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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

1 MUITA ATENÇÃO – é favor ler e divulgar Com que então poupar é no CONTINENTE

Hoje finalmente compreendi como o tio Belmiro ganha dinheiro. 
É de loucos e tem de ser divulgado !
Desloquei me ao continente de S.COSME, Valbom Gondomar com intenção de comprar bifes. Cheguei a secção da carne e tinha lá embalagem de bife da vazia ao preço de 14.98 euros, mas com 30% de desconto imediato que ficava a 10.49 euros. Achei bom e trouxe duas embalagens como podem ver nas imagens, uma com 400g e outra com 368g, ambas com preço de 14.98, assumi que faziam o desconto em caixa como é normal. 

Fiz umas contas rápidas de cabeça fiz a conta a 10 euros e iria gastar +/- 8 euros.
Cheguei a caixa e a menina da caixa pediu me pelos dois bifes 11.50 euros ??????????


Paguei mas quando me deu o talão!!!!! Para meu espanto, e perplexidade reparem no que estava escrito no talão…. (VER IMAGENS), ESTAVAM AMBAS AS EMBALAGENS COM MAIS GRAMAGENS, embora o preço estava a 10.49 euros, foi ao balção reclamar, e a menina da caixa, disse que era normal quando fazem promoções aumentam a gramagem para fazer acertos. O QUE ????? disse eu, pedi desculpa a menina e disse para pegar numa maquina de calcular e fizesse um simples calculo, 400gx10.49= a??? Ficou muito espantada, lol, dava 4.19euros, ficou um pouco atrapalhada e chamou a gerente, que quando chegou, nem perguntou nada, mandou fazer as diferenças e devolver me o dinheiro.
Na realidade, ei ia pagar ao preço de 14.98 euros, no talão aparece 10.49, mas com mais gramagem. As pessoas normalmente olham para o preço do quilo, se está correto no talão, é porque está bem, no entanto “COMEM-NOS” nas gramas, isto é pior que os merceeiros (sem querer ofende-los), para mim é roubar a força toda. Em duas embalagens se não repara-se ia ser roubado, em 3.45 euros, imaginem agora os milhares de pessoas que só hoje cairão neste esquema. As centenas de euros que metem ao bolso se as pessoas não estiverem atentas. Como podem ver, fizeram me os cálculos corretos, e devolveram. Conselho - prestem sempre atenção aos talões com olhos de ver.






quinta-feira, 26 de junho de 2014

0 As promoções do Continente continuam em grande estilo !

Parece que depois da “bronca” com o logotipo da ZON e a comparação com um prato do Continente, que a Sonae continua a tropeçar em pequenos pormenores linguísticos.
Já é frequente verem-se imagens partilhadas pelo Facebook com anúncios pouco relevantes para a gramática. Já se ofereceram “meninas” congeladas a 1.99EUR, promoções de bicicletas que, de 99.99EUR passam para 219.99EUR ou, a mais recente, colchões que mais parecem testículos.
Toda esta informação, publicada em várias zonas do país pelos hipermercados Continente, parece ser verdadeira, tendo em conta os reports nas redes sociais.

Por outro lado, surgiu também em meados do ano passado apareceu uma imagem onde era mostrado o IVA diferente para um esparguete de marca comparado com o esparguete da marca “é”, a marca comercializada exclusivamente pelo Continente.

Desde Janeiro que o Tugaleaks tenta contactar o Continente para obter esclarecimentos. Tanto a Sonae como a BA&N, empresa consultora de comunicação que trabalha com o continente. No nosso pedido eram questionadas quantas reclamações o Continente teve em 2013 e qual o impacto real edstes erros que aparentemente se têm manifestado com frequência. Tanto a Sonae como a empresa, que diz ser “especialista em Comunicação Financeira, Corporativa, Relações Públicas e Gestão de Crises“, remeteram-se ao silêncio.

