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domingo, 5 de janeiro de 2014

0 Atenção à nova técnica de “roubo” das gasolineiras

Tenham atenção à nova técnica das gasolineiras nos aldrabarem! Como podes ver neste vídeo, a pessoa fez todos os passos para abastecer, só que não colocou a mangueira no carro, e para surpresa deles ainda nem tinha saído nenhum combustível e já estava a contar. Não sabemos até que ponto isto pode ser um erro da bomba que vemos no vídeo, ou então uma nova técnica das gasolineiras ganharem mais um milhões. Nas próximas vezes que for abastecer o seu carro, não custa nada esperar alguns segundos antes de abastecer só para ter a certeza que não está a ser aldrabado. Passem a mensagem!



sábado, 14 de dezembro de 2013

0 Pagar para reclamar: Médicos ponderam taxar quem apresentar queixa

“As pessoas reclamam por tudo e por nada”, desabafa o bastonário da Ordem dos Médicos, que pretende cobrar uma taxa aos utentes que apresentem uma queixa. José Manuel Silva explica ao DN que “muitas vezes” as reclamações são feitas “sem fundamento”.

A Ordem dos Médicos (OM) quer “controlar” as queixas contra clínicos que ‘entopem’ os Conselhos Disciplinares. Em entrevista ao Diário de Notícias, o reeleito bastonário, José Manuel Silva, sustenta a decisão com as crescentes reclamações que ‘entopem’ os Conselhos Disciplinares regionais da OM.
“O modelo ainda não está fechado”, salienta o responsável, mas já está previsto nos novos estatutos da OM, ‘arquivados’ desde fevereiro para discussão com o Governo e posterior aprovação no Parlamento. “É uma espécie de taxa moderadora na apresentação da queixa ou por altura do pedido de recurso”, complementou o bastonário.
“Não pode ser um valor elevado que coarte o direito das pessoas de apresentarem a sua queixa. Pode ser só para decisões de recurso ou um ‘fee’ para uma participação que, se a pessoa tiver razão, será devolvida”, acrescentou José Manuel Silva.
De acordo com os dados apresentados pelo DN, a OM abriu 1717 inquéritos nos últimos três anos e apenas 375 resultaram em condenações dos médios. A maioria dos casos foi arquivada por falta de fundamento. “As pessoas reclamam por tudo e por nada”, desabafou o bastonário: “primeiro porque é fácil fazê-lo, depois recorrem porque também é fácil”.
A medida justifica-se, segundo José Manuel Silva, porque “os Tribunais são mais brandos que a Ordem dos Médicos”. “Nós vamos provar isso”, garantiu: “queremos mostrar que não toleramos casos em que haja violações éticas e deontológicas”.
Embora o bastonário tenha assegurado que, “à semelhança da taxa moderadora, as pessoas carenciadas não pagariam”, a intenção de ‘pagar para reclamar’ já foi contestada pelo Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde (MUSS).
“A OM tem-se oposto às taxas moderadoras porque não têm servido para reduzir o acesso aos serviços. Aqui não estamos a falar de cuidados de saúde. Não deve haver cobrança de taxas moderadoras em nenhuma circunstância, não faz sentido que se usem para moderar as queixas dos utentes”, adiantou o porta-voz, Manuel José, citado pelo DN.
“Era um retrocesso as pessoas deixarem de se queixar. Se houver taxas, obviamente, as pessoas vão deixar de o fazer”, complementou.

domingo, 19 de maio de 2013

0 AUSTERIDADE É DESCULPA PARA ESCRAVIZAR E ROUBAR AS SUAS REFORMAS E IMPOSTOS, PARA A BANCA

Não deixe de ver este video... Não feche os olhos à verdade, o mundo, o país e todos nós, dependemos da responsabilidade que cada um sente em ajudar o todo. "É urgente que percebam isso. Temos que expulsar os bancos internacionais dos nossos países."
Descubra para onde são desviados os seus impostos, tornando vãos os seus sacrifícios.
Para além dos desvios levados a cabo pela corrupção politica, que já conhecemos, há ainda a máfia da banca, nacional e não só.
Quer saber porque sobem os impostos e os governos continuam a dizer que não há dinheiro?
Quer saber porque pagamos cada vez mais e temos cada vez menos serviços sociais?
Quer saber porque pagamos mais e mais portagens?
Quer saber porque pagamos mais taxas moderadoras?
Quer saber porque estamos cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos?
Quer saber porque o terão de cortar nas suas reformas?
Quer saber porque estão a tentar privatizar as reformas, com a desculpa de as assegurar?
Quer saber porque a banca pede emprestado a 1% e  empresta ao estado a 6 e 7%?
Quer saber porque o governo cumpre instruções da UE, inclusive aplica mais austeridade que a exigida, e tudo funciona ao contrário do que nos dizem?
Porque estamos a descontar para a banca e não para o estado. 
Porque a banca domina os governos e ele obedecem.
Já engoliram os países do 3º mundo agora estão empenhados em fazer o mesmo à UE e EUA.

Ao minuto 10, o autor do video explica, o que nos espera, quando todos perdermos a soberania e os direitos. 
Todos devemos sentir-nos igualmente responsáveis pelo mal que causamos sendo ausentes e ignorando. Assim como pelo bem que fazemos quando tentamos ajudar.

No parlamento Europeu já há quem denuncie a banca e os seus esquemas devastadores, que já há muito tempo deveriam ter sido detidos pelos governos. Godfrey Bloom denuncia o esquema por detrás do Imposto de Transacções Financeiras

"O mundo em que vivemos hoje é o resultado da nossa consciência colectiva  e se quisermos um mundo novo, cada um de nós precisa assumir a responsabilidade de ajudar a criá-lo." Rosemary Fillmore Rhea

"Estamos a viver um novo tipo de ditadura"
Os políticos, aqui, não contam. A finança, decide tudo sobre a vida de todos nós.
Marc Tourneuil, torna-se presidente de um dos maiores bancos europeus. A escolha prende-se com o facto de alguns accionistas encararem-no como uma peça facilmente instrumentalizável para atingirem os seus objectivos." COSTA-GAVRAS fonte

E não pensem que é impossível sair deste circulo de destruição... não pensem que o poder destes senhores é incontornável, pois lembrem-se que há países cujos governos não são traidores, cujos governos não venderam os seus países à banca, e que por isso permanecem no seu caminho tranquilos e longe de todo este caos. Exemplos disso são a Suécia, Suiça, Noruega, Finlândia  Nova Zelândia, etc etc





sexta-feira, 26 de abril de 2013

0 BPN A Roubalheira Continua

MAIS UMA GRANDE FALTA DE VERGONHA DAS MÁFIAS QUE NOS GOVERNAM.

