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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

0 HÁ FOTOGRAFIAS DOS NOSSOS FILHOS QUE NÃO PODEM ESTAR NA INTERNET

«Há fotografias dos nossos filhos que não podem estar na internet. Não podem ou não devem, dependendo da vossa opinião sobre o nível de segurança, a que devem sujeitar a exposição das fotografias dos vossos rebentos.

Hoje li este post, e tratando-se da segurança dos nossos filhos em temas que tão sensíveis como pedofilia e/ou rapto, achei obrigatório trazê-lo para a Up To Lisbon Kids, para chegar ao maior numero  de leitores possível.
Não é nada que não saibamos e que não estejamos alerta, mas por vezes tornamo-nos descuidados mesmo com o que nos é mais importante na vida. Será que está a seguir à linha as instruções de segurança, quando se trata de colocar fotografias dos seu filhos na internet?
«Há fotografias dos nossos filhos que não podem estar na internet. Não podem ou não devem, dependendo da vossa opinião sobre o nível de segurança, a que devem sujeitar a exposição das fotografias dos vossos rebentos.
Estive a pesquisar um pouco depois de falar com uma entendida nesta matéria, muito minha amiga mas que não se quis deixar identificar, e os conselhos que encontrei foram comuns. Resolvi então partilhar alguns destes alertas convosco.
Julgo que já devem saber sobre os perigos de fotografar as vossas crianças com dispositivos móveis mas ainda não vos tinha escrito sobre as precauções que devemos ter ao partilhar fotos na net.
Apresento-vos hoje meia dúzia de cuidados a ter, ao partilhar fotografias de crianças:
1 – Fotografias de bebés só de fralda, nus ou a tomar banho.Muitas vezes estes retratos são raptados por verdadeiros pedófilos e colocados a circular em várias redes criminosas. Lembre-se que pode acontecer com qualquer uma de nós e já se descobriram inúmeros episódios destes em Portugal.
2 – Fotografias de crianças com a farda do colégio.Já cometi esse erro, aqui me confesso. Neste caso foi no Facebook e já lá fui apagar. Através da farda facilmente se identifica a escola e por vezes até o ano que frequentam. Se um criminoso tiver acesso ao nome dos pais, da criança e da escola… o resultado pode não ser positivo. É só uma questão de não nos “pormos a jeito”.
3 – Fotografias com pistas sobre a morada da criançaSempre que fotografem os vossos filhotes perto de casa, tenham o cuidado de não captar prédios, nomes de lojas ou montras que possam denunciar o sitio onde mora. Pelo menos nas fotografias que tenciona partilhar na web.
4 – As fotografias que os seus filhos não quererão ver divulgadas quando forem mais crescidos.Todas sabemos que o bulling está na ordem do dia e sempre que partilharmos alguma gracinha dos nossos filhotes, devemos ter em conta que eles poderão não achar graça alguns anos mais tarde. Ou pior, poderão outros tentar aproveitar-se dessa exposição exagerada.
5 – Fotografias de crianças sem que os pais tenham autorizado.Imaginem que uma “amiga” de uma amiga resolve partilhar a fotografia do vosso filhote numa daquelas páginas com um número gigante de fãs. A proliferação da dessa foto pode vir a ser quase infinita. É impossível poder depois controlar ou contactar as pessoas que tiveram acesso a ela. É quase como publicar uma fotografia de uma criança num jornal de grande tiragem, sem pedir permissão aos encarregados de educação. Digo é quase pois é pior. Uma fotografia na internet pode chegar mais longe que qualquer capa de jornal em papel.
6 – Fotografias com identificações de GPS.Muitos dos telemóveis com GPS, se não desligarmos essa função, tornam publico, no vosso Facebook ou Instagram, o local de onde vocês estão a partilhar as fotografias. Já pensou que um ladrão ou um raptor poderá ter acesso aos seus passos ou antecipar o horário das suas deslocações?
Entretanto, nas minhas pesquisas descobri no Diário Digital, que a Polícia Judiciária recebeu em média, em 2012, seis participações por dia de crianças e jovens desaparecidos em Portugal. (não encontrei dados de 2013)
Para terminar, pergunto a todas as que se dizem mães responsáveis, se vão continuar a alimentar os vossos Facebooks, Blogues, Instagrams e afins, com fotografias em condições apetecíveis a qualquer pedófilo ou raptor mal intencionado?