O Tugaleaks divulga as imagens mais marcantes dos erros do Continente.
asda10492525 10202001496913235 5340361763114161455 n Algo está errado com as promoções no Continente
995029 10152188845247375 72834766 n Algo está errado com as promoções no Continente
P tas congeladas Continente Algo está errado com as promoções no Continente
talao continente iva esparguete Algo está errado com as promoções no Continente

 Fonte: Tugaleaks

terça-feira, 14 de maio de 2013

0 Preços do LIDL na Bélgica e em Portugal..


Caras/os amigas/os,
Junto uma carta e anexo que mandei para a Deco assim com outra para o Jose Gomes Ferreira sobre o abuso  da Grande Distribuição em Portugal.
A unica maneira para conseguir melhorar esta situação e dar uma difusão quanto maior possivel aos factos.
 Se concordar faz favor ajude em o divulgar.


GEORGES STEYT
Quinta do Outeiro – Rua José Baptista Canha, 7 – 2565-116 Carmões
Tel.: 261 743 34 - georgessteyt@yahoo.fr
Carmões, 8 de Abril de 2013
DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
R. de Artilharia Um, n.º 79, 4.º
1269-160 Lisboa
Exmas./os Senhoras/es,
Queiram encontrar em anexo um quadro comparativo de preços demonstrativo da
política descriminatória de preços praticada pela LIDL em relação a Portugal, implicando
a constatação de o nível de preços ao consumidor em Portugal se situar num patamar
escandalosamente elevado.


Os portugueses não têm apenas os salários mais baixos e dos impostos mais elevados
da UE, mas ainda, as práticas da Grande Distribuição obriga-os a pagar as suas
compras a preços totalmente abusivos.
Não compreendo como é que uma organização como a vossa, em princípio existente
para a defesa dos consumidores, permanece silenciosa sobre um tema tão crucial. Em
Agosto de 2009, enderecei a V.Exas. uma correspondência similar (vidé cópia anexa),
sugerindo uma comparação sistemática entre os preços praticados pelas cadeias
europeias (Auchan, Intermarché, Lidl, Aldi ...) nos seus países de origem e em Portugal.
Tanto quanto é do meu conhecimento, tal comparação nunca foi por vós feita. Ora,
certamente que se trataria dum modo bem simples de exercer pressão sobre o cartel da
distribuição que se permite este tipo de abusos.
Se a Lidl se dá ao luxo de abusar de forma tão descarada do consumidor português, fá-
lo muito simplesmente porque o ambiente (não)concorrencial lho permite. Neste
contexto, será interessante fazer notar que, de forma quase sistemática, o abuso de
margens praticado pela Lidl, em relação aos preços na Bélgica, se repete ao cêntimo na
Aldi, o que deixa claramente entender existir aqui um acordo de preços.
Tendo em conta o facto de os preços praticados na Bélgica e noutros países do Norte
pela Lidl (e Aldi) incluirem já uma margem que torna as suas operações perfeitamente
rentáveis, somos levados a constatar que estas empresas se regalam em Portugal com
uma margem SUPLEMENTAR perfeitamente exorbitante, acima dos 50%. Ora, os
custos variáveis da distribuição são constituídos essencialmente pela mão de obra e
pelos custos imobiliários, dois tipos de despesa claramente menos onerosos emPortugal. Este tipo de prática abusiva encontra a sua única explicação no poder dos
interesses monopolistas instalados. A Lidl não é o único réu, o que está em causa é o
conjunto da distribuição.
Se, a nível da Comunicação Social, a DECO, que se presume ter por vocação tal tarefa,
não denunciar um tal escândalo, quem o fará?
Dedica a vossa Associação largo tempo a comparar as diferenças de preço, por vezes
pouco significativas, entre as cadeias de distribuição em Portugal, perdendo de vista
que é a totalidade da distribuição que é abusivamente cara. Deveriam atacar o
problema a fundo denunciando este escândalo. Para tal, bastaria que procedessem às
comparações por mim sugeridas.
Esperando a melhor atenção de V.Exas. para o exposto, subscrevo-me com os
melhores cumprimentos,
Georges Steyt
Anexos:
Quadro comparativo preços Lidl Bélgica / Portugal
Cópia da minha carta à DECO de ...


