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domingo, 19 de maio de 2013

0 AUSTERIDADE É DESCULPA PARA ESCRAVIZAR E ROUBAR AS SUAS REFORMAS E IMPOSTOS, PARA A BANCA

Não deixe de ver este video... Não feche os olhos à verdade, o mundo, o país e todos nós, dependemos da responsabilidade que cada um sente em ajudar o todo. "É urgente que percebam isso. Temos que expulsar os bancos internacionais dos nossos países."
Descubra para onde são desviados os seus impostos, tornando vãos os seus sacrifícios.
Para além dos desvios levados a cabo pela corrupção politica, que já conhecemos, há ainda a máfia da banca, nacional e não só.
Quer saber porque sobem os impostos e os governos continuam a dizer que não há dinheiro?
Quer saber porque pagamos cada vez mais e temos cada vez menos serviços sociais?
Quer saber porque pagamos mais e mais portagens?
Quer saber porque pagamos mais taxas moderadoras?
Quer saber porque estamos cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos?
Quer saber porque o terão de cortar nas suas reformas?
Quer saber porque estão a tentar privatizar as reformas, com a desculpa de as assegurar?
Quer saber porque a banca pede emprestado a 1% e  empresta ao estado a 6 e 7%?
Quer saber porque o governo cumpre instruções da UE, inclusive aplica mais austeridade que a exigida, e tudo funciona ao contrário do que nos dizem?
Porque estamos a descontar para a banca e não para o estado. 
Porque a banca domina os governos e ele obedecem.
Já engoliram os países do 3º mundo agora estão empenhados em fazer o mesmo à UE e EUA.

Ao minuto 10, o autor do video explica, o que nos espera, quando todos perdermos a soberania e os direitos. 
Todos devemos sentir-nos igualmente responsáveis pelo mal que causamos sendo ausentes e ignorando. Assim como pelo bem que fazemos quando tentamos ajudar.

No parlamento Europeu já há quem denuncie a banca e os seus esquemas devastadores, que já há muito tempo deveriam ter sido detidos pelos governos. Godfrey Bloom denuncia o esquema por detrás do Imposto de Transacções Financeiras

"O mundo em que vivemos hoje é o resultado da nossa consciência colectiva  e se quisermos um mundo novo, cada um de nós precisa assumir a responsabilidade de ajudar a criá-lo." Rosemary Fillmore Rhea

"Estamos a viver um novo tipo de ditadura"
Os políticos, aqui, não contam. A finança, decide tudo sobre a vida de todos nós.
Marc Tourneuil, torna-se presidente de um dos maiores bancos europeus. A escolha prende-se com o facto de alguns accionistas encararem-no como uma peça facilmente instrumentalizável para atingirem os seus objectivos." COSTA-GAVRAS fonte

E não pensem que é impossível sair deste circulo de destruição... não pensem que o poder destes senhores é incontornável, pois lembrem-se que há países cujos governos não são traidores, cujos governos não venderam os seus países à banca, e que por isso permanecem no seu caminho tranquilos e longe de todo este caos. Exemplos disso são a Suécia, Suiça, Noruega, Finlândia  Nova Zelândia, etc etc





sexta-feira, 26 de abril de 2013

0 GENTE HONESTA É OUTRA LOIÇA!!!! A Reforma da D. Maria Cavaco



Maria Cavaco e as suas reformas...

Ponham bem os olhos nesta reformada CINCO ESTRELAS.

A classe média está a perder poder de compra, porque não sabe ou não quer investir.
Aprendam com quem sabe:
A casinha no Algarve e a reforma são dados pessoais e ninguém teria que meter o bedelho, não fosse o caso do seu esposo,o reeleito Presidente da República, ter explicitamente referido a situação de que a sua esposa tinha apenas 800 euros de reforma.


DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS de MARIA CAVACO SILVA:

- BCP: Conta à ordem nº 882022 (1ª Titular) - 21.297,61 Euros;
- Depósito a prazo: 350.000,00 Euros (vencimento04/04/2011);
- BPI: Conta à ordem nº 60933.5 - 6.557 Euros;
- Depósito a Prazo: 140.000,00 Euros (juro 2,355%,vencimento em 21/02/2011);
- Depósito a Prazo: 70.000.00 Euros (juro 2.355%,vencimento em 20/03/2011).
- PPR: 52.588,65 Euros;
- Acções detidas:
BPI - 6287;
BCP - 70.475;
BRISA - 500;
COMUNDO - 12;
ZON – 436;
Jerónimo Martins - 15.000;
- Obrigações BCP FINANCE: 330 unidades (Juro Perpétuo 4.239%);
FUNDOS DE INVESTIMENTO:
- Fundo AVACÇÕES DE PORTUGAL - 2.340 unidades;
- Milenium EURO CARTEIRA - 4.324.138 unidades;
- POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND - 118.841.510 unidades !!!!

Para uma "professora reformada" com 800 euros esta poupança é simplesmente incrível não acham???????l!
E AINDA ESTÁ POR NASCER ALGUÉM MAIS SÉRIO DO QUE O MARIDO!!!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

0 Neste momento já se é criminoso por se trabalhar, então se for funcionário público é considerado quase terrorista. Agora até os reformados são atacados?

O Governo quer impor uma espécie de taxa social única aos pensionistas, uma forma de os reformados contribuírem para a sua própria reforma. A notícia faz a manchete da edição de hoje do Jornal de Negócios e levantará certamente alguma polémica nos próximos dias.

Segundo o jornal, a proposta que está a ser estudada pelo Governo passa pela criação "de uma contribuição permanente para a Segurança Social e a Caixa Geral de Aposentações (CGA), o que faria com que, na prática, passasse a haver três tipos de agentes a financiar o sistema: trabalhadores, empresas e os próprios beneficiários, os reformados".

O Jornal de Negócios faz contas a uma eventual taxa de 5 por cento sobre todas as reformas da CGA e da Segurança Social e chega à conclusão que uma medida desse tipo teria um potencial de receita de 950 milhões de euros. O Governo, diz o jornal, está a pensar que esta medida será para vigorar a partir de 2014, em substituição da contribuição extraordinária de solidariedade que o Tribunal Constitucional autorizou em regime temporário e de exceção.

Segundo alguns constitucionalistas ouvidos pelo Negócios, que não são citados na notícia, não será possível ao Governo cortar nas pensões e salários, mas o facto de o Tribunal Constitucional (TC) ter aceite uma taxa transitória que é, no fundo, uma contribuição dos próprios reformados para a Segurança Social. "O facto de o sistema previdencial assentar em quotizações de trabalhadotres e contribuições das empresas, não obsta a que possa recorrer a outras fontes de financiamento", diz o acórdão do TC.

segunda-feira, 11 de março de 2013

0 O que deves saber para não te roubarem a reforma

Agora querem fazer-nos acreditar que o envelhecimento da população leva ao desastre. Esquecem o crescimento da produtividade: nos sistemas públicos de pensões financiados por contribuições sociais, o que um trabalhador produzir irá em crescimento, criando maior riqueza, e com isso gerando maiores recursos.


