Mostrar mensagens com a etiqueta Vaticano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vaticano. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

0 Santuário de Fátima tem património avaliado em 350 milhões de euros e não paga IMI

O Santuário de Fátima tem um património imobiliário no concelho de Ourém avaliado em 348 milhões de euros que está isento do pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), à semelhança dos edifícios do Estado ou das sedes partidárias.
A informação foi dada na última sessão da assembleia municipal pelo presidente do município, Paulo Fonseca (PS), durante a discussão da proposta de taxas do IMI a cobrar em 2014, considerando essa realidade “extremamente injusta”.

“Esta anomalia fiscal que existe no concelho de Ourém não se verifica em mais nenhum concelho do país. É necessário que o Estado, que gere este assunto, desenhe e construa critérios de justiça para o concelho de Ourém”, afirmou, dando a entender, uma vez mais, as relações tensas existentes entre o município e o Santuário de Fátima.
Pelo que se conhece Paulo Fonseca terá aproveitado apenas a discussão do IMI para trazer este assunto à discussão não se conhecendo qualquer iniciativa junto do Governo com intuito de reparar aquilo que considera uma injustiça.

A proposta do valor da taxa de IMI a cobrar em 2014 foi aprovada à tangente sendo necessário o voto de qualidade da presidente da assembleia municipal, Deolinda Simões (independente eleita nas listas do PS).

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

6 Bento XVI Escondido no Vaticano. Procurado por Assassinar Crianças em Rituais de Sacrifício.

Esta declaração foi emitida em 28 de outubro de 2013 pela Direcção Central do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado, em Bruxelas, na Bélgica.
papa-bento-twitter
Toos Nijenhuis da Holanda confirma ritual de sacrifício de crianças pelo papa Bento XVI na Assessoria da Mídia Global do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS) em sua Direcção Central, em Bruxelas.

“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina”: confirma testemunha de um ritual de sacrifício ocorrido em 1987, Toos Nijenhuis da Holanda

Nova prova de culpa do Vaticano leva políticos italianos a enfrentar o Papa Francisco no próximo processo judicial da Lei Comum anunciada – O Papado revida fazendo ataques contra o ITCCS.

A Breaking News Resume:
O processo criminal de outro Papa se aproximou da realidade este mês quando políticos italianos concordaram em trabalhar com as ITCCS em uma ação judicial de direito comum contra o papado […]

O acordo veio depois que uma nova testemunha confirmou o envolvimento de Ratzinger em um ritual de sacrifício de crianças na Holanda, em agosto de 1987.

“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina em um castelo francês, no outono de 1987″, afirmou a testemunha, que foi uma participante regular na tortura e ritual de culto e assassinato de crianças.

“Era feio e horrível, e isso não aconteceu apenas uma vez. Ratzinger muitas vezes participou. Ele e o cardeal católico holandês Alfrink e o fundador Bilderberger, assim como o Príncipe Bernhard, foram alguns dos homens mais proeminentes que participaram.”

Esta nova testemunha confirma o relato de Toos Nijenhuis, uma mulher holandesa que veio a público em 08 de maio como testemunha ocular de crimes semelhantes envolvendo Ratzinger, Alfrink e Bernhard. (Ver: http://youtu.be/-A1o1Egi20c )

Logo após a sua demissão histórica do cargo de papa em 11 de fevereiro, Joseph Ratzinger foi condenado por crimes contra a humanidade em 25 de fevereiro de 2013 pelo Tribunal de justica em Direito Comum Internacional e por cidadãos globais com sede em Bruxelas que emitiram um mandado de prisão contra ele. Desde então, ele tem fugido e evitado ser preso dentro da cidade do vaticano sob um decreto do atual Papa Francisco.

O surgimento desta nova evidência da cumplicidade do vaticano no assassinato de crianças levou um grupo de políticos italianos a concordar em trabalhar com as ITCCS para enfrentar o papado com a lei da Corte da Justica Comum contra o atual Papa Francisco, Jorge Bergoglio, por acolher e esconder Ratzinger e pela sua própria cumplicidade em crimes de guerra. Os políticos tem estado em negociações a portas fechadas com representantes ITCCS desde 22 de setembro.

