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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

0 Greve de fome culmina em queixa por Atentado à Constituição


Presidente do Movimento Revolução Branca esteve em greve de fome e no culminar da mesma apresentou queixa por atentado contra a Constituição da República.
Para Paulo Melo Romeira, presidente do Movimento Revolução Branca (MRB) trata-se no mínimo da dignidade humana, até porque a greve de fome teve como lema “porque uma resposta, como se diz na sabedoria popular, até a um cão se dá”. Paulo esteve vários dias em frente à Assembleia da República. Apenas no meio do primeiro dia, passavas largas horas, foi abordado pela PSP para saber o motivo de tanta azafama, ou falta dela. Afinal, não se tratava de uma manifestação, graves e corpo de intervenção não eram necessárias. Tratava-se apenas de um homem a pedir respeito.

O MRB enviou várias cartas com algumas questões que estão presentes no seu manifesto. Foram enviadas para os vários grupos parlamentares, para a Presidência da República, Primeiro-Ministro e Assembleia da República. Poucos foram os órgãos contactados que lhe deram resposta, embora o Código de Procedimento Administrativo dite claramente que uma resposta deve ser efetuada em 10 dias.
Para Paulo Melo Romeira, em declarações ao Tugaleaks, afirma que o “culminar desta atitude de “desespero cívico” tenha sido o interromper a greve de fome e, mais uma vez, darmos uma pedrada no charco com nova participação crime contra os titulares de cargos políticos, desta feita pelo crime de Atentado Contra a Constituição”. Deixa também a mensagem de que “não restem dúvidas, para o poder politico ou para o poder judicial, utilizaremos todos os meios legais ao nosso alcance, estejam onde estiverem, para cumprirmos o nosso compromisso perante a sociedade portuguesa:”
Nessa mesma altura da greve de fome escreveu um diário da sua “luta” ao mesmo tempo que a comunicação social não tomou qualquer notícia embora tenha sido avisada desse facto pelos meios normais de difusão, o que para Paulo significa que “estamos no caminho certo”.
Por esse – e outros – motivos, a greve de fome durou quase uma semana e culminou na apresentação de uma queixa-crime de Atentado à Constituição da República.
O MRB quer assim mais fiscalização na dívida pública e mais transparência política. Esta queixa vem também culminar na apresentação de uma queixa anterior que visa responsabilizar os titulares de cargos públicos pelos erros cometidos na governação de Portugal nos últimos anos.

Ver queixa crime por atentado contra a Constituição da República


domingo, 16 de dezembro de 2012

0 Manifesto do "NÃO a ELEIÇÕES" até 2018!

DIZ NÃO A VOTOS ATÉ 2018!Os políticos portugueses são TODOS uns MENTIROSOS, ALDRABÕES E VIGARISTAS!Querem é CORRUPÇÃO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, TRÁFICO DE ARMAS, LAVAGEM DE DINHEIRO, TRÁFICO DE DROGAS, SÃO UMA MÁFIA, UMA CAMORRA, QUE VIVE À CUSTA DO ERÁRIO PÚBLICO!MAÇONARIA, BIDELBERG, TODOS UNS CHULOS!!!





Manifesto do NÃO a ELEIÇÕES; até 2018!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

0 Estudantes interrompem discurso de Passos e pedem a sua demissão!

Em defesa do Ensino Superior e contra os cortes na Educação, oito jovens de várias universidades exibiram um cartaz a pedir a demissão do primeiro-ministro, Pedro passos Coelho, quando este discursava, esta quarta-feira de manhã, na abertura de um seminário internacional organizado pelo Sistema de Informações da República (SIRP), na reitoria da Universidade Nova.
Poucos minutos depois do início do discurso de Passos Coelho, os oito jovens, sentados nas últimas filas do auditório da reitoria, levantaram-se e, em silêncio, abriram uma tarja com a palavra “demite-te”.
A equipa de seguranças de Passos começou por tentar interromper o protesto e retirar a faixa. A aproximação criou um grande burburinho e foi o próprio Pedro Passos Coelho que interrompeu o próprio discurso e pediu que deixassem os jovens continuar o protesto.

“Pedia ao Serra [um dos elementos da sua segurança] que deixasse os senhores ostentarem o cartaz sem nenhum problema, porque vivemos, felizmente, numa situação de boa saúde da nossa democracia, e não vemos nenhuma razão para que os senhores não possam ostentar as faixas que entenderem”, afirmou Pedro Passos Coelho.
Os jovens mantiveram-se de pé, com o cartaz a pedir a demissão do primeiro-ministro, enquanto durou a intervenção do governante e só se sentaram quando Passos Coelho se calou.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

0 Advogados de ativistas detidos falam em "ilegalidades"

As detenções dos jovens ativistas, em frente à Assembleia da República, ontem à noite, são duramente criticadas pelo seus advogados.


