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terça-feira, 14 de abril de 2015

0 Governo sobre Repórter TVI:O que nós vimos foram pessoas bem instaladas !

Secretário de Estado Adjunto da Saúde considera que nenhuma das afirmações feitas pelos médicos «é demonstrada» na reportagem da TVI

O Secretário de Estado Adjunto da Saúde, Fernando Leal da Cunha, considerou, esta terça-feira, que a reportagem da TVI «1 hora e 35 minutos» demonstra que «os Serviços de Urgência em Portugal funcionam muito bem». 

«É uma reportagem que só vem confirmar a opinião que eu tenho,  que os serviços de urgência em Portugal funcionam muito bem, é uma experiência que confirma que tem picos de afluência, como nós já sabíamos, durante a noite os serviços tendem a encher-se, durante o dia tendem a estar mais vazios, por força da própria orgânica do sistema», afirmou Leal da Cunha aos jornalistas. 

«1 hora e 35 minutos», uma reportagem de Ana Leal com imagem de Romeu Carvalho e edição de João Pedro Ferreira, mostrou que depois do caos nas urgências durante o pico da gripe, os principais problemas que levaram ao congestionamento dos hospitais mantêm-se: há falta de médicos e enfermeiros que chegam a acumular 300 horas a mais de trabalho.    

Durante um mês a equipa de reportagem infiltrou-se em 15 hospitais, e as imagens recolhidas fazem lembrar um cenário de quase terceiro mundo.    
   
Pode ver a reportagem na íntegra aqui 

« O que nós vimos foram pessoas bem instaladas, bem deitadas, em macas com proteção anti queda, em macas estacionadas em locais apropriados, algumas dos quais em trânsito eventualmente para outro serviço.  Vimos pessoas em camas articuladas, vimos pessoas com postos de oxigénio, vimos hospitais modernos, vimos sobretudo profissionais muito esforçados», acrescentou o secretário de Estado. 

Sobre as declarações dos médicos entrevistados na reportagem da TVI, Leal da Cunha diz que nenhuma das afirmações feitas pelos médicos «é demonstrada» e que são «opiniões» de médicos «reputados e reconhecidos militantes do Partido Comunista e da oposição». 

«Os testemunhos dos médicos que eu ouvi, com o devido respeito, conheço-os há bastante tempo, alguns deles são  reputados e reconhecidos militantes do Partido Comunista e da oposição, alguns candidatos a deputados. São pessoas que eu tenho gosto de conhecer há muito tempo e que obviamente estão politicamente motivadas para fazer algumas afirmações, que são opiniões. Nada daquilo é demonstrado», reiterou.

Esta terça-feira, o bastonário d
a Ordem dos Médicos, José Silva, considerou, esta terça-feira, que a reportagem «espelha, efetivamente, a realidade».  

«A Ordem dos Médicos tem vindo a chamar a atenção exatamente para o problema das urgências, que é um problema da saúde em Portugal e para as consequências negativas do exagero de cortes no Serviço Nacional de Saúde (SNS)», afirmou José Silva. 

FONTE : TVI 24

domingo, 18 de janeiro de 2015

0 A minha mãe acaba de falecer há uma hora e meia, no Hospital Garcia d'Orta

Este é o desabafo do Sr. João Carlos Silveira
Peço desculpa pelo que vou dizer mas ESTOU MUITO REVOLTADO!
A minha mãe acaba de falecer há uma hora e meia, no Hospital Garcia d'Orta e, depois de ter dado entrada cerca das 11:00 horas da manhã, só foi vista cerca das 20:15 horas, depois de inclusive eu ter participado de um Médico, para mim indigno da profissão que diz que professa e, depois de muitas outras peripécias na Urgência deste Hospital!
Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, o culpado maior da morte da minha mãe é filho da outra senhora, que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e o gang dos seus lacaios!
Eu hoje vi de tudo naquela urgência... A título só de exemplo, há hora de almoço, as Voluntárias que davam sopa aos doentes em espera a certo ponto deixaram de dar, inclusive à minha mãe, porque já não tinham mais tijelas de plástico para servir sopa... Portanto, quando se acabaram as tijelas, acabou-se a sopa...
Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, a verdade é que são muito poucos para atenderem tanto doente... O Serviço de Saúde está uma miséria e, o nosso querido filho daquela senhora Coelho, cada vez vive melhor!
Não há profissionais suficientes, não há material suficiente, não há camas suficientes, não há macas suficientes (um dos Bombeiros que levou a minha mãe esta manhã, ao chegar e ao mudar a minha mãe da maca da ambulância para outra maca, confessa-me que a outra maca também é dos Bombeiros de Cacilhas, que já lá tem algumas há vários meses, pois o HGO não tem macas suficientes...)
Como é possível que um conhecido que trabalha no HGO, cerca das 22:00 horas ao tentar saber no sistema informático como estava o processo da minha mãe, tenha dado com a informação que a minha mãe tinha tido alta à revelia do parecer do Médico, por vontade própria, com ela deitada numa maca, nos corredores da Urgência ligada ao oxigénio????
Como é possível que cerca das 00:00 horas, ao voltar para junto da maca, vindo da Sala de Espera (de estar a falar com o meu sobrinho) tenha dado com ela com dificuldades respiratórias e, a senhora do lado me ter dito que já tinha chamada a atenção das Enfermeiras para isso e, que uma tinha ido lá abrir mais a pressão do Oxigénio, eu olho para o Manómetro da Botija e, o mesmo estava a ZEROS e ninguém via que a botija já não tinha oxigénio nenhum!!!
Estou revoltado, por tudo aquilo que passei, assisti e vivi hoje no HGO!!!
Como á possível que, a Médica que atendia a minha mãe, cerca da meia noite, à 1:30 horas da manhã me dissesse:
- Olhe, a sua mãe não está bem para ir para casa mas, também não a posso internar, pois não tenho camas disponíveis... Assim, vai ter que ir ficando por aqui...
Isto não é possível a não ser num país de terceiro Mundo, ou num país governado por verdadeiros gatunos, que não têm compaixão por quem está a sofrer, por quem tem (fazia dia 10 de Fevereiro) 90 anos, por quem precisa de ser atendido quando chega ao Hospital, por isso vai a uma Urgência, e não mais de 8 horas depois...
É UMA VERGONHA!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

