Mostrar mensagens com a etiqueta Deco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Deco. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 27 de agosto de 2013

0 Cinco marcas de azeite são enganosas

Um dos analisados nem sequer é azeite. E quatro não correspondem ao rotulado "azeite virgem extra". O alerta é da Deco. 

A Deco analisou 25 marcas de azeite e chegou à conclusão de que uma delas configura a fraude e cinco não correspondem ao produto rotulado.
A marca Alfandagh, supostamente de "azeite virgem extra" biológico, nem sequer é de azeite, tendo os análises da Deco Proteste "comprovado a presença de outros óleos vegetais refinados que não o originário da azeitona".
A fraude foi denunciada em julho pela associação dos direitos dos consumidores à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), exigindo que o produto seja retirado do mercado, segundo referiu ao Expresso Dulce Ricardo da DECO
Os restantes quatro casos de marcas em situação ilegal são relativos a produtos apresentados como "azeite virgem extra", não cumprindo os requisitos para tal, devendo por isso ser apenas apresentados como "azeite virgem".
As marcas Auchan (DOP Moura), É (Continente), Grão Mestre e Naturfoods, Azeite Biológico são as que se encontram nessa situação.
Os resultados das análises são apresentados na edição de setembro da revista da Deco Proteste.
Entretanto, a ASAE emitiu hoje um comunicado divulgando diversas situações de fraude e apreensão de azeite no âmbito de ações de fiscalização e testes efetuados ao longo dos últimos meses.
Dulce Ricardo referiu não saber se esses casos coincidem ou não com os denunciados pela DECO.

terça-feira, 14 de maio de 2013

0 Preços do LIDL na Bélgica e em Portugal..


Caras/os amigas/os,
Junto uma carta e anexo que mandei para a Deco assim com outra para o Jose Gomes Ferreira sobre o abuso  da Grande Distribuição em Portugal.
A unica maneira para conseguir melhorar esta situação e dar uma difusão quanto maior possivel aos factos.
 Se concordar faz favor ajude em o divulgar.


GEORGES STEYT
Quinta do Outeiro – Rua José Baptista Canha, 7 – 2565-116 Carmões
Tel.: 261 743 34 - georgessteyt@yahoo.fr
Carmões, 8 de Abril de 2013
DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
R. de Artilharia Um, n.º 79, 4.º
1269-160 Lisboa
Exmas./os Senhoras/es,
Queiram encontrar em anexo um quadro comparativo de preços demonstrativo da
política descriminatória de preços praticada pela LIDL em relação a Portugal, implicando
a constatação de o nível de preços ao consumidor em Portugal se situar num patamar
escandalosamente elevado.


Os portugueses não têm apenas os salários mais baixos e dos impostos mais elevados
da UE, mas ainda, as práticas da Grande Distribuição obriga-os a pagar as suas
compras a preços totalmente abusivos.
Não compreendo como é que uma organização como a vossa, em princípio existente
para a defesa dos consumidores, permanece silenciosa sobre um tema tão crucial. Em
Agosto de 2009, enderecei a V.Exas. uma correspondência similar (vidé cópia anexa),
sugerindo uma comparação sistemática entre os preços praticados pelas cadeias
europeias (Auchan, Intermarché, Lidl, Aldi ...) nos seus países de origem e em Portugal.
Tanto quanto é do meu conhecimento, tal comparação nunca foi por vós feita. Ora,
certamente que se trataria dum modo bem simples de exercer pressão sobre o cartel da
distribuição que se permite este tipo de abusos.
Se a Lidl se dá ao luxo de abusar de forma tão descarada do consumidor português, fá-
lo muito simplesmente porque o ambiente (não)concorrencial lho permite. Neste
contexto, será interessante fazer notar que, de forma quase sistemática, o abuso de
margens praticado pela Lidl, em relação aos preços na Bélgica, se repete ao cêntimo na
Aldi, o que deixa claramente entender existir aqui um acordo de preços.
Tendo em conta o facto de os preços praticados na Bélgica e noutros países do Norte
pela Lidl (e Aldi) incluirem já uma margem que torna as suas operações perfeitamente
rentáveis, somos levados a constatar que estas empresas se regalam em Portugal com
uma margem SUPLEMENTAR perfeitamente exorbitante, acima dos 50%. Ora, os
custos variáveis da distribuição são constituídos essencialmente pela mão de obra e
pelos custos imobiliários, dois tipos de despesa claramente menos onerosos emPortugal. Este tipo de prática abusiva encontra a sua única explicação no poder dos
interesses monopolistas instalados. A Lidl não é o único réu, o que está em causa é o
conjunto da distribuição.
Se, a nível da Comunicação Social, a DECO, que se presume ter por vocação tal tarefa,
não denunciar um tal escândalo, quem o fará?
Dedica a vossa Associação largo tempo a comparar as diferenças de preço, por vezes
pouco significativas, entre as cadeias de distribuição em Portugal, perdendo de vista
que é a totalidade da distribuição que é abusivamente cara. Deveriam atacar o
problema a fundo denunciando este escândalo. Para tal, bastaria que procedessem às
comparações por mim sugeridas.
Esperando a melhor atenção de V.Exas. para o exposto, subscrevo-me com os
melhores cumprimentos,
Georges Steyt
Anexos:
Quadro comparativo preços Lidl Bélgica / Portugal
Cópia da minha carta à DECO de ...