José Preto, advogado de dois dos jovens detidos, ontem à noite, durante os protestos violentos em frente ao Parlamento, critica a atitude das autoridades: "É aberrante que os tenham detido para serem identificados. A polícia podia ter feito a sua identificação ali mesmo na rua. Não era necessário levá-los para a prisão de Monsanto".
Os dois jovens, com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos, "não puderam sequer fazer um telefonema" durante o tempo em que estiveram detidos, entre as 20h00 e as 23h.  "Quando cheguei a Monsanto, não me deixaram falar com eles. Argumentaram ainda que eles não estavam detidos. Apenas foram para ali, para serem identificados", acrescenta José Preto. 
No final, não foram notificados para comparecerem no tribunal de pequena instância. "Moral da história: ficaram presos numa cela coletiva, ao molho, para nada. Foi um ato de indisciplina gravíssima da polícia."
Rita Garcia Pereira, advogada de um outro jovem detido, e que foi constituído arguido "por volta das cinco da manhã" no hospital de São José, enquanto recebia tratamento a um traumatismo na cabeça, fala num caso sui generis.
"Quando chegámos ao hospital ninguém sabia muito bem se o jovem estava ou não detido. Nem o polícia que o acompanhava", relata.
A advogada dirigiu-se então à esquadra da PSP do Calvário, já durante a madrugada, para perceber o que se passava. E foi nessa altura que as autoridades constituíram o jovem como arguido.
Durante a noite, conseguiu falar com o rapaz que "se diz inocente". 
Este jovem e outros seis manifestantes, detidos na quarta-feira à noite pelos crimes de resistência e coação, desobediência e posse de arma proibida, após a manifestação convocada pela CGTP, encontram-se no tribunal de pequena instância criminal, em Lisboa, onde ainda estão a ser ouvidos. 
O presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, Vasco Marques Correia, diz que foram cometidas "ilegalidades que não são próprias de um Estado de Direito" nas detenções feitas na quarta-feira, na sequência dos distúrbios em frente ao Parlamento. 
Num balanço final da operação, as autoridades registaram 48 feridos - 21 elementos da PSP e 27 manifestantes.  

0 O Povo é quem mais ordena

Face aos acontecimentos de ontem, proponho aos contribuintes deixarem de contribuir com os seus impostos para a policia de choque (que recebeu recentemente um aumento salarial de 10%), sendo o futuro desse dinheiro reservado para o desenvolvimento de um projecto ligado à procura e pesquisa de uma nova utopia, ou mesmo ao desenvolvimento da dança folclórica.
Se a policia de choque espanca mulheres, velhos e crianças devemos substitui-la com vantagem pela futura policia de chique.
Quanto aos agentes provocadores que mandam pedras devem ser substituídos por bonecos da popota.
Se quiserem seriamente tomar o parlamento organizem-se militarmente.

0 MAIS PROVOCADORES INFILTRADOS DESMASCARADOS

“Casal” de polícias à paisana: o de casaco azul e o de casaco castanho. Estão os dois em todas as fotos. Guedes da Silva, director da PSP, junta-se ao Ministro Miguel Macedo no rol de mentiras. A porta da rua é a serventia da casa: RUA!


Ficamos assim a saber o que é uma “manobra táctica impecável” para o Director da PSP Guedes da Silva, que se junta assim ao Ministro Miguel Macedo e aos trambolhos violentos que até agora foram desmascarados, nesta que ja é a maior trapalhada deste governo:
Comunicado da plataforma 15 de Outubro lido hoje, em conferência de imprensa dada pelas 12h30 em frente ao Ministério da Administração Interna e macros das fotografias.

24 de Novembro – Quem são os violentos?

A Plataforma 15 de Outubro, internacionalista, apartidária e pacífica, reivindicando a reposição da justiça e da verdade no que diz respeito aos eventos do dia 24 de Novembro, declara:

  1. Testemunhámos e denunciamos a presença de polícia não fardada e não identificada na manifestação de 24 de Novembro em frente a São Bento. Estes elementos, entre os manifestantes, incitaram à violência com palavras e acções, ao contrário do que afirmou inequivocamente o Ministro da Administração Interna. Esta acção da polícia de um Estado de Direito e dito “democrático” configura uma ilegalidade e um crime. A acção da polícia nos piquetes de greve deste dia pautou-se igualmente pela ilegalidade e repressão, tendo-se apresentado nos locais onde se encontravam os piquetes armada com caçadeiras e metralhadoras, além de ter sido enviada polícia de intervenção para atacar e romper os piquetes.
  2. Repudiamos ser, consciente e propositadamente, apelidados de “delinquentes”, “criminosos” e outros adjectivos que claramente configuram um insulto pessoal e colectivo, com o único objectivo de anular a Plataforma 15 de Outubro como sujeito político. Foi impedida a realização da Assembleia Popular prevista para as 18h00, hora em que começaram os distúrbios. Está a ser construída, consciente e propositadamente, uma narrativa de terror social que visa claramente criminalizar o movimento social e os eventos da Greve Geral e manifestação que, tendo sido um grande sucesso, é minorada pela construção de factos e eventos de “violência” por parte das estruturas de poder.
  3. Manifestamo-nos contra a detenção avulsa de pessoas isoladas, outra tentativa de reforçar esta narrativa criminalizadora.
  4. Somos e continuaremos a reivindicarmo-nos como uma plataforma de acção política pacífica e não aceitaremos ser, como colectivo, associados a qualquer acto de violência que cidadãos em nome individual possam cometer na demonstração da sua legítima revolta.
  5. Rejeitamos a inversão total e propagandística da verdade que está em curso, procurando apelidar de violentas pessoas e movimentos que procuram defender os seus direitos e interesses de forma pacífica. A violência das medidas de austeridade é que é indesmentível e por mais cortinas de fumo que por ela sejam lançadas, está à vista de todo o povo. Acusamos o governo de violência, directa e indirecta, sobre o país.
  6. Em resposta a esta campanha vergonhosa, informamos que convocaremos uma nova manifestação, a realizar no final de Janeiro.
Por tudo isto, a Plataforma 15 de Outubro exige:
  • A divulgação pública das provas audiovisuais, filmes e fotografias que demonstram claramente a presença e acção provocadora de agentes da polícia não identificados e não fardados dentro da manifestação que ocorreu no dia 24 de Novembro.
  • A abertura, por parte das entidades competentes, de inquéritos que visem a investigação da acção policial, nomeadamente o uso de violência sobre manifestantes isolados e a instigação à violência por parte de elementos não identificados e não fardados da polícia.
  • Que os meios de comunicação social, que tão prontamente assumiram esta narrativa distorcida dos acontecimentos, dêm espaço às informações que têm vindo a público, cumprindo o seu dever de informar e repôr a verdade dos factos.
  • Que sejam retiradas consequências do facto de terem sido proferidas publicamente inverdades por parte do Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, que reforçaram uma narrativa que não corresponde comprovadamente à verdade dos factos.
  • Que os detidos no dia 24 de Novembro sejam absolvidos, sendo tido em conta nos seus processos o facto de terem sido detidos de forma ilegal e abusiva através de agentes provocadores que, além do mais, incitaram delitos. Expressamos total solidariedade em relação aos companheiros e companheiras detidos nesse dia.
  • A criminalização da actividade política e da contestação é um sinal claro dos tempos em que vivemos, em que a Democracia é ameaçada e posta em causa justamente pelo Estado que tem como dever protegê-la. A tentativa de suprimir os acontecimentos históricos que foram a Greve Geral de dia 24 de Novembro e a expressão popular ocorrida na manifestação nesse dia serve de sinal de aviso às forças progressistas. Não permitiremos que vingue a tentativa de fazer com que o medo sufoque a legitimidade das reivindicações populares à dignidade e aos direitos e, como tal, estaremos novamente nas ruas, no final de Janeiro.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