COMPARAÇÃO ENTRE PREÇOS DO LIDL
NA BÉLGICA E EM PORTUGAL

PRODUTO                                        A                      B                     C
Café solúvel Gold                             1,99                  2,29                  15%
Bolachas Mc Kenndey    225 gr         0,65                  1,49                  130%
Chocolate Plantage         125 gr         1,29                  1,59                  30%
Nozes cajú                       150 gr       1,69                  2,29                  35%
Amendoins salgados        250 gr        0,75                  1,15                  53%
Pasta (massa) Fusilli        500 gr        0,36                  0,42                  17%
Mayonnaise Vita D'Or     500 ml        0,79                  1,29                  63%
Pesto                                 150 gr      0,89                 1,29                  45%
Atum natural Nixe           150 gr         0,96                 1,39                  45%
Queijo Roquefort             150 gr        1,75                  2,69                 54%
Queijo Camembert           250 gr        1,09                  1,59                 46%
Queijo Mozarella (unidade)                0,39                  0,89                128%
Queijo Emmental ralado  200 gr         1,05                  1,69                 61%
média de 13 produtos: + 55,5 %

A = Preços no Lidl Chaussée d'Alsemberg em Uccle/Bruxelas (Bélgica) em 16-01-2013
B = Preços no Lidl de Torres Vedras em 18-01-2013
C = Percentam a mais em Portugal por produtos rigorosamente idênticos

Todos estes preços estavam fora de qualquer promoção
Obs.: Composição da amostra de produtos:
A composição da amostra de produtos é aleatória tendo sido obtida tendo em consideração os 2 seguintes critérios de selecção: 
 -1 -produtos que consumo habitualmente
 -2 - produtos inteiramente idênticos nos dois países.
 Assim, este quadro não reflecte necessariamente a totalidade dos artigos mas não andará muito longe, visto o carácter inteiramente aleatório da escolha dos artigos.

GEORGES STEYT
Quinta do Outeiro – Rua José Baptista Canha, 7 – 2565-116 Carmões
Tel.: 261 743 34 - georgessteyt@yahoo.fr
Carmões, 8 de Abril de 2013

Exmo. Senhor
Dr. José Gomes Ferreira
a/c SIC NOTÍCIAS
LISBOA
Exmo. Senhor
Admiro a forma como V.Exa. não cessa de denunciar os efeitos perniciosos da
prevalência da corrupção, em Portugal. Não o faz de forma fanática, mas sim,
persistente, e baseando-se em factos. Daí lhe advém a força de saber convencer.
Gostaria de acrescentar um pequeno mosaico à sua argumentação, e como tal,
permito-me enviar-lhe cópia de uma correspondência endereçada à DECO. Isto tanto
mais porque duvido que esta associação irá dar aos factos que exponho a divulgação
que merecem. Acontece que os abusos de margens de comercialização que denuncio
são perfeitamente exorbitantes.
De nacionalidade belga, vivo em Portugal há mais de 15 anos. Desde o início, fiquei
estupefacto com as diferenças de preço entre Portugal e o norte da Europa. Verdade é
que alguns bens são claramente menos caros: restaurantes, hotéis e, dum modo geral,
todos os bens ou produtos com uma forte componente de mão de obra. Facto, aliás,
muito lamentável para o povo português simples, pois implica que os seus rendimentos
sejam francamente inferiores.
Dito isto, o mesmo não se passa com todos os serviços, visto que estes, oferecidos
pelas classes educadas (médicos, engenheiros, advogados, arquitectos, etc.) são
nitidamente superiores aos preços praticados nos países da Europa do Norte. Facto
que tende a comprovar a força do espirito corporativo existente nestas profissões, o
qual lhe permite estes preços exagerados. Assim, enquanto uma consulta num médico
generalista na Bélgica custa cerca de € 30,00, dos quais a Segurança Social reembolsa,
no mínimo, € 20,00, uma consulta a um médico particular em Portugal custa, no mínimo
dos mínimos, € 60,00, sem reembolso. Uma vez mais, é a população modesta que
paga.
No que diz respeito aos bens alimentares, é certo que a carne, o peixe, a fruta e os
legumes costumam ser menos dispendiosos por cá. Em contrapartida, os produtos
embalados são nitidamente mais caros, como se comprova pelo quadro comparativo
referente à LIDL. E, se tivermos em conta que a LIDL é habitualmente menos cara que
as cadeias portuguesas, podemos concluir que o consumidor português desembolsa
valores excessivos pelos produtos em questão. Creio, aliás, que a diferença entre onível de preços dos produtos frescos e os produtos embalados resulta muito
simplesmente do facto de a distribuição dos primeiros contar ainda com um número
considerável de distribuidores independentes, enquanto que a Grande Distribuição
conseguiu praticamente monopolizar a distribuição dos produtos acondicionados.
Garanto-lhe a autenticidade dos números que avanço. Fiz em 2009 uma primeira
comparação deste tipo para a DECO, tendo na altura remetido cópia à LIDL que tentou
(com argumentação absurda) justificar as diferenças, sem, no entanto, as contestar
minimamente.
As práticas de entendimento monopolsita na distribuição constituem igualmente uma
forma de corrupção. A única forma de defesa é a divulgação dos factos, tal como V.Exa.
o faz, de forma tão brilhante, em matéria de política e administração pública.
Grato pela atenção que o assunto lhe possa merecer, apresento a V.Exas. os meus
melhores cumprimentos.
Georges Steyt
Anexos:
Carta à DECO/Proteste
Quadro comparativo preços LIDL Bélgica / Portugal