COMPARAÇÃO ENTRE PREÇOS DO LIDL
NA BÉLGICA E EM PORTUGAL

PRODUTO                                        A                      B                     C
Café solúvel Gold                             1,99                  2,29                  15%
Bolachas Mc Kenndey    225 gr         0,65                  1,49                  130%
Chocolate Plantage         125 gr         1,29                  1,59                  30%
Nozes cajú                       150 gr       1,69                  2,29                  35%
Amendoins salgados        250 gr        0,75                  1,15                  53%
Pasta (massa) Fusilli        500 gr        0,36                  0,42                  17%
Mayonnaise Vita D'Or     500 ml        0,79                  1,29                  63%
Pesto                                 150 gr      0,89                 1,29                  45%
Atum natural Nixe           150 gr         0,96                 1,39                  45%
Queijo Roquefort             150 gr        1,75                  2,69                 54%
Queijo Camembert           250 gr        1,09                  1,59                 46%
Queijo Mozarella (unidade)                0,39                  0,89                128%
Queijo Emmental ralado  200 gr         1,05                  1,69                 61%
média de 13 produtos: + 55,5 %

A = Preços no Lidl Chaussée d'Alsemberg em Uccle/Bruxelas (Bélgica) em 16-01-2013
B = Preços no Lidl de Torres Vedras em 18-01-2013
C = Percentam a mais em Portugal por produtos rigorosamente idênticos

Todos estes preços estavam fora de qualquer promoção
Obs.: Composição da amostra de produtos:
A composição da amostra de produtos é aleatória tendo sido obtida tendo em consideração os 2 seguintes critérios de selecção: 
 -1 -produtos que consumo habitualmente
 -2 - produtos inteiramente idênticos nos dois países.
 Assim, este quadro não reflecte necessariamente a totalidade dos artigos mas não andará muito longe, visto o carácter inteiramente aleatório da escolha dos artigos.

GEORGES STEYT
Quinta do Outeiro – Rua José Baptista Canha, 7 – 2565-116 Carmões
Tel.: 261 743 34 - georgessteyt@yahoo.fr
Carmões, 8 de Abril de 2013

