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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

0 Vamos ajudar a Susana !

Quando A Pele Em Excesso Não Deixa Uma Pessoa Ser Feliz. Susana Henriques, Ex-concorrente Do Peso Certo, Revela O Seu Sonho

Susana Henriques começou a engordar a partir dos 16 anos após o falecimento da sua mãe. Chegou a atingir os 170,9 kg. Foi com esse peso que entrou no programa «Peso Pesado» - a versão portuguesa de «The Biggest Loser» - onde conseguiu perder 53,9 kg. Desde então, Susana tem-se dedicado ao crossfit e não mais parou. Apaixonou-se pela modalidade e tornou-se uma atleta de competição.

Todavia, as rápidas perdas de peso trazem as suas desvantagens. A pele que outrora "vestia" um corpo de dimensões maiores não se adapta às novas circunstâncias à mesma velocidade. Isto atrapalha a vida de Susana enquanto atleta e o seu bem-estar enquanto mulher.

Por isso, Susana Henriques que luta diariamente para conseguir atingir os seus sonhos e se tornou um exemplo, tem um apelo a fazer. A jovem que não desiste criou este vídeo crowdfunding para conseguir contributos para pagar os custos de uma cirurgia de remoção de pele em excesso.

Vejam o vídeo, partilhem e se puderem ajudem com um donativo.
Nós temos a certeza, a Susana vai conseguir. Deu o primeiro grande passo quando acreditou. Quem vive assim já é - sempre foi e será sempre - uma VENCEDORA.




A Susana faz anos no dia de Natal. Que melhor prenda do que a realização do seu sonho?
Conta bancária da Susana Henriques para contributos
SWIFT: BBVAPTPL
IBAN: PT 50 0019 0137 0020 0012 7461 6
NIB: 0019 0137 0020 0012 7461 6

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

0 Esclerose Lateral Amiotrófica doença rara que provocou o desafio do balde de gelo

Zeca Afonso morreu em 1987 com esclerose lateral amiotrófica. Stephen Hawking convive com ela há mais de 50 anos. É uma doença neurodegenerativa, que aprisiona uma mente sã num corpo paralisado.