ENQUANTO O POVO CONTINUA A SER OBRIGADA A PRIVAR-SE DOS CUIDADOS DE SAÚDE MAIS BÁSICOS, DEVIDO ÀS ELEVADAS TAXAS MODERADORAS, SABE-SE AGORA QUE O S.N.S CONTINUA A PAGAR A EMPRESAS DO GRUPO BPN PARA PRESTAREM SERVIÇOS. ESTAMOS A FALAR DE MILHÕES (ALÉM DOS QUE FORAM JÁ APLICADOS A FUNDO PERDIDO POR TODOS OS CONTRIBUINTES"

" Estado contrata grandes devedores do BPN
Contas feitas por baixo, a Galilei - grupo que sucedeu à SLN, ex-dona do BPN - já cobrou ao Serviço Nacional de Saúde mais de €50 milhões. Isto apesar da dívida, superior a €1,5 mil milhões, que o Tesouro atribui àquela holding e aos seus acionistas de referência, em créditos e ativos tóxicos


Parecia que estávamos a tratar de segredos de Estado. Após dias a fio de troca de "e-mails" e telefonemas, o gabinete do ministro da Saúde, Paulo Macedo, lá "libertou" a informação de que o SNS, em 2011 e 2012, tinha pago, no âmbito dos cuidados primários (Unidades de Saúde Familiar/Centros de Saúde), perto de €5 milhões à IMI e à Cedima, clínicas de exames complementares de diagnóstico detidas a 100% pela Galilei, que as herdou da SLN.
Mas a VISÃO, através de fontes absolutamente fidedignas, descobriria, numa escala financeira bem maior, mais €46,5 milhões em contratos hospitalares públicos com a Galilei, que até incluem uma PPP e a gestão de um Serviço de Imagiologia. Assunto polémico - no mínimo."

sexta-feira, 12 de abril de 2013

0 Neste momento já se é criminoso por se trabalhar, então se for funcionário público é considerado quase terrorista. Agora até os reformados são atacados?

O Governo quer impor uma espécie de taxa social única aos pensionistas, uma forma de os reformados contribuírem para a sua própria reforma. A notícia faz a manchete da edição de hoje do Jornal de Negócios e levantará certamente alguma polémica nos próximos dias.

Segundo o jornal, a proposta que está a ser estudada pelo Governo passa pela criação "de uma contribuição permanente para a Segurança Social e a Caixa Geral de Aposentações (CGA), o que faria com que, na prática, passasse a haver três tipos de agentes a financiar o sistema: trabalhadores, empresas e os próprios beneficiários, os reformados".

O Jornal de Negócios faz contas a uma eventual taxa de 5 por cento sobre todas as reformas da CGA e da Segurança Social e chega à conclusão que uma medida desse tipo teria um potencial de receita de 950 milhões de euros. O Governo, diz o jornal, está a pensar que esta medida será para vigorar a partir de 2014, em substituição da contribuição extraordinária de solidariedade que o Tribunal Constitucional autorizou em regime temporário e de exceção.

Segundo alguns constitucionalistas ouvidos pelo Negócios, que não são citados na notícia, não será possível ao Governo cortar nas pensões e salários, mas o facto de o Tribunal Constitucional (TC) ter aceite uma taxa transitória que é, no fundo, uma contribuição dos próprios reformados para a Segurança Social. "O facto de o sistema previdencial assentar em quotizações de trabalhadotres e contribuições das empresas, não obsta a que possa recorrer a outras fontes de financiamento", diz o acórdão do TC.

quinta-feira, 21 de março de 2013

0 Fuga ao fisco e branqueamento de capitais: da "Operação Furacão" ao "Monte Branco"

A história de uma das maiores operações de fraude fiscal organizada pela banca e apanhada pela justiça arrisca-se a chegar ao fim sem que ninguém seja acusado. Na "Operação Furacão" desencadeada em 2005, os crimes fiscais ou prescrevem ou são perdoados em troca do pagamento do imposto em falta. Muitos voltaram a ser apanhados noutro esquema de branqueamento de capitais. A maioria aproveitou a amnistia oferecida pelo Governo para repatriar as fortunas e escapar às acusações, voltando a transferi-la em seguida para fora do país.