Exmo. Senhor
Dr. José Gomes Ferreira
a/c SIC NOTÍCIAS
LISBOA
Exmo. Senhor
Admiro a forma como V.Exa. não cessa de denunciar os efeitos perniciosos da
prevalência da corrupção, em Portugal. Não o faz de forma fanática, mas sim,
persistente, e baseando-se em factos. Daí lhe advém a força de saber convencer.
Gostaria de acrescentar um pequeno mosaico à sua argumentação, e como tal,
permito-me enviar-lhe cópia de uma correspondência endereçada à DECO. Isto tanto
mais porque duvido que esta associação irá dar aos factos que exponho a divulgação
que merecem. Acontece que os abusos de margens de comercialização que denuncio
são perfeitamente exorbitantes.
De nacionalidade belga, vivo em Portugal há mais de 15 anos. Desde o início, fiquei
estupefacto com as diferenças de preço entre Portugal e o norte da Europa. Verdade é
que alguns bens são claramente menos caros: restaurantes, hotéis e, dum modo geral,
todos os bens ou produtos com uma forte componente de mão de obra. Facto, aliás,
muito lamentável para o povo português simples, pois implica que os seus rendimentos
sejam francamente inferiores.
Dito isto, o mesmo não se passa com todos os serviços, visto que estes, oferecidos
pelas classes educadas (médicos, engenheiros, advogados, arquitectos, etc.) são
nitidamente superiores aos preços praticados nos países da Europa do Norte. Facto
que tende a comprovar a força do espirito corporativo existente nestas profissões, o
qual lhe permite estes preços exagerados. Assim, enquanto uma consulta num médico
generalista na Bélgica custa cerca de € 30,00, dos quais a Segurança Social reembolsa,
no mínimo, € 20,00, uma consulta a um médico particular em Portugal custa, no mínimo
dos mínimos, € 60,00, sem reembolso. Uma vez mais, é a população modesta que
paga.
No que diz respeito aos bens alimentares, é certo que a carne, o peixe, a fruta e os
legumes costumam ser menos dispendiosos por cá. Em contrapartida, os produtos
embalados são nitidamente mais caros, como se comprova pelo quadro comparativo
referente à LIDL. E, se tivermos em conta que a LIDL é habitualmente menos cara que
as cadeias portuguesas, podemos concluir que o consumidor português desembolsa
valores excessivos pelos produtos em questão. Creio, aliás, que a diferença entre onível de preços dos produtos frescos e os produtos embalados resulta muito
simplesmente do facto de a distribuição dos primeiros contar ainda com um número
considerável de distribuidores independentes, enquanto que a Grande Distribuição
conseguiu praticamente monopolizar a distribuição dos produtos acondicionados.
Garanto-lhe a autenticidade dos números que avanço. Fiz em 2009 uma primeira
comparação deste tipo para a DECO, tendo na altura remetido cópia à LIDL que tentou
(com argumentação absurda) justificar as diferenças, sem, no entanto, as contestar
minimamente.
As práticas de entendimento monopolsita na distribuição constituem igualmente uma
forma de corrupção. A única forma de defesa é a divulgação dos factos, tal como V.Exa.
o faz, de forma tão brilhante, em matéria de política e administração pública.
Grato pela atenção que o assunto lhe possa merecer, apresento a V.Exas. os meus
melhores cumprimentos.
Georges Steyt
Anexos:
Carta à DECO/Proteste
Quadro comparativo preços LIDL Bélgica / Portugal






sábado, 4 de maio de 2013

0 Até a deco enche os bolsos a conta do Zé povinho

Deco pedia quase 9 milhões ao vencedor do leilão de electricidade

A Deco, que organizou um leilão de electricidade para tentar conseguir preços mais baixos, incluiu, nas condições da operação, uma taxa de 15 euros ao vencedor do leilão por cada cliente que contratasse os seus serviços, noticia a rádio Renascença, que adianta que, dos cinco potenciais fornecedores, quatro já rejeitaram participar.
A estação de rádio diz que a Deco exigia ao potencial vencedor do leilão de electricidade uma taxa de 15 euros por cada cliente que aderisse aos serviços. No total são quase nove milhões de euros.

EDP, Galp, Iberdrola e Gás Natural Fenosa já disseram que não iam participar no leilão, segundo a Renascença. Falta saber o que decidiu a Endesa, já que a estação de rádio não conseguiu contactar.

A Renascença adianta que esta taxa incluída do processo pela Deco chegou a ser de 30 euros, tendo baixado para 18 euros e, posteriormente, para 15 euros por cliente.

