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sábado, 22 de dezembro de 2012

0 Marcha de pais Natal pela suspensão das portagens na Via do Infante

Utentes da Via do Infante protestaram neste sábado junto à casa de férias de Cavaco Silva. A marcha de pais Natal chamou a atenção para as mortes registadas na EN125 e deixou à porta da casa do PR um conjunto de presentes, com mensagens como “Cavaco Silva demite o Passos e demite-te” ou “Valor da casa da Coelha – segredo de Estado”.


A marcha dos pais Natal, convocada pela Comissão de Utentes da Via do Infante (A22) para protestar contra o pagamento de portagens, começou no parque de estacionamento de um centro comercial da Guia, localidade onde fizeram uma paragem.
Segundo a agência Lusa, os utentes da Via do Infante transportavam uma faixa com a inscrição “Suspensão de portagens já – Um ano a destruir o Algarve” e seguiram de bicicleta e em marcha lenta até à casa de férias de Cavaco Silva, na aldeia da Coelha.
À porta da casa do Presidente da República, os utentes deixaram um conjunto de presentes, com mensagens como “Cavaco Silva demite o Passos e demite-te” ou “Valor da casa da Coelha – segredo de Estado”, e um membros da comissão de utentes leu uma carta endereçada a Cavaco Silva a pedir o fim das portagens na A22.
Os utentes denunciaram também as mortes registadas na Estrada Nacional 125 devido ao aumento do tráfego motivado pela fuga de automobilistas da Via do Infante e salientaram que as portagens agravaram a crise económica e o desemprego no Algarve.
“A EN125 está cheia e a Via do Infante vazia, porque as pessoas não têm condições para lá andar porque sai caro” disse José Domingos, da Comissão de Utentes da Via do Infante, à Lusa. Salientou também que a iniciativa serve para mostrar que os governantes do país “não têm feito nada a favor da população” e deviam demitir-se, acrescentando que o protesto serve para “as pessoas abrirem os olhos e verem que vale a pena lutarem, manifestarem-se”.

sábado, 15 de dezembro de 2012

0 Manifestações da CGTP, ou Como Fingir que se Luta Contra o Sistema

Depois da repressão policial da manifestação da greve geral, no dia 14 de Novembro, a apatia do povo Português fez-se sentir mais uma vez. Os manifestantes que tinham vindo à manifestação da CGTP para protestar contra o Orçamento de Estado e 2013 começaram a sair mesmo antes do hino Português, que marca o final de qualquer manifestação da CGTP. Às 12:50 já só restavam cerca de uma centena de manifestantes, quando uma grande parte dos sindicatos só tinha chegado pelas 11:20. Esta manifestação teve todas as características de todas as outras organizadas pela CGTP. Previsível, monótona, repetitiva, curta, e sobretudo, com a grande maioria dos manifestantes ostentando uma completa falta de vigor e entusiasmo. A maioria parece estar lá por obrigação. Vieram picar o ponto, e desta vez, dado os acontecimentos do dia da greve geral, o espaço à frente à Assembleia esvaziou-se com uma rapidez inédita. Neste dia a CGTP mereceu mais do que nunca a distinção de ‘Guardião do Portão-Mor‘.
E foi somente depois da desmobilização da CGTP que começou a verdadeira manifestação.

O General Palhaço do Exército dos Palhaços (Clown Army)
O Exército dos Palhaços entrou em acção. Um colectivo de cerca de 20 jovens vestidos de palhaço e armados com almofadas queixaram-se que a profissão deles está em risco porque os indivíduos que trabalham na Assembleia lhes estão a roubar o trabalho. ‘Afinal, somos nós os palhaços, ou são eles?’ perguntou o General Palhaço, apontando para a Assembleia, ao que o exército de palhaços respondeu com a mesma frase a que respondia a todas as perguntas, ‘Não temos a certeza Senhor!’
Depois de um pequeno espectáculo à frente a S. Bento, começaram a sair pelo flanco esquerdo, o que fez uma grande parte do contingente policial que se encontrava na escadaria desmobilizasse. Pouco mais do que uma dúzia de palhaços conseguem mobilizar mais polícia na escadaria do que os milhares de manifestantes da CGTP, o que só por si é significativo. De repente, o Exército dos Palhaços entraram dentro do um Banco, provocando o pânico entre as forças da polícia. A mesma PSP que esperou duas horas para intervir contra quem arremessava pedras no dia 14 de Novembro, o que fez sem conseguir deter os mesmos, tendo somente conseguido agredir manifestantes pacíficos incluindo idosos e crianças, imediatamente enviou um grupo de polícias que estava por detrás das barreiras para intimidar e expulsar o Exercito de Palhaços.

