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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

1 Crianças do 2º ano da Escola Basica nº 1 em Fitares praticamente sem professor

Esta situação ocorre numa das turmas do 2º Ano onde a idade das crianças está compreendida entre os 7 e 8  anos de idade.

Os alunos da turma 2º cf da EB1 de Fitares, na Rinchoa, concelho de Sintra iniciaram aas suas aulas no dia 16 de Setembro do corrente ano.

Sendo hoje dia 13 de Novembro, estão passados  praticamente dois meses desde o inicio das aulas, as crianças em questão não tiveram ainda 1 mês de aulas completo. Tudo porque a professora titular da turma mete atestado médico atrás de atestado médico.

Contactada a Direcção do agrupamento, a mesma informa que nada pode fazer pois os atestados que a professora apresenta são no máximo de 15 dias, e que de acordo com a lei, apenas se pode agir se o mesmo passe os 30 dias. Ou seja, enquanto assim continuar, não se pode proceder á substituição da professora e os alunos continuam praticamente sem aulas, o que os prejudica de forma significativa na sua aprendizagem, já que a maior parte destas crianças que embora se encontrem no 2º ano têm muitas dificuldades, já que se trata de uma turma com alguns repetentes, e os restantes provenientes de uma outra turma do 1º ano que teve vários professores.

Foi  informado na reunião de pais pela professora, que a mesma  iria acompanhar as crianças com bastante dificuldade ( algumas ainda nem conseguem ler), dando-lhes matéria do 1º ano, utilizando os livros desse mesmo ano, o que é certo é que nem do 1º ano , nem do 2º ano a matéria avança.

 Face à impotência dos pais destas crianças em conseguir resolver a situação junto da escola, será apresentado uma reclamação junto do Ministério da Educação.






sábado, 8 de dezembro de 2012

0 Dinheiro da troika não foi para pagar salários e pensões

O professor de Economia José Maria Castro Caldas afirmou hoje, em Coimbra, que o dinheiro emprestado pela 'troika' a Portugal não foi para pagar salários e pensões", mas para pagar a credores.
"É falso que sem aquela ajuda não havia dinheiro para pagar pensões e salários aos funcionários públicos até final do ano" de 2011, sublinhou o docente e investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.
Portugal não tinha dinheiro para "amortizar a dívida pública que vencia nessa altura e a ajuda da 'troika' veio para pagar aos credores, exceto 13 mil milhões de euros" destinados a "recapitalizar a banca" portuguesa, sustentou o economista, que falava, esta noite, em Coimbra, num debate promovido pela Auditoria Cidadã à Dívida Pública Portuguesa (IAC).
"Existem ideias feitas sobre a dívida" de Portugal que "não correspondem à realidade", frisou Castro Caldas, considerando que "a maioria das pessoas acredita que os 78 mil milhões de euros da 'troika' eram para pensões e salários".
Discordando de alguns participantes no debate, que defenderam que a dívida pública portuguesa não deve ser paga, Castro Caldas disse que "há uma parte da dívida" que deve ser paga, designadamente, ao Fundo de Segurança Social, aos pequenos aforradores que investiram em Certificados de Aforro e à banca portuguesa.
Uma parte da dívida não deve ser paga, como a que resulta de "contratos ilegítimos" e "a outra parte deve ser renegociada", advogou.
Olinda Lousã, sindicalista e membro da IAC, considera, igualmente, que Portugal deve apenas "renegociar a parte legítima da dívida", mas antes, advertiu, é necessário saber qual é essa parte e apurar a dívida ilegítima.
"O futuro não se resolve com esta austeridade cega", salientou.
O músico Manuel Rocha também entende que a dívida pública deve ser renegociada e de forma a permitir que o país "possa ter desenvolvimento económico", investindo nas pequenas e médias empresas e na exportação e "tributando os bolsos onde há dinheiro".

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

0 Professor avisa alunos que estão proibidos de tirarem fotocopias… ao seu livro

Numa escola pública, professor adverte alunos numa sala de aula de que não podem tirar fotocopias aos livros da sua disciplina. Curiosamente, é um dos autores dos livros usados.
Na Escola Básica e Secundária Passos Manuel (EBSPM) pertencente ao Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado, em Lisboa, um professor decidiu no início do ano lectivo avisar os alunos de que tirar fotocópias dos livros era ilegal. Assim, todos os alunos tiveram que comprar livros com um valor que ascendem às dezenas de euros no total.


Este é um curso técnico-profissional em que não se dá a matéria toda dos livros comprados.
Ainda mais estranho é saber-se que os professores da mesma disciplin noutros anos lectivos tiveram a possibilidade de deixar os alunos usarem fotocopias, tal como manda a lei. Mas, este professor não. Um facto importante a assinar é que este professor é um dos autores deste livro e que por isso vai beneficiar com a compra dos mesmos.
O Tugaleaks contactou o Presidente do Conselho Executivo da EBSPM, João Paulo Leonardo, através de e-mail que nos garantiu que iria verificar a situação. O Tugaleaks cumpriu o prazo legal de 10 dias úteis (e até mais) para um organismo público responder a qualquer inquérito vindo de um cidadão numa perspectiva democrática. Findo este prazo, tentamos novo contacto mas sem resposta.
O livro em causa é o Matemática A8 – Cursos Profissionais de Nível Secundário, entre outros. O professor Tiago Veiga Dias é um dos seus autores conforme se pode confirmar neste link.

O que a lei diz nem sempre é cumprido

A lei é bem específica e permite que qualquer pessoa reproduzir material educativo sem que lucro envolvido (da distribuição ou disponibilização online). O Código de Direito de Autor e dos Direitos Conexos no seu Art.º 75 explica claramente e sem margem para dúvidas o uso possível de fotocopiass de material educativo:
(…)
2 — São lícitas, sem o consentimento do autor, as seguintes utilizações da obra:
a) A reprodução, para fins exclusivamente privados, em papel ou suporte similar, realizada através de qualquer tipo de técnica fotográfica ou processo com resultados semelhantes, com excepção das partituras, bem como a reprodução em qualquer meio realizada por pessoa singular para uso privado e sem fins comerciais directos ou indirectos;
(…)
f) A reprodução, distribuição e disponibilização pública para fins de ensino e educação, de partes de uma obra publicada, contando que se destinem exclusivamente aos objectivos do ensino nesses estabelecimentos e não tenham por objectivo a obtenção de uma vantagem económica ou comercial, directa ou indirecta;


O próprio livro tenta dissuadir a cópia “ilegal”

Num ato “original”, usando o termos do próprio livro, é mostrada uma mensagem a alertar o detentor do mesmo que um livro não pode ser copiado. Tal mensagem viola a lei.
Professor avisa alunos que estão proibidos de tirarem fotocopias… ao seu próprio livro

 

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