Foi no fim de 2005 que o Ministério Público arrancou com a Operação Furacão, iniciando buscas no BES, BCP, Finibanco e BPN. Percebeu-se depois que a visita da polícia e dos magistrados não era propriamente uma surpresa para os alvos das buscas: por exemplo, Oliveira e Costa obrigou alguns funcionários do BPN a passarem todo o fim de semana a empacotar documentos do Banco Insular para ficarem a salvo das buscas. Alguns foram encontrados anos mais tarde numa fábrica desativada na Vila das Aves e outros terão seguido num contentor para Cabo Verde. O Ministério Público abriu um inquérito à fuga de informação, arquivou-o em 2007 e hoje toda a gente admite que se não tivesse acontecido a fuga de informação, o escândalo BPN teria rebentado dois anos mais cedo, evitando-se parte do prejuízo.
O esquema de fraude fiscal era proposto a centenas de empresários pelos bancos, que criavam e controlavam empresas sedeadas em paraísos fiscais, que por sua vez emitiam faturas por transações fictícias, permitindo às empresas escapar ao fisco e cobrando comissões entre 6% e 12% do valor da fraude. O relatório anual de 2011 da Procuradoria Geral da República apontava para 460 arguidos, entre pessoas e empresas, com a perspetiva de o Estado poder vir a arrecadar 185 milhões de euros em impostos não pagos, em troca do perdão dos crimes fiscais de empresários e banqueiros. Na altura, estavam em curso 11 investigações e 74 inquéritos já tinham sido concluídos e suspensos contra o pagamento da dívida, envolvendo 126 pessoas e 91 empresas.  Entre as empresas beneficiárias da fraude estão alguns dos maiores grupos empresariais portugueses, como o grupo Amorim, Mota-Engil, Soares da Costa, Porto Editora, Visabeira, Estoril Sol, Media Capital, entre muitas outras que continuam longe do olhar do resto dos contribuintes que cumprem as suas obrigações.
Outro aspeto importante deste processo é que já estavam prescritos boa parte dos crimes fiscais descobertos pela polícia e magistrados nas buscas efetuadas aos bancos e empresas em 2005. O roubo aos contribuintes só entre 1998 e 2001 foi avaliado pelo Ministério Público em mais de 200 milhões de euros, mas a banca e as empresas envolvidas no esquema fraudulento não tiveram de devolver um tostão pela sua prática criminosa.
Mega-investigação comprometida por falta de preparação
Reduzida a mera operação de recuperação de imposto não pago, a investigação da "Operação Furacão" foi perdendo fôlego e meios. Em 2010, Maria José Morgado, coordenadora das investigações, justificava os atrasos nas investigações com a falta de meios e de preparação do Ministério público para lidar com a complexidade da criminalidade económica. Também o relatório anual da PGR se queixa da falta de recursos humanos para este processo e o do BPN, por exemplo, chegando a compará-los com os meios dedicados à investigação de crimes semelhantes na Europa. Declarações que confirmam o que toda a gente sabe: em Portugal, os bancos continuam a andar sempre um passo à frente da Justiça.
O fraco resultado da operação foi apontado até pelo advogado de vários arguidos dos inquéritos desta megafraude fiscal. António Lobo Xavier, que entretanto foi nomeado pelo Governo para chefiar a comissão que vai reformar o imposto pago pela banca e pelas empresas, afirmava em 2011 que "os procuradores e os funcionários da administração fiscal têm trabalhado muito mas são poucos" e no caso dos trabalhadores do fisco, "estão sobrecarregados com a dimensão dos processos em que colaboram com o Ministério Público".
Mostrando-se sensibilizado com a situação dos homens e mulheres que investigam os crimes fiscais dos grupos financeiros e económicos que representa, Lobo Xavier disse mesmo que "até faz impressão as condições em que têm de trabalhar" os procuradores e os inspetores tributários. Palavras que dizem quase tudo quanto ao falhanço de mais um megaprocesso anunciado como de combate à criminalidade financeira, mas que não amedrontou nenhum banqueiro e  apenas serviu para cobrar impostos não pagos.
Do Furacão ao Monte Branco, as fortunas repetem-se
A prática de branqueamento de capitais e fuga ao fisco continuou depois da "Operação Furacão" e alguns dos arguidos que viram os seus processos suspensos voltaram a ser apanhados em 2012 na "Operação Monte Branco", que envolve montantes de fuga ao fisco ainda maiores que os detetados em 2005, calculados entre 800 e 1000 milhões de euros. Desta vez, o esquema de fraude fiscal e lavagem de dinheiro sob investigação durou entre 2006 e 2012 e era liderado por Michel Canals, presidente da Akoya Asset Managment e antigo quadro do banco suíço UBS, responsável pela gestão de fortunas acima de 30 milhões de euros. Para além de Canals, os primeiros detidos em maio de 2012 foram os seus sócios na Akoya Nicolas Figueiredo e José Pinto, também ex-UBS, onde foram responsáveis pelos clientes portugueses e brasileiros. Outro arguido é Ricardo Arcos, ex-quadro da UBS em Lisboa e dono da ArcoFinance, empresa semelhante à Akoya.
Em dezembro do ano passado, o gestor angolano Álvaro Sobrinho, presidente do BES Angola, revelou ser acionista da Akoya, através de uma sociedade chamada Coltville. Sobrinho também assumiu deter a propriedade, em parceria com outros quatro familiares, da offshore Pineview Overseas, dona da Newshold (que detém o semanário "Sol", 15% da Cofina, 1,7% da Impresa), que era na altura candidata à privatização da RTP, o que motivou o comunicado de Sobrinho. As ligações da Akoya ao universo financeiro angolano fizeram cruzar as investigações do "Monte Branco" à do Estoril Sol Residence, o empreendimento imobiliário de luxo que é um condomínio da elite político-financeira do regime de Eduardo dos Santos, como revela o jornalista Rafael Marques no site Maka Angola.
O percurso da Akoya e do capital angolano cruza-se com a presença de Ana Bruno, advogada que representa dezenas de offshores na administração de várias empresas. Foi a Ana Bruno que Michel Canals fez o telefonema a que teve direito quando foi detido no Porto com os seus sócios, na véspera do torneio de golfe que patrocinava no seleto Oporto Golf Club, em Espinho, onde estavam inscritos empresários de sucesso e ex-governantes de Cavaco Silva.
Duarte Lima e a loja de medalhas onde entravam malas de dinheiro
Logo a seguir às primeiras buscas e detenções, a imprensa divulgou que entre os clientes da Akoya estavam algumas das maiores fortunas do país, como a do presidente do BES, Ricardo Salgado, também ouvido na investigação, Oliveira e Costa, o banqueiro do BPN acusado de vários crimes, ou Duarte Lima. O ex-deputado do PSD detido preventivamente na investigação a uma das fraudes no BPN terá ajudado a polícia com informações sobre a rede e acabou por ir para casa com pulseira eletrónica. Segundo a revista Visão, a relação de Lima com Canals vem de há muitas décadas, tendo ambos gerido parte da fortuna do milionário Feteira em disputa pelos herdeiros. Terá sido através do telemóvel de Duarte Lima registado na Suíça, usado para contactar a rede de forma segura, que o ex-deputado fez a chamada que a polícia brasileira juntou como prova para o incriminar pelo assassinato de Rosalina Ribeiro, a secretária do milionário que era co-titular das suas contas na Suíça.  
Alguns dos clientes da rede usavam os serviços de Francisco Canas, dono de uma loja de medalhas que já fora agência de câmbios na baixa lisboeta, que transferia o dinheiro que lhe entregavam em malas para uma conta em seu nome do BPN IFI, de Cabo Verde, voltando a circular para contas no BPN em Portugal ou para outros bancos no estrangeiro. Francisco Canas, também conhecido por "Zé das Medalhas", cobrava 1% do dinheiro que branqueava. Quando foi detido, estava a levantar 450 mil euros em notas numa agência do BIC (ex-BPN) para entregar a Canals, que o distribuiria pelos seus clientes na sua visita ao Porto. Canas decidiu mostrar uma lista com mais de 400 nomes à polícia, que se calcula sejam responsáveis pela fuga ao fisco de 100 milhões de euros nos últimos cinco anos. Segundo o Expresso, Duarte Lima seria um dos clientes mais importantes, responsável por um terço do total do dinheiro lavado na loja de medalhas. Mas a defesa do advogado admite apenas ter entregue quantias próximas dos 2 milhões.
Investigação anima corrida à nova amnistia para a evasão fiscal 
A operação Monte Branco em maio de 2012 desencadeou uma corrida às regularizações extraordinárias de impostos - o processo RERT III, aberto por este Governo com prazo até julho do mesmo ano. Ricardo Salgado foi um dos beneficiários desta amnistia fiscal, em que os milionários que colocavam as suas fortunas longe do alcance do fisco português passaram a poder trazê-las de volta, pagando uma pequena percentagem e assim obtendo a garantia de não serem importunados pela justiça sobre esses crimes fiscais. Segundo dados das Finanças, foram declarados 3,4 mil milhões de euros, taxados a 7,5%, o que permitiu ao fisco arrecadar 258,4 milhões de euros. O Governo de Sócrates tinha feito duas iniciativas semelhantes e nessa altura arrecadou cerca de metade deste valor.
Uma boa descrição da operação foi feita pelo ex-banqueiro do BPP João Rendeiro, quando afirmou no seu blogue em junho de 2012 que "depois do Blitz mediático, a operação Monte Branco segue o seu curso normal. Já atingiu – e de que maneira – o seu objetivo principal que foi o de “acagaçar” os potenciais alvos levando-os a preventivamente fazerem o RERT III". Para o diretor do Jornal de Negócios, Pedro Santos Guerreiro, o RERT III "é uma fatura comprada de inocência" ou "o imposto do branqueamento legal". "Nas últimas semanas entraram malas de dinheiro em Portugal. Dinheiro que havia saído ilegalmente, passou por cá, foi amnistiado, pagou imposto e voltou, quase todo, a sair. Sem cheiro nem mácula, uma limpeza. Limpando consciências. Limpando até culpas de casos como o Monte Branco, de Michel Canals. O cofre do Fisco é um lavatório", resumiu o jornalista.

quarta-feira, 20 de março de 2013

0 EDP transfere contratos para mercado livre sem autorização ou assinatura dos clientes

Submeter um formulário num site significa aderir. No entanto, não existe informação de adesão no site. Segundo a EDP, o contrato “não serve para nada”.
A EDP “sofreu” com o mercado livre. Para isso, na altura da liberalização do mercado de energia, criou uma empresa do mesmo grupo e com o mesmo fim. Existem portanto duas empresas: EDP Comercial que actua no mercado livre e EDP Universal que actua no mercado com tarifa fixa.
Estas empresas não deixam de ser do mesmo grupo, antes pelo contrário, como se irá poder ver, basta o preenchimento de um formulário no site para uma adesão. A mão de uma empresa lava a outra mão da outra empresa.