0 A luta veste-se de negro para receber Merkel

Os organizadores do protesto "A Merkel não manda aqui" apelam à mobilização de todo o país para cobrir de negro "muitas praças das cidades portuguesas, janelas, lojas, táxis e autocarros". Em Lisboa, a manifestação de segunda-feira arranca às 13h do Largo do Calvário para Belém.


Numa conferência de imprensa no Rossio, com a estátua de Dom Pedro IV parcialmente tapada com uma faixa negra, Rui Franco apresentou as intenções deste protesto marcado para o dia da visita da chanceler alemã a Portugal. "Ela não é a arqui-inimiga [dos portugueses], mas a representação absoluta – um símbolo - do que está de errado não só em Portugal como em toda a Europa", afirmou à Agência Lusa, realçando que é também a "voz que dá legitimidade a este Governo".
"Queremos afirmar que a chanceler não manda aqui (…) Queremos dizer-lhe que não estamos à venda, apesar de a incompetente liderança do nosso país não ter qualquer pudor em entregar-nos ao desbarato", refere o manifesto "A Luta Veste-Se de Negro".
Questionado pelos jornalistas sobre os relatórios que a imprensa tem divulgado antes das manifestações cidadãs, prevendo situações de violência nos protestos, Rui Franco ironizou, dizendo que "não há agência de rating para esses relatórios, porque se houvesse, de certeza teriam um rating CCC-", ou seja, lixo. "Houve manifestações com centenas de milhares de pessoas na rua e nunca descambou. Estes relatórios, na verdade, são alarmismos criados para tentar dissuadir as pessoas de participarem socialmente", acrescentou o ativista que também foi subscritor do protesto "Que se lixe a troika" que juntou um milhão de pessoas em todo o país no dia 15 de setembro.

0 Aluno que insultou Passos alvo de inquérito pelo Ministério Público

Insultar e assobiar o primeiro- -ministro pode dar direito à abertura de um inquérito pelo Ministério Público (MP). Pelo menos foi o que aconteceu a Pedro Afonso, aluno do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, que em Setembro insultou Passos Coelho quando o primeiro--ministro foi ao instituto por causa de uma homenagem a Adriano Moreira. A confirmação é dada pelo gabinete do chefe do governo numa resposta oficial, em que confirma que o Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao caso, “dada a natureza dos insultos”.
Na Universidade Técnica de Lisboa o caso foi encerrado. O reitor, Manuel Meirinho (ex- -deputado do PSD), depois de um inquérito interno, decidiu apenas fazer uma “advertência sem consequências disciplinares” ao aluno em causa, mas fora do mundo académico o Ministério Público resolveu agir. “O incidente em causa, também do domínio público, foi objecto de um inquérito na Universidade Técnica de Lisboa. Por outro lado, e dada a natureza dos insultos proferidos, foi aberto um inquérito pelo Ministério Público – DIAP de Lisboa”, confirma o gabinete do primeiro-ministro numa resposta à deputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.
Na mesma resposta, o chefe de gabinete de Passos Coelho, Francisco Ribeiro de Menezes, faz questão de explicar que o processo em causa não derivou da vontade de Passos Coelho: “O primeiro-ministro comunicou no entanto ao Ministério Público que não tenciona apresentar queixa contra o denunciado em causa.”
Acontece que os insultos ao primeiro-ministro não constituem crime público, logo dependem de queixa ou de participação criminal, segundo um penalista ouvido pelo i. O especialista explica que o aluno ter insultado o primeiro-ministro pode constituir uma injúria agravada por se tratar de uma ofensa a um órgão de soberania, mas não se trata de um crime público que possa ser investigado pelo MP sem que para isso tenha existido uma queixa. O i tentou obter mais esclarecimentos junto da Procuradoria-Geral da República, mas não foi possível obter uma resposta até ao fecho desta edição.
Segurança O episódio do insulto a Passos ficou marcado ainda pelo facto de um dos seguranças do primeiro-ministro ter abordado o aluno e ter impedido a TVI de filmar a situação. Na resposta à deputada do BE, o responsável pelo gabinete de Passos esclarece que decorre na Inspecção-Geral da Administração Interna um inquérito sobre a acção do segurança.
A deputada questionou ainda se o corpo de segurança dos ministros e do primeiro-ministro recebeu “ordens do governo para identificar cidadãos que demonstrem opiniões aos ministros em visita” e para “restringir o livre exercício dos jornalistas por ocasião de deslocações e visitas ministeriais”. O gabinete de Passos nega que tenham sido dadas indicações para a restrição de acção quer de manifestantes quer de jornalistas: “Não recebeu quaisquer ordens com semelhante teor”, responde.