Jornalistas tentam capturar imagens da ‘invasão’ ao Banco que durou pouco mais do que um minuto. Foto: RiseUp Portugal

Podemos afirmar com certeza que o mundo está ao contrário quando constatamos que 20 palhaços com almofadas e apitos conseguem ser mais subversivos e assustar mais o mecanismo de repressão do que a maior estrutura sindical do país. Enquanto que a CGTP foi dar mais um passeio, um pequeno grupo de jovens conseguiu capturar e demonstrar a verdadeira natureza do sistema em que vivemos com uma pequena peça de teatro de intervenção. Fê-lo sem carrinhas, sem milhares de bandeirinhas, sem beneficiar de 1% do salário de milhares de trabalhadores. Não precisou de um pódio com microfone, nem de discursos previamente escritos. Somente um pouco de coragem, criatividade e algumas almofadas, proporcionaram um momento que foi tão tenso quanto interessante.



Nenhum governante jamais perderá o sono por causa de manifestações como as da CGTP. Neste dia, quem melhor fez de palhaço foi o Arménio Carlos e a sua corte de palhaços.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

0 Estudantes interrompem discurso de Passos e pedem a sua demissão!

Em defesa do Ensino Superior e contra os cortes na Educação, oito jovens de várias universidades exibiram um cartaz a pedir a demissão do primeiro-ministro, Pedro passos Coelho, quando este discursava, esta quarta-feira de manhã, na abertura de um seminário internacional organizado pelo Sistema de Informações da República (SIRP), na reitoria da Universidade Nova.
Poucos minutos depois do início do discurso de Passos Coelho, os oito jovens, sentados nas últimas filas do auditório da reitoria, levantaram-se e, em silêncio, abriram uma tarja com a palavra “demite-te”.
A equipa de seguranças de Passos começou por tentar interromper o protesto e retirar a faixa. A aproximação criou um grande burburinho e foi o próprio Pedro Passos Coelho que interrompeu o próprio discurso e pediu que deixassem os jovens continuar o protesto.

“Pedia ao Serra [um dos elementos da sua segurança] que deixasse os senhores ostentarem o cartaz sem nenhum problema, porque vivemos, felizmente, numa situação de boa saúde da nossa democracia, e não vemos nenhuma razão para que os senhores não possam ostentar as faixas que entenderem”, afirmou Pedro Passos Coelho.
Os jovens mantiveram-se de pé, com o cartaz a pedir a demissão do primeiro-ministro, enquanto durou a intervenção do governante e só se sentaram quando Passos Coelho se calou.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

0 Advogados de ativistas detidos falam em "ilegalidades"

As detenções dos jovens ativistas, em frente à Assembleia da República, ontem à noite, são duramente criticadas pelo seus advogados.


José Preto, advogado de dois dos jovens detidos, ontem à noite, durante os protestos violentos em frente ao Parlamento, critica a atitude das autoridades: "É aberrante que os tenham detido para serem identificados. A polícia podia ter feito a sua identificação ali mesmo na rua. Não era necessário levá-los para a prisão de Monsanto".
Os dois jovens, com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos, "não puderam sequer fazer um telefonema" durante o tempo em que estiveram detidos, entre as 20h00 e as 23h.  "Quando cheguei a Monsanto, não me deixaram falar com eles. Argumentaram ainda que eles não estavam detidos. Apenas foram para ali, para serem identificados", acrescenta José Preto. 
No final, não foram notificados para comparecerem no tribunal de pequena instância. "Moral da história: ficaram presos numa cela coletiva, ao molho, para nada. Foi um ato de indisciplina gravíssima da polícia."
Rita Garcia Pereira, advogada de um outro jovem detido, e que foi constituído arguido "por volta das cinco da manhã" no hospital de São José, enquanto recebia tratamento a um traumatismo na cabeça, fala num caso sui generis.
"Quando chegámos ao hospital ninguém sabia muito bem se o jovem estava ou não detido. Nem o polícia que o acompanhava", relata.
A advogada dirigiu-se então à esquadra da PSP do Calvário, já durante a madrugada, para perceber o que se passava. E foi nessa altura que as autoridades constituíram o jovem como arguido.
Durante a noite, conseguiu falar com o rapaz que "se diz inocente". 
Este jovem e outros seis manifestantes, detidos na quarta-feira à noite pelos crimes de resistência e coação, desobediência e posse de arma proibida, após a manifestação convocada pela CGTP, encontram-se no tribunal de pequena instância criminal, em Lisboa, onde ainda estão a ser ouvidos. 
O presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, Vasco Marques Correia, diz que foram cometidas "ilegalidades que não são próprias de um Estado de Direito" nas detenções feitas na quarta-feira, na sequência dos distúrbios em frente ao Parlamento. 
Num balanço final da operação, as autoridades registaram 48 feridos - 21 elementos da PSP e 27 manifestantes.  