0 COLOCADA NA RUA PELO HOSPITAL JOAQUIM URBANO NO PORTO!


Uma mulher debilitada com cancro, teve alta do Hospital Joaquim Urbano no Porto mas, sem ter casa para onde ir. Acabou na rua a céu aberto! 

Passou uma tarde nas escadas de uma igreja, até a Segurança Social lhe arranjar um quarto. O inferno em que vive está agora escondido numa pensão.

Os Portugueses estão na mão de porcos que a única coisa que lhes interessa é mostrar resultados. Isto ultrapassa todos os limites mínimos exigíveis ao respeito pela dignidade humana!

Colocar na rua um doente que não tem para onde ir, apenas para vagar uma cama para assim reduzir custos, quando existem dezenas delas vagas no mesmo Hospital, É UM ACTO HEDIONDO SEM PERDÃO!

PARTILHEM! PARTILHEM! PARTILHEM! ATÉ NÃO PODEREM MAIS !!!!!

sábado, 13 de setembro de 2014

0 Novo contraceptivo masculino injectável

Trata-se de um gel com polímeros que bloqueia a passagem dos espermatozóides pelo canal deferente, por onde o esperma circula, impedindo a fecundação. Os ensaios clínicos em humanos devem arrancar no próximo ano.
A solução, denominada Vasalgel, está a ser desenvolvida pela Parsemus Foundation, uma organização sem fins lucrativos norte-americana. De acordo com os criadores, a utilização deste gel tem, sem necessidade de cirurgia, resultados idênticos aos de uma vasectomia.
Porém, ao contrário daquele procedimento, esta é uma alternativa reversível. Até ao momento foram, apenas, realizados testes em animais, mas, em comunicado, os investigadores da fundação afirmam que é possível, a qualquer momento, "expulsar" o polímero do organismo através de uma outra injecção, repondo o fluxo normal de esperma.
O Vasalgel é baseado num outro contraceptivo injectável, o Risug (criado na Índia há cerca de 10 anos e que, desde então, tem sido alvo de ensaios clínicos recorrentes), e, nos últimos seis meses, tem estado a ser testado em babuínos pelos investigadores da Parsemus Foundation.

sábado, 6 de setembro de 2014

0 Vírus Ébola: o embuste

O médico doutorado Dr. Manuel Pinto Coelho no jornal Público afirma: não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial. Saiba mais abaixo...

Tem tanto de extraordinária como de caricata a histeria que vai por esse mundo por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.

A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.

As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.

É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus, tal como acontece com o vírus da SIDA – o VIH é necessário um contacto directo com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.

O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado. Como os doentes infectados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.

Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso, higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas -, a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas médicas de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.

Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.

Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.

Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Através da sábia manipulação da opinião pública, a consequência foi uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros em vacinas usadas e… não usadas, por outro. O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir a duração dos sintomas em menos de um dia, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações.

Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira. A reacção totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o albergue e os cuidados dados a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. O mito dum passageiro africano infectado pela doença, no avião, que poderia infectar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola. À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” importa não enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.



A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto directo com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado.

Não podemos aceitar a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão.


in Público

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

0 Porque o governo americano é detentor da patente do Ébola?

O CDC americano, U.S. Centers for Disease Control (ou Centros de Controlo de Doenças) detém a patente de um determinada estirpe do vírus Ébola, a que chamam EboBun. Será esta a confirmação do que corre pela Internet sobre o vírus ser fabricado, plantado e cuidadosamente testado para o controlo da população mundial?

