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sábado, 27 de julho de 2013

0 Roupas da Le Lis Blanc são fabricadas com escravidão




Fiscalização resgata 28 pessoas, incluindo uma adolescente de 16 anos. Costureiros vítimas de tráfico de pessoas viviam em condições degradantes e cumpriam jornadas exaustivas. Daniel Santini, da Repórter Brasil, acompanhou a operação de fiscalização: 



Oficina em que eram costuradas peças da Le Lis Blanc. Fotos: Anali Dupré/Repórter Brasil
A parede é de tijolos aparentes, com reboco improvisado e tábuas tapando as janelas. O piso é de cimento, coberto de retalhos, linhas e sujeira. Há fios de eletricidade puxados de maneira improvisada por todos os lados, alguns perigosamente próximos de pilhas de tecido, e, em um canto da improvisada oficina de costura, uma caixa d´água. Para ficarem mais próximos das máquinas, os lustres pendem do teto amarrados por cordões em que é possível ler “Le Lis Blanc”, nome de uma das grifes mais caras do país. Espalhadas nas mesas estão etiquetas da marca, peças finalizadas e guias com orientações sobre tamanho e corte. Em cômodos próximos, ficam os trabalhadores bolivianos, vivendo em beliches em quartos apertados, alguns com divisórias improvisadas, recebendo por produção e cumprindo jornadas exaustivas.
Lustres amarrados com cordões da Le Lis Blan
A descrição é de uma das três oficinas em que costureiros que produziam peças da marca Le Lis Blanc foram resgatados durante fiscalização realizada em junho, acompanhada pela Repórter Brasil. Com algumas variações, o cenário de degradação humana foi o mesmo encontrado em outras duas unidades de produção de peças da marca. Todas as três oficinas com problemas eram “quarteirizadas”. Duas empresas intermediárias encomendavam as peças e as repassavam para a grife de luxo. Mesmo assim, de acordo com o auditor fiscal Luís Alexandre Faria, que participou da ação, não há dúvidas sobre a culpa da Restoque S.A, empresa dona da marca Le Lis Blanc, em relação às condições em que os trabalhadores foram resgatados. Ele ressalta que não só foi caracterizada terceirização da atividade fim, o que por si só já configuraria a responsabilidade do grupo, como também nesse caso ficou evidente a ligação direta da empresa com a organização da linha de produção.
Segundo ele, toda cadeia produtiva estava baseada em encomendas da Le Lis Blanc. Ele estima que 90% das encomendas das intermediárias eram da grife e que 100% da produção das oficinas era de peças da marca. Quando a fiscalização foi feita, as oficinas estavam paradas, devido a um cancelamento repentino de encomendas. “Isso só agravou a situação, pois tirou a única possibilidade de subsistência dos trabalhadores que costuravam para a empresa”, explica o auditor. “O principal problema que encontramos foi o fato de trabalhadores morarem e viverem no mesmo local”, completa. Ao todo, 28 pessoas foram libertadas, incluindo uma adolescente de 16 anos.  Também foi caracterizado tráfico de pessoas para fins de exploração de trabalho em condição análoga à de escravo, conforme previsto no Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, e na Instrução Normativa n. 91 da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.
Além de submetidos a condições degradantes e jornada exaustiva, muitos dos resgatados estavam presos a dívidas, o que também configura escravidão contemporânea. Todos resgatados são bolivianos.
Registro de dívida por passagem em caderno encontrado na oficina.
A ação foi coordenada pelo auditor fiscal Renato Bignami, e, além de Luís Alexandre Faria, contou também com a participação de Letícia Emanuelle Bill, os três vinculados à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP). Também participaram Christiane Vieira Nogueira e Tiago Muniz Cavalcanti, procuradores do Ministério Público do Trabalho; Jairo Diniz Dantas, auditor da Receita Federal; Fabiana Galera Severo, da Defensoria Pública da União; Adriana Aparecida Mazagão, do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do governo de São Paulo; e os policiais Eduardo Xavier dos Santos, Gilberto Paula de Moura e Samuel de Freitas, da 1ª. Delegacia de Polícia de Proteção à Pessoa da Polícia Civil de São Paulo. O trabalho foi acompanhado pela juíza Patrícia Terezinha de Toledo, da Vara Itinerante de Combate ao Trabalho Escravo.
Segundo a SRTE/SP, a diretoria da Le Lis Blanc assumiu a responsabilidade pelo caso, fazendo o registro e regularizando o pagamento de encargos de todos os trabalhadores, incluindo direitos  retroativos referentes ao período em que ficou comprovado que os costureiros trabalharam para o grupo. As indenizações pagas diretamente aos resgatados chegaram a cerca de R$ 600 mil, ainda segundo as autoridades.
Procurada, a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou o seguinte: ”Recebemos em 22 de julho de 2013 autuação do Ministério do Trabalho e Emprego envolvendo empresas que não conhecemos e com as quais não temos relacionamento. Tal autuação envolve valores estimados entre R$ 50 mil e R$ 150 mil. Cumprimos integralmente a legislação trabalhista nas relações com nossos colaboradores e tomamos os mesmos cuidados com nossos fornecedores. Analisaremos as bases de tais autuações e apresentaremos defesa oportunamente”.
Contrastes - Os costureiros ganhavam por produção e cumpriam jornadas de pelo menos dez horas diárias. Os entrevistados afirmaram trabalhar das 7h ou 8h às 17h, 18h ou 19h de segunda-feira à sexta-feira, e das 7h ao meio-dia de sábado. Alguns dizem ter cumprido regularmente jornadas de até 12 horas e trabalhado sem descanso semanal, preocupados em juntar dinheiro ou em conseguir pagar dívidas contraídas com os empregadores. Segundo os depoimentos, em média o valor pago por peça variava de R$ 2,50 a R$ 7.
Algumas das peças à venda no site da empresa. Reprodução: Le Lis Blanc