Quem sou eu para criticar seja quem for, aliás fiz questão de admitir que algumas vezes, sem pensar, cometi várias destas imprudências. Mas, na minha opinião, depois de termos acesso a este “lembrete”, deveríamos minimizar todo e qualquer risco desagradável, principalmente quando se trata das  fotografias dos nossos filhos. Não acham?

sexta-feira, 8 de março de 2013

0 Parlamento Europeu treina "patrulha de trolls" para controlar a opinião pública

O Parlamento Europeu decidiu investir 2,5 milhões de euros numa campanha de propaganda para infiltrar "trolls" nas redes sociais com o objectivo de "controlar a opinião pública", sobretudo em casos onde se manifeste "euroceticismo".


A formação dos "trolls" começa ainda este mês, para que a sua ação se faça sentir antes e durante as eleições europeias de 4 a 8 de Junho de 2014.
A informação foi divulgada a partir de documentos secretos sobre despesas e estratégias de ação obtidos pelo correspondente em Bruxelas do jornal britânico Daily Telegraph. Os gastos vão ser feitos numa ocasião em que as instituições comunitárias procedem a cortes orçamentais nunca vistos na história da integração europeia.
Os "trolls", que em terminologia de internet se podem caracterizar segundo os conceitos de agente provocador ou agente desestabilizador, devem funcionar, segundo um documento interno do Parlamento Europeu, como instrumentos de controlo da opinião pública de modo a identificar o mais cedo possível se debates de natureza política entre seguidores de redes sociais e blogues têm potencial para atrair "o interesse" dos cidadãos e dos meios de comunicação social.
A actividade da "patrulha de trolls", como já é conhecida entre alguns eurodeputados, deve prestar "especial atenção" aos países onde os sentimentos eurocéticos têm vindo a desenvolver-se.
Um documento interno do Parlamento Europeu citado pelo Daily Telegraph afirma que "os comunicadores institucionais do PE têm que estar preparados para controlar as conversações e os sentimentos no terreno em tempo real, para identificar tópicos dominantes e de ter a capacidade de reagir rapidamente, de maneira direta e relevante, associando-se às conversas e influenciando-as, por exemplo contribuindo com factos e números para desconstruir mitos".
A notícia do correspondente do Daily Telegraph cita ainda um documento interno que revela a existência, no interior do setor administrativo do Parlamento Europeu, de opiniões dissonantes sobre o assunto, ao reconhecer que "são muito ténues as linhas que separam a comunicação institucional da comunicação política".
No entanto, a estratégia do processo foi aprovado pelo gabinete administrativo do Parlamento já em Julho do ano passado. O documento principal intitula-se "linhas políticas para a informação institucional e a campanha de comunicação". Parte do principio de que é necessário combater a degradação constante da imagem da União Europeia decorrente da gestão da crise e da aplicação das políticas da austeridade. Situação que o documento define como um "nítido contraste" entre uma realidade de "insegurança crescente e instabilidade financeira" e as promessas de "liberdade, segurança e justiça social com um próspero mercado interno".
Instruções para os "trolls" sobre este assunto são exemplificadas da seguinte maneira: "de maneira a contrariar a perceção de que 'a Europa é o problema' necessitamos de comunicar que a resposta aos desafios existentes é 'mais Europa' e não 'menos Europa'".
Artigo publicado no portal do Bloco no Parlamento Europeu.