Falamos da patente número CA2741523A1 datada de 2010.
A patente identifica claramente os detentores como sendo o Governo dos Estados Unidos da América, representado pelo Secretário do Departamento de Saúde e Serviço Humanos do Centro de Controlo de Doenças.
O sumário da patente explica tratar-se de «uma invenção que fornece um vírus humano ébola isolado (hEbola) identificado como Bundibugyo (EboBun) depositado nos Centros de Controlo de Doença e Prevenção de Atlanta, Georgia, Estados Unidos a 26 de Novembro de 2007 com o número de acesso 200706291.»
Continua explicando que «A presente invenção é baseada no isolamento e identificação de um novo vírus humana Ébola, EboBun, recolhido nos paciente que sofriam de febre hemorrágica do surto do Uganda.»
É importante mencionar que esse EboBun não é de todo a variante que percorre hoje em dia a África Ocidental. Claramente o CDC tem de expandir o portfolio de patentes para incluir mais estirpes, e esta pode ser exactamente a razão pela qual os EUA se ofereceram para receber as vítimas de Ébola.

A colheita mórbida!

Pela descrição da patente do vírus EboBun sabemos que o governo americano:
1) Extraiu virus Ebola de pacientes
2) Reclamou direitos de invenção e exploração do vírus
3) Adenda protecção ao monopólio do vírus
Perceber porque tudo isto acontece exige que saibamos o que é uma patente e para que serve. Ora, uma patente é um monopólio de algo legalmente aceite pelos governos e que é exclusivo a particulares ou organizações. Permite então que os detentores da patente sejam exclusivos nos lucros da invenção negando a todos os outros a exploração do mesmo para efeitos lucrativos.
Isto levanta a lógica questão: porque o governo americano reclama a invenção do vírus Ébola e pretende proteger o exclusivo monopólio e utilização do mesmo para fins lucrativos?
O sumário da invenção, na patente, claramente reclama o Governo Americano como proprietário de todos os vírus Ébola desde que partilhem pelo menos 70% de similaridade à estirpe que eles inventaram.
Por outro lado a patente apresenta o genoma completo do hEbola EboBun prosseguindo a explicar que esta patente protege e dá o direito exclusivo de experimentar e propagar o vírus em células hospedeiras, bem como qualquer eventual criação de vacina impedindo seja quem for de fazer a recolha e análise do vírus.
De acordo com o governo americano, a razão pela qual os EUA reclamam os corpos das vítimas de Ébola para que sejam transportados para território americano (alegadamente de forma voluntária) prende-se com a possibilidade de estas vítimas conterem propriedade intelectual americana. O CDC pretende adquirir todas as variantes para análise e expansão de portfolio através da colheita, estudo e potencial criação de vacinas ou estirpes variantes.
ebola-biological-weapon-terrorists.si

O que se está a conseguir?

Nesta espécie de teatro de guerra em frente inesperada toda uma nova estrutura começa a compor-se. O pânico de pandemia alastra, as estirpes são controladas legalmente por patentes e propriedades intelectuais, a importação de Ébola para as maiores cidades americanas e suas universidades, as vacinas experimentais apenas legais se produzidas em solo americano e o súbito crescimento de uma quase desconhecida companhia farmacêutica que parece já ter os direitos únicos sobre uma possível vacina e aprovação da FDA.
Se o teatro continua veremos no segundo acto um incidente eventual num laboratório ou um escapismo misteriosos de Ébola para a população de forma aparentemente descontrolada tornando obrigatória a toma de uma vacina que irá enriquecer de forma absurda a empresa Tekmira como salvadora americana e mais tarde mundial.
Já se ouviu esta peça teatral há uns anos com o H1N1. É sempre a mesma fórmula: criar alarmismo, matar uns quantos indefesos preferencialmente em solo africano ou asiático, assustar os governos forçando-os a comprar milhões de vacinas que não precisam e forçar a população a ser injectada com uma substância mistério aparentemente milagrosa!

0 A desonestidade da indústria farmacêutica

Sem ética alguma, a indústria farmacêutica omite dados das pesquisas e induz as pessoas a consumirem remédios ineficazes ou danosos.

Para saber se um remédio ou tratamento é eficaz, realizam-se testes aleatórios controlados. O medicamento testado, um placebo ou outra droga, é ministrado aleatoriamente aos participantes. Nem os pesquisadores nem os participantes sabem quem tomou o quê. Monitorizam-se os sintomas, os efeitos colaterais e outros indicadores. Depois de certo tempo, o pacote é aberto e ficamos a saber o que tomavam os diferentes participantes. No entanto, embora muitas pessoas (geralmente os fabricantes) digam que há muita pesquisa por trás de uma substância, geralmente a pesquisa publicada só conta parte da história.

Há pouco tempo, os resultados das pesquisas com a sinvastatina e a ezetimiba, utilizadas nos Estados Unidos para reduzir o colesterol, tiveram de ser extraídos à força dos laboratórios que as produziram. Foram precisos dois anos para que os fabricantes entregassem os resultados após a conclusão dos testes. Depois da divulgação das informações, pôde-se entender o porquê da demora: a combinação das duas drogas é ineficaz na redução dos sintomas de doenças cardiovasculares e estudos posteriores apontaram resultados negativos.