Nos shoppings, as roupas com a marca Le Lis Blanc são vendidas por até 100 vezes mais. Conforme informações disponíveis no site da empresa, uma calça da grife pode chegar a custar R$ 1.999,50, uma saia R$ 1.350,00, um vestido R$ 999,50, blusas e camisas R$ 599,50, e uma regata R$ 359,50. Em casos excepcionais, para peças delicadas e de difícil corte, costureiros experientes afirmam ganhar até R$ 30. A peça mais cara no catálogo virtual da grife é a jaqueta Aspen, vendida por R$ 2.290,00.
Na nota fiscal, valor que os costureiros receberam por unidade. Na imagem em destaque, valor que a calça “Ana Luiza” é vendida no site da Le Lis Blanc. Foto: Anali Dupré e Reprodução/Le Lis Blanc
“É um absurdo essa diferença entre o que a gente ganha e o preço que eles cobram pela peça, a gente sabe, mas a gente não pode fazer nada. Se eu costurar a mesma peça e tirar a etiqueta, ninguém paga esse valor”, afirma um dos costureiros resgatados. “Para o dono de uma fábrica, é fácil falar: ‘essa peça é fácil de costurar’. Mas não é um trabalho qualquer. Eu tenho orgulho do que eu faço, cada pessoa nasce com um talento e deveria ser valorizada por isso”.
No caso da Le Lis Blanc, o contraste entre as condições em que as peças são produzidas e os locais em que elas são vendidas também chama atenção. Em shoppings, as lojas da grife são luxuosas, com vendedoras produzidas conduzindo clientes entre tapetes delicados, poltronas e ricos objetos de decoração. Todas as unidades da rede têm o mesmo perfume e é possível comprar a essência. Um potinho de 100 ml custa R$ 79,50.
É o mesmo valor que alguns dos costureiros resgatados afirmaram receber para fazer costurar cerca de 11 peças da grife.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

0 Apenas possuímos a liberdade que signifique lucro para os nossos carrascos.

Como manter a escravatura dos povos e a falsa ilusão da liberdade.


 
Se não tem paciência para vídeos de 8 minutos, pelo menos veja a partir do minuto 7, e ouça o que Michael Ellner tem para nos dizer, uma verdade irrefutável, que já há muito devíamos ter visto. Os malfeitores da ganancia,  estão a levar os bons, os que representam os pilares da sociedade, para o seu lado, a subverte-los. A grande  maioria das populações estará abandonada ao que eles precisam de fazer com elas.

"Basta olhar para nós. Tudo está ao contrário, está de cabeça para baixo. Os médicos destroem a saúde, os advogados destroem a justiça, as universidades destroem o conhecimento, os governos destroem a liberdade, a grande comunicação social destrói a informação e as religiões destroem a espiritualidade".
Ao minuto 1.10 - Somos criados como gado. Eles sabem que o ser humano produz mais e procria mais se não viver em cativeiro, e deve criar-se a ideia da falsa liberdade, senão não produzem nem se reproduzem bem.

