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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

0 Por Um Horário Escolar (no 1.º Ciclo) Que Não Roube A Infância PETIÇÂO

Ex.as:

Após a alteração legislativa, que incluiu explicitamente o Apoio ao Estudo na componente letiva, esperava-se que as crianças do 1.º Ciclo se libertassem das cinco horas e trinta minutos, que eram obrigadas a estar, duas vezes por semana, com o/a professor(a) titular de turma. São crianças dos cinco aos nove anos, e, manter a concentração por mais de três horas é quase impossível.

Aconteceu porém, em vários Agrupamentos, que as crianças nessa faixa etária, passaram a estar SEIS horas, TRÊS vezes por semana, com o/a titular de turma- O INTERVALO DEIXOU DE SER CONSIDERADO COMPONENTE LETIVA; AS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) são ministradas em apenas DOIS DIAS na semana. A MÚSICA, momento de descontração, divertimento e "trabalho em equipa", deixou de estar presente nas nossas escolas(no Agrupamento em causa).

Com duas horas consecutivas de Inglês e Atividade Física e Desportiva, em cada dia de AEC, há, já agora em janeiro, uma saturação, uma incapacidade de aprendizagem e de realização das atividades previstas, por cansaço físico e mental, quer nas AEC, quer na atividade curricular. Alunos que gostavam da escola, de momento, dela querem "fugir."

Acresce à situação, um horário de DUAS HORAS DE ALMOÇO, numa escola com refeitório- crianças enervadas, em conflitos constantes, que se aleijam sem querer, em espaços artificiais onde têm que ocupar tanto tempo livre. Aulas que não "rendem", porque a concentração escasseia.

Também no Estatuto do Aluno, É UM DIREITO DE TODOS E DE CADA UM, "Usufruir de um horário escolar adequado ao ano frequentado,bem como de uma planificação equilibrada das atividades curriculares e extracurriculares, nomeadamente as que contribuem para o desenvolvimento cultural da comunidade."

Assim, solicita-se a elaboração de um Horário Pedagógico, adequado aos alunos, que lhes permita ter atividade letiva até às 15 horas e 30 minutos, seguida de AEC diária, com a duração de uma hora e trinta minutos (QUE SÓ ASSIM PODERÁ SER DE FREQUÊNCIA FACULTATIVA), à semelhança do que acontece em Concelhos limítrofes.

Não é licito "roubar" o melhor tempo da vida de uma criança - A INFÂNCIA - impedindo-a de brincar e ter tempo de diversão. Afastando-a da Natureza, dos ambientes saudáveis e essenciais ao seu crescimento equilibrado.

Os Peticionários.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

0 Estado apoia com mais dinheiro um deputado do que um aluno numa escola pública

Para as famílias carenciadas a refeição nas escolas é por vezes a melhor refeição do dia. Mas entre as escolas e a Assembleia, as diferenças são bastantes e estão á vista.
É meio-dia numa escola pública. O refeitório abre para almoço. Quem tem escalão A não paga nada. No escalão B são 80 cêntimos e quem não tem escalão paga menos de dois euros. Estes são os preços em três escolas na localidade de Caldas da Rainha do secundário. A ementa, publicada na Escola EBI Santo Onofre está desactualizada, pois só mostra resultados até 12 de Outubro. Mas a ementa é sempre a mesma: sopa, prato, guarnição com vegetais, sobremesa e pão.
Já noutra localidade da Linha de Sintra, numa escola primária, a comida é outra: peixe mal confeccionado, e uma refeição composta por um pedaço de peixe e duas batatas, tal como denunciado pelo Tugaleaks onde o pai de uma criança nos contou que a comida era “manifestamente insuficiente“.

No parlamento a história é diferente. O Semanário o Diabo relata que no início do ano lectivo o Governo disponibilizou um montante perto dos 55 milhões de Euros para as refeições escolares por todo o país. No entanto, só para os 230 deputados existentes na Assembleia, o valor foi cerca de 900 mil euros
Nas na assembleia não há “simples” fruta da época nem sopa de Alface. Os critérios da ementa é valorizada se houver perdiz, lebre, pombo torcaz, rola e similares, lombo de novilho, lombo de vitela, lombo ou lombinho de porco preto (bolota) e camarão/gamba grande (24 por Kg ou maior) e similares.
Por cerca de 10 euros os deputados podem comer na AR arroz de tamboril com gambas e salsichas em couve lombarda. Têm ainda direito a ume mesa de fritos, outra vegetariana, outra de doces e frutas e ainda uma de queijo, segundo apurou o Diabo.

Feitas as contas, se o mesmo dinheiro da AR (90 mil euros para 250 pessoas) fosse usado na mesma proporção e qualidade para as refeições escolares, seriam apenas servidas cerca de 15.000 refeições em todo o país.
A realidade é outra: há mais de 15.000 alunos e muitos pais não ganham 3.264EUR brutos como os deputados.

sábado, 16 de novembro de 2013

0 Denúncia : Refeitório Escola Secundária Gabriel Pereira

Enviado pela leitora Carlota Ribeiro

Apesar do vídeo (gravado a 12-11-13) não estar na melhor qualidade consegue-se observar que a comida confeccionada neste ano no refeitório da Escola Gabriel Pereira em Évora não é servida com as qualidades básicas. Desde batatas cruas com sabor a podre , peixe (pescada) com aspecto de quem foi a um solário, enfim tudo acontece. Não esquecendo que a quantidade por vezes é insuficiente.
Muita comida é ESTRAGADA pois muitos dos alunos não conseguem comer a comida confeccionada.Esta terça-feira (12-11-13) foi o dia pior!
Esta escola não respeita as regras estabelecidas para abertura do refeitório (12:15 horas) chegado a abrir por volta das 13:00 horas (ás vezes) e por vezes este acontecimento tem consequencias graves como os alunos chegarem tarde ás aulas.
Corre um abaixo assinado para protestar este acontecimento e as assinaturas já são muitas...Normal!!!

