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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

0 Carro de Mário Soares foge depois de bater contra carro em Lisboa

Ex-presidente ignora vítima e manda motorista arrancar.
O motorista do ex-Presidente da República Mário Soares esteve esta quinta-feira à tarde envolvido num acidente junto à rotunda de Entrecampos, em Lisboa, embatendo no carro de uma mulher e abandonando o local sem assumir a responsabilidade do acidente.
Não esperou pela polícia e recusou-se a preencher a declaração amigável. Mário Soares seguia no Mercedes S350 que lhe é atribuído pelo Estado – e, segundo testemunhas, ordenou ao motorista que se despachasse. Para trás ficou Carla Gonçalves, jurista da Câmara Municipal de Lisboa, com danos no carro do marido, um Toyota Yaris.
“Fiquei nervosa e até comecei a chorar. O condutor saiu do carro, disse-me que tinha pressa e que não podia ficar à espera”, contou a condutora ao CM. “Atirou-me um papel rasgado com o número de telefone, que está desligado, e foi embora. Eu olhei para o carro e vi que estava o Mário Soares, mas ele nem olhou para mim. Há dois senhores que viram que ele fez um gesto para o motorista se despachar e foram embora.”
O acidente ocorreu às 15h00. Tudo indica que o motorista do ex-Presidente estava a mudar de faixa quando embateu na parte lateral do carro onde seguia Carla Gonçalves, que ficou amolgado e riscado do lado do pendura. Pouco depois, o motorista de Soares saiu do carro só para dar o seu número de telefone e seguiu.
Carla Gonçalves estava desolada. “Eu até percebia se me dissessem que não tinham tempo, mas tinham dado os dados da viatura e do condutor para resolver as coisas com o seguro. Agora ver-me a chorar, atirar-me um papel e deixar-me sozinha é que não!” A PSP chegou ao local já depois das 16h00 e recolheu os dados e a queixa da jurista.
Fonte: CM

sábado, 2 de maio de 2015

0 Mário Soares, ou a amálgama de um bastardo !


sábado, 24 de janeiro de 2015

0 Tanta generosidade política e honestidade de Mário Soares?

Em Londres (1973) o patriota fazia propaganda política contra Portugal e queima a bandeira Nacional, com a revolução e em pouco tempo, este “salvador da pátria” manda “lançar os brancos aos tubarões” numa miserável e desonrosa descolonização.
Seguiram-se tempos de austeridade e apertar o cinto com a ameaça de fome com três bancarrotas socialistas.
E a Justiça?… A Fundação Mário Soares e a polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam os principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi a somar aos negócios obscuros que envolveram grandes magnatas nacionais e internacionais…
Pois D. Maria….É a honestidade dos seres humanos que se aproveitam e nunca fizeram companhia ao recluso 44.

terça-feira, 27 de maio de 2014

0 Ex-Presidente Mario Soares ganha 500 mil euros e muitas regalias às custas dos portugueses

Mario Soares parece nao ter o minimo de vergonha na cara por estar a usufuir altissimos salários, subvenções injustificadas e toda a variedade de beneficios para não fazer nada, a não ser agitar e provocar desunião