Os grandes, os ricos, os poderosos, os amigos dos políticos, os donos da economia, somam conquistas. 
Arrebatam todo o mercado em todas as áreas. 
Quem tem poder para se erguer e competir com eles?
Com os seus milhões?
Com os seus apoios políticos?
Com os seus preços?
Com os seus monopólios conquistados ás custas de uma poda dolorosa de todas as empresas que têm tombado diariamente?
Quem tem poder ou coragem de competir com os tubarões da economia?
Quantos minimercados e mercearias, tombaram com a crise? Quantas empresas de construção? Quantas clínicas? A limpeza é eficaz, Passos Coelho não teme a miséria e o desemprego que isso causa, pois ele está está focado num objectivo, toda a economia terá de ficar na mão de um punhado de milionários, que querem ficar mais milionários, e esquecer as pequenas e incomodativas empresas da concorrência.

* "Maiores fortunas de Portugal cresceram 18% em 2011. Os ricos de Portugal estão mais ricos, segundo a lista das maiores fortunas do País elaborada pela Revista Exame.  As fortunas dos 25 mais ricos de Portugal cresceram 17,8% em 2011 face ao ano passado" fonte 
* Lucro da Sonaecom sobe 24% no 1.º trimestre para 17 milhões de euros | iOnline
* "Mota Engil escapa à crise"
* "A jornalista Ana Leal encontrou escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados pertencentes ao grupo GPS, que envolve ainda vários ex-governantes de diversos partidos políticos". fonte
Repare como se procede à selecção, à poda, 
1) A TROIKA sugere a VENDA do negócio rentável da  SAÚDE da CGD - Caixa Geral de Depósitos;
2) O Governo nomeia ANTÓNIO BORGES como CONSULTOR para  orientar a VENDA dos negócios PÚBLICOS (privatizações);
3) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) CONTRATA o mesmo ANTÓNIO BORGES como ADMINISTRADOR (mantendo este as suas funções de VENDEDOR dos negócios PÚBLICOS;
4) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) anuncia a criação dum NOVO NEGÓCIO na área da SAÚDE (noticiado no início desta semana pela imprensa);
5)  A TROIKA exige a VENDA URGENTE do negócio da SAÚDE da CGD já este MÊS (notícia de hoje na imprensa)
6)  A TROIKA não exigiu que mais nenhum Banco abandonasse os seus negócios da saúde, obrigando-os assim a confinarem a sua actividade ao que lhes deverá ser essencial: financiar a economia
... e NINGUÉM repara?
... NINGUÉM diz nada?
E já está... era esta a ideia!!!
 Claro que dirão que é o "mercado" a funcionar "se" o Grupo SOARES DOS SANTOS adquirir por uma bagatela a área de negócio rentável da SAÚDE da CGD, por ajuste directo (sem concurso).
....Soares dos santos abre 40 clínicas? 
...  NINGUÉM exigirá explicações?
 ... NINGUÉM fala em tráfico de influências?
 ... NINGUÉM aponta indícios de corrupção?


O mercado terá de ser todo deles e só deles. O povo que se cuide, pois será obrigado a consumir deste mercado impingido. O governo já está a tratar de arrasar não só as pequenas empresas como também os serviços públicos. Todos teremos de dar de comer aos nossos inimigos milionários. Sem fuga, sem escolha? Seremos forçados a comer da mão dos que nos escravizam? 

 
 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

0 Ex agente explica como USA dominam e escravizam um país! ( Video )

Ex agente no filme Zeitgeist adenddun explica os 3 passos para dominar e escravizar um país que tenha recursos que interessem a elite mundial.

Conheçam o movimento Zeitgeist Brasil para um mundo melhor.

Obs. Pessoal que tem visto esse video parece não se dar conta que o Brasil já é á muito tempo dominado pela elite, mesmo não tendo acontecido atentados comprovados no país. As grandes empresas dominando todos os nossos recursos confirmam que a Elite está dominante no nosso rico país. Se algum governo tiver coragem de chutar esses sanguessugas de nosso território e passar a manufaturar tudo nossos produtos, ae sim o Brasil se tornará a grande potencia. E essa seria a melhor hora de começar a fazer isso.

 

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