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terça-feira, 12 de maio de 2015

0 O porquê da Segurança Social não chegar para todos. Todos devem ler esta notícia e partilhar!

Noticia que todos os portugueses devem ler, o porquê da Segurança Social não chegar para todos. Esta é uma daquelas informações que não podes deixar passar, só um povo instruído pode dar a volta a isto. Vais ficar indignado depois de leres esta notícia.
É preciso mudar o que está acontecer em Portugal.

Vamos então à parte que interessa:

1 – Até 1974 NÃO EXISTIA a SEGURANÇA SOCIAL mas a PREVIDÊNCIA SOCIAL
2 – Fiz parte da 1ª e 2ª Comissões que em 1976/77 preparou a Reforma da Previdência criando a Segurança Social, o Centro Nacional de Pensões, os Centros Regionais das Segurança Social integrando-se nesses as caixas de Previdência
3 – A 2ª Comissão integrou, além de mim próprio, maria de Belém Roseira, Leonor Guimarães, Fernando Maia e Madalena Martins
4 – NÃO HOUVE qualquer nacionalização e as próprias Casas do Povo e o regime dos rurais só em 1980 foram integradas na Segurança Social
5 – O ESTADO não tinha que meter dinheiro na Segurança Social pois o seu funcionamento foi e é assegurado pelas contribuições das entidades empregadoras e trabalhadores
6 – Outra coisa tem a ver com a CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES pois a mesma foi financiada exclusivamente pelas contribuições dos agentes do Estado a quem os funcionários confiaram mês a mês os seus descontos igualzinho aquilo que acontece com a conta poupança que vai capitalizando ao longo do seu período de vigência
Muito gostava de saber o que é que o Governo ea Oposição têm a dizer sobre o que consta abaixo e sobre a real situação financeira da Segurança Social, se é que se atrevem…
Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos….
A insustentabilidade da Segurança Social
A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974. As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).
O Estado nunca lá pôs 1 centavo.
Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu. Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser “mãos largas”!
Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores). Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos, como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido) em 1997, hoje chamado RSI.
E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.
Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades, optaram isso sim, pelo “assalto” aqueles Fundos.

Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram, só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou. É a diferença entre o ditador e os democratas?

Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Profs. Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o “Livro Branco da Segurança Social”, uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos “saques” que foi fazendo desde 1975. Esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões.
De 1996 até hoje, os Governos continuaram a “sacar” e a dar benesses a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.
Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o “Livro NEGRO da Segurança Social”, para, de entre outras rubricas, se possa apurar também o montante actualizado, depois dos “saques” que continuaram de 1997 até hoje.
Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE.
Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS?
Claro que não!…

Outra questão se pode colocar ainda.

Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?
Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões?!
Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!…
Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.
A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!…
Falta falar da CGA dos funcionários públicos, assaltada por políticos sem escrúpulos que dela mamam reformas chorudas sem terem descontado e sem que o estado tenha reposto os fundos do saque dos últimos 20 anos. Quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.
SEM COMENTÁRIOS…

Sabem que, na bancarrota do final do Século XIX que se seguiu ao ultimato Inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar:

– A Casa Real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a Presidência da República fazer algo de semelhante.
– Os Deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do Século XX.

Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.

Governo Português:
– 3 Governos (continente e ilhas)
– 333 deputados (continente e ilhas)
– 308 câmaras
– 4259 freguesias
– 1770 vereadores
– 30.000 carros
– 40.000(?) fundações e associações
– 500 assessores em Belém
– 1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados “per capita” equivalentes à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50%.
O povo Português não tem capacidade para criar riqueza suficiente para alimentar esta corja de gatunos! É por estas e por outras que Portugal é o país da Europa onde simultaneamente se verificam os salários mais elevados para cargos de gestores e administradores, e o salário mínimo mais baixo para os habituais escravizados. Abominável!
Acorda Povo, estas sim são as gorduras que têm de ser eliminadas!
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

0 Segurança Social cobra 40 euros a homem por "gravidez de risco"

Um individuo residente na região de Castelo Branco recebeu no início deste mês uma carta da Segurança Social para, “no prazo máximo de 30 dias”, pagar “a importância de 41,40 euros” por “acertos de ausência por gravidez de risco”. A história invulgar está a ser avançada pelo jornal local A Reconquista.