Thomas Malthus era um economista que achava que o volume de recursos existentes no planeta era limitado, fixo e constante. Daí que achasse que o crescimento da população iria chegar a um nível em que não haveria recursos para alimentar e sustentar tanta gente, criando-se um desastre.
A evidência histórica mostra claramente que essa suposição era e continua a ser errada. Como bem mostrou Barry Commoner, o fundador do movimento ecológico progressista (ver o meu artigo “O que os meios espanhóis não disseram sobre o fundador do movimento ecologista mundial”. El Plural, 15/10/12), essa argumentação subestima a capacidade da humanidade de redefinir o que se chamam recursos. A produção de alimentos é um exemplo claro disso. Hoje os Estados dos países de alto nível de desenvolvimento económico pagam aos agricultores para produzirem menos, pois há uma superabundância de alimentos a nível mundial. O problema não é de produção, mas sim de distribuição desses alimentos.
Mas a abundante evidência científica que existe contra as teses malthusianas não parece travar a sua promoção, que se reproduz constantemente, inclusive no movimento ecológico conservador, que considera que o crescimento económico em si é negativo, pois está a consumir os recursos que continuam a considerar-se limitados, ignorando, de novo, a capacidade da humanidade de redefinir as categorias “recurso” e “crescimento económico”.
Uma economia pode crescer com base em investimentos militares, por exemplo, ou pode crescer com base em prover serviços às pessoas incapacitadas. E há uma enorme necessidade de que cresçam os setores que têm como objetivo atender às necessidades humanas. A evidência científica mostra claramente que o problema não é o crescimento económico (que supostamente absorve grande quantidade de recursos), mas sim o tipo de crescimento. O crescimento económico pode destruir ou pode criar recursos, dependendo do contexto político e económico que configura esse crescimento.
Mas o malthusianismo não se detém, e continua presente, pois serve interesses, independentemente da motivação dos que – com muito boas intenções – o reproduzem. A nova versão agora é a oposta à malthusiana que, apesar da sua oposição à tese original de centrar o problema na falta de recursos, agora se transfere para o polo oposto, isto é, centra o problema na escassez de população. Explico-me. A queda da fertilidade, um fenómeno que se está a generalizar – especialmente no mundo ocidental –, resultado, em parte, do aumento do nível de vida (e redução da mortalidade infantil) a nível mundial, está a ser apresentada como um fenómeno alarmante, pois dizem-nos agora que o envelhecimento da população leva a um desastre, sem esclarecer muito por que é um desastre. O máximo a que se chega nesta previsão catastrófica é que a Segurança Social não poderá sustentar-se. Terá demasiados reformados por trabalhador a contribuir, e isto levar-nos-á a uma situação insustentável, a não ser que se reduzam dramaticamente as pensões ou sejam privatizadas (argumento que é claramente promovido pelos interesses financeiros que querem meter a mão nas pensões públicas, o volume de dinheiro mais importante nos nossos países).
Como mostrei em vários trabalhos (e ampliei num livro em breve publicado, escrito com Juan Torres, e intitulado “O que deves saber para não te roubarem a reforma”), esse argumento ignora muitos factos que negam as teses catastrofistas. E uma delas é o crescimento da produtividade, que explica que, nos sistemas públicos de pensões financiados por contribuições sociais, o que um trabalhador produzir irá em aumento, criando maior riqueza, e com isso gerando maiores recursos para financiar a Segurança Social. Dean Baker, um dos economistas dos EUA que mais conhecem os sistemas de pensões, indica que em caso de a produtividade crescer nos EUA 1,5% por ano (uma estimativa muito conservadora), a produtividade do trabalhador seria em 2035 40% superior à actual (“The Story of Population Growth: Servants and Their Bosses” em The Guardian, 21/2/13), suficiente para financiar o crescimento do número de pensionistas. É interessante ver como os catastrofistas que antes viam aproximar-se uma catástrofe na China, resultado do seu elevado crescimento demográfico (que consideravam desmesurado), agora ficam alarmados por, pelo contrário, a taxa de fertilidade ter baixado tanto na China que haverá um enorme problema com tantos pensionistas, ao não haver suficientes jovens que os mantenham.
O problema da China (e da Espanha) não é que existam demasiados idosos ou poucos jovens. O problema é que não há suficientes postos de trabalho, e que os que trabalham têm poucos rendimentos, devido aos baixos salários. Ora bem, o que preocupa a muitos destes catastrofistas não é que haja demasiados idosos, mas sim que a diminuição de gente jovem cria uma escassez de trabalhadores que condiciona e determina a necessidade de aumentar os salários. Aí está a sua preocupação. Durante todos estes anos de aplicação das políticas neoliberais vimos uma queda do nível mundial dos rendimentos do trabalho, e isso apesar de um contínuo aumento da produtividade laboral, que foi aumentando a riqueza económica dos países, sem que os trabalhadores, no entanto, se beneficiassem disso. O aumento da riqueza concentrou-se nos rendimentos muito superiores que provêm da propriedade do capital. E aí está o problema. A luta de classes que é ganha em bases diárias a nível mundial pelo capital é que está a criar o problema da sustentabilidade das pensões. Não é nem a transição demográfica nem a falta de recursos. É a enorme concentração da riqueza, derivada de uma superexploração do mundo do trabalho, que está a criar a enorme crise dos Estados do Bem-estar, incluindo a Segurança Social. Se os salários fossem mais altos, se a carga fiscal fosse mais progressiva, se os recursos públicos fossem mais extensos e se o capital estivesse em mãos mais públicas (de tipo cooperativo) em vez de privadas com ânsia de lucro, essas crises social e ecológica (e económica e financeira) não existiriam. Tão claro como isso.
Artigo publicado por Vicenç Navarrona coluna “Domínio Público” no diário PÚBLICO, 7 de março de 2013.
Título original: O problema não é a falta de recursos, mas sim o controle desses recursos

