Mostrar mensagens com a etiqueta Vergonha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vergonha. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

0 Carro de Mário Soares foge depois de bater contra carro em Lisboa

Ex-presidente ignora vítima e manda motorista arrancar.
O motorista do ex-Presidente da República Mário Soares esteve esta quinta-feira à tarde envolvido num acidente junto à rotunda de Entrecampos, em Lisboa, embatendo no carro de uma mulher e abandonando o local sem assumir a responsabilidade do acidente.
Não esperou pela polícia e recusou-se a preencher a declaração amigável. Mário Soares seguia no Mercedes S350 que lhe é atribuído pelo Estado – e, segundo testemunhas, ordenou ao motorista que se despachasse. Para trás ficou Carla Gonçalves, jurista da Câmara Municipal de Lisboa, com danos no carro do marido, um Toyota Yaris.
“Fiquei nervosa e até comecei a chorar. O condutor saiu do carro, disse-me que tinha pressa e que não podia ficar à espera”, contou a condutora ao CM. “Atirou-me um papel rasgado com o número de telefone, que está desligado, e foi embora. Eu olhei para o carro e vi que estava o Mário Soares, mas ele nem olhou para mim. Há dois senhores que viram que ele fez um gesto para o motorista se despachar e foram embora.”
O acidente ocorreu às 15h00. Tudo indica que o motorista do ex-Presidente estava a mudar de faixa quando embateu na parte lateral do carro onde seguia Carla Gonçalves, que ficou amolgado e riscado do lado do pendura. Pouco depois, o motorista de Soares saiu do carro só para dar o seu número de telefone e seguiu.
Carla Gonçalves estava desolada. “Eu até percebia se me dissessem que não tinham tempo, mas tinham dado os dados da viatura e do condutor para resolver as coisas com o seguro. Agora ver-me a chorar, atirar-me um papel e deixar-me sozinha é que não!” A PSP chegou ao local já depois das 16h00 e recolheu os dados e a queixa da jurista.
Fonte: CM

quinta-feira, 19 de março de 2015

0 Dezenas de policias de intervenção despejam 1 mãe e duas crianças menores em espinho

Dezenas de policias de intervenção despejam 1 mãe e duas crianças menores 
A desocupação coerciva de uma mãe e dois filhos menores de uma habitação do bairro novo em Silvalde, Espinho, provoca indignação dos vizinhos.
Policia de intervenção reprimiu amigos e vizinhos que apoiavam Juliana Ferreira.
Susana Valente, membro da Comissão Política do PSD de Espinho e da Assembleia Municipal fez o seguinte comentário no facebook: "Queixam-se de quê! Agora deveria ser penhorado os 133€ de RSI" (único rendimento da família). 

A unica solução apresentada pela câmara foi a de colocar Juliana e as duas crianças temporariamente numa instituição.

FONTE : Guilhotina.info

domingo, 18 de janeiro de 2015

0 A minha mãe acaba de falecer há uma hora e meia, no Hospital Garcia d'Orta

Este é o desabafo do Sr. João Carlos Silveira
Peço desculpa pelo que vou dizer mas ESTOU MUITO REVOLTADO!
A minha mãe acaba de falecer há uma hora e meia, no Hospital Garcia d'Orta e, depois de ter dado entrada cerca das 11:00 horas da manhã, só foi vista cerca das 20:15 horas, depois de inclusive eu ter participado de um Médico, para mim indigno da profissão que diz que professa e, depois de muitas outras peripécias na Urgência deste Hospital!
Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, o culpado maior da morte da minha mãe é filho da outra senhora, que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e o gang dos seus lacaios!
Eu hoje vi de tudo naquela urgência... A título só de exemplo, há hora de almoço, as Voluntárias que davam sopa aos doentes em espera a certo ponto deixaram de dar, inclusive à minha mãe, porque já não tinham mais tijelas de plástico para servir sopa... Portanto, quando se acabaram as tijelas, acabou-se a sopa...
Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, a verdade é que são muito poucos para atenderem tanto doente... O Serviço de Saúde está uma miséria e, o nosso querido filho daquela senhora Coelho, cada vez vive melhor!
Não há profissionais suficientes, não há material suficiente, não há camas suficientes, não há macas suficientes (um dos Bombeiros que levou a minha mãe esta manhã, ao chegar e ao mudar a minha mãe da maca da ambulância para outra maca, confessa-me que a outra maca também é dos Bombeiros de Cacilhas, que já lá tem algumas há vários meses, pois o HGO não tem macas suficientes...)
Como é possível que um conhecido que trabalha no HGO, cerca das 22:00 horas ao tentar saber no sistema informático como estava o processo da minha mãe, tenha dado com a informação que a minha mãe tinha tido alta à revelia do parecer do Médico, por vontade própria, com ela deitada numa maca, nos corredores da Urgência ligada ao oxigénio????
Como é possível que cerca das 00:00 horas, ao voltar para junto da maca, vindo da Sala de Espera (de estar a falar com o meu sobrinho) tenha dado com ela com dificuldades respiratórias e, a senhora do lado me ter dito que já tinha chamada a atenção das Enfermeiras para isso e, que uma tinha ido lá abrir mais a pressão do Oxigénio, eu olho para o Manómetro da Botija e, o mesmo estava a ZEROS e ninguém via que a botija já não tinha oxigénio nenhum!!!
Estou revoltado, por tudo aquilo que passei, assisti e vivi hoje no HGO!!!
Como á possível que, a Médica que atendia a minha mãe, cerca da meia noite, à 1:30 horas da manhã me dissesse:
- Olhe, a sua mãe não está bem para ir para casa mas, também não a posso internar, pois não tenho camas disponíveis... Assim, vai ter que ir ficando por aqui...
Isto não é possível a não ser num país de terceiro Mundo, ou num país governado por verdadeiros gatunos, que não têm compaixão por quem está a sofrer, por quem tem (fazia dia 10 de Fevereiro) 90 anos, por quem precisa de ser atendido quando chega ao Hospital, por isso vai a uma Urgência, e não mais de 8 horas depois...
É UMA VERGONHA!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