A Deco vai apresentar esta sexta-feira os resultados do leilão de electricidade realizado na última quinta-feira. No total, aderiram 587 mil pessoas a esta operação da Deco, o que eleva para 8,8 milhões de euros o encaixe potencial da associação de defesa do consumidor.

domingo, 27 de janeiro de 2013

0 M4O: faça contas antes de aderir ao novo serviço da Meo

Some os montantes que paga todos os meses pelos serviços de televisão, Net, telefone fixo e dois telemóveis. O M4O só compensa para quem gasta a partir de € 85,49 por mês e não se importa de ficar fidelizado durante 2 anos.
Divulgado com uma forte campanha publicitária, o M4O, o novo serviço da PT, promete simplicidade, comodidade e poupança. Concordamos com um dos argumentos, pois é cómodo ter quatro serviços num mesmo operador e, deste modo, receber uma única fatura. Mas o M4O nem sempre garante simplicidade e poupança. Ao obrigar a uma fidelização de 2 anos, deixa de ser simples mudar se o serviço não agradar ou se surgir uma proposta mais vantajosa. Quanto à poupança, depende dos serviços que já tem e da utilização que faz do telemóvel. Para saber se compensa, some as mensalidades dos serviços de televisão, Internet, telefone fixo e dois telemóveis e verifique se ultrapassa € 85,49: a mensalidade mínima do M4O, com uma box incluída. Embora esta seja indispensável para usufruir do serviço como descrito na publicidade, é “esquecida” nos anúncios que indicam uma mensalidade de 79,99 euros.

Principais argumentos em pormenor

O M4O anuncia 85 canais de televisão. Não basta o número, é preciso verificar se os seus canais preferidos estão contemplados na oferta da Meo. Embora seja equiparada à da concorrência, ficam de fora do novo serviço da PT canais de séries e filmes em HD importantes, como Hollywood, Mov, AXN, AXN Black, AXN White, Fox e Fox Life. Para os mais novos, o Disney Júnior é substituído por canais como Jim Jam, Baby TV e SIC K. Para ter mais canais HD e ficar com 140, no total, terá de acrescentar € 7,85 à mensalidade. Caso não haja fibra na zona onde reside, só pode aceder ao M4O ADSL, que custa o mesmo, mas só disponibiliza 80 canais, menor velocidade de Internet (24 Mbps) e permite a contratação de, no máximo, duas boxes.
Quanto à velocidade de Internet, são garantidos 100 Mbps de velocidade e tráfego ilimitado. A concorrência também propõe tarifários com velocidades e tráfego semelhantes.
No telefone fixo, o M4O garante chamadas ilimitadas para redes fixas nacionais e 30 destinos internacionais. No último caso, apenas das 21h às 9h. Contudo, em nota de rodapé, é referido que nos telefonemas internacionais, os gratuitos estão limitados a 1000 minutos mensais. Tal equivale a meia hora de conversação por dia. As restantes operadoras também aplicam limites, mas nem todas indicam o valor máximo.
O telemóvel é a principal novidade deste pacote. Segundo a publicidade, o serviço inclui 2 cartões de telemóvel com chamadas e sms ilimitados para todas as redes móveis e fixas nacionais e 200 MB mensais de Net móvel, para cada cartão. Mais uma vez, as notas de rodapé esclarecem melhor esta utilização: existem limites. A PT permite a realização de 2000 minutos e 2000 sms mensais. Na prática, corresponde a 1 hora de conversação ao telemóvel e pouco mais de 60 sms diárias. Sempre criticámos a utilização da palavra “ilimitado” em serviços que, na realidade, têm limites. As operadoras devem ser honestas com os consumidores e indicar, com clareza, os limites de cada produto e nunca mencionar que são ilimitados, quando não é verdade. Outro detalhe sobre o telemóvel: um cliente da rede TMN que ligue para um telemóvel M4O paga como se ligasse para a própria rede. No caso dos tarifários Moche, as chamadas ficam gratuitas.
Quanto à Net no telemóvel os 200 Mb são, em princípio, suficientes para quem usa muito as redes Wi-Fi. Já quem navega mais através das redes 3G ou 4G e descarrega, com frequência, e-mails com anexos, acede às redes sociais e vê filmes no YouTube, ultrapassa, com facilidade, aquele limite. Aumentar o tráfego de dados disponível implica o pagamento de uma mensalidade de € 10,71 ou € 16,06, para 500 MB ou 1 GB, respetivamente. Ao contrário do que acontece noutras operadoras, como a Vodafone e a Zon, o M4O não inclui banda larga móvel.

