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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

0 Metro Mondego, 7 administradores para 5 empregados?


Mais um albergue de parasitas abusadores. As derrapagens, o prejuízo, os interesses... a vergonha.


Sociedade Metro do Mondego é uma sinecura constituída em 1996, e até 2013, a única função que tem é acumular prejuízos que não param de aumentar, desde a sua criação. Prejuízos produzidos pelos seus 7 administradores a gerir 5 funcionários.
Até 2010, mais de 95% do orçamento PARA PESSOAL, desta empresa pública foi para pagar aos administradores (ordenados, mordomias, automóveis topo de gama, etc, etc). Especialmente 3 dos administradores, como explica na imagem.
Uma das razões desta aberrante organização, está no fato das câmaras municipais locais terem exigido ao governo o direito de nomearem os seus parasitas. Todos queriam e continuam a querer participar no roubo do erário público.
As imagens assim o demonstram. (Imagens retiradas da auditoria feita ao Metro Do Mondego.)


CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR 
DESPESA COMBUSTÍVEL
Alguém que ponha os olhos nestes "boys" que estão alojados em cargos inventados e que se acabe com este parasitismo descarado.
O relatório agora divulgado pelo Tribunal de Contas vem revelar que os custos passaram de uma estimativa de 122 milhões de euros, feita em 1997, para 512 milhões, em 2011. Chama ainda a atenção para o despesismo da administração da Metro Mondego que, segundo o relatório, entre 1997 e 2010, despendeu 95% do orçamento com os seus 12 funcionário, cerca de 3,4 milhões de euros.
Um estilo típico dos portugueses e reconhecido além mar... 
Imagens retiradas Auditoria ao Metro Mondego, pg 11 

@ - Benefícios da administração da Metro Mondego “chocam” líderes distritais. Premeiam incompetentes? 
Os 5 líderes distritais dos partidos com assento parlamentar são unânimes em considerar que os gastos da sociedade Metro Mondego mancham a importância do projeto para a região.
Marcelo Nuno, do PSD, considerou que o relatório agora conhecido não é mais do que a radiografia do estado em que o país viveu durante anos e que levaram à atual situação. “Um autêntico desperdício de recursos”, referiu.
Já Paulo Almeida, do CDS-PP, tem pena que a análise não tenha sido feita “desde que a sociedade foi criada”, apesar do relatório confirmar “o despesismo desenfreado de quem manobrava o projeto, o que é moralmente censurável”. Como tal, e porque “os governantes e gestores não são simples funcionários que, acabando o serviço, regressam ao anonimato, todos devem ser, tal como o povo o é, responsabilizados”.fonte
O Tribunal de Contas considerou que é excessivo o número de elementos do conselho de administração e comissão executiva da Metro Mondego e, por isso mesmo, gerador de despesa para os dinheiros públicos.

@-Administradores a receber fortunas durante anos sem trabalhar!
Auditoria do Tribunal de Contas revela despesas preocupantes. 7 pseudo chefes para 5 supostos empregados?!! E ninguém se ri???
Tinha um total de 12 funcionários, 7 dos quais administradores, 3 executivos e 4 não executivos. Não tinham contratos de gestão nem de exclusividade. Todos eles desempenhavam funções remuneradas noutras instituições ou empresas. 
O presidente do Conselho de Administração, Álvaro Maia Seco, recebia 58.865 euros ilíquidos por ano, mais 17.665 euros de despesas de representação e 3 mil euros de despesas de telemóvel.
Os dois vogais executivos, Carlos Picado e João Rebelo, recebiam “só”, cada um, 51.188 euros ilíquidos por ano, mais 13.663 euros de despesas de representação.
Os três gestores executivos e os quatro não executivos tinham direito a seguro de vida e a custos com a segurança social, o que representava mais 30 mil euros por ano.
Além de tudo isto, Álvaro Maia Seco tinha direito ao uso de um BMW X5, e Carlos Picado e João Rebelo ao uso de um BMW Série 5 cada um. Estes veículos representavam uma despesa de cerca de 40 mil euros por ano em custos de leasing, seguro, combustíveis e manutenção, tudo pago pelo Estado, sem que houvesse contrapartidas em termos de serviços ou atribuições.

