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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

0 Ainda usas o Skype?

Lembras-te do Skype? Foi uma grande ferramenta noutros tempos mas se o ainda usas hoje, podes ter a certeza de que o mesmo não é seguro.
Há uma década, fazer chamadas de voz grátis era uma miragem para muitas pessoas. As chamadas e as mensagens pagavam-se todas. Foi nessa altura que o Skype, que na altura não era da Microsoft, começou a desenvolver-se.
Passados alguns anos foram adicionadas chamadas de vídeo e chamadas em grupo com vídeo. Tudo isto foi entretanto comprado pela Microsoft em 2011. Mas antes dessa compra o Skype já permitia “espiar” comunicações peer-to-peer.
A Microsoft faz um scan constante das mensagens em busca de indícios fraudulentos. Ora isso só pode acontecer se as mensagens forem traduzidas para texto, embora possam ser encriptadas. Um teste efectuado pela Ars Technica evidenciou que de 4 links enviados pelo Skype dois deles foram “checkados” por um IP Microsoft. Em teoria, a Microsoft terá que ter acesso ao conteúdo das mensagens para verificar os respectivos links.
Na prática a Microsoft pode fazer tal coisa pois a secção 8 da política de privacidade do Skype indica que o Skype pode usar essa técnica. O que deixa a pergunta: até que ponto as mensagens depois de feitas o “scan” são guardadas?
A juntar a este facto existe a informação vinda de documentos divulgados por Edward Snowden de que a NSA efectua a recolha de dados do Skype desde 2011.

Alternativas ao Skype

Jitsi é uma boa alternativa para quem procura chamadas de vídeo grátis e seguras. A encriptação oferecida pelo Jitsi é, até ao momento, NSA-proof. Existe aplicação também para Android.
No caso de pretenderes apenas chamadas de voz, o RedPhone para Android, o VoIP Buster ou mesmo oOstel.
Podes ainda ler este artigo para teres mais ideias de software alternativo ao Skype e seguro que possas usar.
Ainda usas o Skype?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

0 Carta aberta pede garantias sobre privacidade no Skype

Uma carta aberta assinada por 45 organizações pede à Microsoft que clarifique garantias de segurança aos utilizadores do serviço.


A Microsoft está a ser pressionada por 45 organizações e um grupo de individualidades a apresentar informações sobre as garantias de confidencialidade nas conversas que são mantidas no Skype, o serviço de telefone gratuito online propriedade da empresa norte-americana desde 2011. Numa carta aberta enviada à Microsoft, os signatários questionam ainda a falta de transparência sobre o acesso que governos e entidades dos países dos utilizadores podem ter às comunicações.
Na carta, dirigida ao presidente da divisão do Skype, Tony Bates, ao responsável pela protecção de dados da Microsoft, Brendon Lynch, e ao conselheiro geral da Microsoft, Brad Smith, organizações como os Repórteres Sem Fronteiras, Free Network Foundation ou Electronic Frontier Foundation sublinham que a maioria dos utilizadores do Skype (cerca de 600 milhões, em todo o mundo) confia no serviço para manter conversações por vídeo, áudio ou escritas seguras, sejam sobre trabalho ou pessoais, mas que o fazem sob condições pouco claras.
A carta alega que a Microsoft se tem limitado a emitir comunicados “confusos e pouco claros” sobre a confidencialidade nas conversações feitas através do Skype. Apesar de reconhecerem que o Skype está na Microsoft há pouco tempo, e que há alterações jurídicas e administrativas que têm que ser acertadas com a entrada numa nova empresa, os signatários consideram que é “tempo de a Microsoft publicitar um documento com as regras de segurança e privacidade do Skype”. A carta sublinha que “outras companhias, como Google, Twitter e Sonic.net”, já avançaram com os seus dados.
Um porta-voz da Microsoft, citado, mas não identificado, pela BBC, confirmou que a empresa já leu a carta e que está a avaliar o pedido feito. A empresa garante, para já, o seu empenho em “colaborar com advogados, parceiros de indústria e 2112 governos em todo o mundo para desenvolver soluções e promover políticas que ajudem a proteger a segurança e a privacidade dos utilizadores online”.
A Microsoft comprou o Skype em Maio de 2011, por 8500 milhões de dólares (6300 milhões de euros, ao câmbio actual). Desde então, tem vindo a integrar a ferramenta em alguns produtos. É para o Skype que a Microsoft pretende migrar os utilizadores do programa de conversação Messenger, que será extinto a partir de 15 de Março.
 

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