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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

0 Fique a saber como é que a Impensa Nacional da Casa da Moeda contrata trabalhadores “temporários”

A Imprensa Nacional Casa da Moeda descobriu que precisava de cinco trabalhadores durante um ano. Para isso escolheu, por ajuste directo, a Go Work para arranjar a mão-de-obra. Está em causa um “contrato de prestação de serviços de utilização de trabalho temporário” no valor de 62.135,70 euros. A prática é bem diferente. O emprego temporário é, na verdade, por um ano e corresponde a 40 horas/semana. A empresa de trabalho temporário vai receber 1.129 euros por trabalhador, deste valor, apenas 674 euros vão chegar aos bolsos dos trabalhadores. Os pormenores do contrato estão aqui. mas podem ver no iframe abaixo colocado !


terça-feira, 26 de novembro de 2013

0 Pingo Doce ameaça trabalhadores para aderirem ao banco de horas

Sindicato denuncia as pressões das chefias, que cria um clima de terror para forçar os trabalhadores a assinar um documento de adesão. Objetivo é reduzir as horas trabalhadas nalguns dias para depois compensar em horários definidos pela empresa, evitando o recurso a horas extraordinárias.


O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (Cesp) denunciou as pressões que a administração do Grupo Jerónimo Martins tem feito sobre os trabalhadores do Pingo Doce para aderirem ao banco de horas individual, ameaçando-os, caso não aceitem, de virem a ser "prejudicados no futuro".
Segundo o sindicato, as chefias de loja têm feito de tudo: ameaças de transferência, de processo disciplinar, ameaças de que qualquer coisa que esteja mal vão logo para a rua. “As pessoas estão mesmo aterrorizadas”, denuncia uma trabalhadora.
Segundo o sindicato, dessa forma os funcionários da rede de supermercados ficam ao dispor da empresa sempre. “Os trabalhadores deixam de ter vida própria”.
Evitar horas extraordinárias
A empresa pode assim adaptar o horário do trabalhador às necessidades do negócio, reduzindo as horas trabalhadas nalguns dias para depois compensar em horários definidos pela empresa, evitando assim o recurso a horas extraordinárias.
Contactado pela agência Lusa, fonte oficial do Grupo Jerónimo Martins refutou qualquer pressão ou intimidação, esclarecendo que "o banco de horas não é um instrumento de decisão unilateral da empresa", mas "uma proposta de acordo individual que é entregue a todos os colaboradores, tendo os mesmos 14 dias para decidir".
Impor aumento da jornada
Para o sindicato, "o que a empresa pretende com este banco de horas é impor de forma unilateral o aumento da jornada de trabalho diária, semanal e anual, sem se comprometer com a compensação de forma direta e objetiva".
"Na prática, a assinatura do banco de horas individual significa que o trabalhador dá à empresa uma autorização permanente para ela dispor da sua pessoa e da sua família e o compensar das horas fica sempre ao critério da empresa", garante, aconselhando os trabalhadores a "não aceitarem".
O sindicato diz que a maioria dos trabalhadores estão a assinar um documento de rejeição ao banco de horas.

In Esquerda.net

domingo, 6 de janeiro de 2013

0 Moviflor ameaça trabalhadores, não cumpre “promessas” e tem salários em atraso

Com lojas um pouco por todo o país, a empresa decide pagar sem aviso prévio apenas 25% do valor do subsídio de Natal. Quem critica, é mudado de loja.

Além de 25% do subsídio de Natal e outros valores, os trabalhadores queixaram-se ao Tugaleaks de pressões dentro da empresa. Quem não está “satisfeito”, é despedido ou enviado para outra loja, nos limites legais contratados para recolocação de pessoal, por forma a incentivar o próprio trabalhador a despedir-se.

 A Moviflor não comenta esta situação mas no entanto, e-mails disponíveis na Internet há poucos dias através do site AnonFiles , mostram e comprovam a aparente grave situação económica que a Moviflor quer passar aos trabalhadores e ao mesmo tempo o lucro que advém de algumas caixas a nível nacional.

Link dos e-mails



São cerca de 23 lojas e 1200 trabalhadores afetados. Embora o sindicato já esteja informado, ninguém ousa dar a cara com medo de represálias ou despedimentos.
Para outro trabalhador contactado por nós, existem outros problemas como “os investimentos que estão a ser feitos em Angola e Moçambique; negocios através do BPN; depositos em contas particulares; má gestão dos recursos da empresa”. A empresa está de boa saúde, mas não em Portugal e não para os trabalhadores, afirma a nossa fonte.

Blog na Internet denuncia

Existe um blog na Internet feito por trabalhadores da Moviflor que pretendem ficar anónimos e que denuncia toda a situação. O blog Não Nos Calamos permite entender um pouco melhor o porquê do aparente pagamento dos 25% do subsídio e do fecho de várias lojas, apontando muitas das vezes o dedo à Diretora-Geral da Moviflor, Teresa Albuquerque.

Sindicado informado

O Sindicado dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) foi contactado pelo Tugaleaks. Embora não exista uma resposta oficial, o sindicato informou-nos por telefone de que já teriam existido vários plenários e que tinham pelo menos em duas lojas, de Lisboa e Setúbal, pedido a investigação e inspeção laboral.

Conteúdo do “leak” de e-mails

O conteúdo do link divulgado na Internet mostra não só e-mails a comprovar toda a situação como talões de depósito em caixa, alguns com mais de 3 mil euros (o valor é diário). Para onde vai todo este dinheiro? Não parece ir para os trabalhadores.

E-mail Moviflor


A 23 de Novembro a Moviflor enviou um e-mail a indicar que seria pago o subsídio de Natal até dia 15 de Dezembro. No entanto, em e-mail enviado a 20 de Dezembro mudava essa informação e dizia que iria ser pago apenas 25% do valor.

O que foi feito ao dinheiro e á dignididade dos trabalhadores?
 

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