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domingo, 4 de janeiro de 2015

0 Isto permite-me circular em todas as auto-estradas da Suíça, todas as 24 horas , de todos os dias de um ano . São 8760 horas !

Sabem o que é isto ? Isto é um selo e custa 40 Francos Suíços , entre 30 e 32 Euros !

Isto permite-me circular em todas as auto-estradas da Suíça, todas as 24 horas , de todos os dias de um ano . São 8760 horas !

Em Portugal dá para quê ? Para ir de Lisboa ao Algarve ? Circular 3 horas ? 

Porquê ? Porque existem Gulosos = Gestores e Accionistas de Pps ! = a empresas público / privadas , a chuparem, a sugarem o Estado e o Povo .

Parece que copiam o que é mau , mas é certo que não copiam nem implementam as coisas boas .

Gosta ? Concorda ? Então Partilhe isto para que sirva de chapada nas fuças dos políticos portugueses .

terça-feira, 19 de agosto de 2014

0 JÁ NÃO É OBRIGATÓRIO COLOCAR VINHETA DE INSPEÇÃO NO PÁRA-BRISAS

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 144/2012 de 11/07, deixou de ser obrigatório a afixação da vinheta de inspeção periódica obrigatória no pára-brisas do veículo. Esta obrigação, dizia respeito ao nº 1 do artigo 8º do Decreto-Lei n.º 554/99, de 16/12, sendo punida com coima de 30 a 150 €. No entanto, esse diploma foi revogado pelo Decreto-Lei n.º 144/2012, de 11/07, que regula as inspeções técnicas periódicas, as inspeções para atribuição de matrícula, e as inspeções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques. O n.º 1 do art.º 9 do Decreto-Lei nº 144/2012, elimina a obrigatoriedade da vinheta destacável, passando a dispôr que “para comprovar a realização das inspeções periódicas é emitida pela entidade gestora do centro uma ficha de inspeção por cada veículo inspecionado.” Assim, a comprovação da inspeção periódica deixou de ser efetuada através da vinheta, a qual era afixada no interior do veiculo no canto inferior do para-brisas ou, na falta deste, noutro local bem visível. Atualmente, no exercício da fiscalização apenas será exigido ao condutor a exibição da ficha de inspeção do veiculo. Quando o condutor não seja portador da ficha de inspeção, é punido com a coima de 60 a 300 € prevista no art.º 85.º do Código da Estrada, salvo se a apresentar no prazo de 8 dias à autoridade indicada pelo agente de fiscalização, caso em que é sancionado com coima de 30 a 150 €. A falta de inspeção periódica ou extraordinária, quando obrigatórias, é punida com coima de 250 a 1250 €, salvo quando se tratar de motociclo, triciclo ou quadriciclo, em que a coima é de 120 a 600 €. 
Fonte:RadioPernes.pt

domingo, 15 de junho de 2014

0 Novo sinal RADAR nas SCUT Novo assalto aos portugueses

Realmente hoje eu começo a entender o porque de as vendas das bicicletas ter subido em flecha!!Vocês não?Então vamos la pensar,hoje em dia andar de carro começa a ser uma coisa extremamente cara.São cada vez mais o numero de exigências e contribuições para o estado que nos rouba a descarada.Como se não basta se as Scuts,que mais parece que estamos a passar numa passadeira de veludo e estamos a ser taxados,ainda lançam este novo sinal,que mais parece que é,alem de pagares e passares no veludo,tens de passar dentro dos limites,se não estragas o menino és multado.Andamos a dormir pessoal vamos acordar,temos de nos manifestar.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

0 BICICLETAS PAGAM IMPOSTO A PARTIR DE MAIO

O Governo anunciou recentemente que as bicicletas vão passar a ter que ser registadas e pagar um imposto de circulação, à semelhança do que já acontece com os veículos automóveis e restantes veículos motorizados.

Ainda não são conhecidos valores, mas o Governo prevê com esta medida, arrecadar centenas de milhares de euros para os cofres do estado.

A nova medida irá entrar em vigor no início do mês de maio. O imposto deverá ser pago, primeiramente no ato de registo da bicicleta e posteriormente, todos os anos até ao final do mês do registo.