Um balde de água gelada pela cabeça abaixo, um arrepio que percorre o corpo todo e um grito saído das profundezas do ser. #icebucketchallenge – o desafio do balde de gelo foi lançado nas redes sociais para ajudar doentes com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença incapacitante e letal. Qualquer semelhança com a realidade só se for o momento em que o médico explica a doença pela primeira vez. “Quando se dá um diagnóstico [de ELA] a um doente é como despejar-lhe um balde de água gelada em cima”, diz ao Observador Anabela Pinto, membro do conselho científico da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).
A esclerose lateral amiotrófica é uma doença neurodegenerativa. As células nervosas motoras vão morrendo progressivamente deixando de levar a mensagem aos músculos de contração voluntária, como os membros, os músculos respiratórios ou os músculos que nos fazem engolir os alimentos. Pode manifestar-se inicialmente por dificuldades em articular palavras (forma bulbar), em estender o pescoço (forma axial), em eliminar a expetoração (forma respiratória), em falta de força em um ou mais membros (forma medular) ou em vários sintomas na mesma altura. “No início, os sintomas até podem ser confundidos com outras doenças, o que atrasa o diagnóstico e a possibilidade de intervir precocemente”, alerta Anabela Pinto, acrescentando que uma ação rápida pode ajudar a retardar as consequências.
A lesão pode surgir tanto numa parte da medula como no cérebro e dependendo da localização e da rapidez com que afeta outros neurónios, assim se manifestarão os sintomas e a evolução da doença. “As marcas principais da doença são a variabilidade dos sintomas iniciais e a imprevisibilidade da evolução da doença”, nota Anabela Pinto, médica fisiatra, acrescentando que é praticamente impossível fazer um prognóstico a um doente porque os casos podem ser muito diferentes entre si. A única certeza é que a doença piora sempre. “Se for muito agressiva pode estender-se a todos os músculos e a pessoa fica severamente dependente.”
Uma doença rara e pouco conhecida
Apesar de o primeiro caso de paralisia progressiva dos membros e da língua ter sido detetado em 1830 ainda há muito trabalho a fazer na investigação da doença. Não se conhece uma cura, nem tão pouco se sabe qual possa ser a causa. A genética é um forte candidato. “Já se conhecem genes que estão implicados na doença, mas ainda não se sabe se podem ser silenciados por outros”, diz Anabela Pinto, explicando que há pessoas que têm os genes e não adoecem.
Esta terça-feira, Mamede de Carvalho, neurologista no Hospital de Santa Maria e presidente do conselho científico da APELA, referia em entrevista à TSF que Portugal participa neste momento num projeto europeu – Project MinE- lançado na Holanda cujo objetivo é estudar o genoma da doença. Planeia-se fazer a sequenciação do ADN de pelo menos 15 mil doentes e 7.500 pessoas sem a doença para poder comparar os dois grupos. Neste momento os seis países que já integram o projeto – Portugal, Holanda, Espanha, Reino Unido, Irlanda e Bélgica – procuram financiamento. Cada sequenciação completa de ADN custará 1950 euros.
No final do projeto talvez seja possível explicar como é que pessoas como Stephen Hawking conseguem ter uma evolução tão lenta da doença – o físico convive com a ELA há mais de 50 anos – enquanto a maioria dos doentes não espera viver mais que três a cinco anos depois dos primeiros sintomas. O cantor Zeca Afonso foi um destes casos. A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa estima que existam entre 400 a 500 doentes com ELA em Portugal (cerca de 200 mil em todo o mundo). Embora os números tenham crescido não acredita que existam mais casos do que no passado, apenas que o diagnóstico é mais fácil.
Embora sem cura conhecida, a equipa da APELA tem trabalhado para aumentar o tempo de sobrevida dos doentes e a qualidade de vida: a alimentação pode ser feita por um tubo ligado diretamente ao estômago (Gastrostomia Percutânea Endoscópica) quando a pessoa já não consegue engolir, o ventilador não invasivo e portátil ajuda nas situações de insuficiência respiratória sem condicionar ainda mais a vida do doente e os sistemas alternativos de comunicação, como o de Stephen Hawking que comunica através de um computador, permitem ao doente manter-se em contacto com as pessoas mesmo quando perdeu a capacidade de falar. Outras terapias para aumentar o tempo de vida dos doentes podem incluir o uso de um fármaco, o riluzol, ou a utilização de células estaminais (ainda em fase de teste).
Apesar de um doente com esclerose lateral amiotrófica poder ficar completamente paralisado, as restantes funções cerebrais não são afetadas. Veja-se novamente o caso de Stephen Hawking. “As pessoas são fascinadas pelo contraste entre as minhas capacidades físicas extremamente limitadas e a imensidade do universo com o qual trato”, diz o físico. Para Martin Rees, antigo presidente da Royal Society, ninguém fez tanto para melhorar o conhecimento sobre a gravidade depois de Einstein como Hawking.
#icebucketchallenge
O movimento surgiu nos Estados Unidos, pela homóloga norte-americana da APELA – a ALSA. Mas tornou-se viral quando Pete Frates e a família aceitaram o desafio e o partilharam nas redes sociais. O basquetebolista de 29 anos sofre desta doença também conhecida por doença de Lou Gehrig. A homenagem é feita ao basebolista que morreu por causa da esclerose lateral amiotrófica antes de completar 38 anos e apenas dois anos depois de ter deixado a carreira desportiva devido à doença.
Anabela Pinto considera a ideia dos banhos de gelo “fantástica”. É uma boa oportunidade para os portugueses ficarem a conhecer a doença e para fazerem donativos para a instituição portuguesa APELA, uma associação que vive das cotas pagas pelos familiares e amigos dos doentes. A médica aproveita ainda para lançar o desafio a algumas figuras públicas:
  • O surfista Garrett McNamara – porque é uma figura já bem conhecida dos portugueses e reconhece a importância dos movimentos.
  • Artur Santos Silva – enquanto presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, porque gostaria de vê-lo empenhado nesta causa.
  • O comentador político Marcelo Rebelo de Sousa - que entretanto também já tinha sido desafiado.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

0 Taberna Tosca em Lisboa oferece comida a quem tem fome

Nos dias que correm, não poderia deixar de postar algo que merece todo o nosso respeito. Este estabelecimento comercial tem o nome de TABERNA TOSCA, no largo de São Paulo, em Lisboa.

Entre as 16:00h e as 17:00h, como se pode ver na foto o restaurante oferece comida a quem tem fome.

Uma partilha = Respeito 

Inaugurada em 2010 na zona do Cais do Sodré, a Taberna Tosca é um espaço informal e descontraído. A ementa conta com pratos portugueses (como alheira de fumeiro e pezinhos de coentrada) e internacionais, enquanto a carta de vinhos é variada. Aqui realizam-se, de resto, sempre durante a tarde, cursos de prova de vinhos e de outros produtos nacionais. Desde o verão de 2012, tem por companhia a Mercearia Tosca, um misto de loja e casa de petiscos.