A indústria farmacêutica deseja publicar só as pesquisas que apoiem o uso dos medicamentos e que deixem de lado os resultados negativos. Existe uma expressão para esta prática: ‘viés de publicação’.

O ‘viés de publicação’ já existe há décadas, mas só há pouco tempo membros da comunidade científica tomam providências para acabar com ela. Um passo importante neste sentido foi a decisão dos Estados Unidos de que as análises de drogas sejam registadas num banco de dados central, antes ou durante a análise. Assim, o estudo é registado, e se os resultados misteriosamente ficarem ocultos, isto poderá ser questionado.

O caso de um antidepressivo

É natural perguntar como é possível que muitas drogas ganhem reconhecimento com base no ‘viés de publicação’. Pesquisadores honestos estão dispostos a enfrentar esta questão e reavaliar o uso de medicamentos baseados no que foi publicado, e também no que foi omitido.

A 12 de Outubro, o British Medical Journal divulgou um caso no website: pesquisadores alemães decidiram avaliar as informações publicadas e omitidas sobre o antidepressivo reboxetina, medicamento relativamente novo

A reboxetina ajuda a manter os níveis de noradrenalina no cérebro, substância que, conforme se crê, melhora o humor, e é semelhante aos antidepressivos mais comuns.

Pesquisas publicadas anteriormente mostram que a reboxetina é mais eficiente que o placebo nos tratamentos da depressão. O uso foi autorizado em muitos países europeus, inclusive no Reino Unido, Alemanha e Portugal, desde 1997. No entanto, os pesquisadores descobriram que mais da metade das informações sobre a reboxetina deixaram de ser publicadas. Ao se avaliar todas as informações, concluiu-se que a reboxetina é similar ao placebo, mas causa mais prejuízos à saúde devido aos efeitos secundários. Os pesquisadores concluíram que a reboxetina é “um antidepressivo ineficaz e potencialmente prejudicial”. No entanto, seu uso foi autorizado por toda a Europa há mais de uma década.

Os autores da análise observaram que, no Reino Unido, o Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica (INSEC) descreve a reboxetina como “superior ao placebo e tão eficaz quanto outros medicamentos usados no tratamento da depressão”. Nos Estados Unidos, a reboxetina foi autorizada a princípio, porém depois revogou-se a licença. A diferença em relação a países da Europa sugere que as autoridades americanas possuíam mais informações nas quais basearam sua decisão, ou talvez possuíssem diferentes critérios para conceder licenças.

Estas discrepâncias e este flagrante exemplo de ‘viés de publicação’ inspiram desconfiança. A boa notícia é que pelo menos um grupo de pesquisadores não se conforma em trabalhar apenas como mandam os investidores da indústria farmacêutica, mas realmente se esforçam por alcançar a verdade. Com certeza, encontraremos muito mais corruptos nos próximos anos ao levantar apenas um pouco o tapete. A má notícia? Bem essa é a cada vez mais evidente ultra-medicação da população com base apenas no lucro!


terça-feira, 2 de setembro de 2014

0 Pulseirinhas da moda retiradas do mercado

A maior cadeia de lojas de brinquedo do Reino Unido decidiu retirar do mercado as pulseirinhas de elásticos que estão na moda um pouco por todo o mundo.
Em causa está a presença de uma substância química cancerígena numa dose muito superior ao legalmente permitido.
De acordo com um estudo citado pela BBC, cada elástico pode conter 40% de ftalato, substância que as leis comunitárias limitam a 0,1%.
O ftalato é um composto químico que serve para tornar o plástico mais maleável. Tem sido associado a um maior risco de cancro e de alterações hormonais.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

0 Esclerose Lateral Amiotrófica doença rara que provocou o desafio do balde de gelo

Zeca Afonso morreu em 1987 com esclerose lateral amiotrófica. Stephen Hawking convive com ela há mais de 50 anos. É uma doença neurodegenerativa, que aprisiona uma mente sã num corpo paralisado.