Recorde-se que, desde 1 de Janeiro, está em vigor a nova legislação relativa à circulação de velocípedes, nomeadamente, a sua circulação em rotundas. A nova legislação prevê que os condutores de velocípedes terão de se comportar como os veículos automóveis, e na estrada poderão ocupar toda a faixa de rodagem.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

0 Codigo da estrada : As novas alterações para 2014

A partir do dia 1 de Janeiro entram e m vigor novas alterações ao Código da Estrada. Publicadas a 3 de Setembro em Diário da República, as mudanças abrangem várias áreas como os limites ao consumo de álcool, as regras para ciclistas e a regulamentação das cadeiras para crianças. Confira aqui as mais de 60 alterações


sábado, 16 de novembro de 2013

0 Land Air Bus : Chineses apresentam um autocarro que passa por cima dos carros

E mais uma vez os chineses nos surpreendem com uma ideia fantástica que começou a ganhar atenção em 2010.
Com este projecto apresentado em 2010 a ideia deles é de diminuir até 30% do transito na China, que é um autocarro que passa por cima dos carros e evita a formação de grandes engarrafamentos.


Denominado de Land Air Bus este projecto utiliza painéis solares e eléctricos para se deslocar o que poupa até 860 toneladas de combustível por ano e também reduz em 2640 toneladas de emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. O veiculo pode alcançar cerca de 60 km/h e transporta 1.200 pessoas.
Conheça o Land Air Bus.

sábado, 1 de dezembro de 2012

0 Estes são os Senhores da greve !

Comboios de Portugal e quejandas – Até quando vamos levar porrada?


A CP e outras empresas públicas de transporte têm-nos brindado com algumas das greves mais incómodas e prejudiciais que tenho memória. Não só impedem milhares de pessoas de se deslocarem para os locais de trabalho, como afundam ainda mais a situação financeira das empresas, atirando-as para um buraco cujo a resolução não se adivinha nada fácil.
Em 2011, os funcionários da CP convocaram, ao longo do ano, 12 dias de greve total e 83 dias de greve parcial, implicando uma perda de receita de 8 milhões de euros (relatório de contas 2011). Replico aqui algo que escrevi dia 31/1/2011, após (mais) um dia de greve.
Do meu ponto de vista, quando um conjunto de funcionários ameaça com greve, é porque está insatisfeito, certo? Bem, inferir que os trabalhadores da CP estão insatisfeitos com o que ganham é, no mínimo, pornográfico. Numa empresa em que o salário médio de um maquinista é cerca de 1300€. “Ouviram (leram) bem? 1300€”; os funcionários gozam de 18 subsídios (incluindo um por não faltar ao trabalho); existe um fundo – único em Portugal – que lhes permite ganhar enquanto fazem greve; e um chefe para cada 16 trabalhadores (!) é gozar com os Portugueses.
Como se pode concluir através do gráfico, eficiência dos recursos é um conceito ignaro na CP. Senão vejamos:

- o custo com pessoal, entre 2006 e 2010, decresceu a uma taxa de variação média anual de 2,73%;
– as vendas, na mesma medida e período homólogo, decaíram 1,86%/ano;
– os custos com pessoal continuam, pesadamente, a representar ≈ 45% das vendas.
Ou seja, exceptuando o ano 2007, quando os custos com pessoal diminuem (por norma despedimentos) ocorre imediatamente uma quebra nas vendas.
Questiono: duas ou três pessoas para segurar o carrinho dos snack’s mais uma pessoa no bar no alalfa pendular PRT-LSB não é supérfluo? São necessários dois revisores em cada viagem a meio da tarde (c/ menos procura)? Bem, olhando para o primeiro gráfico atrevo escrever que não.
A solução passa, impreterivelmente, por uma diminuição dos gastos com pessoal (a título de exemplo, em 2010, o EBITDA foi =-12M e os G/Pessoal =122M) e um aumento de eficiência dos serviços, combinando isto com um forte envolvimento dos funcionários à missão e estratégia da empresa e responsabilizando-os pelo idigente serviço prestado. Por outro lado, é também urgente estudar a viabilidade de algumas linhas e racionalizar o seu uso.
No que concerne aos números, e contra factos não há argumentos, são de fazer chorar.
Fiz uma análise económica/financeira da empresa muito simples dos três grandes pilares:
1) estrutura financeira;
2) risco/rentabilidade;
3) liquidez.
Para isso, usei os seguintes indicadores que passo a explanar:
1 – Autonomia financeira: mede o grau de solvabilidade das empresas, ou seja, dividindo o capital próprio da empresa pelos seus activos permite-nos analisar de que forma estes últimos são financiados pelos primeiros, permitindo também uma previsão a longo prazo sobre a estrutura da empresa. Quanto menor for o valor, grosso modo, mais os activos estão a ser financiados por dívida. O normal é as empresas apresentarem valores superiores a 1, mas, espante-se quem pensar que na CP é igual. Isto porque o capital próprio da CP é sistematicamente negativo (!!), ou seja, somos todos nós que financiamos esta empresa.