domingo, 4 de novembro de 2012

0 Precários Inflexíveis aprovam moção contra "devastação económica e social"

A associação "Precários Inflexíveis" aprovou uma moção que propõe combater a austeridade, a precariedade e o desemprego, alertando ester em curso "uma devastação económica e social, organizada pela tirania de um Governo isolado e submisso à 'troika'".
Em comunicado, os "Precários Inflexíveis" referem que o Orçamento para 2013 afecta ainda mais os precários, pois quem trabalha a recibos verdes é alvo duma penalização ainda maior, porque aos aumentos brutais do IRS (por via da subida nas taxas e na redução do número de escalões) acresce o agravamento da taxa de retenção na fonte e do rendimento tributável no final do mês.
"Para muitas destas pessoas, metade do salário fica retido em impostos e contribuições. Além disso, o Governo ameaça com o despedimento de milhares de precários no Estado (como já fez com os professores contratados) e lança a ideia de que pode despedir 50 mil funcionários públicos", adverte a associação.
Na perspetiva dos "Precários Inflexíveis",o “enorme" aumento de impostos é "um roubo de dimensões inéditas" e coloca em causa a vida de milhões de pessoas, pois o desemprego continuará a subir, atingindo níveis "cada vez mais incomportáveis" e com consequências "difíceis de prever".
Os "Precários Inflexíveis" prometem continuar a luta contra o Orçamento e a austeridade, através de um esforço de mobilização que levou já às manifestações de 15 de setembro.
"Independentemente do tempo que ainda se mantiver em funções, este Governo está moribundo e só sobrevive para aplicar a receita de Angela Merkel e do FMI, diz a associação, prometendo forte mobilização na recepção à chanceler alemã e na greve geral de dia 14 de novembro.
De acordo com a organização, a vinda de Merkel a Portugal inscreve-se num "roteiro autoritário pelos países vitimados pela austeridade e não pode passar sem uma mensagem clara", que passará pela realização da greve geral.
A associação reafirma ainda que o ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares, não tem condições para manter o seu mandato e "tem de sair já", ao mesmo tempo que exige que as contribuições dos recibos verdes sejam enquadradas por uma legislação justa, que garanta "proporcionalidade" entre rendimentos e contribuições, sem deferimentos no tempo e taxas incomportáveis.
Combater os falsos recibos verdes, a contratação a prazo para funções permanentes e a intermediação abusiva por empresas de trabalho temporário são alguns tópicos da luta da associação.

0 Crise gerou reaparecimento de pinturas políticas nas ruas

A crise económica e social gerou um reaparecimento das pinturas políticas de rua, realizadas por autores com uma estética definida e distantes dos partidos, ainda que não acompanhados de novas formas de protesto, segundo vários investigadores.
Dos murais aos graffiti, o paralelo entre os momentos após o 25 de Abril e a situação atual em termos das pinturas de muros e paredes é recorrente, ainda que para alguns académicos esteja mais presente do que para outros.
De acordo com o professor da Universidade Aberta e doutorado em Antropologia Visual Ricardo Campos, a comparação entre os dois períodos relaciona "contextos socioculturais e políticos distintos e, portanto, grupos de pessoas com motivações e estratégias diferentes".
"Se no período do pós-25 de Abril grande parte dos murais pintados eram o resultado de estratégias de comunicação política dos partidos existentes [maioritariamente os de esquerda], aquilo que verificamos atualmente é que esta forma de comunicação partidária caiu em desuso e foi basicamente abandonada por parte da maioria dos partidos. Quem hoje faz murais políticos ou são, maioritariamente, cidadãos isolados ou são associações e coletivos não formais de cidadãos", disse à Lusa Ricardo Campos.
No mesmo sentido, o professor da Universidade do Porto Heitor Alvelos refere que "os protagonistas principais desta segunda leva de murais políticos são efetivamente setores muito específicos da população. Trata-se de gente de faixa etária mais jovem que está por si mesma muito familiarizada quer na teoria quer na prática com as subculturas da 'street art'", que, ainda assim, recebem a herança das décadas passadas.
Ricardo Campos referiu que "o muro tem ganho um relevo" que muitos não antecipavam, incentivado pela situação social e política, "por culpa de cidadãos que atuam à margem das organizações partidárias, mas que desejam ter uma voz no espaço público, manifestando as suas convicções políticas através do recurso mais acessível e democrático: a rua e o muro".
Heitor Alvelos não subscreve a certeza do ressurgir da ocupação do espaço público, uma vez que "as pessoas continuam a seguir o modelo tradicional de contestação", sem que haja uma "adesão massiva".
"Vejo autores específicos a desenvolver repertórios muito interessantes em termos estéticos e ideológicos. As pessoas partilham, fotografam, mas não estou a vê-las sair à rua com baldes de tinta", afirmou o também curador do festival Future Places, no Porto.
De outra perspetiva, Henrique Matos, professor do ensino básico e secundário, começou a fotografar murais políticos aos 20 anos em 1981 e possui um blogue sobre murais que já ultrapassou as 10.000 visitas.
Este professor de Artes constatou que os partidos de direita e o Partido Socialista abandonaram a pintura mural (ainda que o Partido Nacional Renovador tenha apostado no meio nas últimas eleições), surgindo agora "a pintura anónima de contestação social, não identificada com nenhuma força política e com muita criatividade".
Em termos de criatividade e de potencial político, Heitor Alvelos realçou à Lusa a importância do projeto Crono, que decorreu em Lisboa desde há dois anos, afirmando a sua presença em particular na Avenida Fontes Pereira de Melo.
O Crono surgiu em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a escolha dos edifícios "foi desenvolvida segundo critérios de adaptabilidade dos artistas, e de impacto urbano segundo uma lógica de acupuntura urbana onde com intervenções localizadas será possível desenvolver impactos a uma vasta escala urbana", explicou à Lusa, em 2011, o designer urbano Pedro Soares Neves.
"Isto quanto a mim é política. Pode não ser tão prontamente reconhecido, mas é política no melhor sentido do termo, no sentido em que é possível os cidadãos chegarem a um acordo sobre a forma possível e desejada, dentro do possível, de lidar com uma chaga social que são as casas devolutas", disse o professor da Faculdade de Belas Artes do Porto.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