sábado, 13 de abril de 2013

0 O custo oculto dos hipermercados

Um texto simplesmente excelente lançando uma reflexão mais que pertinente sobre "O custo oculto dos hipermercados". Definitivamente "a ler" e a divulgar amplamente!
A abertura de um grande centro comercial, um supermercado… vem sempre associada à promessa de criação de emprego, dinamização da economia local, preços acessíveis e, definitivamente, ao progresso. Mas será esta a realidade? A distribuição comercial massiva sustenta-se numa série de mitos que, geralmente, a sua prática desmente.


A Associação Nacional de Grandes Empresas de Distribuição (ANGED), a patronal da grande distribuição espanhola, que agrupa empresas como Alcampo, El Corte Inglês, FNAC, Carrefour, Ikea, Eroski, Leroy Merlin, entre outras, acaba de impor um novo e duro acordo aos seus 230 mil empregados. A partir de agora, trabalhar no domingo equivalerá a trabalhar num dia de semana, e aqueles que até o momento estavam isentos por motivos familiares, também terão que fazê-lo. Desse modo, fica ainda mais difícil conciliar a vida pessoal/familiar com a profissional, num setor onde a maioria dos trabalhadores é formada por mulheres. 

Além disso, aplica-se a regra de ouro do capital, trabalhar mais por menos: amplia-se a jornada de trabalho e diminui-se o salário. Da mesma forma, se as vendas caírem para abaixo do registado em 2010, os salários serão cortados em 5%. Chover no molhado num setor por si só já extremamente precário. A ANGED, por sua vez, considera que “o acordo reflete o esforço de empresas e trabalhadores para manter o emprego”. Mas que emprego? 
E agora Caprabo, propriedade de Eroski, anuncia que quer demitir 400 trabalhadores, não aplicar o aumento salarial pactuado e cortar em 20% os salários de parte dos seus funcionários. A culpada? A “previsível” queda nas vendas e a crise. No ano passado, curiosamente, a empresa anunciou que em 2011 os seus lucros haviam aumentado 12%. A santa crise “resgata” de novo a empresa. 
Nesse contexto, supermercados e criação de emprego parecem muito mais um paradoxo. São vários os estudos que observam como a abertura destes estabelecimentos implica, consequentemente, o encerramento de lojas e comércio locais e, portanto, a perda de postos de trabalho. Assim, desde os anos 80, e na medida em que a distribuição moderna se consolidava, o comércio tradicional sofria uma erosão constante e incontrolável chegando a ser hoje em dia quase residual. Se em 1998 existiam 95 mil lojas, em 2004 este número foi reduzido a 25 mil, segundo dados do Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente. 
E se o pequeno comércio diminui, o mesmo ocorre com a renda da comunidade, já que a compra numa loja de bairro repercute em maior medida na economia local do que a compra numa grande superfície. Segundo um estudo de Friends of the Earth (2005), na Grã Bretanha, 50% dos lucros do comércio em pequena escala retorna ao município, normalmente através da compra de produtos locais, salários dos trabalhadores e dinheiro gasto em outros negócios, enquanto que empresas da grande distribuição reinvestem apenas uns insignificantes 5%. 
Além disso, devemos perguntar-nosque tipo de emprego os supermercados, redes de desconto e hipermercados fomentam. A resposta é fácil: jornadas de trabalho flexíveis, contratos a tempo parcial, salários baixos e tarefas rotineiras e repetitivas. E o que acontece se alguém decide se organizar em um sindicato e lutar por seus direitos? Se o contrato de trabalho for precário, é melhor ir se despedindo do seu trabalho. Wal-Mart, o gigante do setor e a multinacional com o maior número de trabalhadores no mundo todo, é o exemplo por excelência. Seu slogan “Sempre preços baixos”, pode ser substituído por “Sempre salários baixos”. E não só isso, um estudo sobre o impacto do Wal-Mart no mercado de trabalho local, de 2007, concluía que por cada posto de trabalho criado pelo Wal-Mart, 1,4 postos de trabalho eram destruídos nos negócios preexistentes. 