A partir de € 85,49 por mês

Se já tem um serviço triplo, some à mensalidade o valor que gasta em telemóvel (pode acrescentar até 2 faturas) e compare com a mensalidade do serviço M4O: € 85,49, se apenas quiser uma MeoBox com gravação, e € 90,49 (€ 89,09, se for ADSL), para acrescentar uma segunda MeoBox, mas sem gravação. Se juntar outros serviços, como canais HD, aumentar o tráfego da Net no telemóvel ou acrescentar outro cartão de telemóvel, a mensalidade subirá.


Mensalidades com o M4O (€)
  Inclui 2 cartões de telemóvel Com 3 cartões de telemóvel Com 4 cartões de telemóvel
1 MeoBox (gravação)
85 canais Fibra 85,49
(serviço de base)
92,99 100,49
ADSL
140 canais Fibra 93,34 100,84 108,34
ADSL
2 MeoBox (gravação e normal)
85 canais Fibra 90,49 102,99 115,49
ADSL 89,09 100,19 111,29
140 canais Fibra 103,34 115,84 128,34
ADSL 100,54 111,64 122,74


Caso resolva aderir ao M4O, fica sujeito a um período de permanência de 24 meses: o máximo estabelecido na lei. Ou seja, se não ficar satisfeito e quiser desistir do serviço durante este período terá de compensar a PT pelas mensalidades por pagar. Contudo, esta é uma prática seguida por por todas as operadoras na política de fidelização.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

0 Junte-se a nós pela verdade nos combustíveis

Basta de alegações enganosas e práticas lesivas. Contamos com o apoio de todos.
Conheça o abaixo-assinado que será entregue ao ministro da Economia.
Se preferir, subscreva pelo 800 203 370. (9h-22h, dias úteis)








 

O TESTE que faltava

Low cost, regular ou premium: escolha o gasóleo mais barato. É tudo igual ao litro. Para acabar com as dúvidas, testámos 4 marcas de gasóleo.
 
 



Abastecemos com 4 combustíveis diferentes

Testámos 4 combustíveis – Galp Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché – e abastecemos 4 carros iguais.
 
 

Percorremos 12 mil quilómetros

Durante um mês, quatro pilotos profissionais conduziram os carros até cada um marcar os 12 mil quilómetros. Recolhemos combustível em postos diferentes de Lisboa a Sines, passando por Alcácer do Sal e Setúbal.

Veredicto final no laboratório

Medimos o consumo e registámos uma diferença sem significado. Também identificámos um efeito semelhante na acumulação de depósitos e no desgaste do núcleo vital do motor.
Medimos o consumo e registámos uma diferença sem significado. Também identificámos um efeito semelhante na acumulação de depósitos e no desgaste do núcleo vital do motor.

Se o impacto é igual, porquê pagar mais? As alegações do gasóleo Hi-Energy e Gforce não correspondem à verdade e já denunciámos às autoridades.


sábado, 24 de novembro de 2012

0 Deco conclui que combustíveis são iguais


Deco conclui que combustíveis são iguais


Um estudo realizado pela Deco refere que não existem diferenças para o consumidor entre o gasóleo distribuído pelas bombas “low cost” e o que é vendido nas tradicionais.
A pesquisa, divulgada esta manhã numa conferência de imprensa, conclui que a nível de consumos, emissões poluentes e desgaste dos automóveis os efeitos que os dois tipos de combustível produzem são iguais. “A única diferença é na carteira dos consumidores” diz a Deco.
A associação testou duas bombas “low cost”, de dois hipermercados (Jumbo e Intermarché) e outras duas da Galp, do gasóleo regular ao premium, usando quatro carros novos e recorrendo a pilotos profissionais, que percorreram cerca de 12 mil Km.
Em matéria de consumo, a Deco mediu as diferenças e considerou-as “sem significado”: “0,13 litros aos 100 km entre o pior e o melhor caso, ou seja, uma diferença de 2%”.

