Mostrar mensagens com a etiqueta Influencias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Influencias. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

0 Empresa administrada por Passos foi beneficiada por Relvas

O jornal Público noticia esta segunda-feira que a Tecnoforma, uma empresa onde Passos Coelho foi consultor e administrador, dominou por completo, na região Centro, um programa de formação profissional tutelado por Miguel Relvas, então Secretário de Estado da Administração Local.


Os números divulgados pelo jornal Público levantam a suspeita de favorecimento da empresa administrada por Passos Coelho: só em 2003, 82% do valor das candidaturas aprovadas a empresas privadas na região Centro, no quadro do programa Foral, coube à Tecnoforma. E entre 2002 e 2004, 63% do número de projetos aprovados a privados pelos responsáveis desse programa pertenciam à mesma empresa.
Ao nível do país, no mesmo período, 26% das candidaturas privadas que foram viabilizadas foram também subscritas pela Tecnoforma.
Na altura, Miguel Relvas era o responsável político pelo programa de formação profissional destinado a funcionários das autarquias, na qualidade de secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso. Paulo Pereira Coelho era o seu gestor na região Centro. Pedro Passos Coelho era consultor da Tecnoforma, João Luís Gonçalves era sócio e administrador da empresa, António Silva era seu diretor comercial e vereador da Câmara de Mangualde. Em comum todos tinham o facto de terem sido destacados dirigentes da JSD e, parte deles, deputados do PSD, sublinha a notícia do Público.
O programa Foral foi lançado por António Guterres em 2001, com dinheiro do Fundo Social Europeu e do Estado português e, ao longo dos cerca de seis anos da sua execução, absorveu cerca de 100 milhões de euros. Os principais beneficiários foram sobretudo os 278 municípios do Continente, numerosas juntas de freguesia, associações de municípios, empresas municipais, sindicatos, associações profissionais e outras entidades sem fins lucrativos.
Entre as empresas privadas que atuavam no mercado da formação profissional, e que ao tempo eram alguns milhares, muitas apresentaram candidaturas, com base em protocolos previamente celebrados com as autarquias. Contudo, como diz o Público, a empresa de Passos conseguiu aqui “a parte de leão do negócio”.
Tanto Passos Coelho, como Miguel Relvas e os atuais e antigos responsáveis da Tecnoforma negam que esta tenha beneficiado de alguma espécie de favorecimento devido às ligações políticas existentes entre os intervenientes.
Helena Roseta já tinha denunciado caso de corrupção que ligava Passos, Relvas e o programa Foral
A eventualidade de uma empresa a que Passos Coelho esteve ligado ter sido favorecida no quadro do programa Foral foi sugerida em Junho por Helena Roseta, antiga presidente da Ordem dos Arquitetos.
Num programa de televisão, na Sic Notícias (ver vídeo), a atual vereadora da Câmara de Lisboa disse não se lembrar do nome da empresa, mas garantiu que Miguel Relvas lhe propôs um acordo, quando era secretário de Estado da Administração Local, com o objetivo de a Ordem se candidatar a um programa de formação destinado aos seus membros com dinheiro do Foral. A condição, disse Helena Roseta, era a de esse programa ser depois subcontratado a “uma empresa do Dr. Passos Coelho”. A arquiteta garantiu que rejeitou de imediato a proposta.

0 Relvas abre a porta a negócio de 1,2 milhões de empresa administrada por Passos Coelho

Em 2004, Miguel Relvas e Jorge Coelho promoveram um protocolo feito à medida da empresa Tecnoforma, da qual Pedro Passsos Coelho foi consultor e gestor, e que permitiu a esta empresa ver aprovado um projeto de formação de técnicos camarários para aeródromos municipais na região Centro no valor de 1,2 milhões de euros, segundo adianta o jornal Público na sua edição desta quinta feira.