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

0 Pensionistas que ganhem mais de 293 euros/mês têm de entregar IRS

Fisco lembra que dedução específica baixou de 6 mil para 4104 euros amuais sendo necessário a declaração a partir deste patamar

O número de pensionistas que está obrigada a entregar a declaração de IRS vai aumentar em 2013, porque este ano todos os que têm pensões de valor acima de 4104 euros têm de proceder ao preenchimento da declaração.Em 2012 o Governo baixou de 6 mil para 4104 euros a dedução específica dos reformados. Esta mudança, faz com que todos os que têm pensões até 6 mil euros não estivessem obrigados a fazer o acerto de contas anual do IRS.
Agora apenas ficam isentos desta obrigação declarativa os que recebem menos de 4104 euros brutos por ano.
A dedução específica opera, na prática, como uma espécie de “crédito” que o fisco concede às aos contribuintes e que determina que o rendimento sujeito a IRS (o rendimento coletável) apenas seja considerado a partir da parte em que excede o montante daquela dedução.
Em 2010, últimos dados disponíveis, entregaram declarações de rendimento de pensões cerca de 1,9 milhões pessoas., mas em 2013 (quando procederem à entrega da declaração relativa aos rendimentos de 2012), este número deverá aumentar.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

0 A presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente Custódio Sá, eleita pelo PCP, vai reformar-se aos 47 anos,

A presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente Custódio Sá, eleita pelo PCP, vai reformar-se aos 47 anos, idade que terá em Fevereiro quando entrar em vigor a mais recente lista de beneficiários da pensão da Caixa Geral de Aposentações.

De acordo com o Diário da República publicado no dia 8 de Janeiro último, Ana Teresa Vicente, nascida a 28 de Janeiro de 1966, passa a receber uma pensão da Caixa Geral de Aposentações no valor de 1859,67 euros.

Contas feitas, a presidente remete o cálculo do valor da sua reforma para o início da sua carreira, em 1986, ano em que começou a trabalhar na Associação de Municípios do Distrito de Setúbal, como secretária do então coordenador Carlos de Sousa. Ana Teresa Vicente tinha então 20 anos de idade.

0 A actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 X ano) de € 2.315,51.

Quanto mais partilharem, mais pessoas informam!
Partilhem!

Assunção Esteves (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 X ano) de € 2.315,51.
Para que saibam, a Dr.ª Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal (14 X ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 X ano) € 2.370,07.
Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82.
Ou seja, recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07.
Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro!
Se continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?!
Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de 8 anos de serviço já têm direito a reformas na totalidade?
É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras... mas corta é nos nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos.
E vem Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas!
É mesmo preciso ter lata !!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

1 Nuno Gomes novo pensionista

Não me incomoda em nada os clubes que serviu, mas sim a imoralidade. Era bom saber quanto contribuiu para a segurança social e durante quanto tempo.

E também saber se está inválido para trabalhar.

Aos 34 anos de idade e com 16 anos como empregado do Benfica, Nuno Gomes acaba de requerer a Pensão a que tem direito, no valor mensal vitalício de 12.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.