Um balde de água gelada pela cabeça abaixo, um arrepio que percorre o corpo todo e um grito saído das profundezas do ser. #icebucketchallenge – o desafio do balde de gelo foi lançado nas redes sociais para ajudar doentes com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença incapacitante e letal. Qualquer semelhança com a realidade só se for o momento em que o médico explica a doença pela primeira vez. “Quando se dá um diagnóstico [de ELA] a um doente é como despejar-lhe um balde de água gelada em cima”, diz ao Observador Anabela Pinto, membro do conselho científico da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).
A esclerose lateral amiotrófica é uma doença neurodegenerativa. As células nervosas motoras vão morrendo progressivamente deixando de levar a mensagem aos músculos de contração voluntária, como os membros, os músculos respiratórios ou os músculos que nos fazem engolir os alimentos. Pode manifestar-se inicialmente por dificuldades em articular palavras (forma bulbar), em estender o pescoço (forma axial), em eliminar a expetoração (forma respiratória), em falta de força em um ou mais membros (forma medular) ou em vários sintomas na mesma altura. “No início, os sintomas até podem ser confundidos com outras doenças, o que atrasa o diagnóstico e a possibilidade de intervir precocemente”, alerta Anabela Pinto, acrescentando que uma ação rápida pode ajudar a retardar as consequências.
A lesão pode surgir tanto numa parte da medula como no cérebro e dependendo da localização e da rapidez com que afeta outros neurónios, assim se manifestarão os sintomas e a evolução da doença. “As marcas principais da doença são a variabilidade dos sintomas iniciais e a imprevisibilidade da evolução da doença”, nota Anabela Pinto, médica fisiatra, acrescentando que é praticamente impossível fazer um prognóstico a um doente porque os casos podem ser muito diferentes entre si. A única certeza é que a doença piora sempre. “Se for muito agressiva pode estender-se a todos os músculos e a pessoa fica severamente dependente.”
Uma doença rara e pouco conhecida
Apesar de o primeiro caso de paralisia progressiva dos membros e da língua ter sido detetado em 1830 ainda há muito trabalho a fazer na investigação da doença. Não se conhece uma cura, nem tão pouco se sabe qual possa ser a causa. A genética é um forte candidato. “Já se conhecem genes que estão implicados na doença, mas ainda não se sabe se podem ser silenciados por outros”, diz Anabela Pinto, explicando que há pessoas que têm os genes e não adoecem.
Esta terça-feira, Mamede de Carvalho, neurologista no Hospital de Santa Maria e presidente do conselho científico da APELA, referia em entrevista à TSF que Portugal participa neste momento num projeto europeu – Project MinE- lançado na Holanda cujo objetivo é estudar o genoma da doença. Planeia-se fazer a sequenciação do ADN de pelo menos 15 mil doentes e 7.500 pessoas sem a doença para poder comparar os dois grupos. Neste momento os seis países que já integram o projeto – Portugal, Holanda, Espanha, Reino Unido, Irlanda e Bélgica – procuram financiamento. Cada sequenciação completa de ADN custará 1950 euros.
No final do projeto talvez seja possível explicar como é que pessoas como Stephen Hawking conseguem ter uma evolução tão lenta da doença – o físico convive com a ELA há mais de 50 anos – enquanto a maioria dos doentes não espera viver mais que três a cinco anos depois dos primeiros sintomas. O cantor Zeca Afonso foi um destes casos. A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa estima que existam entre 400 a 500 doentes com ELA em Portugal (cerca de 200 mil em todo o mundo). Embora os números tenham crescido não acredita que existam mais casos do que no passado, apenas que o diagnóstico é mais fácil.
Embora sem cura conhecida, a equipa da APELA tem trabalhado para aumentar o tempo de sobrevida dos doentes e a qualidade de vida: a alimentação pode ser feita por um tubo ligado diretamente ao estômago (Gastrostomia Percutânea Endoscópica) quando a pessoa já não consegue engolir, o ventilador não invasivo e portátil ajuda nas situações de insuficiência respiratória sem condicionar ainda mais a vida do doente e os sistemas alternativos de comunicação, como o de Stephen Hawking que comunica através de um computador, permitem ao doente manter-se em contacto com as pessoas mesmo quando perdeu a capacidade de falar. Outras terapias para aumentar o tempo de vida dos doentes podem incluir o uso de um fármaco, o riluzol, ou a utilização de células estaminais (ainda em fase de teste).
Apesar de um doente com esclerose lateral amiotrófica poder ficar completamente paralisado, as restantes funções cerebrais não são afetadas. Veja-se novamente o caso de Stephen Hawking. “As pessoas são fascinadas pelo contraste entre as minhas capacidades físicas extremamente limitadas e a imensidade do universo com o qual trato”, diz o físico. Para Martin Rees, antigo presidente da Royal Society, ninguém fez tanto para melhorar o conhecimento sobre a gravidade depois de Einstein como Hawking.
#icebucketchallenge
O movimento surgiu nos Estados Unidos, pela homóloga norte-americana da APELA – a ALSA. Mas tornou-se viral quando Pete Frates e a família aceitaram o desafio e o partilharam nas redes sociais. O basquetebolista de 29 anos sofre desta doença também conhecida por doença de Lou Gehrig. A homenagem é feita ao basebolista que morreu por causa da esclerose lateral amiotrófica antes de completar 38 anos e apenas dois anos depois de ter deixado a carreira desportiva devido à doença.
Anabela Pinto considera a ideia dos banhos de gelo “fantástica”. É uma boa oportunidade para os portugueses ficarem a conhecer a doença e para fazerem donativos para a instituição portuguesa APELA, uma associação que vive das cotas pagas pelos familiares e amigos dos doentes. A médica aproveita ainda para lançar o desafio a algumas figuras públicas:
  • O surfista Garrett McNamara – porque é uma figura já bem conhecida dos portugueses e reconhece a importância dos movimentos.
  • Artur Santos Silva – enquanto presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, porque gostaria de vê-lo empenhado nesta causa.
  • O comentador político Marcelo Rebelo de Sousa - que entretanto também já tinha sido desafiado.