Mas as consequências negativas da grande distribuição para os que participam da cadeia de produção, distribuição e consumo não acabam aqui. Desde os agricultores, que são os que mais perdem com as grandes superfícies, obrigados a acatar condições comerciais insustentáveis e que os condenam a desaparecer, até consumidores instados a comprar para além das suas necessidades produtos de má qualidade e não tão baratos quanto parecem, até um tecido económico local que se fragmenta e descompõe. Este é o paradigma de desenvolvimento que promovem os supermercados, de onde a grande maioria de nós sai perdendo enquanto uns poucos sempre ganham.

*Traduzido por Natália Mazotte, do Canal Ibase. Publicado em Altermundo.
*Sobre a autora:
Ativista e investigadora em movimentos sociais e políticas agrícolas e alimentares, autora de vários livros, entre os quais "Planeta Indignado", Esther Vivas. É membro do Centro de Estudos sobre Movimentos Sociais na Universidade Pompeu Fabra em Barcelona e no Instituto de Governo e Políticas Públicas da Universidade Autónoma de Barcelona. É também integrante da Izquierda Anticapitalista. www.esthervivas.com

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

0 Muito, muito triste, mas é bom saber.......

Leiam s.f.f. e repassem.....Programa de luta contra a FOME.......Nada é o que parece.!!

Ora vejam:
Decorreu á pouco tempo uma acção, louvável, do programa da luta contra a FOME mas....façam o vosso juízo!

- A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas! Ou seja 2.644.000 Kilos.
- Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 € (cinquenta cêntimos), repare que:2.644.000 kg x 0,50 € dá 1.322.000,00 € (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.

Quanto ganharam???:
- o Estado: 304.000,00 € (23% iva)
- o Hipermercado: 396.600,00 € (margem de lucro de cerca de 30%).
- Nunca tinha reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas...
- Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.
MAIS....
É triste, mas é bom saber...
- Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000,00 €?
- A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.
- Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA. São 0,72 € no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €.
- Assim oferecemos 0,50 € a quem carece, mas cobram-nos 0,72 €, mais 0,22 € ou seja 30%.
Quem ficou com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 € (17%) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado com 0,12 € (20%) referente ao IVA sobre 0,60 €.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
- A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado atingiu os 2.000.000,00 €.
- Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 € divididos entre a PT (400.000,00 € para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000,00 € para auxílio do reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20% num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS.
ISTO É UM TRISTE ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DESOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
Pelo menos. DENUNCIE!
 

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