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domingo, 30 de dezembro de 2012

0 Renegociação das PPP pouparia milhares de milhões de euros

As parcerias publico-privadas (PPP) representam o que há de mais vergonhoso na promiscuidade entre os grupos económicos e o poder político.

Neste estranho modelo de negócio, iniciado em Portugal ainda quando Cavaco Silva era primeiro-ministro, os riscos correm sempre por conta do Estado, mas os lucros são garantidos aos privados através de rendas pagas ao longo de décadas.
As consequência dos contratos já celebrados são um desastre. São muitos milhares de milhões de euros que se transferem anualmente para os concessionários das auto-estradas tipo SCUT, para as empresas de construção protegidas pela Parque Escolar, para os senhorios do Campus de Justiça em Lisboa ou para os grupos privados que têm contratos milionários com o Ministério da Saúde.
As rentabilidades são altas e garantidas e o despautério é de tal ordem que os senhores da "Troika" exigiram, no memorando de entendimento, uma renegociação global e imediata destas parcerias. Não se percebe por isso como é que um ministro das Finanças tão pressuroso a cumprir tudo o que a "Troika" manda não avance, desde já, com essa renegociação que pouparia a todos milhares de milhões de euros.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

0 PPP vão pesar aos bolsos dos portugueses 13 mil milhões de euros nos próximos dez anos

Os encargos que o Estado assumiu com as Parcerias Público Privadas (PPP) vão custar os portugueses 13, 1 mil milhões de euros, durante os próximos dez anos, segundo um estudo da Ernest & Young, soube o “Diário de Notícias”.
Este estudo sobre 36 PPP, nos sectores rodoviário, ferroviário, saúde e segurança, foi encomendado pelo governo à consultora internacional, mas ainda não foi apresentado publicamente.
Até ao final dos contratos, sendo que alguns só terminam em 2040, os custos chegam mesmo a atingir os 15 mil milhões de euros. Contudo, a parcela maior vai ter de ser paga nos próximos dez anos – 13,1 mil milhões de euros. Só as PPP rodoviárias têm um peso de 8,8 mil milhões de euros.
Estes valores obrigam a uma renegociação dos contratos, o que, numa primeira fase, permite uma redução de 1,2 mil milhões de euros entre as Estradas de Portugal e cinco concessionárias.
Nisto tudo, difícil vai ser a renegociação das ex-scut (vias sem custos para os utilizadores), já que é aqui que o governo vai conseguir poupar a maior parcela dos quase 4,5 mil milhões em rendas que o Estado paga em PPP.
Recorde-se que nos últimos tempos, as PPP têm sido apontadas como uma das despesas que o Estado tem de cortar. Além disso, estão envoltas em suspeitas, devido à falta de transparência dos contratos e à fórmula usada pelo Estado para remunerar os privados.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

0 Polícia Judiciária efectua buscas em casas de três ex-governantes

A Polícia Judiciária efetuou hoje buscas nas casas dos ex- ministros das Obras Públicas, Mário Lino e António Mendonça, e do ex-secretário de Estado Paulo Campos, confirmou à Lusa fonte judicial.
De acordo com a mesma fonte, foram também realizadas buscas na casa de uma vogal do conselho de administrção das Estradas de Portugal e ex-adjunta de António Mendonça.
As buscas foram efetuadas no âmbito de um inquérito crime às Parcerias Público Privadas, a decorrer no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e tinham por objetivo a procura e apreensão de documentos.

O antigo ministro das Obras Públicas, do Governo de José Sócrates, Mário Lino escusou-se hoje a comentar as buscas realizadas à sua casa.
“Sobre processos que decorrem na Justiça não faço declarações”, disse o antigo governante à Lusa, quando questionado sobre as buscas efetuadas.
A TVI contactou António Mendonça, que sucedeu a Mário Lino no Ministério das Obras Públicas, que confirmou a notícia, sem fazer mais comentários.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

0 Erros de tráfego nas PPP custam 250 milhões

O Estado pagou 250 milhões nas PPP ferroviárias por falhar previsões de tráfego. Também as estimativas nos contratos das PPP rodoviárias são geralmente superiores à realidade, dá conta hoje o Jornal de Negócios.
João Cravinho admitiu esta terça-feira, na comissão parlamentar de inquérito às parcerias público-privadas (PPP), que a previsão de tráfego no contrato de concessão da Fertagus foi "monumentalmente errada", escreve hoje o Jornal de Negócios.
Um "erro" na previsão da procura para o comboio da ponte 25 de Abril - pela sobrestimação da transferência do modelo rodoviário para o ferroviário - que obrigou o Estado a pagar mais de 45 milhões de euros à concessionária em reequilíbrios financeiros.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

0 Como funcionam as PPP em Portugal

O que são e como funcionam as Parcerias Publico-Privadas em Portugal? Quem beneficia delas e com elas? Quais os encargos que estas representam para as próximas gerações?








Veja aqui o video !

 

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