0 Surto de Ebola - Patrocinado pelos Estados Unidos?

Agora podemos estar extremamente confiantes de que o governo dos EUA está a mentir, em  aspectos relevantes , sobre o mais recente surto de Ebola-e, não apenas porque se encontra sobre quase tudo o que de políticamente é importante . Este artigo mostra que há fortes razões para acreditar que estamos a ser informados em três grandes mentiras sobre Ebola.  A explicação supõe que o atual surto de Ebola consiste num ato de bioterrorismo  ligado aos Estados Unidos.
Uma mentira Americana chave impulsionada tem a ver com a insistência ocidental do MSM que ninguém de qualquer reputação acredita que o Ebola pode ser transportado por via aérea. Sobre esta questão, a Agência de Saúde Pública do Canadá comenta :
No laboratório, a infecção por meio de aerossóis de pequenas partículas foi demonstrada em primatas, e propagação aerossóis entre os seres humanos é suspeito, embora ainda não tenha sido demonstrado de forma conclusiva (1, 6, 13). A importância desta via de transmissão não é clara. Más condições de higiene podem ajudar a propagação do vírus.
Alguns estudos científicos expressando preocupação com a possibilidade de bordo são citados neste artigo , e outros tais estudos não são difíceis de encontrar.
Então, há pessoas com autoridade para falar da questão que acreditam que existe algum motivo de preocupação em relação à perspectiva de bordo Ebola, mas o governo dos Estados Unidos complexo / MSM em vez reside e atua como este não é o caso.
Antes de entrar para a segunda mentira Americana, é importante mencionar três fatos que não receberam discussão suficiente. Primeiro-e isso pode ser de fundamental importância, ainda não temos Ebolagot ideahow para a África Ocidental. Veja por si mesmo ; nunca houve um surto de Ebola na África Ocidental antes.
Talvez a visão racista US / MSM é que todos os países africanos são os mesmos, então quem se importa?
Em segundo lugar, o surto atual, em termos de número e abrangência internacional de infecções, parece ser muito mais contagiosa do que qualquer surto anterior; agora temos pelo menos 1.975 casos.
Agora pare por um momento e pense nisto: os 1.975 casos excedem o número total de casos de Ebola, de 1977 a 2014 . Então não é nenhuma surpresa que nós temos, por exemplo, sinais de indivíduos infectados na Albânia .
A segunda mentira é realmente uma mentira de sigilo, e diz respeito à realidade que o MSM não nos disse que estamos a  lidar com uma forma biologicamente distinta de Ebola que nunca foi vista antes.
Então, considere as seguintes informações desconcertantes que aparecem no New England Journal of Medicine, em abril 2014 em relação ao atual Oeste Africano, surto de Ebola Guiné:
A análise filogenética das seqüências full-length estabelecido um clado separado para a cepa EBOV Guiné no relacionamento da irmã com outras cepas EBOV conhecidos.Isto sugere que a cepa EBOV da Guiné evoluiu em paralelo com as estirpes provenientes da República Democrática do Congo e no Gabão de um ancestral recente e não foi introduzida a partir dos últimos países na Guiné. Reservatórios potenciais de EBOV, morcegos frugívoros da espécie Hypsignathusmonstrosus, Epomopsfranqueti, e Myonycteristorquata, estão presentes em grande parte da África Ocidental. 18 É possível que EBOV circulou sem ser detectado nesta região há algum tempo. O surgimento do vírus na Guiné destaca o risco de surtos EBOV em toda a sub-região do Oeste Africano.
Além disso, a partir do mesmo estudo:
O alto grau de similaridade entre as sequências genéticas parciais L 15, juntamente com as três seqüências de corpo inteiro e as ligações epidemiológicas entre os casos, sugerem uma única introdução do vírus na população humana. Esta introdução parece ter acontecido no início de dezembro de 2013 ou mesmo antes.
Assim, a variante Guiné de Ebola agora confrontar tem sido encontrado para ser suficientemente geneticamente distinta de todas as versões anteriores do Ebola que foi atribuído o seu próprio ramo de genética, ou clade, e acredita-se ter evoluído em paralelo a partir de um ancestral realizada em comum com uma variante do Ebola nativa para a República Democrática do Congo e no Gabão.Além disso, o surto atual não começou em junho ou julho, mas no começo de abril de 2014, e talvez até mesmo antes de dezembro de 2013.
E, parece que temos uma única introdução da Guiné variante (Oeste Africano) Ebola na população humana. Assim, parece não ter, por exemplo, algo ao longo das linhas de múltiplas picadas de seres humanos por morcegos frugívoros supostamente Guiné variante Ebola infectados.
Por fim, o surto de Ebola África Ocidental parece não ser rastreável a África Central ou em qualquer outro lugar, e por isso ainda não sei como Ebola tem para a África Ocidental.
Vamos resumir brevemente antes de apresentar a terceira mentira US Ebola e concluindo com uma explicação razoável que une as três mentiras juntos.