No passado dia 1 de Novembro, Albino Dias Ribeiro recebeu uma carta da Segurança Social com o seguinte assunto: “Reposição de pagamento indevidos”.
Até aqui nada de extraordinário não fosse o facto de o pagamento a que os serviços sociais se referente dizer respeito “a acertos de ausência por gravidez de risco de Outubro e Novembro de 2008 indevidamente pagos”, conta o jornal local A Reconquista.
Na carta publicada no site do jornal pode ler-se que “encontra-se a pagamento, no prazo máximo de 30 dias a contar da data de recepção deste ofício, a importância de 41,40 euros referentes a acertos de ausência por gravidez de risco”.
O documento é assinado pela directora da unidade da Segurança Social de Castelo Branco, Lurdes Lourenço.

domingo, 10 de março de 2013

0 Segurança Social: privados recebem quase mil euros mensais por acolher crianças

A Segurança Social tem menos de uma dezena de centros próprios. Os privados têm mais de 700. Os valores de abonos não se comparam com o valor pago a privados.
São cerca de 140EUR. Este é o valor que uma família do distrito de Leiria recebe de abono de família, em média, por quatro filhos. A família está inequivocamente abaixo da média dos lares privados, que recebem quase mil euros por cada criança, afirma a segurança social.
Já para outra em Lisboa, o valor de abono de família para um filho, onde apenas um dos pais do menos trabalham, é de cerca de 20EUR.
A Segurança Social entregou o negócio de acolhimento de menores a privados com valores absolutamente irreais comparado com o apoio às famílias.

As infra-estruturas e os números

Das suas instituições próprias, contam-se apenas 5 Lares de Infância e Juventude (LIJ), e apenas 1 Centro de Acolhimento Temporário (CAT).
Já nas IPSS, com número bastante diferente, têm 194 Lares de Infância e Juventude (LIJ), 123 Centros de Acolhimento Temporário (CAT) e 3 Apartamentos de Autonomização.
Nas instituições exclusivamente privadas o caso é ligeiramente menor: 197 Lares de Infância e Juventude (LIJ), dos quais 185 são com Acordo de Cooperação Típicos ou Atípicos e 9 sem acordo. Existem ainda 12 Centros de Acolhimento Temporário (CAT).

O montante médio gasto por criança

Com ou sem privados, o valor pago pela salvaguarda da nossa geração futura é para LIJ 628,84€ (2012), CAT 978,40€ (2012) e a média de Apartamento de Autonomização 827,26€ (2012).
Estes valores são “normalmente fixos, independente da região do país onde o acordo de cooperação foi elaborado” (fonte Segurança Social).
Existe um relatório completo sobre denominado CASA – Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens, mas que no site da Segurança Social está indisponível para consulta.
Este artigo, antes da sua publicação e com estes valores, foi mostrado à família de Lisboa. A reacção foi a que se podia esperar:

Estou desempregada há quatro meses. Se em vez do fraco apoio financeiro da Segurança Social tivesse até metade do que oferecem aos privados, teria muito mais condições para acompanhar o meu filho nos seus primeiros anos de vida.


Esta informação foi obtida junto da Segurança Social com grande dificuldade. Solicitaram o motivo para o pedido e criaram dificuldades no envio da informação, que não é obrigatório e só ao abrigo da LADA (Lei de Acesso a Documentos Administrativos) nos foi possível obter a informação. O prazo de resposta é de dez dias, mas obtivemos a mesma em mais de 20.. Será que não queriam esta informação divulgada? Será este mais um tacho para privados?
Recordamos ainda que ouve-se falar muito em abusos e crimes dentro destas instituições. Em 2010 o público referia que “O Ministério Público abriu 20 inquéritos nos últimos anos. Já arquivou 17, mas há ainda três a ser investigados – dois por crimes sexuais e um por maus tratos.”.
Será este o caminho de Portugal para com as gerações futuras?

domingo, 23 de dezembro de 2012

0 PJ investiga buraco na Segurança Social

A Segurança Social poderá ter um buraco superior a mil milhões de euros, avançou a TVI. Em causa estão dívidas de empresas, que prescreveram no final de 2011.
São cerca de 1 031 milhões de euros, o equivalente a um dos subsídios da função pública, que não será pago este ano. Se o buraco na instituição for confirmado, esta quantia terá de ser suportada por todos os contribuintes.
De acordo com a estação televisiva, o governo sabe da situação desde Janeiro deste ano, altura em que pediu uma inspecção às contas da Segurança Social. O secretário de Estado da tutela, Marco António Costa, já reconheceu a gravidade da situação.
O secretário de Estado tomou conhecimento da situação após ter recebido um dossier, entregue pelo deputado do PSD Eduardo Teixeira, com toda a informação.
A pasta foi entregue de forma anónima, na caixa de correio. Marco António Costa acredita que os documentos saíram da própria Segurança Social e suspeita que foram enviados “por alguém que, internamente, estava a denunciar uma situação que, na sua óptica, configurava a prática de um crime”.
A Polícia Judiciária (PJ) já está a investigar o caso, mas para já aponta-se para dois possíveis cenários: Corrupção ou má gestão.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