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

0 100.000 GRIEGOS GRITAN “SE ESTAN BEBIENDO NUESTRA SANGRE”

Os manifestantes carregavam cartazes também Italiano, Português e Espanhol, em solidariedade com países que também estão enfrentando cortes.Polícia com gás lacrimogêneo, os manifestantes com cocktails Molotov. A concentração no parlamento grego, em Atenas atingiu seu maior violência horas antesa câmera deve reunir-se para aprovar novas medidas de cortes sociais do pacote, que inclui funcionários de demissões para cortes nas pensões e copayment saúde. (. Entre os tumultos violentos, a Grécia está de volta para dizer sim a um novo plano de austeridade para poupar 18.500 milhões de euros, necessários para receber a ajuda da União Europeia, mas amplamente impopular.Tensão aumentou no Parlamento quando a sessão foi suspensa momentánemaente a sua equipe para atacar o trabalho, acaba de anunciar que os novos cortes também afetam. Os deputados da oposição deixaram a câmara em protesto. O ministro das Finanças Yannis Stournaras reverso fato, temendo que eles não podiam votar o plano, ea sessão recomeçou.Lá fora, manifestantes e policiais movido através de uma fumaça de gás lacrimogêneo, coquetéis molotov, bandeiras e faixas e gritos de "eles ou nós". Cerca de 100.000 pessoas no total se reuniram gritando "luta" ou "Eles estão bebendo nosso sangue", uma das maiores manifestações têm sido vistos nos últimos meses, informou a polícia.Quando um grupo de cerca de 300 manifestantes tentaram romper o cordão policial impedir abordagem ateniense ao parlamento, onde o primeiro-ministro Antonis Samaras iria apresentar um novo plano de austeridade. Uma dúzia de pessoas foram presas."Essas medidas estão nos matando lentamente e os legisladores não nos dão uma esperança", disse ele à Reuters Aliferopoulou Maria, uma mãe de 52 anos, com dois filhos e um rendimento de mil euros por mês. "Eles são ricos, Eles têm tudo e não temos nada e estamos lutando para sobreviver. "O transporte público parou de funcionar, e escolas, bancos e oficianas governamentais fechado, o lixo amontoado nas ruas pelo segundo dia consecutivo por causa da greve geral de 48 horas para protestar contra o voto a favor das medidas.A oposição e os sindicatos dizem que as novas medidas vão aumentar a pobreza e aprofundar uma recessão que durou cinco anos, em um país com desemprego de 25%.






EM ESPANHOL
La Los manifestantes llevaban también banderas italianas, portuguesas y españolas, en solidaridad con países que también están afrontando recortes sociales.
La policía con bombas lacrimógenas; los manifestantes con cócteles molotov. La concentración ante el parlamento griego en Atenas alcanzó su máxima violencia horas antes de que

la cámara se reuniera para aprobar nuevas medidas de recortes sociales El paquete de medidas, que incluye desde despidos de funcionarios a recortes de las pensiones y el copago sanitario. (. En medio de los violentos disturbios, Grecia ha vuelto a decir sí a un nuevo plan de austeridad para ahorrar 18.500 millones de euros, necesario para recibir la ayuda de la Unión Europea, pero ampliamente impopular.
La tensión aumentó dentro del Parlamento cuando se suspendió momentánemaente la sesión al ponerse en huelga su personal laboral, nada más anunciarse que los nuevos recortes también les afectaría a ellos. Los parlamentarios de la oposición se fueron de la cámara en señal de protesta. El ministro de Finanzas Yannis Stournaras hecho marcha atrás, ante el temor de que no se pudiera votar el plan, y la sesión se reanudó.
Fuera, manifestantes y policías se movían entre una humareda de gases lacrimógenos, cócteles molotov, banderas y pancartas y gritos de “Ellos o nosotros”. Unos 100.000 personas en total se habían concentrado al grito de “Luchemos” o “Se están bebiendo nuestra sangre”, en una de las mayores manifestaciones que se han visto en los últimos meses, según dijo la policía.
Cuando un grupo de unos 300 manifestantes intentaron romper el cordón policial que impedía el acercamiento al parlamento ateniense, donde el primer ministro Antonis Samaras iba a presentar para su aprobación un nuevo plan de austeridad. Una veintena de personas fue detenida.
"Esas medidas nos están matando poco a poco y los legisladores no nos dan una esperanza”, declaraba a Reuters Maria Aliferopoulou, una madre de 52 años de edad, con dos hijos y unos ingresos de mil euros al mes. “Ellos son ricos, ellos lo tienen todo y nosotros no tenemos nada y estamos luchando para sobrevivir”.
El transporte público dejó de funcionar, y escuelas, bancos y oficianas gubernamentales cerraron, la basura se apila en las calles por segundo día a causa de las 48 horas de huelga general convocada para protestar contra el voto favorable a las medidas.
La oposición y los sindicatos opinan que las nuevas medidas incrementarán la pobreza y profundizarán en una recesión que dura ya cinco años de un país con el 25% de desempleo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