domingo, 16 de dezembro de 2012

0 Pinto Balsemão admite que será necessário "limitar desinformação" da Internet

O papel da Internet e das redes sociais na configuração do espaço público foi hoje questionado num debate em Coimbra, tendo o empresário Pinto Balsemão admitido a necessidade de limitar o que for “desinformação”.
Francisco Pinto Balsemão, presidente da SIC, disse que na Internet, incluindo nas redes sociais, nos anos mais recentes, são veiculadas informações com importância noticiosa, mas referiu que, “misturado com isto tudo, há rumores que nunca são confirmados”.
“As redes sociais vieram agravar este fenómeno”, disse o antigo primeiro-ministro, ao intervir numa conferência subordinada ao tema “Democracia, novos media/novos poderes”, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Coimbra e da Fundação Bissaya Barreto.
Na sessão, a terceira de um ciclo integrado nas comemorações dos 300 anos do nascimento de Jean-Jacques Rousseau, participaram também José Manuel Fernandes, José Pacheco Pereira, Miguel Morgado e Viriato Soromenho Marques, tendo cabido a moderação ao jornalista Henrique Monteiro.
Uma “grande parte” das pessoas “abdica da sua privacidade para publicar informação sua na ‘net’ e nas redes sociais”, afirmou Pinto Balsemão.
Os cidadãos “que defendem a liberdade de expressão” poderão ser levados a exigir que “sejam colocados limites a essa desinformação”, acrescentou.
“Até que ponto devemos ser tolerantes com a intolerância?”, perguntou o fundador do semanário Expresso, afirmando que ele próprio já foi “vítima disso” na Internet.
Nos meios de comunicação virtuais, “há dificuldade em saber quem é quem”, criticou.
Pinto Balsemão referiu que, para reagir a estes problemas, importa que “os meios ditos tradicionais mantenham as suas funções de mensageiro de filtrador, de veiculador de opiniões e de ‘aguilhão’ da opinião pública”.
Também o ex-eurodeputado Pacheco Pereira considerou que “não é possível haver sociedade democrática sem haver mediações”, as quais podem ser efetuadas através “do saber, do conhecimento profissional, do tempo institucional, do direito e das regras”.
A democracia “é a vontade da maioria”, mas a ela deve acrescentar-se “o império da lei”, adiantou.
“A democracia é feita para garantir que decisões não populares possam responder a outras necessidades que não são aquelas que impulsionam o voto popular”, afirmou o comentador político e antigo eurodeputado do PSD.
Para o professor universitário Viriato Soromenho Marques, “o excesso de informação ruidosa” é hoje um dos problemas das sociedades.
“Ninguém pode esperar que, com um artigo de jornal ou um programa de televisão, possa passar da ignorância à sabedoria”, disse, realçando que “a comunicação social ajuda a definir uma agenda pública para a esfera pública”.
O jornalista José Manuel Fernandes, por seu turno, criticou “um certo jornalismo de pé de microfone” que às vezes o deixa “enfadado”.
Os jornalistas “têm alguma culpa na crise dos média” e na “perda de audiências”, acusou.
Para os políticos, “a obediência à agenda mediática” tem “uma razão forte democrática de ser”, defendeu, por seu turno, Miguel Morgado, assessor político do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
Miguel Morgado justificou esta afirmação com a ideia de existir atualmente “uma ‘des-sintonia’ entre o tempo político e o tempo mediático” à qual os políticos procuram adaptar-se, uma vez que eles “são os representantes da opinião popular”.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

0 Facebook vai começar a cobrar por promoções e ofertas de empresas

O Facebook vai começar a cobrar pela funcionalidade que permite às empresas promover produtos ou serviços, numa altura em que os investidores de Wall Street exigem que a rede social comece a fazer dinheiro.


 O serviço Facebook Offers – lançado no início do ano e que permite a qualquer empresa promover produtos e serviços junto dos utilizadores que carregaram no botão "Gosto" na sua página oficial e junto dos amigos desses utilizadores – é gratuito, mas a agência Reuters avança que vai começar a ser pago "nas próximas semanas", a partir de um mínimo de cinco dólares e variando de acordo com a dimensão das páginas das empresas.

Desde que entrou em bolsa, em Maio passado, o Facebook tem sido pressionado a mostrar que pode tornar-se numa máquina de fazer dinheiro, mas a verdade é que as acções da empresa já caíram mais de 40%.

O potencial comercial do Facebook ainda não se concretizou, em parte porque as empresas têm tido a oportunidade de aproveitar uma série de ferramentas gratuitas para atrair mais consumidores.

"O pagamento de anúncios relacionados vai levar as empresas a focarem-se nas pessoas e nos locais a que querem chegar", disse à Reuters Gokul Rajaram, responsável pelo departamento do Facebook que gere a publicidade e as páginas de empresas.

Rajaram recusou-se a revelar quantas promoções foram feitas até agora através do Facebook Offers, mas afirmou que a empresa está "muito satisfeita" com "o sucesso" do serviço. "É por isso que estamos a expandi-lo e a investir nele", concluiu.
 

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