POR FAVOR, REPASSEM. Isto é  o cúmulo!!!! Se não nos indignarmos é porque não merecemos melhor.

Está na hora de fazer uma petição a exigir alteração legislativa que ponha fim a estas  obscenidades.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

0 Reformados e Pensionistas os Mal enterrados (Joaquim Letria)

A REDUÇÃO das reformas e pensões são as piores, mais cruéis, e moralmente mais criminosas, das medidas de austeridade a que, sem culpa nem julgamento, fomos condenados pelo directório tecnocrático que governa o protectorado a que os nossos políticos reduziram Portugal.
Para os reformados e pensionistas, o ano de 2013 vai ser ainda pior do que este 2012. Os cortes vão manter-se ou crescer e, com o brutal aumento de impostos, a subida dos preços dos combustíveis, do gás e da electricidade, e o encarecimento de muitos bens essenciais, o rendimento disponível dos idosos será ainda menor.
Os aposentados são indefesos. Com a existência organizada em função dum determinado rendimento, para o qual se prepararam toda a vida, entregando ao Estado o estipulado para este fazer render e pagar-lhes agora o respectivo retorno, os reformados não têm defesa. São agora espoliados e, não tendo condições para procurar outras fontes de rendimento, apenas lhes resta, face à nova realidade que lhes criaram, não honrar os seus compromissos, passar frio, fome e acumular dívidas. No resto da Europa, os velhos viram as suas reformas não serem atingidas e, em alguns casos, como sucedeu, por exemplo, em Espanha, serem até ligeiramente aumentadas. Portugal não é país para velhos. Os políticos devem pensar que os nossos velhos já estão mortos e que, no fim de contas, estamos todos mal enterrados... 
Por Joaquim Letria

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

0 Relvas recebeu 14 mil euros de reforma

O ministro Adjunto já está reformado. Miguel Relvas, de 51 anos, optou por suspender a sua pensão quando aceitou integrar o Governo liderado por Passos Coelho, dando cumprimento à lei que impede a acumulação de salários com pensões aos titulares de cargos políticos.
A subvenção vitalícia de Relvas é de 2800 euros por mês. No ano passado, a Caixa Geral de Aposentações pagou mais de 14 mil euros ao ministro Adjunto a título de pensão vitalícia, um pagamento que foi suspenso quando tomou posse no actual Governo.
Miguel Relvas junta-se assim a Dias Loureiro, Armando Vara, António Vitorino e Zita Seabra no grupo de políticos que pediram a pensão vitalícia, uma regalia que terminou em Outubro de 2005.
Entretanto, o procurador-geral da República disse ontem que, caso haja ilícitos criminais ou documentos falsos no processo de licenciatura do ministro Adjunto, o Ministério Público terá de actuar. "Se houver ilícitos criminais, se houver documentos falsos, teremos de actuar. O resto, sobre a qualidade do ensino, é da responsabilidade do ministro da Educação" disse Pinto Monteiro, que confirmou que neste momento estão a ser analisados os documentos revelados pela Lusófona, e que a comunicação social tem divulgado, sobre o processo de licenciatura de Miguel Relvas em Ciência Política e Relações Internacionais.
Já o Ministério da Educação adiantou ontem que "em breve" será realizada uma auditoria à Universidade Lusófona, pela Inspecção-Geral da Educação (IGE). Em 2009, a Lusófona já tinha sido alvo de auditoria, no âmbito do plano de fiscalização da IGE.

0 Função pública chega a ganhar mais de 4000EUR de reforma

Quando Passos Coelho falava das pensões altas e dos cortes, será que se estava a referir também à função pública?
A. M. vive no Norte de Portugal. Tem 74 anos e sempre viveu do campo. Não sabe se descontou, pois sempre viveu do campo. Sabe assinar mas ficou pela 4ª classe O Notícia Tuga falou com A. M., uma pessoa simpática que pelos anos de vida que viveu já não se preocupa com política, “já não tenho idade para isso”, diz ela.
Recebe uma reforma de pouco mais de 300EUR. Com isso, e com a ajuda dos filhos, paga a casa onde habita, comida e sobretudo medicamentos. Felizmente não tem nenhum problema crónico, renal ou outro. Não precisa de gastar tanto dinheiro em medicamentos como outas pessoas da mesma idade gastam.
É uma sobrevivente deste país.