0 COLOCADA NA RUA PELO HOSPITAL JOAQUIM URBANO NO PORTO!


Uma mulher debilitada com cancro, teve alta do Hospital Joaquim Urbano no Porto mas, sem ter casa para onde ir. Acabou na rua a céu aberto! 

Passou uma tarde nas escadas de uma igreja, até a Segurança Social lhe arranjar um quarto. O inferno em que vive está agora escondido numa pensão.

Os Portugueses estão na mão de porcos que a única coisa que lhes interessa é mostrar resultados. Isto ultrapassa todos os limites mínimos exigíveis ao respeito pela dignidade humana!

Colocar na rua um doente que não tem para onde ir, apenas para vagar uma cama para assim reduzir custos, quando existem dezenas delas vagas no mesmo Hospital, É UM ACTO HEDIONDO SEM PERDÃO!

PARTILHEM! PARTILHEM! PARTILHEM! ATÉ NÃO PODEREM MAIS !!!!!

domingo, 7 de dezembro de 2014

0 VERGONHA Pingo doce de Massamá deita comida fora em vez de dar a quem precisa...

No Pingo Doce de Massamá funcionários deitam fora produtos alimentares no contentor do lixo.
À porta uma carrinha de recolha de alimentos que estava a receber da campanha de alimentos.
Nos contentores pessoas a retirar os produtos alimentares que lá foram colocados....
 Há necessidade disto !!!???
Não seria possível distribuir estes produtos em vez de os pôr no contentor? ??








sexta-feira, 4 de julho de 2014

0 Bolacha no gelado vale despedimento no McDonald's

Há regras que devem ser respeitadas à hora das refeições no McDonald’s. O que David Cunha não sabia era que estas incluíam não adicionar ‘extras’ à sobremesa.

O caso aconteceu anteontem no estabelecimento desta marca de fast-food em Urgeses, em Guimarães. Na pausa que os funcionários têm para jantar, o ex-trabalhador adicionou uma colher de bolachas ao seu gelado, a sobremesa que escolheu para a refeição, e, sendo este um procedimento proibido pelo gerência do restaurante, David Cunha foi convidado a assinar a carta de rescisão do contrato, avança o Jornal de Notícias.

Comeu um Royal Cheese, com batatas fritas e um refrigerante a acompanhar. Para terminar, David escolheu comer um Sundae de caramelo. Todos estes elementos estão incluídos no menu do jantar dos trabalhadores. O problema chegou nos extras – David decidiu adicionar uma colher de bolachas Oreo ao seu gelado. Meia hora após depois, o gerente chamou-o ao gabinete e acusou-o de roubar.

“Perguntou-me se tinha noção do que tinha feito, que era muito grave e considerado um roubo”, disse o jovem de 23 anos ao JN.

David explica que não pediu à gerência para adicionar a bolacha ao gelado para não importunar: “Se lhes tivesse pedido, mandavam-me ir trabalhar, que eles têm mais que fazer”, afirmou.