Os três ex-Presidentes da República de Portugal custam aos cofres públicos – ao bolso dos portugueses, é claro – perto de 1 milhão de euros por ano. Mas, apesar da subvenção paga pelo exercício das funções de chefe de Estado ser igual para todos e não se ter alterado desde 2011, altura em que o governo decidiu cortar 5% os vencimentos da administração pública, políticos inclusive, os rendimentos auferidos por Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio não podiam ser mais díspares. Soares recebe 500 mil euros…Ramalho Eanes, 65 mil…
Soares tem a remuneração mais fixe, perto de 500 mil euros anuais e um mundo extra de regalias e outros benefícios escandalosos, isto sem contar com os outros altos valores que recebe através da Fundação Mário Soares, verdadeiramente vergonhosas e de falta de respeito para com os portugueses.
 Enquanto o ex-Presidente Ramalho Eanes tem o rendimento mais baixo, menos de 65 mil euros líquidos por ano.
Recentemente, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou um novo pacote de medidas de austeridade que visa equilibrar as contas públicas. Os pensionistas são dos principais visados, uma vez que vão perder 1440 milhões de euros só em 2014, ou seja, o triplo dos cortes sofridos até agora.
Apesar disso, nem todos os pensionistas são afectados da mesma forma. Que o digam os antigos Presidentes da República a receber subvenções vitalícias pagas pela Presidência da República e que não sofreram cortes nos dois últimos anos.
Sobre a justiça destas e de outras regalias de que beneficiam os ex-Presidentes (ver caixa ao lado), Jorge Sampaio lembra que estão enquadradas na lei. “Mas é sabido que, por um lado, as leis são muitas vezes produto de uma época e das circunstâncias vigentes e que, por outro lado, as alterações às leis são sempre possíveis. Por isso cabe ao legislador actuar de acordo com as necessidades”, admite.
Já Ramalho Eanes, o primeiro dos três ex-Presidentes em causa, diz que não se importa que lhe cortem as reformas se isso significar que não há pessoas a passar fome. Mas acrescenta que sem o gabinete de trabalho, o carro e a gasolina financiados pela Presidência da República, seria impossível desempenhar as funções cívicas, a nível nacional e internacional, que desempenha hoje.
Em Julho de 1976, quando foi eleito Presidente, Ramalho Eanes tinha um salário de 60 100 escudos (o equivalente, nos dias de hoje, a 5441,94 euros), o mesmo que ganhava Américo Tomaz antes do 25 de Abril de 1974 e menos do que ganhava o seu ajudante-de-campo.
O general descontou como militar ao longo de 36 anos mas nunca recebeu esta reforma, uma vez que a Lei n.o 26/84 dizia que as subvenções não eram cumuláveis com pensões de reforma do Estado. Houve um momento em que a Assembleia da República tentou alterar esta situação, juntando-lhe o aumento dos deputados, mas Ramalho Eanes não promulgou a lei, considerando que não poderia actuar em benefício próprio.
Só em 2008, depois de todos os partidos com assento no parlamento terem aprovado um proposta do provedor de Justiça Nascimento Rodrigues, que considerou esta situação “chocante, imoral e antidemocrática”, Ramalho Eanes passou a acumular a subvenção com a reforma de militar.
Na altura, e uma vez que esta situação era excepcional entre os ex-chefes de Estado, foi-lhe proposto que recebesse retroactivos no valor de 1,3 milhões de euros, que recusou na íntegra.
Quanto à reforma militar actual, Ramalho Eanes diz que ainda hoje não sabe o seu valor, uma vez que varia todos os meses e não será por obra e graça do Espírito Santo. Em Novembro de 2012, recebeu 1210 euros líquidos, noutro mês 1967 euros e noutro 2005 euros. Em Fevereiro deste ano, por exemplo, o montante recebido foi de 257,40 euros.
A Autoridade Tributária confirma que se trata de erros e apenas justifica que as ordens do governo vão sendo alteradas todos os meses e os serviços têm dificuldade em acompanhar as mudanças.
Já o Presidente da República, Cavaco Silva, abdicou do salário de chefe de Estado em 2011 para ficar a receber unicamente outras reformas, nomeadamente do Banco de Portugal e da Universidade Nova, no valor de perto de 10 mil euros mensais. E recebe ainda cerca de 3 mil euros de abono mensal para despesas de representação, além de ajudas de custo. A menos que a Autoridade Tributária se engane.
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