Há alguns dias Passos Coelho afirmou que algumas pensões “não correspondem ao valor dos descontos que essas pessoas fizeram”. De quem estaria ele a falar?
Na mesma notícia pode ler-se que “Mas há 5% dos pensionistas, que são mais de metade do regime público, que recebem em média muito mais do que o dobro e na sua maioria não descontaram na proporção do que recebem hoje”.
A Caixa Geral de Aposentações, um organismo da Administração Central, publicou recentemente uma lista de várias páginas de reformados e pensionistas, no Diário da República pelo Aviso 11789/2012.
Isabel Liça, Técnica de Apoio Parlamentar, vai receber 1.112,36EUR de reforma. Já Adélia Sardoeira, Adjunta do Chefe das Finanças, vai receber 2.576,47EUR. O Chanceler António Marques vai receber 3.087,97EUR e António Meireles, Capitão de Mar e Guerra, vai receber 4.892,95EUR.
Estes são apenas exemplos de uma extensa lista que pode ser consultada no DR.
Como sempre, Pedro Passos Coelho é extremamente vago nas suas declarações. Não sabemos quais são as pensões que vão efetivamente sofrer cortes.
Noutro ângulo, Cavaco Silva vai ter um corte de 5.000EUR na sua pensão, que segundo registos públicos era de 11.000EUR.
Será este o Estado Social do qual Passos Coelho fala, onde um “simples” Funcionário Público ganha quase tanto como um Presidente da República? Qual será a solução para o verdadeiro Estado Social?

terça-feira, 6 de novembro de 2012

0 A Segurança Social perdeu 1, 5 mil milhões de euros na bolsa

A Segurança Social perdeu 1, 5 mil milhões de euros na bolsa, avança a edição desta terça-feira do “Correio da Manhã”. Contudo, o Instituto assegura que já recuperou o montante perdido.
"O valor de mercado do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) era de 10.676 milhões de euros no final de Outubro de 2012, valor que é superior em 1.000 milhões de euros ao registado em Janeiro de 2011", refere um comunicado do Ministério da Segurança Social.
"A 31 de Dezembro de 2011, o montante do FEFSS ascendia a 8.872 milhões de euros, dos quais 4.465 milhões correspondiam ao valor da dívida pública portuguesa detida", lê-se no texto.
“Grande parte do valor da dívida pública nacional valorizou 48% no ano de 2012. Já a dívida pública não nacional valorizou 4,55%. A carteira de acções do FEFSS viu assim o seu valor aumentar em 8,1%".
O jornal cita um relatório do Tribunal de Contas, de 2011, que refere que a variação das mais-valias potenciais atingiu 1 531 milhões de euros negativos, resultando num avultado prejuízo para o Fundo de Estabilização Financeira.
Ainda na mesma nota, o Ministério refere que “o desempenho do FEFSS em 2011 foi o resultado do impacto da crise das dívidas, quer directamente na dívida detida, quer indirectamente pelo contágio aos mercados de acções", argumento o governo.
O gabinete de Pedro Mota Soares escreve ainda que "a crise das dívidas soberanas, particularmente nos países do euro, afectou negativamente o desempenho dos mercados de acções, cujos principais índices apresentaram uma rentabilidade negativa".
De acordo com o “Correio da Manhã, o montante perdido no investimento em acções daria para pagar oito meses e meio de reformas.
Acresce ainda, e tal como o i noticiou recentemente, que o governo prevê que o saldo da Segurança Social atinja um nível de ruptura em 2020 e que a partir dessa data todas as prestações actualmente pagas passem a ser suportadas pelo Fundo de Estabilização Financeira, que sem medidas adicionais, só terá dinheiro até 2024, tendo por base uma rendibilidade de 2% a longo prazo. As projecções económicas para 2013 não deverão fazer recuar este cenário.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

0 Novo movimento de aposentados, pensionistas e reformados

Foi apresentado, nesta quarta feira em Coimbra, um novo movimento cívico de aposentados e pensionistas (APRE!), que apela aos órgãos de soberania que travem os cortes nas pensões inscritos na proposta de Orçamento de Estado para 2013. Maria do Rosário Gama, líder do movimento, diz que o "APRE!" vai constituir-se de imediato como associação e que serão criados núcleos distritais.