 
Mais Informações
Ambiente e decoração: Num edifícios de traça pombalina, a decoração é moderna, predominando o branco e o preto.
Dia(s) de Encerramento: Domingos
Estacionamento: Não
Necessidade de reserva: Aconselhável
Preço Médio: 20.00
Serviços: Esplanada
Tipo de Restaurante: Português
Horário de Funcionamento: De Seg. a Qui. das 12:00 às 00:00
Sex das 12:00 às 02:00
Sab. das 15:00 às 02:00


Morada: Praça de São Paulo 21
Código Postal: 1200 425 LISBOA
Telefone: 218034563
Site: www.tabernatosca.com
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: São Paulo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

0 Ryan Hreljac - O MENINO QUE TIROU A SEDE DE MEIO MILHÃO DE AFRICANOS

Ryan Hreljac - O MENINO QUE TIROU A SEDE DE MEIO MILHÃO DE AFRICANOS
Leia até o final.. Vale a pena

Ryan nasceu no Canadá, em maio de 1991.

Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhes falou sobre como viviam as crianças na África.

Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, sendo que para ele próprio bastava ir a uma torneira e ter agua limpa.

Ryan perguntou a professora quanto custaria para levar agua para a Africa, e a professora lembrou que havia uma organização chamada "WaterCan", qu epoderia fazer poços custando cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. Sua mãe disse que ele deveria conseguir o dinheiro pelo seu esforço, e deu-lhe tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana.

Finalmente reuniu os 70 dólares e foi para a "WaterCan". Quando atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares.. Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar todo esse dinheiro, mas Ryan não se rendeu e prometeu que voltaria com os 2.000.

Passou a realizar tarefas na vizinhança e acumulando dinheiro, o que contagiou seus irmãos, vizinhos e amigos, que puseram-se a ajudar. Até reunir o dinheiro necessário. E em janeiro de 1999 foi perfurtado um poço numa vila ao norte de Uganda.

Quando o poço ficou pronto, a escola de Ryan começou a se corresponder com a escola que ficava ao lado do poço.
Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que lutava para estudar a cada dia. Ryan cativado, pediu aos pais para viajar para conhecer Akana. Em 2000, chegou ao povoado, e foi recebido por centenas de pessoas que formavam um corredor e gritavam seu nome.
- Sabem meu nome? - Ryan surpreso pergunta ao guia.
- Todo mundo que vive 100 quilometros ao redor sabe. respondeu.

Hoje em dia Ryan, com 21 anos, tem sua própria fundação e já levou mais de 400 poços para a Africa. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da agua.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

0 Nada é o que parece nas campanhas de solidariedade

Ora vejamos:
Quando decorre alguma acção, louvável, do programa da luta contra a fome…. façam o vosso juízo!
O último exemplo: Recolha em hipermercados, segundo os telejornais, 2.644 toneladas !
Ou seja 2.644.000 Kilos.
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, em média, 0.50€ (cinquenta cêntimos), repara que:
2.644.000 kg x 0,50€ dá 1.322.000€ (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total do que as pessoas pagaram nas caixas dos hipermercados.
                                                       Quanto ganham?:

o Estado 304.000€ (23%IVA)
o hipermercado 396.600€ (margem de lucro de cerca de 30%).
Nunca tinhas reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas…
Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.
MAIS….
É triste, mas é bom saber…
- Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado era de 2 milhões e 880 mil euros?
Querem saber para onde foi esta “pequena” parcela de 880.000€ ? ?
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.
Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60€ + IVA.
São 0,72€ no total. O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50€.
Assim oferecemos 0,50€ a quem carece, mas cobram-nos 0,22€, a mais? ou seja 30 %.
Quem ficou com esta diferença?
1º – a PT com 0,10€ (17 %) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º – o Estado 0,12€ (20 %) referente ao IVA sobre 0,60€.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
 
 
A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros!
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000€ para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000€ para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE.
É BOM QUE O POVO SAIBA QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS !!!
ISTO É UM TRISTE ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
Não quero contudo dizer que deixem de ajudar quem mais precisa, mas “alterem a forma de AJUDA”.