Em 2004, Miguel Relvas, então secretário de Estado da Administração Local, promoveu, conjuntamente com Jorge Costa, à época secretário de Estado das Obras Públicas, um protocolo relativo a um projeto nacional de formação profissional de técnicos camarários para aeródromos municipais no quadro do programa Foral, financiado pelo Fundo Social Europeu (FSE).
O objetivo era, segundo os seus promotores, suprir a alegada falta de técnicos habilitados e garantir a certificação das infraestruturas de acordo com as normas internacionais. Miguel Relvas e Jorge Costa alegavam ainda “questões de segurança dos passageiros e tripulantes” e faziam referência aos “atentados terroristas de 11 de setembro nos EUA”.
No protocolo era asseverado que seriam criadas as condições para que o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) aprovasse e certificasse os cursos ministrados, bem como as competências adquiridas pelos formandos.
Este protocolo foi, na realidade, e segundo avança o Público, feito à medida da empresa Tecnoforma, da qual Pedro Passsos Coelho foi consultor e gestor. Já em julho de 2003, a Tecnoforma preparava um plano nacional de formação de quadros camarários para trabalharem em aeródromos municipais, tendo, inclusive, enviado um ofício ao secretário de Estado da Administração Local, ao cuidado de Helena Belmar, então secretária de Miguel Relvas e atualmente secretária pessoal de Passos Coelho, no qual é referida a apresentação de uma candidatura na respetiva Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
Não existiu, na realidade, qualquer outra candidatura, a nível nacional, com base no protocolo promovido por Miguel Relvas e Jorge Costa, ainda que o documento obrigasse a Secretaria de Estado a “mobilizar as potenciais entidades formadoras no sentido de operacionalizar” a realização dos cursos previstos.
A Tecnoforma apresentou a sua candidatura 17 dias após a assinatura do documento, sendo que “a denominação e a caracterização das ações era exatamente a mesma que constava do protocolo, palavra por palavra”, conforme adianta o jornal Público.
Apenas a candidatura da Tecnoforma referente à região Centro foi aprovada, pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, à data presidida por Paulo Pereira Coelho, ex deputado do PSD e ex dirigente da JSD, tendo as restantes candidaturas desta empresa relativas às restantes 4 regiões do país sido chumbadas por falta de “mérito”.
Em outubro de 2004, Pedro Passos Coelho apresentou publicamente, enquanto consultor da Tecnoforma, o Projeto Nacional de Formação para Técnicos e Agentes de Aeródromos e Heliportos, que, segundo o atual primeiro ministro, teria tido como ponto de partida o protocolo entre a secretaria de Estado da Administração Local, a secretaria de Estado das Obras Públicas e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP). Esta última nega qualquer envolvimento no processo, não constando qualquer assinatura dos seus representantes no protocolo oficial.
O financiamento aprovado pela CCDR do Centro ascendia a 1,2 milhões de euros, sendo que estariam previstas 52.140 horas de formação e 1063 formandos, o equivalente a entre 300 e 500 pessoas, na medida em que cada uma delas poderia frequentar vários cursos. Seriam formados técnicos camarários para seis pequenos aeródromos municipais – Coimbra, Lousã, Viseu, Covilhã, Monfortinho e Proença-a-Nova – e dois heliportos – Albergaria-a-Velha e Guarda. Era ainda mencionado um sétimo aeródromo - a Base Aérea de São Jacinto, em Aveiro – que, por ser propriedade militar, dependente do Exército, nunca poderia ser enquadrado no âmbito deste projeto.
Destas infraestruturas, três pistas não tinham um único funcionário, uma delas estava totalmente encerrada, 3 aeródromos tinham uma atividade residual e mantinham apenas uma dezena de funcionários e os dois heliportos só funcionavam em situações pontuais de emergência.
Dos quatro cursos previstos na candidatura aprovada, apenas três foram parcialmente ministrados pela Tecnoforma. O curso “Segurança contra atos de interferência ilícita” nunca chegou a ser aberto. A homologação dos cursos pelo INAC apenas foi concretizada em 2005, um ano após a aprovação da candidatura.
Segundo a CCDR, das 205 pessoas previstas, apenas 36 frequentaram estes cursos, sendo que nenhuma obteve a respetiva certificação. Só existiram cinco turmas, contra as 21 anunciadas. Foram declaradas 13611 horas de formação, em vez das 52.140 acordadas. O número global de formandos foi de 425, contra os 1063 contratualizados, o que corresponde a 122 pessoas, longe das entre 300 a 500 previstas.
Entre os formandos, vários nem sequer estavam ligados aos municípios, outros, ainda que autarcas, também não estavam em condições de elegibilidade no âmbito deste programa e 17 nem sequer foram identificados pela CCDR.
Os números apresentados pelas câmaras municipais, citados pelo Público, são bastantes díspares. Segundo estas entidades, apenas foram envolvidas 49 pessoas no projeto e não as 122 contabilizadas pela CCDR.
A Tecnoforma recebeu um valor de 312 mil euros pelos serviços alegadamente prestados.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

20 Pedro Passos Coelho - Curriculum invejável !


Ex-toxicodependente, com várias desintoxicações feitas em Espanha, e com processos-crime por violência doméstica, por espancamento brutalmente da sua 1ª mulher, uma das cantoras do grupo musical conhecido, das ex-Doce, o que fez por cinco vezes, pelo menos, conforme consta, com queixas dos vizinhos por desacatos no prédio onde morava!...

