escola no dia seguinte. Quiseram portanto testar o efeito da radiação dos telemóveis em humanos. No entanto a escola que frequentavam não possuía condições (equipamento) para conduzir a tal experiência. Em alternativa, as alunas desenvolveram uma experiência para testar os efeitos dos telemóveis mas em plantas.
A experiência consistiu em colocar 6 bandejas com  Lepidium sativum, um tipo de erva como o agrião, numa sala sem radiação, e outras 6 bandejas semelhantes numa outra sala com 2 routers, que segundo os cálculos das alunas, emitiam o mesmo tipo de radiação produzida por um telemóvel ou smartphone.
Nos 12 dias seguintes as alunas observaram, mediram, pesaram e fotografaram os resultados. Os resultados no fim desse período foram bastante óbvios – as sementes na sala com os routers não cresceram e algumas morreram mesmo, enquanto que as sementes no quarto livre de radiação, desenvolveram como era esperado.
Team_Karse_til_dr-dkEsta experiência rendeu a estas alunas menção de honra na competição de ciência escolar e um especial interesse de cientistas pelo mundo inteiro.
De acordo com uma professora da escola onde esta experiência se desenvolveu (Hjallerup Skole), pelo menos um investigador de neurociências do  Karolinska Institute na Suécia, demonstrou interesse em repetir esta experiência num ambiente mais controlado, profissional e científico.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

0 Portugueses identificam genes de AVC

Dois investigadores portugueses identificaram os genes associados ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquémico e descobriram que há diferentes subtipos da doença, para os quais a terapêutica no futuro terá de ser diferente, consoante o subtipo, para ser mais eficaz.
Sofia Oliveira e José Ferro, investigadores do Instituto de Medicina Molecular, reuniram e cruzaram dados sobre AVC isquémico, a fim de identificar variantes de genes implicadas em AVCs.
“A investigação consistiu em procurar alterações no genoma que tornam as pessoas mais susceptíveis ou que os protegem contra AVC isquémicos. No meio de cerca de três milhões de variantes genéticas investigadas, conseguimos identificar um pequeno número que tem essa propriedade de alterar o risco de ter um AVC”, explicou à Lusa Sofia Oliveira.
Este estudo, recentemente publicado na revista “The Lancet Neurology”, veio reforçar a ideia de que há diferentes mecanismos patogénicos que levam ao AVC isquémico.
“Em termos práticos, isto implica que a terapêutica pode ter eficácias diferentes consoante o subtipo de AVC”, disse a investigadora.
Os resultados da investigação mostram que apesar de as variantes genéticas poderem ser detetadas no AVC isquémico, todas as associações confirmadas dizem respeito a um subtipo específico de AVC.
“Assim, é preciso realizar a subtipagem do AVC isquémico em ensaios clínicos por forma a identificar o subgrupo de doentes em que um medicamento tenha maior benefício na prevenção secundária (prevenção de um novo AVC após o primeiro)”, explicou Sofia Oliveira.
Quanto à aplicabilidade prática desta descoberta nos doentes, não é possível no imediato, uma vez que falta confirmar estes resultados em outras populações e realizar outros estudos, como a sequenciação e estudos moleculares, para melhor compreender o papel destes genes no mecanismo da doença.
Segundo a responsável, as meta-análises descritas no artigo publicado na revista “The Lancet Neurology” foram realizadas nos últimos dois anos, mas os estudos utilizados nas meta-análises têm vindo a ser conduzidos desde 2007.
O AVC isquémico é uma das principais causas de morte, de défice neurológico e incapacidade física persistentes no adulto, responsável também por um grande número de casos de declínio cognitivo e demência, relacionada com a idade.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

0 Novo cometa pode ofuscar a Lua em Novembro de 2013

Um novo cometa recém-descoberto está previsto surgir nos céus de uma forma incrivelmente brilhante em 2013. Prevê-se que passe a dois milhões de quilómetros do Sol a 28 de Novembro de 2013 e acredita-se que irá chamar a atenção de todos na Terra ao emitir um brilho de uma magnitude 16, muito mais brilhante que o de uma Lua cheia.


A confirmarem-se as previsões, o C/2012 S1 será certamente um dos maiores cometas a atravessar os céus na história da humanidade, superando inclusivamente o cometa Hale-Bopp de 1997.
O novo cometa, baptizado de C/2012 S1 (ISON), foi descoberto pelo International Scientific Optical Network (ISON) na Rússia a 21 de Setembro quando os astrónomos Vitali Nevski e Artyom Novichonok captaram-nos através de imagens CCD.
 

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