0 Durão Barroso vaiado no Teatro de Almada (Video)

O presidente da Comissão Europeia foi ao Teatro Municipal de Almada, assistir à peça “O mercador de Veneza”. No final foi vaiado e apupado por ativistas dos Precários Inflexíveis e outras pessoas, que gritavam “Fora fora daqui, a fome, a miséria e o FMI”.

Durão Barroso tentou fugir pelas traseiras do teatro, mas acabou por ter de sair pela porta da frente, com o apoio dos seguranças, por entre uma pequena multidão que o vaiava e apupava.
Quando o presidente da Comissão Europeia entra no carro, o lema que mais se ouve é: “Gatunos! Gatunos!”
No final, em declarações ao vídeo dos Precários Inflexíveis, um dos manifestantes diz que tanto “Durão Barroso como os seus representantes em Portugal não têm condições para continuar a governar” e outro afirma que “o povo está farto” e que os protestos vão continuar: contra o OE junto à AR nesta quinta feira, no dia 12 de novembro durante a vinda de Angela Merkel a Portugal e na Greve Geral de 14 de novembro.


0 Movimento Rosa Branca reabre queixa-crime de traição à pátria por detentores de cargos públicos

Os visados são detentores de cargos públicos dos últimos 15 anos. A queixa foi reaberta e o Movimento Revolução Branca apresentou novas provas.
A competência de investigação não cabe ao movimento social mas sim ao Ministério Público (MP). Ainda assim, em arquivamento feito há algumas semanas, o MP decidiu arquivar a queixa por falta de provas.
O MRB efectuou na passada sexta-feira, no Porto, a reabertura deste processo que tencionam levar mais longe e punir, pela forma judicial, a gestão danosa dos detentores de cargos públicos dos últimos anos.



No processo de abertura, foram apresentados como prova 12 livros que falam de corrupção e gestão danosa. Entre os apresentados, encontram-se Corrupção e os Portugueses – Atitudes, Práticas e Valores,, Como o Estado gasta o nosso dinheiro, O estado do Parlamento e as contas da Presidência da República., entre outros.
O MBR através do pedido feito pela Sociedade de Advogados Pereira Pinto, começa por explicar a sua perplexidade pelo “não argumento, não enquadramento e vulgares argumentos económicos e jurídicos”. Em 51 pontos fazem referência aos atos praticados ao longo dos anos e terminam com 10 testemunhas e as já referidas 12 obras.
Ainda no documento pode ler-se que não foram ouvidas testemunhas nem foram indagados os factos mencionados.
Sem ouvir testemunhas, como pode o MP arquivar um processo sem provas, quando as testemunhas não tiveram a oportunidade de as dar?

Pedro Pereira Pinto disse na SIC Notícias que “não há coragem para investigar” e que “existem interesses instalados” e afirma, sobre a polícia nacional, que “os partidos políticos estão a distanciar-se dos eleitores”.
Será este o início do fim da democracia?

Downloads:

Queixa apresentada

Despacho de arquivamento

Reabertura da queixa

Provas para a reabertura

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

0 Abaixo-assinado de Repúdio pela atribuição do Prémio Nobel da Paz à União Europeia


Na sequência do anúncio do Prémio Nobel da Paz de 2012, o Conselho Português para a Paz e Cooperação tomou a iniciativa de lançar um abaixo-assinado de repúdio pela sua atribuição à União Europeia (UE).
A UE é um dos maiores fornecedores de armas do mundo, tendo-se envolvido nas últimas duas décadas em mais de uma dezena de conflitos militares, em vários continentes.
A UE tem-se militarizado e assume-se como pilar europeu da NATO, tendo apoiado a política agressiva deste bloco político-militar.
A UE tem reiteradamente desrespeitado os princípios que regem as relações entre os Estados estabelecidos na Carta da ONU.
A UE protagoniza políticas que estão a intensificar as desigualdades sociais, o desemprego e a pobreza, nomeadamente no nosso País.
Assim, convidamo-la(o) a subscrever e a divulgar este texto de repúdio pela atribuição do Nobel da Paz de 2012 à União Europeia, que será enviado ao Comité Nobel antes da cerimónia de entrega deste galardão, no início de Dezembro.