O formulário online

No formulário online que está disponível aqui, após total preenchimento, somos informados que teremos um contacto brevemente. Das três pessoas que o Tugaleaks tem conhecimento que foram afectadas pela passagem contratual sem assinatura ou concordância, todos receberam o contrato para assinar. Não o enviaram, mas de nada valeu. A alteração foi efectuada.
De ressalvar ainda que existe a obrigatoriedade no formulário da EDP Comercial de facultar os dados a terceiros para markting e de indicar o NIB para ser cobrada a mensalidade da luz por débito directo. Sem a checkbox da cedência de dados, não se pode avançar com o contrato.
EDP transfere contratos para mercado livre sem autorização dos clientes


O contrato

Segundo contacto telefónico do Tugaleaks com a EDP (ambas as empresas) indicaram que não era preciso documentos. A EDP Universal indicou que “não havia documentos para comprovar a mudança” e que “se outro operador pedir, nós cancelamos”. Por outro lado, a EDP Comercial indicou que “o contrato não serve para nada”, mas não nos soube indicar se uma adesão via site tinha validade legal.
Já nas condições gerais do contrato, é indicado no ponto 2.2 que “O Contrato entra em vigor na data da sua assinatura (…)”. Temos três casos onde isso não foi preciso. Os contratos chegaram a casa dos clientes, mas continuam lá.
O Tugaleaks não tem até ao momento conhecimento de qualquer empresa além da EDP Comercial a praticar esta ilegalidade. Encaminhámos por isso os afectados por esta situação, escandalosa e danosa, para o Provedor do Cliente EDP. Mas sendo empresas do mesmo grupo, será que vai existir algo a fazer se não “comer e andar”.

EDP sem responder

Contactámos a EDP através dos contactos para Jornalistas, e identificamo-nos como Movimento Cívico que tinha detectado uma irregularidade no funcionamento da EDP, com a intenção de publicar a informação no nosso website. Foi-nos informado um e-mail de Rute F. (decidimos ocultar o nome completo) para o qual foram enviadas algumas questões. Recebemos recibo de leitura, mas não recebemos resposta.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

2 A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, liderada por Maria da Luz Rosinha, comprou duas tapeçarias murais decorativas de Portalegre por 47 170 euros.

Contactado pelo CM, o gabinete de comunicação da presidente justificou a despesa com "a política de aquisição de acervo cultural para o espólio municipal" da autarquia. Além disso, refere a mesma fonte que "as duas tapeçarias, adquiridas para a coleção do Museu do Neo-Realismo [único do País], reproduzem duas obras de dois nomes incontornáveis das artes plásticas em Portugal: Nadir Afonso e Rogério Ribeiro".
As peças em causa estarão expostas este ano: uma no salão nobre da câmara municipal e outra no Museu do Neo-Realismo.
O contrato de aquisição das tapeçarias à empresa Manufatura de Tapeçarias de Portalegre Unipessoal Lda foi publicado na página da internet do Governo sobre os contratos públicos a 29 de outubro de 2012.
Apesar das dificuldades económicas gerais, o Município de Vila Franca de Xira conseguiu chegar a 2013 de boa saúde financeira, segundo a própria autarca, na altura da apresentação do orçamento da câmara municipal para este ano, cerca de 71,1 milhões de euros.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

0 A banca rouba. Ganha milhões emprestando dinheiro que nem existe.

Como fazer dinheiro do nada, gerar riqueza a agiotas.

 

 

Explicação fácil, neste video, de como se enriquecem os bancos ás custas da exploração dos cidadãos. Uma das formas mais fáceis de enriquecer sem produzir, apenas explorando, as necessidades alheias. 
A lei não permite esta usurpação descarada, pactua com ela e beneficia dela.




 

DERIVATIVOS - A MELHOR EXPLICAÇÃO DE SEMPRE!
O dinheiro é como um castelo de areia... 
Heidi é a proprietária de um bar em Detroit.
Certo dia ela apercebe-se que praticamente todos os seus clientes são alcoólicos desempregados e, como tal, não podem continuar a beber e a pagar o que consomem no seu bar.
Para resolver este problema, ela aparece com um novo plano de marketing que permite aos seus clientes beber agora, mas pagar mai...s tarde. Ela mantém o controle das bebidas consumidas num "livro de calotes" (criou deste modo uma concessão de empréstimos aos clientes - alcoólicos desempregados). O facto de no bar de Heidi se permitir "beber agora, pague depois" (estratégia de marketing) é espalhado pelas redondezas pelos alcoólicos desempregados e, como resultado, um número crescente de clientes inunda o Bar de Heidi.
Assim, ela consegue o maior volume de vendas em relação a qualquer bar em Detroit.
Ao proporcionar aos seus clientes a "liberdade" de pagarem depois, Heidi não encontra resistência pela parte dos mesmos, quando, em intervalos regulares, aumenta substancialmente o seu preço para o vinho e a cerveja, as bebidas mais consumidas.
Consequentemente, o volume de vendas brutas de Heidi aumenta enormemente
Um jovem e dinâmico, vice-presidente do banco local, reconhece que estas dívidas dos clientes constituem valiosos ACTIVOS FUTUROS e aumenta o limite de endividamento de Heidi, que de outro modo não poderia continuar a pagar aos seus fornecedores de bebidas.
Ele não vê motivos para qualquer preocupação indevida, já que ele tem as dívidas dos ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS como garantia.
Na sede do banco, comerciantes peritos descobrem uma forma de fazer enormes comissões ao transformar as dívidas desses clientes (ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS) em empréstimos BEBEBONDS, ALCOLBONDS e VOMITBONDS.
Esses títulos são então empacotados e comercializados em mercados internacionais; investidores ingénuos que não fazem ideia daquilo a que os títulos dizem respeito (DÍVIDAS DE ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS) estão a comprá-los como títulos AAA garantidos (AAA é o RATING máximo de segurança com que as EMPRESAS DE RATING - pagas pelo banco emissor- classificam os vários títulos - BONDS).
No entanto, os preços dos títulos sobem continuamente, e os títulos em breve se tornam os itens mais vendido por algumas das casas de títulos da nação.
Um dia, e apesar de os preços dos títulos ainda estarem em alta, um gerente de risco do banco local original decide que chegou a hora de exigir o pagamento das dívidas suportadas pelo bebem no bar de Heidi.
Ele então informa Heidi.
Heidi, então, pede o pagamento das dívidas dos seus clientes, mas sendo estes ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS, não podem pagar as suas dívidas de consumo. Como Heidi não pode cumprir as suas obrigações de empréstimo, ela é obrigada a declarar falência, o seu bar fecha e os onze funcionários perdem o emprego.
Durante a noite, BEBEBONDS, ALCOLBONDS e VOMITBONDS sofrem uma queda no preço da ordem dos 90%. O valor patrimonial desmoronou, o vínculo destrói a liquidez dos bancos e impede a emissão de novos empréstimos congelando assim o crédito à actividade económica na comunidade.
Os fornecedores do bar de Heidi tinham-lhe concedido generosas extensões de pagamento e tinham investido os seus fundos de pensão em títulos BOND diversos. Eles agora são confrontados com a necessidade de amortizar a dívida de Heidi e apercebem-se com desgosto da perda de mais de 90% do valor anterior dos títulos que adquiriram.
O fornecedor de vinho avança também com um pedido de falência, fechando as portas de uma empresa familiar, que pertencia à família há três gerações; o fornecedor de cerveja é comprado por um concorrente, que decide fechar imediatamente a fábrica local e demite 150 trabalhadores.
Felizmente, porém, o banco, a correctora e seus respectivos executivos são salvos e resgatados por um multibilionário encaixe financeiro conseguido pelos seus "amigos" no governo.
Os fundos necessários para o resgate são obtidos através da criação de novos impostos cobrados sobre os empregados, de classe média, não-bebedores que nunca estiveram no Bar de Heidi.
Entenderam agora como funciona? 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