2 – ROA (%) – só usei este rácio e evidencia a capacidade dos activos da empresa em gerar retorno. Ou seja, para um determinado investimento num activo, qual o retorno que este provocará nos resultados em %. Bem, também neste indicador pasme-se quem pensava que seria positivo. É, perduravelmente negativo.

3 – Com as chances cada vez menores de safar a empresa da falência – não fossemos todos nós – a liquidez também não altera, infelizmente, este paradigma. Este rácio mede, basicamente, a capacidade que a empresa tem em honrar os seus compromissos a curto prazo, dividindo o activo corrente pelo passivo corrente (liquidez geral). É suposto o activo de curto prazo ser superior ao passivo, em qualquer empresa de boa saúde. Mas desengane-se quem pensa que a CP se inclui neste grupo, como se pode ver pelo gráfico.
Dir-me-ão os mais esquerdistas que estou a fazer uma análise puramente “empresarial” porquanto uma empresa como a CP não é feita para gerar lucro. Correcto. Mas os Angolanos ou Chineses que comprarem a CP Carga não vão pensar assim. Por outro lado, também sei que o preço praticado é muito inferior ao custo marginal do serviço. Mas repito, uma vez que só irá ser vendida a CP Carga, vamos continuar a sustentar este buraco? Um buraco em que os trabalhadores fazem 51 pré-avisos de greve por ano? Um buraco que, em 2010, teve um resultado líquido do exercício -195.197.037€ !? 
Assim, a continuidade do serviço público de transportes obriga a uma gestão mais eficaz dos recursos disponíveis. Não há alternativas a essa decisão.
Vejamos a situação de algumas outras empresas públicas no sector dos transportes:
Carris:
Activo= € 163M
Passivo= € 939M
Capitais Próprios (o que, depois de vendido todo o activo e liquidar o passivo, resta para o accionista) = € -776M (!)
Encargos com a dívida no último ano = € 30M
A oferta de serviços é superior à oferta 4,5 vezes.
Metro de Lisboa:
Activo= € 520M
Passivo= € 1179M
Capitais Próprios= € -658M
Encargos com juros (2010) = €52M
Custos com pessoal superiores às receitas de bilheteira, representando 66% dos custos totais que a empresa tem em pôr o metro a funcionar.
Oferta supera a procura 5,4 vezes. Grosso modo, em cada 5 metros que passam, só um é que está cheio.
STCP:
Passivo= € 390M
Capitais próprios= € -276M
Oferta superior à procura = 6,7 vezes
Metro do Porto:
Passivo= € 3435M
Capitais Próprios= € -1158M
Oferta superior à procura= 5,5 vezes
Encargos Financeiros (juros) = € 89M
Transtejo/Soflusa:
Passivo= € 192M
Capital Próprio= € -109M
Gastos com pessoal › Receitas de Bilheteira
Encargos Financeiros (juros) = € 4,7M
CP:
Passivo= € 3667M
Capitais Próprios= € -2447M
Encargos Financeiros com a dívida (juros) = € 161M
Oferta superior à procura = 4 vezes
REFER:
Passivo= € 2712M
Capitais Próprios= € -1446M
Encargos Financeiros (juros) = € 190M
As receitas cobradas às empresas pelo uso das infraestruturas são INFERIORES ao custo de pessoal!
(Neste momento já devem ter desmaiado mas…)
Resumindo:
Só estas empresas apresentam um passivo consolidado acumulado de €11.575 M (16% do empréstimo do FMI e pouco menos da linha de crédito destinada à Banca), estima-se que o endividamento das empresas públicas deste sector empresarial do Estado ascenda a 17 MIL MILHÕES! (só para terem um termo de comparação, a receita total estimada da sobretaxa em sede de IRS no ano passado é de € 1025M)
Segundo uma notícia da semana passada no JN, apresento alguns luxos que os trabalhadores gozam nestas empresas – além de ordenados bem acima da média:
a) Cabeleireiro disponível na empresa;
b) Subsídio por não faltar ao trabalho;
c) 30 dias de férias por ano;
d) Cobertura para medicamentos;
e) Subsidio complementar ao da SS se o trabalhador estiver de baixa para receber o mesmo que recebia se tivesse a trabalhar;
f) Complemento de reforma de forma a que o trabalhador receba o mesmo que recebia quando estava a trabalhar;
g) Subsídios que atingem os 30% do salário bruto;
h) Subsídio por turnos – 60€/mês + subsídio de assiduidade 70€/mês (metro de Lisboa);
i) Viagens gratuitas para os Pais, Irmãos, Tios, Filhos etc.
Acham isto justo? Eu não.
Quando há tantos Portugueses, especialmente os funcionários públicos, a sofrer de uma redução brutal do rendimento mensal, porque razão não se corta parte destas regalias? Sim, porque elas representam uns bons milhões por ano. Além disso, é necessário acabar com todas essas chefias excessivas, vários administradores com cartões de crédito e ordenados faraónicos, com a sobreposição na oferta de alguns serviços sucedâneos e com tantas outras negociatas feitas como o caso das SCUT.
Por isto é que os sindicatos deviam lutar, apresentando soluções mesmo que por vezes os trabalhadores tenham de abdicar de algo no presente para o seu emprego futuro estar menos em risco! Não é com slogans absolutamente escabrosos – “Fora a TROIKA” – nem com uma forma contestatária tão repugnante que conseguirão melhorar alguma coisa.
Soluções?
1) Reestruturar as empresas, fundir algumas que são públicas e concorrentes/complementares, permitindo uma redução estimada de 15% nos FSE (fornecimentos de serviços externos: telecomunicações, frota automóvel)
2) Abrir as concessões de algumas linhas aos privados – de forma séria e benéfica.
3) Horários mais eficientes para os trabalhadores para não acontecer o que acontece hoje (já foi pior) – um maquinista após 6h de trabalho tem o dia ganho porque senão excede as 8h/dia;
4) Despedimentos;
5) Ajustar a Oferta à Procura – racionalização das redes – por exemplo, há locais em que a oferta ferroviária excede 5000% a procura, podendo esse trajecto ser fornecido por uma empresa de autocarros a um custo MUITO inferior;
6) Acabar com todas as regalias que não se enquadram no momento actual.
Relembro: Em termos contabilísticos, se o Estado vendesse tudo o que estas empresas têm e pagasse a toda a gente (Activo – Passivo), tinha ainda de desembolsar 5,5 MIL MILHÕES – dos nossos impostos – para alguém ficar com as empresas.
Obs: Excluí a grande RENEGOCIAÇÃO das PPP, em que os encargos passaram de € 746M para cerca de € 1500M (salvo erro). Tentarei escrever acerca dessa grande renegociação brevemente com a certeza que nunca chamarei a pessoa que renegociou as PPP para RENEGOCIAR por mim….