A variante Guiné Ebola nunca foi visto antes. Poderia muito bem ser muito mais contagiosa do que qualquer variante Ebola até agora encontrado; poderia mesmo ser transportado por via aérea. Ainda não temos idéia de como Ebola surgiu na África Ocidental, mas fê-lo há algum tempo atrás, bem antes do MSM Ocidental começou a vomitar suas mentiras.
Agora, a terceira mentira US Ebola: Em um artigo de Matt Drudge ligada intitulado " Inconsistente Ebola História do Governo Federal ", vemos que o governo dos EUA está contando duas histórias completamente inconsistentes em relação as circunstâncias que envolvem a entrega de magia droga ZMapp Ebola MappPharmaceuticals 'ao Dr. . Brantly Kent e Nancy Writebol. Assim, temos:
De acordo com o CDC, era do Samaritano Purse, a organização humanitária privada que emprega Dr. Brantley, que estendeu a mão para eles em uma tentativa de encontrar uma droga experimental Ebola. O CDC diz que passou a Bolsa do Samaritano junto ao NIH, que os referidos contatos dentro Mapp.
"Este tratamento experimental foi privada da Bolsa do Samaritano", disse o CDC."Bolsa do Samaritano em contato com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que os referidos Institutos Nacionais de Saúde (NIH). NIH foi capaz de dotar a organização com os contactos adequados a empresa privada em desenvolvimento este tratamento. O NIH não estava envolvido com aquisição, transporte, aprovar ou administrar os tratamentos experimentais. "
O New York Times informou primeiro esta versão dos acontecimentos em 6 de agosto, ea declaração foi postada no site do CDC, alguns dias depois, onde permanece .
Mas, como a Manhã Consultar relatórios no mesmo artigo , Também temos:
Mas o NIH disse Manhã Consulte um de seus cientistas no terreno na África Ocidental se aproximou da caridade antes de o grupo tinha ainda decidido a prosseguir uma alternativa experimental.
"O NIH cientista que estava na África Ocidental que se refere a Bolsa do Samaritano para contatos da empresa porque eles estavam melhor equipados para responder a perguntas sobre o status de seu tratamento experimental", disse a agência em um e-mail para Morning Consult. "Isso ocorreu antes de a Bolsa do Samaritano decidiu seguir uma terapia experimental."
Um comunicado da Bolsa do Samaritano, também entra em conflito com narração de eventos do CDC, e indica o NIH e outras agências do governo podem ter desempenhado um papel ativo na aquisição dos medicamentos.
"A medicação experimental dado ao Dr. Brantley foi recomendado para nós", disse o grupo. "Nós não procurá-la, mas trabalhou com os Institutos Nacionais de Saúde e de outras agências do governo para obter essa medicação."
Assim, temos o governo dos EUA dizendo tanto que a entrega da droga para os trabalhadores de ajuda humanitária foi inicialmente idéia do governo, e que não era, inicialmente, a idéia de governo.Uma vez que tanto essas possibilidades não pode ser verdade, nós temos nossa terceira mentira US Federal Ebola.
Mas de quem foi a idéia, realmente, para entregar o soro magia ZMapp (que se diz ter começado a reverter a condição de Brantly dentro de 20 minutos a uma hora)? Em toda a probabilidade, foi idéia do governo os EUA, pelo menos pelas seguintes razões mencionadas na manhã Consulte artigo:
Se [Mapp] fez isso por conta própria, eles devem ter tido confiança inacreditável no produto e advogados que conhecem esta cima e para baixo ", disse Vox. "Se eles foram por si só, os seus investidores devem estar preocupados, porque isso é imprudente. Uma equipe de cientistas poderiam entrar em um monte de problemas para fazer isso, e eu não posso imaginar que eles têm seu empresa que maneira, especialmente considerando que eles têm o apoio do Departamento de Defesa.
Vamos colocar todos os itens acima juntos e avançar em direção embrulho importa up.we tem o que parece ser a variante mais contagiosa do vírus Ebola já encontrei, sua forma genética é romance em aspectos importantes, e nós ainda não temos idéia de como ele surgiu na África Ocidental .
No entanto, somos informados de que uma droga experimental, ZMapp-produzido por um inédito de empresa norte-americana com o Departamento de Defesa dos laços-está funcionando de forma milagrosa. Além disso, o governo americano não pode manter a sua reta história sobre quem iniciou a entrega da droga experimental para os trabalhadores de ajuda humanitária dos Estados Unidos, mas há fortes razões para supor que foi o governo americano que projetou a entrega.
Tudo o que precede deve levar-nos a perguntar: Quando foi droga mágica do Mapp Pharmaceutical ZMappdeveloped?
A linguagem segue, elaborado a partir de um artigo no International Business Times , poderia fornecer orientações:
Um comunicado do Mapp disse:
"ZMapp é o resultado de uma colaboração entre Mapp Biofarmacêutica Inc, LeafBio, DefyrusInc, o governo dos EUA e Agência de Saúde Pública do Canadá.