0 A presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente Custódio Sá, eleita pelo PCP, vai reformar-se aos 47 anos,

A presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente Custódio Sá, eleita pelo PCP, vai reformar-se aos 47 anos, idade que terá em Fevereiro quando entrar em vigor a mais recente lista de beneficiários da pensão da Caixa Geral de Aposentações.

De acordo com o Diário da República publicado no dia 8 de Janeiro último, Ana Teresa Vicente, nascida a 28 de Janeiro de 1966, passa a receber uma pensão da Caixa Geral de Aposentações no valor de 1859,67 euros.

Contas feitas, a presidente remete o cálculo do valor da sua reforma para o início da sua carreira, em 1986, ano em que começou a trabalhar na Associação de Municípios do Distrito de Setúbal, como secretária do então coordenador Carlos de Sousa. Ana Teresa Vicente tinha então 20 anos de idade.

0 A actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 X ano) de € 2.315,51.

Quanto mais partilharem, mais pessoas informam!
Partilhem!

Assunção Esteves (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 X ano) de € 2.315,51.
Para que saibam, a Dr.ª Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal (14 X ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 X ano) € 2.370,07.
Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82.
Ou seja, recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07.
Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro!
Se continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?!
Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de 8 anos de serviço já têm direito a reformas na totalidade?
É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras... mas corta é nos nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos.
E vem Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas!
É mesmo preciso ter lata !!

sábado, 5 de janeiro de 2013

0 Banif - A trágica semelhança

Começámos o ano com a notícia de que boa parte dos cortes e impostos da sobre-austeridade de 2013 – 1.100 milhões de Euros – vai ser canalizada para salvar mais um banco. Desta vez o BANIF, um banco pequeno pelos habituais critérios de medição, pouco maior que o BPN no ano em que foi nacionalizado. Artigo de João Neves, publicado em IAC.


Este montante, que representa mais um aumento na dívida pública portuguesa, destina-se a reforçar o capital do BANIF para que este cumpra o rácio entre capital e activos de 10%, um rácio que mede a proporção de capital investido pelos accionistas do banco para financiar a sua actividade, nomeadamente a de conceder crédito.
Este rácio de 10% resulta dos compromissos assumidos pelo governo português no memorando com a troika e tinha de ser atingido em 2012, o que poderá explicar a razão para o anúncio desta medida mesmo no final do ano.
Em traços gerais, o plano de capitalização anunciado prevê a compra de acções pelo estado de 700 milhões de Euros, um empréstimo sob a forma de obrigações (convertíveis em acções) de 400 milhões de Euros (perfazendo os 1.100 milhões de Euros de fundos públicos) aos quais se juntarão, em Junho deste ano,  450 milhões de Euros de accionistas privados.
Estas medidas não são novas. Outros bancos privados – o BPI e o BCP – já beneficiaram destas injeções de capital público. A grande diferença – e trágica semelhança com o caso do BPN – é que estes dois bancos têm mesmo uma importância relevante no sistema bancário português, ao passo que o BANIF é um banco de pequena dimensão. O próximo gráfico compara o montante da ajuda concedida com a dimensão (medida pelo activo):

A partir dos balanços consolidados dos bancos em Junho 2012. Fonte APB.
O montante do socorro ao BANIF é ainda mais questionável se verificarmos que, em Junho de 2012, o banco anunciava que o rácio de capital prudencial era de 8.4% e que o seu capital total seria de 822 milhões de Euros. Ou seja, um banco que não andaria muito longe de alcançar o objectivo fixado pela troika precisa de duplicar o seu capital para fechar o pequeno intervalo que vai de 8.4% para 10%.  O que é que se passou nos últimos seis meses? Ou pior, o que é que já se tinha passado mas não estava reflectido nas contas publicadas?
Para além disto, o Estado já apoiou o BANIF garantindo empréstimos actualmente no montante de 1.150 milhões de Euros. Ou seja, se o banco falir o Estado arriscou por nós 2.250 milhões de euros repartidos entre capital investido (os 1.100 milhões agora anunciados) e empréstimos garantidos (1.150 milhões).
As comparações são recorrentes mas necessárias. O dinheiro que está em jogo nesta aposta – é disso que se trata – cobriria mais de metade dos cortes com o estado social que nos vão anunciar em breve; chegaria, por exemplo, para pagar o salário anual médio em Portugal a 185.000 pessoas.
Em troca dos cortes continuamos a ter o mesmo: perguntas sem resposta. Que operações fez o banco para destruir quase por completo a sua base de capital? Quem contraiu empréstimos e não os vai pagar? Quantos bancos mais estão nestas circunstâncias? Até quando vão dinheiros públicos sanar dívidas privadas?
A troika reservou 12.000 milhões de Euros para operações como esta. Hoje estão gastos 5.600 milhões (com o BPI, o BCP e agora o BANIF). O direito de conhecer a verdadeira dimensão dos problemas bancários é flagrante. O dever de a desvendar é inevitável.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

0 Dívida de Portugal rendeu 57% a quem nela investiu

Enquanto os portugueses são esmagados pelo pagamento dos juros da dívida, há quem ganhe muito com ela. O ranking elaborado pela Bloomberg revela que o investimento em obrigações do tesouro português deu um retorno de 57%, o mais alto da Europa, quase o dobro do que renderam as obrigações da Irlanda.