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

0 Comboios param na próxima semana em especial no feriado de 5 de Outubro

Os comboios vão sofrer várias perturbações ao longo da próxima semana, em especial no feriado de 05 de Outubro, devido à greve convocada por vários sindicatos, anunciou hoje a CP - Comboios de Portugal.
No alerta, a CP informa que, nos primeiros três dias da greve, de segunda a quarta-feira, se devem realizar metade dos comboios dos serviços Alfa Pendular e Intercidades, acentuando-se as perturbações na quinta-feira, dia em que devem realizar-se apenas 25 por cento das ligações de longo curso.
Já no feriado de 05 de Outubro "não se prevê a realização de comboios" Alfa Pendular e Intercidades, explica a empresa, antecipando que as perturbações se estendam a sábado, com especial incidência no período da manhã.
No caso dos comboios urbanos (Lisboa, Porto e Coimbra), regionais e inter-regionais, a CP antecipa "fortes perturbações na circulação, com supressão da maioria dos comboios", de segunda-feira a quinta-feira.
Na sexta-feira, dia em que se celebra a Implantação da República, "não se prevê a realização dos comboios urbanos de Coimbra, regionais e Inter-regionais".
No sábado, a situação deverá retomar a normalidade, podendo ainda ocorrer algumas perturbações durante a manhã.
A CP aguarda ainda a decisão do Tribunal Arbitral nomeado pelo Conselho Económico e Social, sobre eventual determinação de serviços mínimos.
De acordo com a nota enviada aos utentes, as ligações internacionais - comboios Sud Expresso e Lusitânia Comboio Hotel - devem efetuar-se, mas devem informar-se sobre as ligações nos gabinetes de apoio ou nas bilheteiras.
 
 

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