Abaixo-assinado de Repúdio pela atribuição do Prémio Nobel da Paz à União Europeia

- Considerando que, ao longo das últimas décadas, a União Europeia tem protagonizado um processo de militarização, acelerado desde 1999, após ter tido um papel crucial no violento desmembramento da Jugoslávia e, posteriormente, na brutal agressão militar a este país;
- Considerando que desde a Cimeira da NATO realizada em Washington, em 1999, a União Europeia se assume como pilar europeu deste bloco político-militar liderado pelos EUA - papel que deste então não cessa de se reforçar;
- Considerando que, ao longo das últimas décadas, a União Europeia tem protagonizado e apoiado todas as agressões militares da NATO e ou dos seus membros contra a soberania e a independência nacional de diferentes Estados - como na Jugoslávia, no Iraque, no Afeganistão, na Líbia ou agora na Síria -, bem como violentos regimes de sanções que atingem duramente os povos de diversos países;
- Considerando que a União Europeia tem protagonizado posições e acções que, contrariando os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, promovem uma incessante militarização das relações internacionais, sendo complacente com a violação de direitos humanos, como se verificou, por exemplo, com os denominados «voos da CIA» - os seus criminosos sequestros e práticas de tortura;
- Considerando que os propósitos enunciados e a acção da União Europeia se distanciam de valores e princípios das relações internacionais, como: o respeito da soberania; o não recurso à ameaça ou uso da força; o respeito pela integridade territorial dos Estados; a resolução pacífica dos conflitos; a não ingerência nos assuntos internos dos Estados; o respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais; o direito à autodeterminação dos povos; e a cooperação entre os Estados;
- Considerando que, neste momento, com as políticas que pratica e os autênticos pactos de agressão impostos à Grécia, a Portugal e à Irlanda, a que pretendem juntar a Espanha e a Itália, estão a intensificar desigualdades o desemprego e a pobreza, o que, pondo em causa a soberania e independência nacionais, constituem também uma ameaça à Paz;
Os seguintes signatários protestam contra a atribuição do Prémio Nobel da Paz de 2012 à União Europeia,

Pode subscrever este texto neste link.

0 Deputados agredidos

Insultos, ameaças e agressão física. Deputados já sentem na pele o aumento da tensão social. Fora e dentro do Parlamento.
O protesto de um grupo de empresários do sector da restauração nas galerias da Assembleia da República, na quarta-feira – enquanto se discutiam propostas da esquerda para que o imposto sobre o IVA seja reposto nos 13% – é o episódio mais recente da contestação que tem afectado os deputados nas últimas semanas. Mas o confronto já passou a barreira dos insultos e os limites do Parlamento.
Um dos casos mais graves aconteceu com Duarte Pacheco, do PSD, à saída da Assembleia da República (AR), no dia em que Vitor Gaspar ali entregava o Orçamento do Estado, sabe o SOL. Com centenas de manifestantes a cercar o Parlamento, o deputado social-democrata viu o seu carro oficial ser atacado a murros e pontapés quanto tentava sair da garagem da AR. «Ficou um bocado amachucado», diz o secretário da mesa da AR.
Atrás, o carro oficial de Teresa Morais, secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares, tentava também sair da garagem, mas acabou por fazer marcha-atrás. Seguia-se José Luís Ferreira, deputado de Os Verdes, que foi avisado pela segurança do Parlamento de que o melhor era não sair. O deputado foi jantar e quando voltou às 23h, a situação ainda não era segura. Foi para casa «de transportes públicos» e deixou o carro na garagem da AR.
Estes incidentes ocorreram num ambiente de crispação colectiva, com a manifestação junto ao Parlamento. Porém, também o dia-a-dia de alguns deputados já começa a ser ameaçado por protestos e gritos de ordem contra a classe política.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

0 PROTESTO: Anti-repressão policial



ESTE É UM PROTESTO PACÍFICO
CONTACTO: http://78j.xs.sl.pt/ (usar o formulário)
PONTO DE ENCONTRO: JUNTO À ESTÁTUA NO SALDANHA!
Domingo, 21 de Outubro de 2012 ás 17:00

Durante mais de um ano vimos os nossos irmãos e companheiros de luta, serem constantemente vitimas de repressão e agressão policial.
Desde o 1 de Maio de 2011 em Setúbal, passando pelos protestos em frente à Assembleia da República, houve sempre um estigma e tentativa de referenciação de activistas, cargas policiais e agressões.

A polícia, em conjugação com o Ministério Público, têm orquestrado uma série de manobras de referenciação sem precedentes, tendo recentemente acusado formalmente á poucos dias um activista por o ver na rua e, “tendo ficha”, decidiram detê-lo.
A acusação é apenas composta por uma alegada referenciação que existia previamente e na qual dois agentes decidiram deter o individuo. Sem fazer nada.