"ZMapp é composto de três anticorpos monoclonais" humanizados "fabricados em plantas, especificamente Nicotiana. É um cocktail otimizada combinando os melhores componentes do MB-003 e ZMAb.
"ZMapp foi identificado pela primeira vez como um candidato de drogas em janeiro de 2014 e ainda não foi avaliado com segurança em seres humanos. Como tal, muito pouco da droga está atualmente disponível. Qualquer decisão de usar uma droga experimental em um paciente seria uma decisão tomada pelo médico de acordo com as diretrizes regulamentares da FDA.
Uma coisa muito interessante a se notar é as partes envolvidas na produção ZMapp. Duas das partes são o governo dos Estados Unidos ea Agência do Canadá e da Agência de Saúde Pública do Canadá Saúde Pública, você deve se lembrar, é a mesma agência que "fortemente suspeita" que Ebola pode ser transportado por via aérea (ver o segundo parágrafo do presente artigo). No entanto, estamos constantemente disse o governo dos EUA suspeita há tal coisa.
Mas há ainda coisas mais importantes a considerar.
Será que "ZMapp foi identificado pela primeira vez como um candidato de drogas em janeiro de 2014" significa que ZMappwas projetados a partir do zero, praticamente quando o surto começou, com a finalidade específica de tratar a variante Guiné Ebola (ver acima para o sincronismo do surto)? Ou, isso significa que ZMapp foi reaproveitado de alguma forma para lidar com a variante Guiné? Ou será que talvez significar algo totalmente diferente?
Em qualquer caso, se a instrução MappPharmaceuticals acima é verdade, uma coisa é perfeitamente clara: uma decisão importante sobre ZMapp e sua eficácia potencial foi feita em janeiro de 2014, e que a decisão parece ter sido feita muito de perto as pegadas do início do o atual surto de Ebola Guiné.
Portanto, se ZMapp realmente é o sucesso milagroso que é suposto ser , nos é dado a crer que, em termos de investigação e desenvolvimento, os resultados devem ter sido alcançado praticamente durante a noite. Isto porque com o início do surto da marca variante newGuinea Ebola datada em torno de dezembro de 2013, Mapp não poderia ter tido muito tempo antes de sua decisão Janeiro de 2014 e atingir a variante Guiné Ebola com ZMapp.
Ou pode Mappin fato ter tido tempo de sobra?
Uma possibilidade é que Mappdid ter muito tempo, porque ele sabia sobre a nova variante Ebola antes de sua estreia na África Ocidental. Isso seria muito forte evidência de uma conspiração de bioterrorismo, não seria? É claro que estamos muito longe de certeza sobre essa perspectiva.
No entanto, mesmo se quisermos acreditar que Mapp não sabia sobre a nova variante Guiné Ebola antes da primeira aparição dessa variante, mas de fato antecedência de qualquer maneira com ZMapp againstthe variante Guiné, em Janeiro de 2014, wemust ainda perguntam exatamente como ZM anexado por ser eficaz contra uma nova variante Mapp que, nos termos do presente hipótese, só agora encontrou.
Talvez Mapp tinha estado no processo de concepção ZMapp para que ele pudesse atacar com sucesso variantes Ebola já existentes, eo que quer propriedades tornou eficaz contra as variantes já existentes também transferidos para a variante Guiné romance?
Talvez.
Mas se é assim, ZMapp deve ser bem sucedida contra as variantes de Ebola outros do que a variante Guiné. Será que vai?
Se ele não ser bem sucedida contra as variantes de Ebola outros do que a variante Guiné, não vejo como se pode evitar, logicamente, a conclusão de que o Oeste Africano enraizada, variante Guiné de Ebola atinge governo americano ligada bioterrorismo.
A menos, claro, se está disposto a chamar o que equivale a um acidente vascular cerebral milagrosa de sorte que consiste na concepção de uma solução que ataca com sucesso algo que nunca foi visto antes e não foi prevista, mesmo que a solução não contra versões relacionadas a uma mesma problema.
No fechamento, por favor, note que o ato de US explicação bioterrorismo representa economicamente para todos os três dos Estados Unidos encontra-se discutido no artigo. Isso explica por que o governo dos EUA está mentindo sobre o estado de Ebola no ar, por que o governo dos EUA / MSM híbrido não tem pressa para divulgar as novidades geográficas e virológicas da variante Guiné, e, finalmente, por que o governo dos EUA, de um lado de sua boca, quer agir como sua "droga experimental milagre" tinha que ser erguida de suas mãos reguladoras gananciosos e abrangentes.
Refira-se, porém, que há uma última possibilidade, afinal de contas, o que é que a recuperação milagrosa Dr. Kent Brantly há recuperação real.
Dr. Jason Kissner é Professor Associado de Criminologia da Universidade Estadual da Califórnia.A pesquisa do Dr. Kissner em gangues e auto-controle já apareceu em revistas acadêmicas. Seus interesses de pesquisa empíricas atuais incluem tiroteios ativos. Você pode alcançá-lo em [email protected] . 
 

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