“Nós estamos fazer uma revisão e não abolir Tratado de Latrão do nosso país com o Vaticano, cujas ações em abrigar estupradores de crianças certamente atendem à definição de uma organização criminosa transnacional no âmbito do direito internacional”, afirmou um porta-voz de um dos políticos.

Em resposta, durante a mesma semana de 7 de outubro, quando essas novas alegações vieram à tona, o Vaticano iniciou uma série de ataques contra grupos ITCCS na Europa envolvidos em documentar o envolvimento da Igreja no ritual de culto assassinato.

Agentes pagos sabotaram o trabalho do ITCCS na Holanda e na Irlanda, durante essa semana, e em 14 de outubro, o site principal ITCCS foi destruído pelos mesmos sabotadores.
Fontes políticas em Roma, revelaram que esses ataques foram pagos e coordenados pelo Escritório da agência de espionagem do Vaticano conhecida como a “Santa Aliança” ou a entidade e seus filiados, o Sodalício Pianum, fundada em Roma, em 1913. Eles também envolveram os agentes do Núncio Apostólico da Holanda, o arcebispo André Dupuy, que fez o contato direto com dois dos sabotadores “, Mel e Richard Ve”, e com o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, que também pagou suborno para atrapalhar e impedir ITCCS de trabalhar na Irlanda.

“Obviously the Vatican is panicking. This is a good sign” commented ITCCS Field Secretary Kevin Annett today from New York City.

“Obviamente, o Vaticano está em pânico. Isso é um bom sinal “, comentou o Secretário de Campo do ITCCS Kevin Annett hoje de Nova Iorque.

“A maré política mudou contra a igreja, não é mais possível se esconder dos assassinos de crianças atrás do Tratado de Latrão. E, em sua agonia, a hierarquia da Igreja está usando seus métodos usuais de mentiras e desinformação tentando mudar o foco de sua própria culpa criminal.”

Em resposta a essa descoberta e os renovados ataques a seu trabalho, a Direcção Central ITCCS em Bruxelas fez hoje o seguinte anúncio para mídia mundial e de suas afiliadas nos vinte e seis países:

1. No mês de novembro, a nossa rede vai convocar uma conferência de imprensa mundial em Roma, com políticos italianos e anunciar uma nova fase de nossa campanha para desestabilizar o poder secular do Vaticano. Esta campanha irá incluir o lançamento de uma nova ação judicial de direito comum contra o atual Papa Francisco e seus agentes por cumplicidade em crimes contra a humanidade e participacão em rituais em cultos e assassinatos.

2. Para salvaguardar esses esforços, p nosso Web site principal em www.itccs.org foi restaurado e protegido com novos recursos de segurança. Além disso, a partir de agora, todas as seções ITCCS irá operar sob uma Carta oficial, que todos os membros devem assinar e jurar. Uma cópia desta carta será afixada no itccs.org e distribuída em todas as nossas seções.

3. A título de informação, no nosso site na televisão ex-www.itccs.tv foi comprometida e apreendidas pelos agentes pagos conhecidos pelos apelidos “Mel e Richard Ve”, que estão agindo em oposição deliberada aos ITCCS para denegrir o nosso trabalho e o bom nome de Kevin Annett, nosso Secretário. Nem “Mel e Richard Ve” e nem o site itccs.tv é parceiro ou de qualquer forma representam os ITCCS.

4. Jorge Bergoglio (aliás Papa Francisco) e outras autoridades do Vaticano estão agora sob investigação criminal por crimes hediondos que envolvem o tráfico, tortura e assassinato de crianças. Aconselhamos a todas as pessoas a abster-se de ajudar Bergoglio e seus agentes, sob pena de condenação sumária por participar de uma conspiração criminosa comprovada que emana da Curia e do Gabinete do Romano Pontífice.

https://www.facebook.com/ufologiaparacientifico
Fonte original: http://itccs.org/2013/10/28/i-saw-joseph-ratzinger-murder-a-little-girl-eyewitness-to-a-1987-ritual-sacrifice-confirms-account-of-toos-nijenhuis-of-holland/

terça-feira, 2 de julho de 2013

1 Padre católico é decapitado por islamistas ( video)

O Vaticano confirmou o frio assassinato do padre franciscano François Murad (49). Ele foi decapitado em público no domingo, 23 de junho, por terroristas islâmicos radicais em Gassanieh, norte da Síria. O padre estava com as mãos atadas e teve seu pescoço cortado por uma faca. Sua cabeça foi então exibida à multidão histérica. O padre católico havia procurado proteção no convento cristão local, que foi atacado pelo grupo terrorista Jabhat al-Nusra.