Este tipo de acontecimento parece que já é comum nas escolas portuguesas como prova a notícia abaixo:
http://www.tugaleaks.com/escola-refei...



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

0 Crianças e jovens estão a passar fome em Portugal

Em cerca de duas semanas, o número de crianças com fome sinalizadas pelas escolas subiu de 10.385 para cerca de 13 mil. Na pediatria e obstetrícia do Hospital de Santa Maria existem casos de crianças doentes devido a passarem fome.


Esta quinta feira, o secretário de Estado da Educação, Casanova de Almeida, afirmou, em declarações à TSF, que, em pouco mais de duas semanas, o número de crianças com fome sinalizadas pelas escolas subiu de 10.385 para cerca de 13 mil. Destas, aproximadamente 2500 ainda não estão a receber reforço alimentar, avançou o responsável governamental.
No dia 13, Casanova de Almeida informou o Parlamento de que, à data, apenas estavam a receber o pequeno-almoço 51% dos 10.385 alunos com carências alimentares identificadas, estando o Ministério da Educação e Ciência (MEC) “a gerir um projeto que nasce da vontade da sociedade civil”.
Crianças doentes por passarem fome
Nos serviços de pediatria e obstetrícia do Hospital de Santa Maria estão a ser sinalizadas várias situações de crianças com fome, adianta a diretora do Serviço Social do Hospital de Santa Maria, Conceição Patrício. “São casos em que a alimentação era fundamental para eles não chegarem a este estabelecimento doentes”, avança Conceição Patrício em declarações à Antena 1.
O número de pedidos de ajuda cresceu, segundo esta responsável, 5,5 por cento num ano, tendo quase 11.723 pessoas pedido ajuda desde janeiro até outubro. Os pedidos de ajuda prendem-se nomeadamente, com a incapacidade das famílias custearem a medicação que lhes é prescrita ou por serem incapazes de satisfazer as suas necessidades mais básicas, como a alimentação.
Partidos da maioria chumbam proposta do Bloco sobre pequeno almoço escolar
A maioria parlamentar chumbou esta semana a proposta do Bloco no sentido de ser facultado às crianças do pré-escolar e aos alunos da escolaridade obrigatória um pequeno-almoço diário gratuito.
O governo negou-se a admitir que existem crianças e jovens a passar fome em Portugal, acusando o Bloco de demagogia: A proposta acabou por ser chumbada com os votos contra das bancadas parlamentares dos partidos que formam a coligação - PSD e CDS-PP – e a abstenção do Partido Socialista (PS).
A deputada Isabel Moreira, do PS, votou a favor, contra a orientação do seu partido.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

0 Crato rejeita acusações da FENPROF sobre mobilidade

Ministro da Educação garante que tema não está a ser discutido entre a tutela e ministérios das Finanças e Administração Pública

O ministro da Educação, Nuno Crato, rejeitou esta quarta-feira as acusações da FENPROF que o acusou de ter mentido sobre a mobilidade especial dos professores, tema que assegura não estar em discussão.
"Não está em cima da mesa, no Ministério da Educação e no Ministério das Finanças e da Administração Pública, nenhuma discussão sobre a mobilidade especial dos professores", afirmou Nuno Crato, refutando as declarações da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), que na ontem acusou o ministro de ter mentido sobre esta questão, quando depois foi questionado na Assembleia da República.
A federação acusou o ministro de, a 19 de Julho, ter declarado aos jornalistas presentes no parlamento que a mobilidade especial não se aplicaria aos professores, nomeadamente aos que ficaram com horário zero, e de não ter mantido a mesma posição.
De acordo com a FENPROF, nas Grandes Opções do Plano (GOP) para 2013, vem espelhada a mobilidade especial aplicada aos professores "para lhes reduzir o salário para níveis insuportáveis e, posteriormente, empurrá-los para fora da profissão".
Além de assegurar manter "tudo o que disse no parlamento", o ministro acusou os sindicatos de estarem a fazer "uma leitura apressada das opções do plano" e incitou-os a "conhecer a realidade antes de fazer acusações dessas".
Nuno Crato incitou ainda a Fenprof a ler as declarações do secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, "que desmentem todas as acusações".
O ministro falava em Rio Maior, onde hoje de manhã visitou o Centro Escolar Poeta Ruy Belo, em São João da Ribeira. O Centro, inaugurado a semana passada, serve cerca de 200 alunos do pré-escolar e 1º. Ciclo do ensino básico.
Nuno Crato manifestou satisfação pelo "sucesso" do arranque do ano escolar. Segundo dados do Ministério, à data de hoje, apenas cinco escolas do país ainda não abriram portas.
 

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