domingo, 23 de setembro de 2012

0 Um projecto para encontrar animais perdidos

Chama-se Find My Pet e pretende ser um lugar para encontrar animais perdidos. O novo projecto da Ordem dos Veterinários está online e, através de georeferenciação ou das características dos animais, ajuda donos desesperados
Ana Paula não queria acreditar quando alguém lhe perguntou, ao telefone: «Foi a senhora que encontrou os meus cães?». Havia poucos dias que, a pedido de um amigo, aceitara acolher um labrador cor de chocolate de cinco meses. O animal tinha sido encontrado a deambular na praia de Carcavelos e Ana Paula não queria abandoná-lo. «O meu amigo estava desesperado. Tinha encontrado dois cachorros e não conseguia suportar as despesas. Decidi ficar com um deles», lembra.
Apesar de já ter dois cães adultos, acabou por levar Brownie (o nome escolhido) para casa, enquanto o amigo ficou com o outro labrador, preto. Seguiu-se uma visita ao veterinário, para verificar o estado de saúde do cão e detectar a existência de um chip, mas foi uma pessoa que estava na sala de espera do consultório que ditou uma reviravolta na vida daqueles animais. «Encontrara na internet um anúncio de dois cães desaparecidos com características semelhantes aos nossos. Depois, recebi a chamada da verdadeira dona», conta Ana Paula.
A história tem um desfecho invulgar, principalmente quando se trata de um país onde a maioria dos donos nunca reencontra os seus animais de estimação. Segundo dados da Direcção Geral de Veterinária, desde o início deste ano, desapareceram 214 animais de companhia e foram encontrados 251, mas, destes, apenas 20 voltaram para casa. No ano passado, perderam-se 927 cães e só 41 acabaram por ser devolvidos.
A Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) estima que os números atinjam os milhares e, por isso, pretende alterar o curso da história dos animais que nunca reencontram os donos, através de Find My Pet. «Queremos facilitar a procura dos seus animais de estimação, sobretudo cães e gatos», explica a bastonária da OMV, Laurentina Pedroso.
Confiante no sucesso da nova plataforma online, que considera «pioneira», Laurentina Pedroso esclarece que tudo foi pensado para ser rápido, graças à georeferenciação: «O site identifica o local onde o utilizador está a aceder à internet e lista, de imediato, os animais achados e perdidos naquele lugar específico».
A busca das semelhanças e das características dos animais perdidos e encontrados, a região onde o animal se perdeu, a elaboração de uma lista de animais encontrados com possível correspondência a animais perdidos são outras das vantagens daquele serviço. Trata-se, afinal, de um ponto de encontro.
Para garantir o sucesso de Find My Pet, a OMV está a divulgá-lo entre os veterinários privados e municipais. «Quando alguém encontra ou perde um animal, é frequente dirigir-se ao veterinário mais próximo. O envolvimento de todos os veterinários é valioso».
Um mês após a disponibilização da nova ferramenta, em findmypet. omv.pt, há quase 50 anúncios de animais perdidos. Espera-se que encontrem os seus donos.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

0 AMI lança 17.ª campanha de reciclagem de radiografias

A Assistência Médica Internacional (AMI) lança na terça-feira mais uma campanha de reciclagem de radiografias, um projecto que permitiu reciclar 1.400 toneladas de exames nos últimos 16 anos, anunciou esta segunda-feira a organização.


Durante três semanas (até 9 de Outubro), os portugueses vão poder entregar nas farmácias e parafarmácias do país as radiografias com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico, que serão posteriormente recicladas, evitando-se assim o seu envio para o lixo.
"A venda da prata extraída permitirá à AMI gerar financiamento para fazer face ao constante aumento dos pedidos de apoio social", adianta a organização em comunicado.
A Assistência Médica Internacional decidiu este ano exportar este projecto para Espanha, onde também já se encontra a recolher radiografias nos hospitais e centros de saúde.
"Há 16 anos que este projecto permite angariar fundos equivalentes ao financiamento de um centro social da AMI [cerca de 110 mil euros] para apoio aos mais desfavorecidos", sublinha.
No ano passado, adianta a AMI, "foi possível duplicar este valor graças à entrega de radiografias por parte de hospitais e centros de saúde de todo o país."
Este ano, a AMI aposta neste projecto como uma das suas fontes de angariação estratégicas, demonstrando que, independentemente das dificuldades financeiras de cada um, todos podem contribuir sem custo.

Em declarações à agência Lusa, o director do Departamento de Ambiente da AMI afirmou que, numa altura em que muitos dos financiadores da AMI - os portugueses - estão a atravessar um "momento difícil e estão a doar menos em dinheiro", este é um projecto de "participação gratuita".
Luís Lucas espera que a 17.ª campanha de reciclagem da AMI obtenha os mesmos resultados de 2011 e que os hospitais e centros de saúde também participem.
 

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