Esta ato repugnante deve deixar claro a todos os cristãos do mundo, que os chamados rebeldes na Síria são de fato assassinos frios, não combatem pela liberdade e muito menos são guardiães do Islã. Eles podem gritar quanto quiserem “Allahu Akbar” durante a decapitação, mas isso nada tem a ver com Deus.
Quem tira a vida de uma pessoa, comete um pecado mortal, ponto!
Verso do Corão de Medina: 2.82
Por isso, quem faz o mal e está em pecado, irá morar no inferno, lá permanece.
Cada muçulmano que não condenar com veemência este assassinato brutal contra um padre católico indefeso, torna-se cúmplice. O Corão proíbe isso. Os assassinos e todos aqueles que assistiram passivamente irão ficar para sempre no purgatório. Eles são os servos de satanás e terão que pagar para sempre pelos seus atos covardes.
No vídeo abaixo é exibida a decapitação que faz do padre François um mártir, que morreu apenas por sua fé cristã. Atenção, as cenas são de extrema violência e eu as mostro apenas porque existem pessoas que ainda negam, que os jihadistas cometem tais atos na Síria.
A primeira vítima é o padre François. A segunda, que também teve a cabeça cortada, teria colaborado com o governo de Assad. Uma terceira pessoa que também tem as mãos atadas nas costas, e está de joelhos, também aguarda o mesmo destino.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

43 Escândalo em Fátima - OBRIGATÓRIO DIVULGAR ESTA VERGONHA

Gostaria que toda esta vergonhosa história não fosse verdadeira. Mas se for também não fico consciente com a minha indiferença, por isso reencaminho, na esperança de aparecer um desmentido sobre tamanha crueldade


O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.






As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.

Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...

Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.



Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.

Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.

A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.

A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar... Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.

Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetados num local "sagrado".

Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.

Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.

Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.

Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600

sexta-feira, 7 de junho de 2013

0 6 DIFERENÇAS ENTRE O PAPA FRANCISCO E O PAPA BENTO XVI


sábado, 13 de abril de 2013

0 Vaticano considerou massacres de Pinochet propaganda


O Vaticano qualificou há 40 anos como "propaganda comunista" as informações publicadas depois do golpe militar de 1973 no Chile sobre os massacres da ditadura de Pinochet, revelam documentos do Departamento de Estado divulgados na segunda-feira pela WikiLeaks.


"Durante uma chamada em 18 de outubro [de 1973], o arcebispo [Giovanni] Benelli, subsecretário de Estado do Vaticano, expressou a sua preocupação e a do Papa [Paulo VI] com o êxito da campanha internacional esquerdista para distorcer completamente a realidade da situação no Chile", informa um telegrama enviado a 18 de outubro de 1973 pelo embaixador norte-americano na Santa Sé, disponibilizado no sítio do WikiLeaks.
Benelli, escreve-se no texto do Departamento de Estado norte-americano divulgado pelo WikiLeaks, "classificou-a de cobertura exagerada e possivelmente o maior êxito da propaganda comunista".
Em reação, a Igreja Católica chilena disse na segunda-feira que o Vaticano sempre apoiou os perseguidos da ditadura chilena e lembrou que o telegrama revelado pelo Wikileaks foi enviado pouco tempo após o golpe de Augusto Pinochet, quando ainda não existia uma ideia real da dimensão da repressão.

O WikiLeaks anunciou a publicação na segunda-feira de mais de 1,7 milhões de documentos diplomáticos secretos dos Estados Unidos, segundo o fundador do sítio na Internet Julian Assange.
De acordo com Julian Assange, refugiado na embaixada do Equador em Londres, as notas, relatórios e correspondências vão "enfatizar" a grande variedade e o alcance da influência norte-americana em todo o mundo.