2 Acerca do Rei Eusébio e de um tal Mário Soares


Incrível, incrível, incrível ... quem é esse Mário Soares? É aquele supra sumo da honestidade, da cultura (demonstrada no "montar de tartarugas"), que deu uma série de voltas ao mundo à custa dos portugueses? Ou será aquela honestidade que tem uma fundação que recebe grossos subsídios dos portugueses? Ou será daquele exilado político que em França  "quase sempre" ébrio circulava?
Figura vergonhosa e caduca!!!
Ahh!! o Eusébio, esse sei quem é. É aquela enorme figura que chorou por Portugal, respeitou a bandeira sem nunca a pisar  como fez esse tal Soares!!!
Não podia deixar de retratar neste meu blog algo tão inacreditável como o seguinte:
"Mário Soares, antigo Presidente da República e Primeiro-Ministro português, também comentou a morte do Pantera Negra. Além de tecer alguns elogios ao 'Rei', considerando-o "um bom futebolista, muito modesto e muito simpático", acabou também por ter algumas declarações polémicas." (in  http://noticiatuga.blogspot.pt/2014/01/mario-soares-reage-morte-de-eusebio.html) (ver video)
E, perante tão grande imbecilidade, não consigo melhores palavras que as que transcreve de algo que li no facebook da autoria de Miguel Simões
"Eu bêbado e inculto te escrevo:
Olá Dr Mário Soares. 
Resolvi escrever-lhe com o auxilio de uns corretores ortográficos, e depois de tomar uns Gurosan pois o Whisky que bebo em grandes quantidades deixa-me assim ...com alguma flatulência mental.
E resolvi escrever-lhe neste dia, para lhe dizer que gosto imenso de si. Ao contrário do que possa pensar acho que as suas palavras são sempre carregadas de uma cultura e literacias assustadoramente ricas. Longe de mim pensar sequer que gosta de mamar a sua bela pinga. Até porque nem me parece homem para essas coisas. 
Dr. Mário Soares, sem me querer alongar muito nos meus elogios, gostaria de lhe dizer enquanto este Guronsan me permite ter alguma lucidez, que o que comentou ontem foi comparável, a um vómito na porta do carro de um amigo que lhe dá boleia no meio de uma borrasca, sendo que esse amigo foi o único teve, e repare bem, a decência de lhe dar esse auxílio... Dr.Mário Soares, sabe, hoje o meu País chora a morte de uma pessoa, que por muito que queira, por muito que viva ( e que Deus o conserve em Jack Daniels durante muitos anos), nunca terá essa honra. Sabe Dr. Mario Soares, este Senhor, inculto de bebedolas de Whisky, uniu uma Nação que hoje o vai ver partir, ao contrário do Dr, que um dia que isso aconteça, temos festa rija, com direito a Marquês de Pombal e tudo.
Dr. Mario Soares (e repare no respeito com que escrevo o seu nome), há coisas que devem ficar só para si. Como o cheiro do seu cóco ou o tamanho do que lhe sai pelo ânus. Sabe Dr. Mario Soares, a malta do povo, nós, hoje não temos cor credo e muito menos clube. Temos a dor de ver partir um dos nossos maiores símbolos. Alguém que mesmo que nunca tenha privado connosco, parece que fazia parte da família. Já reparou Dr.Mário Soares, hoje somos todos Portugueses, e estamos a sentir já a saudade de quem nunca devia partir. Confesso-lhe que ao contrário deste senhor, com certeza haverá muitos Portugueses que desejam a sua partida, ou pelo menos que nos devolva o nos tirou ao longo de muitos anos. Com certeza também que não nos pode devolver o nosso Eusébio. E sim Dr.Mário Soares. Ele É nosso . E assim será.
Cordialmente
O Cidadão ORGULHOSAMENTE PORTUGUÊS
Miguel Simões" (in Facebook)

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Quando se colhem dividendos políticos ...
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estará ébrio???

domingo, 5 de janeiro de 2014

3 Mario Soares reage á morte de Eusébio. Simplesmente vergonhoso e triste para a Personalidade do Ano 2013

Esta é que não entendo... Que falta de respeito...

"... Era um homem com pouca cultura [...] Não sabia que ele estava doente, sabia que bebia muito whisky todos os dias, de manhã e à tarde, isso sabia..."

-Mário Soares, Ex-Presidente da República Portuguesa.



 Excerto do depoimento para a RTP de Mário Soares a propósito da morte de Eusébio. Decisivamente acho que era um acto de caridade (ou talvez mero profissionalismo) os senhores jornalistas deixarem de fazer entrevistas ou pedir depoimentos a Mário Soares - ele merece mais respeito



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

0 Sua Alteza Real D. Mário Soares e a sua Lucidez

Tudo o que aqui relato é verdade.
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma “brilhante” que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os “dossiers”…
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com “testas de ferro” no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, “Contos Proibidos”, que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as “ligações perigosas” com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).


A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países (“record” absoluto para a Espanha – 24 vezes – e França – 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na… Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era… João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do “Público”, José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates “o pior do guterrismo” e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos “O Polvo” de Joaquim Vieira na “Grande Reportagem”, baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai…. e não volta mais.
anonimo
 

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