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terça-feira, 27 de maio de 2014

0 Salários, Mordomias E Luxos Dos Eurodeputados

Afinal porque é que estes gajos querem tanto ir “trabalhar” para o Parlamento Europeu? Que sentido de missão os faz querer tão intensamente um lugarzinho em Bruxelas? Este video explica tudo.







Salários, mordomias e luxos dos eurodeputados por wulters


É incrível a quantidade de luxos e mordomias com que os eurodeputados são prendados pelo seu trabalho medíocre, no qual parecem tão pouco interessados.
Vale mesmo a pena ver esta reportagem para ter uma melhor noção do que se passa e porque é que quando os eurodeputados voltam trazem no olhar um certo desprezo pelo nosso país.. é que lá fora ainda lhes lambem mais o cu, ficam mal habituados.
Artigo retirado de Ainanas

sexta-feira, 23 de maio de 2014

0 Eleições europeias: como funcionam?

O escrutínio europeu vai prolongar-se durante quatro dias e em simultâneo em 28 países. Cada Estado tem leis eleitorais próprias, mas entre as regras comuns, todos os cidadãos europeus têm direito a votar no local de residência, nomeadamente noutro Estado-membro.
Mais de 500 milhões de habitantes são afetados por estas eleições, entre os quais cerca de 400 milhões de eleitores. Todos os eleitores com 18 anos de idade podem votar, com exceção dos eleitores austríacos que começam aos 16.
Estas eleições vão designar os 751 representantes no Parlamento Europeu, com mandato de cinco anos. O número de assentos é acordado segundo a importância de cada Estado-membro.
Quanto maior for a população de um país, mais eurodeputados tem. Por exemplo, a Alemanha, país mais populoso da União Europeia, dispõe de 96 lugares contra os seis de pequenos países como Malta, Luxemburgo e Chipre. Portugal elege 21 eurodeputados.
As eleições desenrolam-se por escrutínio de lista em todos os países. Uma vez eleitos, os deputados europeus vão reagrupar-se, não por nacionalidade, mas por afinidade política. É assim que formam os grupos parlamentares – equivalente aos partidos políticos europeus.
Um grupo deve ser composto por um mínimo de 25 eurodeputados saídos de pelo menos 25% dos Estados-membros ou seja, de sete países diferentes, atualmente. Os que preferirem podem continuar independentes
Os sete grupos políticos do Parlamento Europeu são constituídos pelas duas grandes famílias dominantes, conservadores e socialistas. Mas podem sair novos grupos destas eleições europeias.
A seguir às eleições, a próxima etapa importante, em julho, será a designação do sucessor de José Manuel Durão Barroso. Pela primeira vez, os chefes de Estado e de governo vão ter em conta o resultado das eleições.
Copyright © 2014 euronews

sexta-feira, 8 de março de 2013

0 Parlamento Europeu treina "patrulha de trolls" para controlar a opinião pública

O Parlamento Europeu decidiu investir 2,5 milhões de euros numa campanha de propaganda para infiltrar "trolls" nas redes sociais com o objectivo de "controlar a opinião pública", sobretudo em casos onde se manifeste "euroceticismo".


A formação dos "trolls" começa ainda este mês, para que a sua ação se faça sentir antes e durante as eleições europeias de 4 a 8 de Junho de 2014.
A informação foi divulgada a partir de documentos secretos sobre despesas e estratégias de ação obtidos pelo correspondente em Bruxelas do jornal britânico Daily Telegraph. Os gastos vão ser feitos numa ocasião em que as instituições comunitárias procedem a cortes orçamentais nunca vistos na história da integração europeia.
Os "trolls", que em terminologia de internet se podem caracterizar segundo os conceitos de agente provocador ou agente desestabilizador, devem funcionar, segundo um documento interno do Parlamento Europeu, como instrumentos de controlo da opinião pública de modo a identificar o mais cedo possível se debates de natureza política entre seguidores de redes sociais e blogues têm potencial para atrair "o interesse" dos cidadãos e dos meios de comunicação social.
A actividade da "patrulha de trolls", como já é conhecida entre alguns eurodeputados, deve prestar "especial atenção" aos países onde os sentimentos eurocéticos têm vindo a desenvolver-se.
Um documento interno do Parlamento Europeu citado pelo Daily Telegraph afirma que "os comunicadores institucionais do PE têm que estar preparados para controlar as conversações e os sentimentos no terreno em tempo real, para identificar tópicos dominantes e de ter a capacidade de reagir rapidamente, de maneira direta e relevante, associando-se às conversas e influenciando-as, por exemplo contribuindo com factos e números para desconstruir mitos".
A notícia do correspondente do Daily Telegraph cita ainda um documento interno que revela a existência, no interior do setor administrativo do Parlamento Europeu, de opiniões dissonantes sobre o assunto, ao reconhecer que "são muito ténues as linhas que separam a comunicação institucional da comunicação política".
No entanto, a estratégia do processo foi aprovado pelo gabinete administrativo do Parlamento já em Julho do ano passado. O documento principal intitula-se "linhas políticas para a informação institucional e a campanha de comunicação". Parte do principio de que é necessário combater a degradação constante da imagem da União Europeia decorrente da gestão da crise e da aplicação das políticas da austeridade. Situação que o documento define como um "nítido contraste" entre uma realidade de "insegurança crescente e instabilidade financeira" e as promessas de "liberdade, segurança e justiça social com um próspero mercado interno".
Instruções para os "trolls" sobre este assunto são exemplificadas da seguinte maneira: "de maneira a contrariar a perceção de que 'a Europa é o problema' necessitamos de comunicar que a resposta aos desafios existentes é 'mais Europa' e não 'menos Europa'".
Artigo publicado no portal do Bloco no Parlamento Europeu.
 

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