NÃO OBSTANTE TUDO ISTO, EIS O SEU "INVEJÁVEL" CV:

Curricul
um do primeiro-ministro deste país....
Meus Amigos/as, algum de vós dava emprego (não estou a falar de trabalho!…) a alguém com esta “Carreira de Vida” (Curriculum Vitae [CV])!?...

Nome: Pedro Passos Coelho

Morada: Rua da Milharada – Massamá

Data de nascimento: 24 de Julho de 1964

Formação Académica: Licenciatura em Economia – Universidade Lusíada (concluída em 2001, com 37 anos de idade!)

Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e PSD; a partir de 2004 (já com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos em empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia, de quem foi diligente e dedicado ‘moço-de-fretes’, tais como:

(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;

(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;

(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;

(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;

(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;

(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;

(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;

(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest, SGPS,SA;

(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;

(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo, SA.

Este é o “magnífico” CV do homem que ‘teoricamente’ governa este País!

Um homem que nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! Um homem que, mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura (numa Universidade privada…) com 37 anos de idade!

Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo obter emprego como ADMINISTRADOR… em empresas de Ângelo Correia, “barão maçónico” do PSD, seu tutor e mentor político!...

E que nesse universo continua a exercer funções!...

É ESTE O HOMEM QUE FALA DE “ESFORÇO” NA VIDA E DE“MÉRITO”!

É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORES DESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, TENTANDO ALIMENTAR AS SUAS FAMÍLIAS, TENTANDO SOBREVIVER, GANHANDO PARA ISSO, ORDENADOS DE MISÉRIA!

É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE “BOYS” E DE “COMPADRIOS”, LOGO ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE “FAVORES” DE NINGUÉM… PARA ARRANJAR EMPREGO!...

EDIFICANTE… NÃO É?...

DIGAM LÁ… DAVAM EMPREGO A ALGUÉM COM ESTA ‘FOLHA DE SERVIÇOS?




Um belo exemplo... que nos governa e vem governando ainda.
Até quando?

E não é difamação, pois é a verdade (embora a tentem «branquear»)...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

0 Borges e a venda da CGD Saúde

NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS. TUDO FOI CALCULADO AO PORMENOR.

 Vejam esta sequência de acontecimentos:
1) A TROIKA sugere no "memorandum" a VENDA do negócio rentável da SAÚDE da CGD-Caixa Geral de Depósitos;

 2) O Governo nomeia ANTÓNIO BORGES como CONSULTOR para orientar a VENDA dos negócios PÚBLICOS (privatizações);

3) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) CONTRATA o mesmo ANTÓNIO BORGES como ADMINISTRADOR (mantendo este as suas funções de VENDEDOR dos negócios PÚBLICOS;

4)  O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) anuncia a criação dum NOVO NEGÓCIO na área da SAÚDE (noticiado no início desta semana pela imprensa);

5)  A TROIKA exige a VENDA URGENTE do negócio da SAÚDE da CGD já este MÊS (notícia de hoje na imprensa)

6)  A TROIKA não exigiu que mais nenhum Banco abandonasse os seus negócios da saúde, obrigando-os assim a confinarem a sua actividade ao que lhes deverá ser essencial: financiar a economia

... e NINGUÉM repara?

 ... NINGUÉM diz nada?

Claro que dirão que é o "mercado" a funcionar "se" o Grupo SOARES DOS SANTOS adquirir por uma bagatela a área de negócio rentável da SAÚDE da CGD, por ajuste directo (sem concurso).

  .. NINGUÉM exige explicações?

 ... NINGUÉM fala em tráfico de influências?

 ... nem se aponta indícios de corrupção?
 

NOTÍCIA TUGA Copyright © 2011 - |- Template created by Notícia Tuga - |- Powered by Notícia Tuga