“Só em remunerações, abono para despesas de representação e os respetivos encargos, a sustentação do conselho de administração implicou para a empresa um custo aproximado de 2.666 milhares de euros, sendo certo que o mesmo correspondeu maioritariamente a despesas com os três executivos. Note‐se que valor semelhante ao gasto com o conselho de administração, cerca de 2.653 milhares, foi despendido com a média de dez funcionários. A somar às remunerações, os executivos da Metro‐Mondego auferiram benefícios associados ao cargo que totalizaram cerca de 513 mil euros”, lê-se na auditoria do Tribunal de Contas.
 infracções na despesa  

@ - Uso abusivo dos cartões de crédito
Os responsáveis do Tribunal de Contas que elaboraram a auditoria à Metro Mondego detectaram o uso abusivo dos cartões de crédito por parte dos administradores da empresa. Não obstante esta descoberta, não foi aberta pelo Ministério Público qualquer investigação tendente a responsabilizar os supostos autores de alegados crimes de burla e abuso de confiança. (imagem)

 “Pese embora a comissão de fixação de remunerações tenha, repetidamente, balizado a utilização dos cartões de crédito ao estritamente necessário e ao abrigo das funções exercidas na empresa e, ainda, face às regras preconizadas na lei sobre esta matéria, o princípio subjacente à utilização do cartão de crédito não foi respeitado pelos administradores executivos, em particular, entre 2004 e 2007, verificando‐se o seu uso indiscriminado, nomeadamente para pagamento de despesas pessoais, logo com finalidade diversa do legalmente determinado”, revela a auditoria.

O documento concretiza: “O Dr. José Mariz, enquanto presidente da comissão executiva da Metro Mondego, no mandato 2004/2007, efetuou despesas, com recurso ao cartão de crédito da empresa, no montante de 49845 euros. Daquela utilização, em média, 53% visou custear despesas pessoais que totalizaram, naquele período, cerca de 26326 euros e, por conseguinte, constituiu um financiamento direto prestado pela Metro Mondego àquele gestor público. (...) O presidente da empresa não só beneficiou da disponibilidade financeira imediata que o cartão de crédito lhe oferecia e da possibilidade de amortizar a sua dívida num prazo bastante alargado, como ainda beneficiou do facto de a empresa não lhe ter exigido o pagamento de uma taxa de juro. Ou seja, a empresa cedeu ao seu presidente um financiamento à taxa 0%, em prejuízo da boa gestão dos dinheiros públicos.”

Mas não foi apenas o presidente a usar o cartão indevidamente: “As despesas efectuadas por aquele vogal executivo (engenheiro Guilherme Fonseca Carreira) com recurso ao cartão de crédito da empresa, entre 2004 e 2007, somaram 116.984 euros, valor que ultrapassou 2,4 vezes o gasto pelo presidente da Metro‐Mondego, no mesmo período. Daquela soma, e em média, apenas 33,6% respeitaram a despesas inerentes ao exercício das respectivas funções de administração. Da análise dos extractos bancários, observou‐se uma utilização significativa e ininterrupta daquele meio de pagamento para financiamento de despesas pessoais.”

A auditoria vai ainda mais longe nas suas conclusões: “Em dez anos, o custo suportado pela Metro Mondego por conta da afectação de viatura de serviço aos administradores executivos totalizou 405.251 euros.
Desde 2001 até 2004, data em que os administradores cessantes exerceram o seu direito de opção de aquisição da viatura que lhes estava afecta, a Metro Mondego suportou um custo total de cerca de 149.959 euros, montante que engloba não somente o valor de aquisição das viaturas, como também os juros suportados pela empresa ao abrigo do contrato de locação financeira e, ainda, os custos com conservação, reparação e seguros associadas àquelas quatro viaturas. A partir de 2004, data em que foi iniciado um novo mandato, a Metro Mondego passou a adquirir as viaturas de serviço a afectar aos seus administradores executivos, em regime de locação operacional, suportando, desta forma, uma renda mensal. Assim, entre 2004 e 2010 foram pagas rendas que totalizaram 215.811 euros.”

@ - Em 29 de Outubro de 2011, o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou que o projecto do Metro Mondego iria terminar por ser “perfeitamente inexequível”; calculava que o Metro, como estava planeado, teria um prejuízo anual de 38 milhões de euros, e devia ter um número de passageiros 15 vezes maior para ser sustentável.
Seria mais uma PPP ruinosa para os contribuintes sustentarem a sua sobrevivência e ainda os lucros dos parceiros que queriam forçar a sua construção... Vários foram os que forçaram a sua construção, mas poucos se dignaram a analisar, qual o prejuízo para o país.
Mais uma vez Álvaro Santos Pereira mostra que era dos poucos defensores do interesse nacional e que isso é incompatível com a permanência no governo. Tal como no caso EDP...

Leia o artigo completo no blogue Apodrece Tuga !
 

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