Os novos documentos, datados entre 1973 e 1976, estão, contudo, disponíveis para consulta no Arquivo Nacional dos Estados Unidos e não são oriundos de polémicas fugas de informação.
No período da documentação em causa, Henry Kissinger era o secretário de Estado dos EUA.
Assange está refugiado na embaixada do Equador que lhe concedeu asilo político evitando assim a extradição para a Suécia onde é acusado de agressão sexual, mas as autoridades britânicas continuam a assinalar o seu objetivo de cumprir a ordem de prisão.

sexta-feira, 15 de março de 2013

0 A história secreta da renúncia de Bento XVI

Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar da sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” do seu predecessor, João Paulo II, descobriu num comunicado elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre fações, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter as suas prerrogativas e privilégios à frente das instituições religiosas.
Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino do seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.
O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem na sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pela divulgação da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Procurou mudar a sua imagem com métodos modernos. Para isso, contratou o jornalista norte americano Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “A minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.
A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes continuam a ser misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar no seu lugar um italiano na tentativa de travar a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.
Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública a sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canónicas adotadas contra os partidários fascistas e ultra reacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógrada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultra direita do mundo.
Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que os seus retratistas empenham-se em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “deixou-se engolir pela opacidade que se instalou sob o seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas manipuladas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.
Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e económica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norte americano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.
João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia-lhe muito. Nos anos 70, Marcinkus passou dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polaco Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou os seus dias a jogar golfe em Phoenix, no meio de um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. O seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçónica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.
Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos à frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” na sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava a ser investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre fações no Vaticano. Quando assumiu o seu posto, Tedeschi começou a elaborar um relatório secreto onde registou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha o seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.
Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. A sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava à divulgação de documentos roubados do papa.
Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua fação. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se auto alimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.
Paris. Tradução: Katarina Peixoto

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

0 Um dos mais fortes candidatos a substituir o papa Bento XVI é homofóbico e defende pena de morte para gays

Um dos mais fortes candidatos a substituir o Papa Bento XVI é Peter Turkson, Cardeal do Gana. De acordo com informações do site "Queerty", Tukson defende a pena de morte para homossexuais!!! Nem quero acreditar que depois dum Papa nazi vem agora um homofóbico. Pensará ele que ser homossexual é crime? E que dizer dos crimes de pedofilia praticados no seio da igreja? Isto é caricato; um negro homofóbico é o mesmo que um judeu nazi. Está na hora do Vaticano falir... Antes que instaurem a Santa Inquisição novamente.
 
  Desde a última segunda-feira (11) em que Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) renunciou ao posto de Papa, em pouco tempo já surgiram alguns nomes que podem sucedê-lo.
peter turksno papa homossexuais gana
Candidato a substituir Bento XVI, Peter Turkson defende pena de morte para gays (Foto: Divulgação)
Peter Turkson, Cardeal de Gana, é um dos mais fortes candidatos e se for escolhido, se tornará o primeiro papa negro e africano da história.
Mas esse possível sucessor com grandes chances de conquistar o papado já possui um histórico polêmico. De acordo com informações do site “Queerty” ,Turkson seria homofóbico e defenderia a pena de morte para homossexuais em Uganda, um projeto de lei que tramita no Poder Legislativo do país.
Já em entrevista para o site “The Telegraph“, ele diz que é preciso ‘encontrar maneiras de lidar com os desafios da sociedade e da cultura’, acrescentando que a Igreja precisava “evangelizar”, ou converter, os que tinham abraçado “estilos de vida alternativos, tendências ou questões de gênero”. “Nós não podemos falhar em nossa missão de fornecer orientação”, disse.
Outra atitude inexplicável de Peter Turkson foi criticar o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, quando o mesmo pediu que o continente africano acabasse com a criminalização da homossexualidade.
“Quando você está falando sobre o que é chamado de “estilo de vida alternativo”, são estes os direitos humanos? Ele (Ban Ki-moon) precisa reconhecer que há uma sutil distinção entre moralidade e direitos humanos, e é isso que precisa ser esclarecido”, afirmou, insinuando que defender os LGBT não é uma questão de direitos humanos.
Vale Lembrar que Gana é um país da Africa Ocidental que ainda condena a homossexualidade.
Em um comunicado oficial, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por “não ter mais forças” para exercer as obrigações do cargo.
A Santa Sé anunciou que o papado, exercido pelo teólogo alemão desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido. Segundo o porta-voz Federico Lombardi, o que se espera que ocorra “o mais rápido possível” e até a Páscoa.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