A Deco vai lançar um abaixo assinado para pressionar o governo para criar uma entidade reguladora para o sector, de modo a que as entidades investiguem as alegações usadas pelas empresas de combustíveis e que, segundo a associação não foram comprovadas. O estudo e estas reivindicações já foram entregues aos partidos com assento parlamentar e ao Ministério da Economia.
“Os consumidores andam a pagar demais por coisas que nos eram contadas de maneira diferente”, refere o organismo, argumentando que todas as alegações técnicas que têm sido invocadas pelas grandes empresas do sector “têm de ser comprovadas por testes laboratoriais realizados por entidades certificadas e isentas.”
A Deco acrescenta que este estudo revela a necessidade de haver um maior escrutínio da actividade das gasolineiras, por parte do governo. “Vimos que há explicação de comportamentos, mas não há a investigação dos comportamentos”, sublinham os representantes dos consumidores.
A associação entende, por isso, ser urgente não só a criação de um regulador para o sector, mas também a fixação de “coimas realmente eficazes”.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

0 DECO: quase metade dos contadores da EDP apresentam erros

Segundo adianta a Deco, “o cenário é mais grave do que a EDP admitiu”, sendo que 4 em cada dez contadores em Portugal continental têm o “relógio desacertado”. A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor registou ainda anomalias nos Açores e na Madeira.



Em comunicado, publicado no seu site, a Deco sublinha que “os desajustes na hora dos contadores têm proporções superiores àquelas que a EDP assumiu”. Segundo o estudo promovido pela Associação, “mais de 43% dos contadores observados em Portugal Continental apresentavam erros iguais ou superiores a 3 minutos”, o que contraria os dados avançados pela EDP, que reportou somente 106 mil casos, correspondentes a 12% do universo de contadores multitarifa instalados. “Madeira e Açores, com outros distribuidores de eletricidade, avolumam o problema”, sublinha a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Em 17% dos casos detetados pela Deco em Portugal continental, o desajuste relativo à hora registada pelo contador era superior a 20 minutos. Em média, os contadores atrasados tinham um erro de 24 minutos, e os adiantados, 19 minutos de avanço. Foram ainda detetados 3,6% de contadores multitarifas com a data desacertada, apresentando diferenças entre 31 dias a menos e 8 dias a mais.
Em São Miguel, nos Açores, 29% dos contadores observados apresentavam um desacerto igual ou superior a 3 minutos. Já na Madeira o número de contadores com desacertos ascendia a 59%.
Ao contrário do que a EDP afirmou, os desacertos detetados pela Deco não se referem apenas a duas “séries” de contadores, tendo sido identificados aparelhos nesta situação de diferentes marcas e modelos.
A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor não só exige “as conclusões da auditoria em curso”, como reivindica que “a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) obrigue a EDP a deixar prova das intervenções realizadas nos contadores” e que a EDP informe “a entidade reguladora de todas as intervenções realizadas desde janeiro de 2012, data em que o próprio distribuidor admite ter iniciado os trabalhos no terreno”.
A Deco insta os cidadãos a interpelar “a EDP se o seu contador desacertado teve uma intervenção de acerto ou foi substituído, mas não recebeu nenhuma compensação na fatura, que deveria ser automática nos casos previstos na diretiva da ERSE” e a exigir “a prova da intervenção da EDP”.
Segundo Vítor Santos, presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), os resultados das três auditorias promovidas no continente e nas regiões autónomas, para identificar anomalias nos contadores de eletricidade e os procedimentos dos distribuidores, serão conhecidos no final deste ano ou início de 2013 para o continente, onde a operadora é a EDP, e no fim do primeiro trimestre do ano enquanto, no caso dos Açores e da Madeira, onde operam as empresas regionais.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

0 Deco denuncia queixas de assédio e pressões por empresas de recuperação de crédito

A Deco denunciou esta terça-feira um aumento de queixas de assédio e pressões psicológicas feitas por empresas de recuperação de crédito que chegam a levar a despedimentos e defendeu a necessidade urgente de adoptar regulamentação para o sector.