Esta atitude que lembra os tempos da PIDE não pode ser passada impune.
Embora não sejam todos os polícias “maus”, vemos que são sempre os mesmos a estarem nas manifestações salientando por isso algum problema não na força policial mas sim no departamento que gere e envia os mesmos agentes para as mesmas missões.

Saiu também em vários órgãos de comunicação social a ilegalidade dos vídeos recolhidos pela PSP nas manifestações deste mês.
A PSP, que deveria proteger e servir o povo, está mês após mês, a servir este governo fragilizado e a cometer ilegalidades.


Exigimos a revisão da lei do direito à manifestação que é de 1974 e eximimos um pedido de desculpa das forças policiais pelas ilegalidades cometidas e já demonstradas bem como pelas agressões e referenciações a activistas.

Neste protesto vamos ocupar uma (preferencialmente as duas) facha da Av. da República, do lado do Saldanha, para simbolizar que com estas acções por parte das forças policias, estarmos a regressar a uma ditadura.

O site da PSP indica que a PSP tem por missão “assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei”. Tal não acontece, conforme o Tugaleaks denunciou nos últimos meses.

Saímos à rua pela dignidade do cidadão.
Somos Tugaleaks, e lutamos pela verdade da informação!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

0 Ao povo, pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos

Caros Amigos, Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

 2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS
(directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

 16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).


 23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

 26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

 27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

 30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações' destinadas a caçar subsídios, a subsídiodependência, em que cada acção é um modelo novo na frota automóvel.

32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem 'salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em Portugal...

33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo.

34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros.

 35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. »

POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.




terça-feira, 25 de setembro de 2012

0 Pagamento no pingo doce ( Video )

Como todos já sabemos desde do dia 1 de Setembro de 2012 o a cadeia de supermercados Pingo Doce, deixou de aceitar pagamentos por multibanco inferiores a 20 euros.

Em especie de protesto, e como meio alternativo vejam o que este cidadão fez e qual foi o resultado !




0 Restaurantes promovem dia sem cartões

Iniciativa pretende sensibilizar o Governo com o IVA aplicado ao sector e contra as taxas cobradas pela Unicre.

 Os restaurantes avançam esta terça-feira com uma iniciativa que passa por não aceitar os pagamentos dos clientes com cartões de débito ou de crédito.

Segundo a TSF, que avança com a notícia, o objectivo passa por sensibilizar o Governo para a impossibilidade de suportar uma taxa de 23% de IVA na restauração e também alertar para as taxas cobradas pela UNICRE, que consideram demasiado elevadas.

“Salve-se quem puder. Simplesmente vamos morrer todos”, é o mote do Movimento de Empresários da Restauração para este dia sem cartões, ao qual se associou a AHRESP.

“Garanto que no fim de 2013, há mais de 100 mil desempregados só no nosso sector e mais de 20 mil empresas vão fechar”, diz à TSF Mário Pereira Gonçalves, o coordenador do movimento.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

0 Concentração junto ao Palácio de Belém, hoje às 18h

Mais de 10 mil pessoas confirmaram no facebook a presença na concentração de hoje, com início às 18h, em frente ao Palácio de Belém, em Lisboa, onde decorre a reunião do Conselho de Estado. E está também previsto um momento musical, durante o qual será interpretado o tema “Acordai”, de José Gomes Ferreira e Fernando Lopes-Graça. Estão ainda convocadas concentrações em 16 cidades.


As promotoras do momento musical, as cantoras líricas Ana Maria Pinto e Mónica Monteiro e a professora de música Sofia Cosme, estão a convocar uma concentração através do facebook para as 17h30, junto à fonte luminosa, na Praça do Império, que depois seguirá até à praça Afonso de Albuquerque, em frente ao palácio presidencial, onde, às 18h, será interpretado o tema “Acordai”, de José Gomes Ferreira e Fernando Lopes-Graça.
No evento criado no facebook, a soprano Ana Maria Pinto sublinha que “é como artista” que se recusa a emigrar, “levantando a voz bem afinada” contra quem a quer “obrigar à subtração”.
Em declarações à agência Lusa, a cantora explicou que a escolha da música “Acordai” “é um apelo à consciência de todos”, e que a mesma é “apropriada ao momento que atravessamos, ao afirmar ‘acendam almas e sóis neste mar sem cais!’”.
“Será um momento humanista, especial e belo, com o melhor que a nossa cultura tem para oferecer”, adiantou Ana Maria Pinto, que sublinhou ainda que “a cultura é um veículo importantíssimo para consciencializar e sensibilizar as pessoas, nomeadamente em momentos como o atual, em que é urgente falar à alma muito mais que à matéria”.
A soprano afirmou estar contra “esta política neoliberal de privatizações”, nomeadamente dos serviços de água, eletricidade, e da RTP, “que delapida o património que os nossos pais construíram e que não serve o povo, mas os interesses das empresas que seguem princípios imorais”.
Ana Maria Pinto criticou também “o regime de recibos verdes a que estão condenados todos os músicos portugueses se querem trabalhar”.
“Sou uma cidadã e quero participar ativamente na democracia do meu país e daí esta urgência de chamar as pessoas à consciência”, frisou.
Em Lisboa, mais de 10 mil pessoas já aderiram à concentração agendada para sexta feira, pelas 18h, nos jardins de Belém. Está a ser organizado, inclusive, e através de um evento no facebook, um autocarro a partir das Caldas da Rainha para a manifestação de Lisboa.
Este protesto já foi, entretanto, agendado para várias outras cidades portuguesas. Foram ainda criados eventos em Londres e nos EUA e Canadá.
Manifestação: Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas! - Reunião do Conselho de Estado
Lisboa, Palácio de Belém, 18h. Ver evento no facebook.
Aveiro, Praça do Município, 18h. evento no Facebook.
Coimbra, Pç 8 de maio, 18h. Evento no Facebook.
Faro, Largo da Sé - Cidade Velha, 18h. Evento no Facebook.
Guarda, em frente à Câmara Municipal, 18h. Evento no Facebook.
Pombal, Jardim Municipal, 18h. Evento no Facebook.
Ponta Delgada, Portas da Cidade, 9h. Evento no Facebook.
Porto, Avenida dos Aliados, 10h. Evento no Facebook.
Santa Maria da Feira, Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, 9h30. Evento no Facebook.
Viseu, Rossio, 18h. Evento no Facebook.
Angra do Heroísmo, Alto das Covas, 17h30. Evento no Facebook.
Bragança, Pç Cavaleiro Ferreira, 18h. Evento no Facebook.
Funchal, Palácio São Lourenço, 18h. Evento no Facebook.
Leiria, Fonte Luminosa, 18h. Evento no Facebook.
Moncorvo, Pç Francisco Meireles, 18h. Evento no Facebook.
Torres Novas, Praça 5 de Outubro, 18h. Evento no Facebook.
Londres, EUA e Canadá
Braga, dia 22 de setembro, Av. Central, 15h.