“APRE!” é a sigla do novo movimento e constitui um acrónimo de aposentados, pensionistas e reformados.
O novo movimento irá solicitar audiências, "com caráter de urgência", ao Presidente da República, à presidenta da Assembleia da República e aos grupos parlamentares. Pretende o "APRE!" ser recebido antes da aprovação do Orçamento de Estado para 2013 (OE), para apresentar as razões da sua oposição aos cortes, sublinhando que foram declarados inconstitucionais em acórdão do Tribunal Constitucional.
"Vamos tentar, por todos os meios que nos é possível, levar para a frente a defesa dos nossos direitos", afirmou à Lusa Maria do Rosário Gama, que em 2011 se aposentou do cargo de diretora da Escola Secundária D. Maria, em Coimbra e que é a líder do novo movimento.
"Vamos-lhe dizer [à presidenta da Assembleia da República] que estamos a ser alvo de um corte nas nossas pensões, que pensamos que será inconstitucional, na medida em que as pensões não podem ser cortadas. As pensões foram-nos atribuídas em função dos nossos descontos", sublinhou Maria do Rosário Gama.
A "APRE!" vai também fazer consultas jurídicas tendo em vista a apresentação, por grupos de pensionistas, de providências cautelares nos tribunais administrativos, para suspender os cortes.
A Lusa salienta que na reunião desta quarta feira, durante a fase das intervenções, vários pensionistas apelaram à luta contra os cortes, pela "defesa da dignidade humana", "pela justiça", "contra o enxovalho".
Refere ainda agência, que um momento de humor, que alastrou às cerca de três centenas de presentes na reunião, foi protagonizado por um dos participantes ao propor para "sócios de honorários" da "APRE!" a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e o Presidente da República, Cavaco Silva, por ambos "serem também reformados".

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

0 Reformados entregam petição contra austeridade no Parlamento

Cerca de meia centena de aposentados exibiam cartazes com frases como: "Envelhecer com dignidade, não queremos caridade", "Queremos lugar em vez de chorar" ou "Tirem-me deste filme". 


 Cerca de 50 reformados concentraram-se frente à Assembleia da República para manifestar o seu descontentamento em relação às medidas de austeridade. A Inter-Reformados (CGTP) entregou uma petição na Assembleia da República "contra as injustiças".

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, marcou presença perante a cerca de meia centena de aposentados que exibiam cartazes com frases como: "Envelhecer com dignidade, não queremos caridade", "Queremos lugar em vez de chorar" ou "Tirem-me deste filme".

Aos jornalistas, Arménio Carlos explicou que uma das razões desta acção deve-se ao "baixo nível das pensões e a redução do poder de compra" das mesmas. "Continuamos a ter uma perda do poder de compra significativa", disse, acrescentando que a CGTP tem uma "posição muito clara e muito firme contra a redução das pensões.

Isto porque "não podemos esquecer que os pensionistas que recebem 600, 800, 1.000 ou 1.500 euros foram pessoas que descontaram de acordo com os seus rendimentos para que tivessem uma contribuição da segurança social equivalente aos descontos que fizeram".

Por isso, "não queremos que se verifiquem políticas em Portugal assistencialistas e caritativas em que se procuram eleger os pensionistas com 1.000 euros como ricos para se justificar a redução das pensões a essas pessoas. Queremos é que o contro celebrado seja respeitado", defendeu Arménio Carlos.

A Inter-reformados, estrutura de reformados/aposentados/pensionistas da CGTP-IN entregou na Assembleia da República 167 folhas com 5.012 assinaturas relativas à petição.
 

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