0 Raio cai na Basílica de S.Pedro em dia de resignação

No dia em que o papa Bento XVI divulgou ao mundo a decisão de resignar, abateu-se uma tempestade sobre a Basílica de São Pedro, em Roma. O fenómeno climático foi registado em fotografias em que se vê um raio a atingir o cume do edifício sagrado.

A imagem está a provocar algum espanto e a circular nas redes sociais dado ao seu carácter simbólico. A sua veracidade é já contestada por alguns cibernautas, mas ao que tudo indica as fotografias são verdadeiras.
As imagens foram captadas pelo fotógrafo Alessandro Di Meo, um fotógrafo italiano da agência ANSA. Em Portugal, as imagens foram disponibilizadas pela agência Lusa, através da agência EPA.
A notícia de que Bento XVI iria deixar o pontificado no final de fevereiro deixou a Igreja Católica «incrédula» e levou o cardeal Angelo Sodano, actual número dois do Vaticano, a afirmar que o anúncio foi como um «raio fulminante num céu sereno».

 

 

0 Banco do Vaticano é o principal acionista da maior indústria de armamentos do mundo

Vaticano08_Armas


Talvez poucas pessoas saibam que a fábrica de armas Pietro Beretta Ltda. (a maior indústria de armas no mundo) é controlada pela Holding SpA Beretta e que o acionista majoritário da Holding SpA Beretta, depois de Gussalli Ugo Beretta, é o Instituto para Obras de Religião (IOR), comumente conhecido como Banco do Vaticano, instituição privada, fundada em 1942 pelo Papa Pio 12 e com sede na Cidade do Vaticano.
A história por trás de tudo isso é a seguinte:
Roma não foi construída em um dia, tampouco o Vaticano, e menos ainda sua opulência atual. Isso tem suas raízes no século 4 da era cristã, quando o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e colocou à disposição do papa Silvestre I uma fortuna colossal – de fato o transformou no primeiro papa rico na história.
A Igreja Católica é a única organização religiosa do mundo que tem como quartel-general um estado independente: a cidade do Vaticano. Com seus 440 metros quadrados de superfície o Vaticano é muito menor do que muitos campos de golfe no mundo; e para percorrê-lo sem pressa não se necessita muito mais que uma hora; contar suas riquezas, contudo, levaria bastante mais tempo.
A moderna opulência do Vaticano baseia-se na generosidade de Benito Mussolini que, graças à assinatura do Tratado de Latrão entre seu governo e o Vaticano, outorgou à Igreja Católica uma série de garantias e medidas de proteção. A Santa Sé conseguiu que a reconhecessem como um estado soberano, beneficiou-se com a isenção fiscal de sua propriedade para beneficiar seus cidadãos, que não precisavam pagar os direitos aduaneiros pelo que importavam do exterior. Foi-lhe concedida imunidade diplomática e seus diplomatas começaram a desfrutar dos privilégios da profissão, igual assim como os diplomatas estrangeiros reconhecidos junto à Santa Sé. Mussolini prometeu introduzir o ensino da religião católica em todas as escolas do país e deixou a instituição do casamento sob a égide das leis canônicas, que não admitiam o divórcio. Os benefícios que o Vaticano recebeu foram enormes, dentre eles, os benefícios fiscais foram preponderantes.