Bancos e investidores que compraram títulos da dívida portuguesa tiveram uma rendibilidade excecional: 57% no ano de 2012, a mais alta da Europa, segundo o ranking elaborado pela agência de informações económicas Bloomberg, em conjunto com a EFFAS – European Federation of Financial Analysts Societies.
Em segundo lugar aparecem os títulos da dívida irlandesa, que renderam 29,3%, seguindo-se a Itália (+20,75%), a Bélgica (+16,6%) e a Áustria (10,5%).
A Bloomberg afirma que 2012 foi o melhor ano de sempre para a dívida soberana europeia (retorno anual de 12%), o maior desde que a Bloomberg começou a reunir dados para este ranking, em 1999. A agência atribui este desempenho ao compromisso assumido em Julho pelo presidente do BCE, Mário Draghi, que prometeu “fazer o que for preciso” para salvar o euro.
“Portugal, Irlanda e Itália tiveram um excelente resultado”, disse à Bloomberg Mohit Kumar, chefe de estratégia no Deutsche Bank. “O apoio ao mercado fornecido pelo BCE afastou o risco de venda agressiva em qualquer dos mercados e uma rutura da zona euro”.
Os bancos portugueses foram os principais beneficiados deste retorno, porque compraram muitos títulos no mercado. Esta estratégia deu bons frutos às instituições financeiras e também aos pequenos investidores, cujo interesse em aplicar poupanças em dívida do Estado subiu, face às rendibilidades elevadas.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

0 MAIS UMA VERGONHA NACIONAL... PARTILHEM SFF!

Uma vez que falamos de radares, esta é uma forma de colocação dissimulada ou escondida dos radares de velocidade é, à luz do Direito português, um método enganoso, dissimulado, abusivo ou capcio
so, de obtenção de prova fotográfica, sendo proibido e censurável à luz dos princípios jurídicos que informam a nossa ordem jurídico-legal, e é, portanto, ilegal e anti-constitucional nos termos e segundo as disposições legais conjugadas dos artigos n. 120, 1, alín. d, do Código Processo Penal e n. 32, 8 da Constituição da República.

Quem vir isto, ou tiver sido autuado por estes meios, no seu próprio interesse, ou em sua defesa invoque a nulidade desta prova obtida contra si, denuncie ao Ministério Público e às próprias polícias, para serem chamados à responsabilidade e punidos os autores policiais destes meios ilícitos de obtenção de prova.

Ora, estes radares devem estar visíveis e à vista desarmada, e só desta maneira podem captar imagens fotográficas para os fins contra-ordenacionais e rodoviários próprios.

Partilhem esta notícia, poderá ser útil para os teus amigos.

sábado, 29 de dezembro de 2012

0 Já escolheu o seu fornecedor de luz? Tem até ao dia 31 para evitar penalizações

O mercado regulado de electricidade termina no dia 31 de Dezembro, mas os consumidores domésticos têm um período transitório de três anos (ou seja, até ao final de 2015) para escolher o seu novo fornecedor de luz no mercado livre. Mesmo que queira manter o mesmo fornecedor (a EDP, por exemplo, que é líder de mercado) tem de contactar a empresa para realizar um novo contrato no mercado livre.
No entanto, caso queira continuar no mercado regulado será sujeito a um aumento de 2,8% na sua factura no primeiro trimestre. Caso continue sem negociar um novo contrato no mercado livre, essa “multa” será revista de três em três meses até 31 de Dezembro de 2015 pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)
Neste momento há cerca de 4,6 milhões de consumidores domésticos e 1,1 milhões de gás que continuam no mercado regulado e que começam a sentir essa pressão para fazer a mudança. Por isso mesmo, o ideal é escolher o novo operador até ao final deste ano, dia 31 de Dezembro, para que possa fugir a estes aumentos.
Mas nem tudo são facilidades. Para evitar “escolhas à pressa”, a Associação de Defesa dos Consumidores (Deco) aconselha os consumidores a reunirem primeiro todas as ofertas disponíveis no mercado livre e respectivos preços para poderem seleccionar a melhor proposta. Para isso terão de saber exactamente os dados de consumo anuais de energia de forma a escolherem a potência adequada. “Pior que fazer uma mudança à pressa é fazer uma má mudança”, diz ao i Vítor Machado, da Deco, alertando ainda que “há clientes ainda têm potências contratadas demasiado elevadas para as suas necessidades”.
Segundo o mesmo, o máximo de potencia contratada deverá ser de 6,9 kVA, mas admite que consumidores com potências de 3,45 e 4,6 kVA “apresentam o mesmo nível de conforto”.
Melhores apostas A oferta da Iberdrola na luz e da Goldenergy no gás (empresa do grupo Dourogás) são consideradas pela Deco as soluções mais económicas para os consumidores (ver números ao lado). “A Goldenergy é o fornecedor com custos mais baixos, ultrapassando a poupança os 80 euros anuais face ao tarifário mais caro, o da Galp On Comfort Care”, refere o responsável, afirmando ainda que “a Iberdrola é a melhor solução no caso da luz e a oferta da Goldenergy é imbatível”.
Vítor Machado diz ainda que o mercado liberalizado apresenta propostas mais interessantes na tarifa simples, mas a tarifa bi-horária da EDP é a que permite maior poupança: 117 euros por ano face à tarifa mais cara (a EDP Verde, que obriga à contratação de uma potência de 6,9 kVA) e, quando comparada com a tarifa regulada, apresenta uma diferença de 48 euros por ano.
Contratos de fidelização Um dos aspectos que os consumidores devem ter em conta na escolha do seu fornecedor no mercado livre diz respeito aos contratos de fidelização. “Com excepção da Endesa e da Goldenergy, todas as outras empresas exigem um período de fidelização de pelo menos 12 meses, o que é um absurdo. Além disso, os descontos que oferecem, e que variam de 2% a 5%, só são aplicados durante essa fidelização e se por qualquer motivo o cliente quiser desistir durante esse período sofre uma grande penalização. Ou seja, o preço prometido só é válido por um ano.”
O responsável alerta para o risco de os operadores no mercado livre virem a reflectir mais tarde o preço de acesso à rede definido pela ERSE, o aumentaria “inevitavelmente o preço da luz na factura mensal”. De acordo com o mesmo, “o mais certo é os operadores no mercado livre colarem--se aos preços que são praticados no mercado regulado durante esse período”.
No fundo, Vítor Machado compara esta situação com a liberalização do mercado de combustíveis ocorrida em Janeiro 2004 e que teve como consequência um aumento contínuo do preço desta matéria-prima. “Até essa data o governo regulava os preços dos combustíveis e depois da liberalização os operadores passaram a colar o seu preço aos valores praticados pelo líder de mercado. Um exemplo que poderá ser seguido no mercado de electricidade, já que o mercado é português é pequeno, a oferta de fornecedores é reduzida e estamos neste momento a ser pressionados para fazer essa mudança a correr”, conclui.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

0 MULTIBANCO na ZARA (importante e verídico)

ATENÇÃO AOS EXTRATOS BANCÁRIOS

TOCA A COMEÇAR A PAGAR COM "EL CONTADO"... CRIA EMPREGO E ACABA-SE COM OS TRAFULHAS DA PRAÇA.
AS MAQUINAS QUE PAGUEM A CRISE! SÃO ELAS QUE ESTÃO A DESTRUIR A SOCIEDADE...