"As pessoas queixam-se que lhes telefonam para o local de trabalho, para os superiores hierárquicos, para familiares, vizinhos. É uma pressão constante. As pessoas sabem que estão em incumprimento o que as deixa debilitadas, vulneráveis", afirmou à Lusa Natália Nunes, do gabinete de apoio ao sobre endividado daquela associação de defesa do consumidor.
Muitas das queixas contra empresas de recuperação de crédito ultrapassam tudo o que é "admissível do ponto de vista legal e ético", sublinhou a responsável da Deco, adiantando que em média recebe oito reclamações por dia, mas que o número já chegou às 30.
Segundo dados da associação, entre Janeiro e Outubro deste ano foram recebidas 83 reclamações escritas relativas a cobranças agressivas, sendo que um em cada cinco sobre endividados foram abordados no local de trabalho.
Os números do gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco indicam também que 10,8% dos contactos para efectuar cobrança foram feitos a terceiros (como familiares ou vizinhos), enquanto 68,7% foram contactados directamente.
A quase totalidade (98%) dos créditos em dívida que levam a estas situações foi feita junto de entidades de crédito, sendo apenas 2% respeitantes a contratos realizados com instituições bancárias.
No que diz respeito ao tipo de crédito contratado e que deu origem à cobrança, quase dois terços (61,4%) diz respeito a crédito pessoal, um terço (34,9%) a cartão de crédito, 2,4% a contrato automóvel e 1,2% a crédito à habitação.
O problema é potenciado pelas dificuldades económicas que impedem as pessoas de pagar as suas dívidas, mas é, segundo Natália Nunes, uma situação antiga.
"O problema é que não há uma legislação sobre esta área. Temos a Associação Portuguesa de Empresas de Recuperação de Crédito (APERC) que é a única no sector, mas em bom rigor não há um regime jurídico aplicável a este sector", salientou.
De acordo com Natália Nunes, a APERC defende, à semelhança da Deco, uma regulamentação urgente para as empresas de recuperação de crédito porque com o agravamento da crise e o aumento do crédito malparado há cada vez mais empresas do género a surgir no mercado.
 
 
Uma necessidade que a Deco diz ter mesmo chamado a atenção da troika no verão passado, mas que ficou sem resposta até agora.
Natália Nunes garantiu que a Deco tem dado a conhecer estas situações ao Banco de Portugal, mas aconselha as pessoas a apresentar uma queixa-crime às autoridades em situações extremas.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

0 DECO: «Dois em um» no gás e electricidade não compensa

A tarifa bi-horária na eletricidade da EDP e a Gold Energy no gás natural ficam mais baratos ao consumidor do que contratar os tarifários duplos da EDP ou da Galp, anunciou hoje a DECO.

Tanto a EDP como a Galp anunciam maiores descontos na contratação de gás e eletricidade em simultâneo, mas a associação de defesa dos consumidores DECO fez as contas e concluiu que a diferença de preços entre aquelas duas empresas é de apenas “alguns cêntimos ao ano”.
Tendo por base os gastos de um casal com dois filhos, a associação de comparou os preços para a contratação de gás e eletricidade, em separado e conjunta, e concluiu que os consumidores ficam a perder se juntarem as duas energias na mesma entidade.
“Na prática, compensa mais optar pelo fornecedor de eletricidade e de gás natural mais barato para cada situação”, lê-se na edição da revista Proteste da DECO.
A associação dá alguns exemplos: A Gold Energy, para o gás natural, e a tarifa bi-horária, na eletricidade, representa uma fatura anual de 894,87 euros, com poupança de 39 euros em relação ao tarifário da EDP Casa Total 10+2, que é o mais barato.
Mesmo com a tarifa simples, acrescenta a DECO, a opção pela Gold Energy e pela Endesa fica no final do ano 17 euros mais barata.
A DECO conclui ainda que o mercado liberalizado apresenta propostas mais interessantes na tarifa simples, mas a tarifa bi-horária da EDP é a que permite maior poupança: 117 euros por ano face à tarifa mais cara (a EDP Verde, que obriga à contratação de uma potência de 6,9 kVA) e, quando comparada com a tarifa regulada, tem uma diferença de 48 euros por ano.
No gás natural, a DECO conclui que a Gold Energy é o fornecedor com custos mais baixos, ultrapassando a poupança os 80 euros anuais face ao tarifário mais caro, o da Galp On Comfort Care.
O primeiro aumento nas tarifas reguladas verificou-se a 1 de julho, para potências a partir de 10,35 kVA e consumo de gás acima de 500 m3 anuais.
 

NOTÍCIA TUGA Copyright © 2011 - |- Template created by Notícia Tuga - |- Powered by Notícia Tuga