Em 1933, o Vaticano mais uma vez demonstrou sua capacidade de estabelecer negócios lucrativos com os governos fascistas. A concordata de 1929, assinada com Mussolini, foi seguida por outra entre a Santa Sé e o 3º Reich de Hitler. O gestor Francesco Pacelli foi uma das figuras-chave do pacto com Mussolini: seu irmão, o cardeal Eugênio Pacelli, futuro papa Pio 12, foi responsável pela negociação como secretário de Estado do Vaticano, assinando um tratado com a Alemanha de Hitler. Pio 12 conhecia bem a Alemanha. Ele fora núncio em Berlim, durante a 1ª Guerra Mundial, e depois, como secretário de Estado de Pio 11, teve inúmeras intervenções no rumo que estava tomando a política alemã. Nesta qualidade interveio decisivamente na encíclica de Pio 11, conhecida como Mit brennender sorge (que se pode traduzir “Com preocupação ardente”). A iniciativa da encíclica partiu, ao contrário do que se acredita, dos bispos alemães, sendo o primeiro rascunho escrito em Roma pelo Cardeal Faulhaber. O então cardeal Pacelli, que fala alemão, deu-lhe a forma final, apresentada a Pio 11, sendo então assinada e publicada. Apesar da constante e grande pressão mundial, o papa Pio 12 sempre se negou a excomungar Hitler e Mussolini; seu pontificado foi caracterizado pela adoção de uma falsa postura de neutralidade. Quando os nazistas invadiram a Polônia, o papa Pio 12 se recusou a condenar a invasão; uma das maiores vantagens que obteria o Vaticano do muito lucrativo acordo que mantinha com Hitler era a confirmação de Kirchensteuer, um imposto eclesiástico; trata-se de um imposto estadual que ainda hoje os fiéis alemães devem pagar, e só podem escapar se renunciarem à sua religião. Na prática, muito poucos renunciam. Este imposto representa por si só entre 8 e 10% dos impostos totais arrecadados pelo governo alemão.
***
Vaticano10_Vista_Aerea
Os números do Vaticano
Estima-se que o Vaticano seja o dono de cerca de 20% a 30% dos imóveis da Itália, incluindo igrejas, escolas, hospitais, clínicas e até hotéis.
Beatriz Olivon
No final de fevereiro, o papa Bento 16 deixará o cargo. Assim, ele deixa de ser chefe do Estado da cidade do Vaticano, o menor Estado do mundo em tamanho e um dos menores em população. O Estado da cidade do Vaticano tem 440 metros quadrados, sendo o menor estado independente do mundo, de acordo com o banco de dados do livro CIA, o World Factbook. O Vaticano tem pouco mais de 800 moradores – 836, de acordo com estimativas de julho de 2012, só há dois estados com menos habitantes. Em 2011, a força de trabalho somava 2.800 pessoas, a maior parte delas mora fora do Vaticano e está empregada na área de serviços.
Estima-se que o Vaticano seja o dono de cerca de 20% a 30% dos imóveis da Itália, incluindo igrejas, escolas, hospitais, clínicas e até hotéis. Durante a crise econômica, um antigo imposto sobre bens imóveis que tinha sido extinto retornou e a oposição pediu que ele também fosse aplicado às propriedades do Vaticano.
Crise
Assim como seus pares na Europa, o Vaticano também sentiu a crise financeira. O livro da CIA afirma que nem o Vaticano escapou das dificuldades financeiras que afetaram a Europa e, em 2012, começou a avaliar onde cortar custos para reverter o déficit no orçamento de 2011. Os rendimentos foram de US$308 milhões em 2011 enquanto os gastos foram de US$326,4 milhões.
A maioria dos gastos públicos vai para salários e outros custos com pessoal. O relatório afirma que os rendimentos e condições de vida dos trabalhadores são comparáveis aos dos que trabalham em Roma.
O Vaticano é financiado por diversas fontes, incluindo investimentos, aluguel dos imóveis e doações. Uma coleta anual nas dioceses somada a doações diretas vai para um outro fundo usado diretamente pelo papa para caridade, desastres e ajuda a igrejas em países em desenvolvimento, segundo o CIA, o World Factbook. As doações aumentaram entre 2010 e 2011, segundo a CIA.
O orçamento do Estado da cidade do Vaticano inclui a receita dos museus, correio e venda de souvenir. A receita também aumentou entre 2010 e 2011 por causa do aumento no número de horas de funcionamento dos museus e do maior número de visitantes, segundo o relatório.
 

NOTÍCIA TUGA Copyright © 2011 - |- Template created by Notícia Tuga - |- Powered by Notícia Tuga