0 A Segurança Social perdeu 1, 5 mil milhões de euros na bolsa

A Segurança Social perdeu 1, 5 mil milhões de euros na bolsa, avança a edição desta terça-feira do “Correio da Manhã”. Contudo, o Instituto assegura que já recuperou o montante perdido.
"O valor de mercado do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) era de 10.676 milhões de euros no final de Outubro de 2012, valor que é superior em 1.000 milhões de euros ao registado em Janeiro de 2011", refere um comunicado do Ministério da Segurança Social.
"A 31 de Dezembro de 2011, o montante do FEFSS ascendia a 8.872 milhões de euros, dos quais 4.465 milhões correspondiam ao valor da dívida pública portuguesa detida", lê-se no texto.
“Grande parte do valor da dívida pública nacional valorizou 48% no ano de 2012. Já a dívida pública não nacional valorizou 4,55%. A carteira de acções do FEFSS viu assim o seu valor aumentar em 8,1%".
O jornal cita um relatório do Tribunal de Contas, de 2011, que refere que a variação das mais-valias potenciais atingiu 1 531 milhões de euros negativos, resultando num avultado prejuízo para o Fundo de Estabilização Financeira.
Ainda na mesma nota, o Ministério refere que “o desempenho do FEFSS em 2011 foi o resultado do impacto da crise das dívidas, quer directamente na dívida detida, quer indirectamente pelo contágio aos mercados de acções", argumento o governo.
O gabinete de Pedro Mota Soares escreve ainda que "a crise das dívidas soberanas, particularmente nos países do euro, afectou negativamente o desempenho dos mercados de acções, cujos principais índices apresentaram uma rentabilidade negativa".
De acordo com o “Correio da Manhã, o montante perdido no investimento em acções daria para pagar oito meses e meio de reformas.
Acresce ainda, e tal como o i noticiou recentemente, que o governo prevê que o saldo da Segurança Social atinja um nível de ruptura em 2020 e que a partir dessa data todas as prestações actualmente pagas passem a ser suportadas pelo Fundo de Estabilização Financeira, que sem medidas adicionais, só terá dinheiro até 2024, tendo por base uma rendibilidade de 2% a longo prazo. As projecções económicas para 2013 não deverão fazer recuar este cenário.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

0 Convém ler e reler para ficar a saber, pois isto é uma coisa que interessa a todos

Convém ler e reler para ficar a saber, pois isto é uma coisa que interessa a todos.....e

Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos....


A INSUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL


A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974.


As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).


O Estado nunca lá pôs 1 centavo.


Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu.


Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"!


Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores).

Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos.


Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido), em 1997, hoje chamado RSI.


E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.


Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado,
para contemplar estas necessidades.


Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos.

Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram.


Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou. É a diferença entre o ditador e os democratas?


Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Profs. Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".


Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975.

Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões ?.


De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.


Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje.


Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE.


Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS?


Claro que não!...


Outra questão se pode colocar ainda.

Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a
Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?

Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões?!

Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!...

Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.

A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!...

Falta falar da CGA dos funcionários públicos, assaltada por políticos sem escrúpulos que dela mamam reformas chorudas sem terem descontado e sem que o estado tenha reposto os fundos do saque dos últimos 20 anos.

Quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.

SEM COMENTÁRIOS...
mas com muita revolta..RECEBI E CÁ ESTOU A REENVIAR !!!

Sabem que, na bancarrota do final do Século XIX que se seguiu ao ultimato Inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar:

A Casa Real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a Presidência da República fazer algo de semelhante.

Os Deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do Século XX.

SEM COMENTÁRIOS.

ACORDA POVO, PORQUE A NAÇÃO DE TI PRECISA... TEU GRITO SERÁ A TUA ARMA...

Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.

Governo Português:
3 Governos (continente e ilhas)
333 deputados (continente e ilhas)
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30.000 carros
40.000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos

Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados "per capita" equivalentes à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50%

O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS! É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS. ISTO É ABOMINÁVEL!

ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO AS QUE O GOVERNO FALA.

Faz o que te compete: divulga.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

0 Desempregados há mais de seis meses vão sofrer corte de 10% no subsídio

Ao que tudo indica, o Orçamento de Estado 2013 prevê mais cortes. Os desempregados e os pensionistas serão os primeiros a sofrer, avança o “Negócios”.
Apesar do subsídio de desemprego já ter sido reduzido em Abril deste ano, quem ficar desempregado mais de seis meses, sofrerá um corte adicional de 10%. Ou seja, ficará a ganhar 55% do ordenado.
O tempo de atribuição do subsídio, apesar de continuar a depender da idade e dos meses de desconto, já sofreu cortes significativos. Passou a vigorar entre cinco a 26 meses, ou seja, os jovens acabam por perder o equivalente a quatro meses de subsídio e os mais velhos um ano.
Contudo a troika não fica totalmente satisfeita com esta medida, porque só se aplica na totalidade a quem tiver celebrado um contrato de trabalho, após Abril de 2012. Os anteriores ainda estão protegidos pela lei anterior. Passando a explicar: Se uma pessoa tiver celebrado um contrato em 2005 e, de repente ficar desempregada, terá direito ao tempo de subsídio que acumulou até Abril, sem cortes.
Os credores externos também não ficaram satisfeitos com o patamar máximo de 26 meses de subsídio. Por eles, 18 era suficiente.
No que diz respeito às pensões, aqueles que auferirem mais de 1.500 euros por mês, passarão a ser cortados entre 3,5% a 5%. Os ex-bancários integrados em 2011 são os únicos pensionistas que ficaram de fora desta medida. 
 

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