0 Mais de 15 mil confirmam no Facebook presença nos protestos de sexta-feira

Mais de 15.100 pessoas confirmaram até às 17 horas de hoje na rede social Facebook que vão participar na sexta-feira nas concentrações de protesto em pelo menos 15 cidades portuguesas enquanto decorre a reunião do Conselho de Estado em Lisboa.
Com a convocatória pretende-se que às 18 horas de sexta-feira as pessoas se reúnam em frente à residência oficial do Presidente da República, em Belém, onde decorre o Conselho de Estado, e também em praças centrais de outras cidades.
Mais de 10.500 pessoas confirmaram até às 17 horas, no Facebook, que vão ao protesto em Lisboa, enquanto no Porto a iniciativa decorre em frente à câmara e deverá contar com mais de 1.900 aderentes.
Os protestos convocados na rede social têm ainda aderentes nas capitais de distrito Aveiro (312), Braga (751), Bragança (69), Coimbra (417), Faro (272), Guarda (33), Leiria (41) e Viseu (251). Também há aderentes ao protesto em Pombal, Santa Maria da feira, Moncorvo e Torres Novas.
Nos Açores, há concentrações previstas em Angra do Heroísmo e Ponta Delgada e, na Madeira, no Funchal. Em Angra, havia 31 confirmados até às 17:00, que pretendem concentrar-se no Alto das Covas para ir depois até à residência oficial do representante da República.
Nos EUA e no Canadá há 73 pessoas que aderiram ao protesto, que deverá também ter representantes em Londres.
Ainda de manhã, Cavaco Silva deverá ser recebido em Évora por uma manifestação contra a actual «política que destrói o país», convocada para as 10 horas pela União dos Sindicatos do Distrito de Évora (USDE), afecta à central sindical CGTP, para as 10 horas, junto às instalações da Embraer.
O coordenador da USDE, Valter Lóios, realçou que os trabalhadores querem aproveitar a presença de Cavaco Silva e de outros responsáveis políticos para exigir “uma política alternativa que ponha fim ao roubo que estão a fazer aos trabalhadores, nomeadamente nos salários e nos direitos”.
O Presidente da República reúne na sexta-feira o Conselho de Estado, numa altura em que sobe a pressão para que o Governo recue nas alterações à Taxa Social Única e aumentam os sinais públicos de crise na coligação governativa.
A reunião do órgão político de consulta do Presidente da República foi anunciada na passada sexta-feira como tendo o tema ‘Resposta europeia à crise da Zona Euro e a situação portuguesa’, uma semana depois de o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter apresentado novas medidas de austeridade para 2013.
A contestação às medidas foi expressa nas ruas em manifestações que reuniram no sábado passado centenas de milhar de pessoas em várias cidades do país, sob o lema ‘Que se lixe a `troika’, queremos as nossas vidas’, também convocada por Facebook.
Há oito anos, a 27 de Junho de 2004, uma outra manifestação, esta contra a possibilidade de Santana Lopes vir a assumir o lugar de primeiro-ministro na sequência da demissão de Durão Barroso, juntou em frente ao Palácio de Belém cerca de 3.000 pessoas.
A manifestação foi convocada informalmente através de milhares de mensagens SMS, numa das primeiras iniciativas do género em Portugal e ainda antes do sucesso das redes sociais. A ideia surtiu efeito e pessoas de todas as idades aderiram à manifestação contra a ascensão ao cargo de primeiro-ministro do vice-presidente do PSD, na sequência da nomeação de Durão Barroso para a presidência da Comissão Europeia e pela realização de eleições antecipadas.
O protesto acabou por não conseguir de imediato os seus objectivos, uma vez que o então Presidente da República, Jorge Sampaio, indigitou Pedro Santana Lopes como primeiro-ministro a 12 de Julho. No entanto, poucos meses mais tarde, Sampaio acabaria por utilizar a «bomba atómica» de dissolução da Assembleia da República no final de Novembro, o que conduziu à demissão do Governo e à realização de eleições antecipadas, que deram ao PS liderado por José Sócrates a sua primeira maioria absoluta.
 

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