Cuidado com a Zara e provavelmente outras empresas... com pagamentos
por Multibanco.
Aqui vos envio algo que considero importante partilhar convosco. Pelo
menos, espero que sirva para estarem todos mais atentos aos extractos
bancários...

SE USAREM CARTÃO MULTIBANCO na ZARA, sujeitam-se a
que lhe "mexam na conta", sem o seu conhecimento ou autorização !
Se o vídeo não fosse da Televisão EU NÃO ACREDITAVA que isto fosse possível!

OUÇAM ATÉ AO FIM.
A ZARA tem um acordo com a UNICRE e com os Bancos, em que podem aceder
às contas dos clientes para retirar dinheiro, sem qualquer autorização
dos mesmos (!) ... para acertos de preços!!!
Para quem pense não ser possível retirar dinheiro dum cartão
multibanco sem a autorização do próprio titular... veja este caso!

domingo, 2 de dezembro de 2012

0 A vergonha de ser politico em Portugal, é já incontornável.

Em breve poderemos fazer este mesmo exercício em relação ao percurso de todos os nossos políticos de relevo, e descobriremos finalmente o que é a politica em Portugal, e o mal que faz ao país.
Um saque descarado e sem vergonha, com o único intuito de construir impérios privados e destruir o público.



Sua Alteza Real, D. Mário Soares
Clara Ferreira Alves, no Expresso

"Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me.
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"...
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau, Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai.... e não volta mais."

Resta ainda o buraco deixado no erário público por mais este percurso de desfalques criminosos ao estado português.

> Para quem tem memória curta! Não é por acaso que foi cognominado de viajante...
> A Moral dum exímio gastador!!!!!
> Alguém se lembra do nosso Presidente Soares e das suas viagens?
> Vamos lá fazer um resumo de onde foram gastos milhões dos nossos  impostos, só em viagens, com a sua comitiva... tudo pago pelo contribuinte, claro!

> 1986
> 11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha
> 06 a 09 de Julho - França
> 12 a 14 de Setembro - Espanha
> 17 a 25 de Outubro - Grã-Bretanha e França
> 28 de Outubro - Moçambique
> 05 a 08 de Dezembro - São Tomé e Príncipe
> 08 a 11 de Dezembro - Cabo Verde
>
> 1987
> 15 a 18 de Janeiro - Espanha
> 24 de Março a 05 de Abril - Brasil
> 16 a 26 de Maio - Estados Unidos
> 13 a 16 de Junho - França e Suíça
> 16 a 20 de Outubro - França
> 22 a 29 de Novembro - Rússia
cavaco presidencia despesa
E CADA VEZ ABUSAM MAIS... E MAIS
> 14 a 19 de Dezembro - Espanha
>
> 1988
> 18 a 23 de Abril - Alemanha
> 16 a 18 de Maio - Luxemburgo
> 18 a 21 de Maio - Suíça
> 31 de Maio a 05 de Junho - Filipinas
> 05 a 08 de Junho - Estados Unidos
> 08 a 13 de Agosto - Equador
> 13 a 15 de Outubro - Alemanha
> 15 a 18 de Outubro - Itália
> 05 a 10 de Novembro - França
> 12 a 17 de Dezembro - Grécia
>
> 1989
> 19 a 21 de Janeiro - Alemanha
> 31 de Janeiro a 05 de Fevereiro - Venezuela
> 21 a 27 de Fevereiro - Japão
> 27 de Fevereiro a 05 de Março - Hong-Kong e Macau
> 05 a 12 de Março - Itália
> 24 de Junho a 02 de Julho - Estados Unidos
> 12 a 16 de Julho - Estados Unidos
> 17 a 19 de Julho - Espanha
> 27 de Setembro a 02 de Outubro - Hungria
> 02 a 04 de Outubro - Holanda
> 16 a 24 de Outubro - França
> 20 a 24 de Novembro - Guiné-Bissau
> 24 a 26 de Novembro - Costa do Marfim
> 26 a 30 de Novembro - Zaire
> 27 a 30 de Dezembro - República Checa
>
> 1990
> 15 a 20 de Fevereiro - Itália
> 10 a 21 de Março - Chile e Brasil
> 26 a 29 de Abril - Itália
> 05 a 06 de Maio - Espanha
> 15 a 20 de Maio - Marrocos
> 09 a 11 de Outubro - Suécia
> 27 a 28 de Outubro - Espanha
> 11 a 12 de Novembro - Japão
>
> 1991
> 29 a 31 de Janeiro - Noruega
> 21 a 23 de Março - Cabo Verde
> 02 a 04 de Abril - São Tomé e Príncipe
> 05 a 09 de Abril - Itália
> 17 a 23 de Maio - Rússia
> 08 a 11 de Julho - Espanha
> 16 a 23 de Julho - México
> 27 de Agosto a 01 de Setembro - Espanha
> 14 a 19 de Setembro - França e Bélgica
> 08 a 10 de Outubro - Bélgica
> 22 a 24 de Novembro - França
> 08 a 12 de Dezembro - Bélgica e França
>
> 1992
> 10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos
> 23 de Janeiro a 04 de Fevereiro - India
> 09 a 11 de Março - França
> 13 a 14 de Março - Espanha
> 25 a 29 de Abril - Espanha
> 04 a 06 de Maio - Suíça
> 06 a 09 de Maio - Dinamarca
> 26 a 28de Maio - Alemanha
> 30 a 31 de Maio - Espanha
> 01 a 07 de Junho - Brasil
> 11 a 13 de Junho - Espanha
> 13 a 15 de Junho - Alemanha
> 19 a 21 de Junho - Itália
> 14 a 16 de Outubro - França
> 16 a 19 de Outubro - Alemanha
> 19 a 21 de Outubro - Áustria
> 21 a 27 de Outubro - Turquia
> 01 a 03 de Novembro - Espanha
> 17 a 19 de Novembro - França
> 26 a 28 de Novembro - Espanha
> 13 a 16 de Dezembro - França
>
> 1993
> 17 a 21 de Fevereiro - França
> 14 a 16 de Março - Bélgica
> 06 a 07 de Abril - Espanha
> 18 a 20 de Abril - Alemanha
> 21 a 23 de Abril - Estados Unidos
> 27 de Abril a 02 de Maio - Grã-Bretanha e Escócia
> 14 a 16 de Maio - Espanha
> 17 a 19 de Maio - França
> 22 a 23 de Maio - Espanha
> 01 a 04 de Junho - Irlanda
> 04 a 06 de Junho - Islândia
> 05 a 06 de Julho - Espanha
> 09 a 14 de Julho - Chile
> 14 a 21 de Julho - Brasil
> 24 a 26 de Julho - Espanha
> 06 a 07 de Agosto - Bélgica
> 07 a 08 de Setembro - Espanha
> 14 a 17 de de Outubro - Coreia do Norte
> 18 a 27 de Outubro - Japão
> 28 a 31 de Outubro - Hong-Kong e Macau
>
> 1994
> 02 a 05 de Fevereiro - França
> 27 de Fevereiro a 03 de Março - Espanha (incluindo Canárias)
> 18 a 26 de Março - Brasil
> 08 a 12 de Maio - África do Sul (Tomada de posse de Mandela)
> 22 a 27 de Maio - Itália
> 27 a 31 de Maio - África do Sul
> 06 a 07 de Junho - Espanha
> 12 a 20 de Junho - Colômbia
> 05 a 06 de Julho - França
> 10 a 13 de Setembro - Itália
> 13 a 16 de Setembro - Bulgária
> 16 a 18 de Setembro - - França
> 28 a 30 de Setembro - Guiné-Bissau
> 09 a 11 de Outubro - Malta
> 11 a 16 de Outubro - Egipto
> 17 a 18 de Outubro - Letónia
> 18 a 20 de Outubro - Polónia
> 09 a 10 de Novembro - Grã-Bretanha
> 15 a 17 de Novembro - República Checa
> 17 a 19 de Novembro - Suíça
> 27 a 28 de Novembro - Marrocos
> 07 a 12 de Dezembro - Moçambique
> 30 de Dezembro a 09 de Janeiro 1995 - Brasil
>
> 1995
> 31 de Janeiro a 02 de Fevereiro - França
> 12 a 13 de Fevereiro - Espanha
> 07 a 08 de Março - Tunísia
> 06 a 10 de Abril - Macau
> 10 a 17 de Abril - China
> 17 a 19 de Abril - Paquistão
> 07 a 09 de Maio - França
> 21 de Setembro - Espanha
> 23 a 28 de Setembro - Turquia
> 14 a 19 de Outubro - Argentina e Uruguai
> 20 a 23 de Outubro - Estados Unidos
> 27 de Outubro - Espanha
> 31 de Outubro a 04 de Novembro - Israel
> 04 e 05 de Novembro Faixa de Gaza e Cisjordânia
> 05 e 06 de Novembro - Cidade de Jerusalém
> 15 a 16 de Novembro - França
> 17 a 24 de Novembro - África do Sul
> 24 a 28 de Novembro - Ilhas Seychelles
> 04 a 05 de Dezembro - Costa do Marfim
> 06 a 10 de Dezembro - Macau
> 11 a 16 de Dezembro - Japão
>
> 1996
> 08 a 11 de Janeiro - Angola
>
> Durante os anos que ocupou o Palácio de Belém, Soares visitou 57 países (alguns várias vezes como por exemplo Espanha que visitou 24 vezes e a França 21 vezes), percorrendo no total 992.809 KMS o que
> corresponde a 22 vezes a volta ao mundo...
> Para quê?  Expliquem ao povo para que serviu tanta viagem... Eis um dos porquês do nosso recurso ao acordo da troika.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

