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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

0 Vista aérea de Lisboa a bordo de um A330… A nossa capital é realmente linda!

Comandante português filma ARREPIANTE vista aérea de Lisboa!!

A bordo de um Airbus A330, da TAP Air Portugal, o Comandante António Escarduça capturou estas arrepiantes imagens da vista aérea de Lisboa.
O voo havia partido do Rio de Janeiro. A câmera Canon Powershot S95 foi colocada sob um tripé durante todo procedimento.
A nossa capital é realmente linda! Portugal é LINDO!

Uma visão privilegiada e maravilhosa perspectiva de uma aproximação e pouso na pista 03 do Aeroporto Internacional de Lisboa (LPPT), filmada a bordo de um Airbus A330 da TAP Air Portugal pelo Comandante António Escarduça. O voo havia partido do Rio de Janeiro. A câmera Canon Powershot S95 foi colocada sob um tripé durante todo procedimento.






segunda-feira, 25 de agosto de 2014

0 Incêncio no Chiado em Lisboa aconteceu há 26 anos

Incêndio do Chiado deflagrou a 25 de Agosto de 1988 nos Armazéns Grandella do lado da Rua do Carmo. Os carros de bombeiro não conseguiram entrar na Rua do Carmo, à data reservada aos peões e enfeitada em anchura com canteiros altos de betão - obra polémica que se deveu ao mandato executivo de Nuno Abecassis, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa. O fogo propagou-se rapidamente aos edifícios contíguos à Rua Garrett.
Além de lojas e escritórios, foram destruídos muitos edifícios do século XVIII. Os piores estragos foram naturalmente na Rua do Carmo, vedada ao acesso das viaturas de socorro. Aí, entre al, perderam-se os armazéns do Grandella e a Perfumaria da Moda (cenários da fita O Pai Tirano), assim como os Grandes Armazéns do Chiado e o arquivo histórico de gravações de som da Valentim de Carvalho.

A nossa pequena Homenagem a todas as Vitimas deste incêndio.





Depois do incêndio

Depois do incêndio, os bombeiros continuaram no local durante cerca de dois meses, na remoção de escombros.
Durante esse tempo, 58 dias após o incêndio, depois de removidos todos os escombros depararam com uma vítima mortal, um electricista reformado do Arsenal da Marinha com cerca de 70 anos.

Outra das vítimas mortais, um bombeiro de 31 anos, Joaquim Ramos, morreu no início de Setembro de 1988 no Hospital de São José. Enquanto combatia o fogo na Rua do Carmo foi atingido por uma "língua de fogo" e "gases muito quentes". Ficou com 85% do corpo queimado.

Reconstrução

O projecto de reconstrução preservou muitas fachadas originais e foi dirigido pelo arquitecto português Álvaro Siza Vieira.
Após o incêndio o edifício ficou em ruína, teve de ser parcialmente demolido para consolidação. No interior mantiveram-se as abóbadas e paredes de alvenaria que haviam pertencido ao Convento do Espírito Santo da Pedreira, e as fachadas mantiveram-se quase na totalidade.
O projecto de estruturas que reabilitou e reconstruiu o edifício foi desenvolvido pelo gabinete de engenharia civil Teixeira Trigo, Lda.
O edifício tem uma área total de 21.000 m2 ao longo de nove pisos. O desenho estrutural foi fortemente condicionado pelas várias pré-existências que se deveriam preservar.



domingo, 15 de junho de 2014

0 Lisboa é de "tirar o fôlego", elogia jornal inglês

O jornalista britânico David Wells apaixonou-se por Alfama, um exemplo "da energia atmosférica da vida tradicional"
Lisboa é uma cidade de "tirar o fôlego". O elogio é do jornalista David Wells, da publicação britânica Western Morning News, que, este mês, dedicou um artigo naquele jornal à "dança das ruas da vibrante e histórica cidade portuguesa de Lisboa", dando conta da sua experiência na capital.
 
A "bonita, brilhante e decorativa" calçada portuguesa que, à primeira vista, "pode afastar os turistas do centro" é apenas, na realidade, um dos muitos charmes da cidade, escreve David Wells, que assegura que "quem se deixar entrar no ritmo das ruas lisboetas terá, em breve, o seu coração a bater a par do coração da cidade e ficará apaixonado por esta histórica capital".
 
Na peça publicada a semana passada, o jornalista britânico começa por dar destaque às primeiras paragens da sua viagem: "Alfama, o mais antigo bairro de Lisboa", cuja "personalidade medieval" foi, segundo Wells, "poupada do terramoto que arrasou a maior parte da cidade em 1755", e o Castelo de São Jorge, uma "maravilha" para quem gosta de admirar a paisagem.
 
De acordo com o autor do artigo, o bairro alfacinha é um exemplo da "energia atmosférica da vida tradicional, com pássaros em gaiolas pendurados às janelas, velhos edifícios cobertos com os icónicos e decorativos azulejos que definem a cidade". À noite, as ruas são "banhadas pelos doces sons do Fado, a música tradicional deste enclave mourisco".
 
"Para inspirar verdadeiramente as paisagens atmosféricas" de Lisboa, porém, "vale a pena subir a um dos pontos mais altos da cidade que, como a minha cidade, Sheffield [no Reino Unido] e como a cidade de Roma, é construída, de forma bela, sobre sete colinas", realça David Wells.
 
A este propósito, garante, o Miradouro de Santa Catarina é "um dos melhores miradouros" existentes em Lisboa, oferecendo um olhar "impressionante sobre a cidade e o Rio Tejo".

Viagem no elétrico 28 e uma ida a Belém são indispensáveis
 
O jornalista inglês destaca ainda que, "para realmente entrar no ritmo das ruas lisboetas", é indispensável viajar num dos muitos elétricos espalhados pela cidade, "cujas carruagens amarelas homenageiam uma era superior de elegância feita de madeira e o estilo e engenharia do século XIX".
 
"O elétrico 28 é o mais icónico, proporcionando uma grande 'tour' pela cidade ao longo da sua rota entre a Praça do Martim Moniz e Campo de Ourique, mas outros tantos oferecem também belos panoramas e intrigas", afirma.
 
Outra das zonas de Lisboa a merecer uma visita é Belém, local descrito como uma verdadeira "narrativa náutica" e que oferece "uma viagem no tempo até um tempo distante com o seu impressionante Mosteiro dos Jerónimos" e com a Torre de Belém, "fortaleza que defendeu Lisboa dos invasores e é, possivelmente, o mais icónico monumento da cidade".
 
A gastronomia é, para Wells, a derradeira qualidade da capital portuguesa, que nenhum turista pode deixar de degustar. Aos viajantes que queiram "saborear a cultura misturando-se com os locais", David Wells recomenda o restaurante El Rei d'Frango, na Calçada do Duque, "que serve uma variedade de peixe grelhado, salmão e pratos de carne com preços inacreditavelmente baixos para as enormes porções".
 
A fechar a crónica publicada no Western Morning News, David Wells deixa ainda palavras elogiosas a Cascais, onde passou a sua última noite em Portugal.
 
Quanto à capital, David Wells não tem dúvidas: "este é um ritmo no qual poderia viver o resto da minha vida", conclui.

Clique AQUI para aceder ao artigo completo (em inglês).

 

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