0 Mais de 15 mil confirmam no Facebook presença nos protestos de sexta-feira

Mais de 15.100 pessoas confirmaram até às 17 horas de hoje na rede social Facebook que vão participar na sexta-feira nas concentrações de protesto em pelo menos 15 cidades portuguesas enquanto decorre a reunião do Conselho de Estado em Lisboa.
Com a convocatória pretende-se que às 18 horas de sexta-feira as pessoas se reúnam em frente à residência oficial do Presidente da República, em Belém, onde decorre o Conselho de Estado, e também em praças centrais de outras cidades.
Mais de 10.500 pessoas confirmaram até às 17 horas, no Facebook, que vão ao protesto em Lisboa, enquanto no Porto a iniciativa decorre em frente à câmara e deverá contar com mais de 1.900 aderentes.
Os protestos convocados na rede social têm ainda aderentes nas capitais de distrito Aveiro (312), Braga (751), Bragança (69), Coimbra (417), Faro (272), Guarda (33), Leiria (41) e Viseu (251). Também há aderentes ao protesto em Pombal, Santa Maria da feira, Moncorvo e Torres Novas.
Nos Açores, há concentrações previstas em Angra do Heroísmo e Ponta Delgada e, na Madeira, no Funchal. Em Angra, havia 31 confirmados até às 17:00, que pretendem concentrar-se no Alto das Covas para ir depois até à residência oficial do representante da República.
Nos EUA e no Canadá há 73 pessoas que aderiram ao protesto, que deverá também ter representantes em Londres.
Ainda de manhã, Cavaco Silva deverá ser recebido em Évora por uma manifestação contra a actual «política que destrói o país», convocada para as 10 horas pela União dos Sindicatos do Distrito de Évora (USDE), afecta à central sindical CGTP, para as 10 horas, junto às instalações da Embraer.
O coordenador da USDE, Valter Lóios, realçou que os trabalhadores querem aproveitar a presença de Cavaco Silva e de outros responsáveis políticos para exigir “uma política alternativa que ponha fim ao roubo que estão a fazer aos trabalhadores, nomeadamente nos salários e nos direitos”.
O Presidente da República reúne na sexta-feira o Conselho de Estado, numa altura em que sobe a pressão para que o Governo recue nas alterações à Taxa Social Única e aumentam os sinais públicos de crise na coligação governativa.
A reunião do órgão político de consulta do Presidente da República foi anunciada na passada sexta-feira como tendo o tema ‘Resposta europeia à crise da Zona Euro e a situação portuguesa’, uma semana depois de o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter apresentado novas medidas de austeridade para 2013.
A contestação às medidas foi expressa nas ruas em manifestações que reuniram no sábado passado centenas de milhar de pessoas em várias cidades do país, sob o lema ‘Que se lixe a `troika’, queremos as nossas vidas’, também convocada por Facebook.
Há oito anos, a 27 de Junho de 2004, uma outra manifestação, esta contra a possibilidade de Santana Lopes vir a assumir o lugar de primeiro-ministro na sequência da demissão de Durão Barroso, juntou em frente ao Palácio de Belém cerca de 3.000 pessoas.
A manifestação foi convocada informalmente através de milhares de mensagens SMS, numa das primeiras iniciativas do género em Portugal e ainda antes do sucesso das redes sociais. A ideia surtiu efeito e pessoas de todas as idades aderiram à manifestação contra a ascensão ao cargo de primeiro-ministro do vice-presidente do PSD, na sequência da nomeação de Durão Barroso para a presidência da Comissão Europeia e pela realização de eleições antecipadas.
O protesto acabou por não conseguir de imediato os seus objectivos, uma vez que o então Presidente da República, Jorge Sampaio, indigitou Pedro Santana Lopes como primeiro-ministro a 12 de Julho. No entanto, poucos meses mais tarde, Sampaio acabaria por utilizar a «bomba atómica» de dissolução da Assembleia da República no final de Novembro, o que conduziu à demissão do Governo e à realização de eleições antecipadas, que deram ao PS liderado por José Sócrates a sua primeira maioria absoluta.
 

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