0 Junte-se a nós pela verdade nos combustíveis

Basta de alegações enganosas e práticas lesivas. Contamos com o apoio de todos.
Conheça o abaixo-assinado que será entregue ao ministro da Economia.
Se preferir, subscreva pelo 800 203 370. (9h-22h, dias úteis)








 

O TESTE que faltava

Low cost, regular ou premium: escolha o gasóleo mais barato. É tudo igual ao litro. Para acabar com as dúvidas, testámos 4 marcas de gasóleo.
 
 



Abastecemos com 4 combustíveis diferentes

Testámos 4 combustíveis – Galp Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché – e abastecemos 4 carros iguais.
 
 

Percorremos 12 mil quilómetros

Durante um mês, quatro pilotos profissionais conduziram os carros até cada um marcar os 12 mil quilómetros. Recolhemos combustível em postos diferentes de Lisboa a Sines, passando por Alcácer do Sal e Setúbal.

Veredicto final no laboratório

Medimos o consumo e registámos uma diferença sem significado. Também identificámos um efeito semelhante na acumulação de depósitos e no desgaste do núcleo vital do motor.
Medimos o consumo e registámos uma diferença sem significado. Também identificámos um efeito semelhante na acumulação de depósitos e no desgaste do núcleo vital do motor.

Se o impacto é igual, porquê pagar mais? As alegações do gasóleo Hi-Energy e Gforce não correspondem à verdade e já denunciámos às autoridades.


domingo, 25 de novembro de 2012

0 Câmara de Lisboa vai alargar proibição de circulação a carros anteriores ao ano 2000

A Câmara de Lisboa vai limitar ainda mais a circulação de carros antigos na cidade. A partir de abril são proibidos os carros anteriores ao ano 2000, ou seja, um automóvel com 13 anos não poderá entrar no centro da cidade.

 

 

 

sábado, 24 de novembro de 2012

0 Deco conclui que combustíveis são iguais


Deco conclui que combustíveis são iguais


Um estudo realizado pela Deco refere que não existem diferenças para o consumidor entre o gasóleo distribuído pelas bombas “low cost” e o que é vendido nas tradicionais.
A pesquisa, divulgada esta manhã numa conferência de imprensa, conclui que a nível de consumos, emissões poluentes e desgaste dos automóveis os efeitos que os dois tipos de combustível produzem são iguais. “A única diferença é na carteira dos consumidores” diz a Deco.
A associação testou duas bombas “low cost”, de dois hipermercados (Jumbo e Intermarché) e outras duas da Galp, do gasóleo regular ao premium, usando quatro carros novos e recorrendo a pilotos profissionais, que percorreram cerca de 12 mil Km.
Em matéria de consumo, a Deco mediu as diferenças e considerou-as “sem significado”: “0,13 litros aos 100 km entre o pior e o melhor caso, ou seja, uma diferença de 2%”.

A Deco vai lançar um abaixo assinado para pressionar o governo para criar uma entidade reguladora para o sector, de modo a que as entidades investiguem as alegações usadas pelas empresas de combustíveis e que, segundo a associação não foram comprovadas. O estudo e estas reivindicações já foram entregues aos partidos com assento parlamentar e ao Ministério da Economia.
“Os consumidores andam a pagar demais por coisas que nos eram contadas de maneira diferente”, refere o organismo, argumentando que todas as alegações técnicas que têm sido invocadas pelas grandes empresas do sector “têm de ser comprovadas por testes laboratoriais realizados por entidades certificadas e isentas.”
A Deco acrescenta que este estudo revela a necessidade de haver um maior escrutínio da actividade das gasolineiras, por parte do governo. “Vimos que há explicação de comportamentos, mas não há a investigação dos comportamentos”, sublinham os representantes dos consumidores.
A associação entende, por isso, ser urgente não só a criação de um regulador para o sector, mas também a fixação de “coimas realmente eficazes”.


 

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