Segundo o JN, o ex-trabalhador assinou a rescisão do contrato por mútuo acordo, sem que lhe tivesse sido entregue uma cópia. David trabalhava há dois meses naquele estabelecimento, a receber menos de dois euros à hora.

Fonte

domingo, 22 de junho de 2014

0 VERGONHA: VÊ COM SE COME NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA! É POR ISTO QUE PORTUGAL ESTÁ MAL!

Um jornalista tomou pequeno-almoço, almoçou, lanchou, jantou, e apanhou uma bebedeira por apenas 13,30 € no Bar/Restaurante da Assembleia da República. Como por tão pouco? O contribuinte pagou o resto!!
Consta do Orçamento da AR para este ano (publicado em Diário da República) a rubrica:
“Serviços de restaurante, refeitório e cafetaria – 960.850,00” (quase 1 milhão de euros).
Prevendo-se a receita de 260 mil euros proveniente da venda de senhas de refeição.
Isto é: tendo em conta o preço de custo, as receitas não ultrapassam os 30 % o que equivale a uma venda abaixo de custo na ordem dos 70 %.
Mas pior do que isto, é o facto de ser o povo português a pagar a diferença que existe entre os… 260 mil e os 960 mil euros!
Para que não restem dúvidas, o povo português paga cerca de 700 mil euros/ano para que os deputados da AR e restante pessoal na Cantina comam e bebam do melhor.
Segundo o caderno de encargos, no refeitório terá de ser servido:
Sopa: normal e dieta (obrigatoriamente elaborada com base em vegetais frescos e/ou congelados, sendo proibido o uso de bases pré-preparadas.
São admissíveis sopas com elementos proteicos uma vez por semana – sopa de peixe, canja de galinha, etc.).
Carne, peixe, dieta, opção, Bitoque. Pão, integral ou de mistura; Salada; Sobremesas incluindo, no mínimo, 4 variedades de fruta e 4 de doces/bolos/sorvete, além de maçã assada e salada de frutas.
Exige ainda o caderno de encargos, uma mesa com complementos frios (saladas), com no mínimo 8 variedades entre as quais se incluem, obrigatoriamente, tomate, alface e cenoura, além de molhos e temperos variados.
Uma mesa com um prato vegetariano e mais 4 componentes quentes vegetarianos (cereais, leguminosas e legumes).
Sobre os ingredientes é exigido o seguinte:
Café: “O café para serviço nas Cafetarias deverá ser de 1ª qualidade, em grão para moagem local, observando lotes que incluam um mínimo de 50% de “arábica” na sua composição”.
Bacalhau: “O Bacalhau deverá ser obrigatoriamente da espécie “Cod Gadusm morhua”.
Pode apresentar-se seco para demolha, fresco ou demolhado ultra-congelado, observando-se como tamanho mínimo 1 Kg (“crescido”), para confecções prevendo “desfiados” (à Brás, com natas ou similares) ou 2 Kg (“graúdo”) para confecções “à posta”.
Carnes de Aves: “Peru (inteiro em carcaças limpas com peso superior a 5 Kg, coxas, bifes obtidos exclusivamente por corte dos músculos peitorais). Frango (inteiro em carcaças limpas com peso aproximado 1,2 Kg, coxas e antecoxas, bifes obtidos exclusivamente por corte dos músculos peitorais).
Agora vamos aos preços
Carta-do-restaurante-da-AR-2012
Um jornalista meu amigo tomou pequeno-almoço, almoçou, lanchou, jantou, e apanhou uma bebedeira por apenas 13,30€ no Bar/Restaurante da AR.
Recorde-se que as refeições escolares no ensino básico atingem os 3,80 euros. O jornalista comparou os preços do bar da Assembleia da República frequentado por deputados e ministros, e ficou abismado.
Eram 8 da manhã. O jornalista pediu um café e um bolo de arroz, afim de tomar o pequeno-almoço, tendo pago 15 cêntimos, 5 do café e 10 do bolo.
Vendo ali “mama da grossa”, o jornalista bebeu 10 (Dez), repito 10 minis, tendo pago apenas 1 euro, (pois cada mini custa apenas 10 Cêntimos)!
A meio da manhã, o jornalista “mamou” um gin Bombay Sapphire (1,65 euros), e já perto do Almoço um vodka Eristoff (1,50 euros), para abrir o apetite.
Ao almoço, o jornalista comeu gambas, camarão tigre, lavagante, sapateira, queijo da Serra, presunto de Barrancos, garoupa e bife do lombo, regado com Palácio da Bacalhoa, por 3 euros!
Depois e para rematar um whisky Famous Grouse, que custou (2 euros).
Já de tarde solicitou uma garrafa de champanhe Krug (3 euros a garrafa) e caviar beluga (1 euro).
O jornalista passou a tarde no bar da AR, rodeado das deputadas Rita Rato (PCP), Francisca Almeida (PSD), Ana Drago e Marisa Matias do (BE).
Assim, por tudo isto, o meu amigo jornalista gastou qualquer coisa como 13,30 €, num pequeno-almoço, almoço de marisco, com entradas de queijo da serra, presunto e caviar, com vinho do Palácio da Bacalhoa, e pelo meio alternadamente bebeu whisky, vodka e gin, rematando com champanhe Krug.
Segue o vídeo:


Fonte

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

1 Mulher de Alpiarça, reformada por invalidez, foi presa por não ter dinheiro para pagar as depesas judiciais

Foi levada de casa pela GNR sem saber o que a esperava, deixando os dois filhos de 17 anos sozinhos e entregues à sua sorte. A generosidade da população permitiu juntar os 900 euros necessários para pagar a dívida em menos de 24 horas. A história teve final feliz mas Rosa Cruz não esquece o 'inferno' que viveu durante uma semana, criticando a actuação das autoridades.







Rosa Cruz diz que, por mais que tente, nunca vai conseguir esquecer o inferno que viveu durante os sete dias em que esteve presa no Estabelecimento Prisional de Tires, perto de Cascais. Num caso que perdeu em tribunal foi condenada a pagar 900 euros.Como não tinha esse dinheiro, Rosa Cruz acabou por ser condenada a cumprir pena de 100 dias de prisão. No entanto, a generosidade da população de Alpiarça, onde Rosa Cruz, de 45 anos, vive há mais de duas décadas, fez com que fosse possível juntar os 900 euros necessários para resgatá-la do cativeiro. Em todo este "inferno", como descreve várias vezes ao longo da conversa com O MIRANTE tudo o que passou, Rosa aponta o dedo à actuação da GNR de Alpiarça que diz não ter sido a mais correcta. "Bateram-me à porta e disseram-me, de forma muito simpática, que tinha que os acompanhar. Não estranhei porque há uns três anos aconteceu o mesmo quando tive que ir ao Tribunal de Almeirim assinar uns papéis. Só na esquadra é que me disseram o que se estava a passar mas garantiram-me que a minha advogada ia resolver o assunto e, no máximo, passava apenas uma noite fora de casa", recorda. Rosa voltou a casa apenas para buscar alguma roupa interior e disse a um dos filhos, que estava em casa com gripe (o outro tinha ido para a escola), que ia tratar de uns assuntos e que no máximo no dia seguinte ficaria tudo resolvido e voltaria para casa. Mas nada disso aconteceu e Rosa Cruz foi detida no dia 28 de Novembro. O problema é que com toda a agitação não levou consigo os medicamentos que tem que tomar diariamente.

 * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

0 Abandonar o cão, sim, mas com consciência ( Vergonhoso)

Reparem na forma requintada com que se abandona um cachorro: Preso ao sinal de trânsito proibido na Rua Serra da Lapa, junto ao caixote do lixo e com o enxoval completo; cama, almofadas, ração de boa qualidade e respetiva tigela, biscoitos, brinquedos e imaginem, uma garrafa de água. Nem mais. O animal tinha tudo, menos o principal.





( Enviado ao nosso blog )

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

0 Vergonha na Korea

Nojento. Uma velha avó coreana foi encontrada hoje  numa estação de metro , na cidade de Busan (Coreia do Sul), a vender  gatos amarrados em sacos de cebola. Para ensacar-se animais como cebola é nada menos do primitivo. Este país precisa de alguma ajuda séria no departamento de justiça animal.

Os gatos foram provavelmente capturados na rua, e como o povo coreano geralmente não quer gatos - principalmente gatos totalmente crescidos, as únicas pessoas que compram os gatos da senhora coreana - seriam pessoas interessadas em ferve-los vivos em uma sopa.

A pessoa que tirou a foto, mais tarde recusou-se a atender o telefone ou responder a mensagens de texto. A polícia foi notificada, mas um policial que foi enviado para o local "aparentemente" não poderia encontrar a senhora - e "aparentemente" iria procurar a senhora novamente amanhã.

sábado, 3 de agosto de 2013

0 CORTAM A PRESTAÇÃO SOCIAL POR NÃO ESTAR EM CASA

DENUNCIEM ESTA      VERGONHA.

Exmo. Sr. José Carlos Queiroz
Venho por este meio, visto não ter outra forma de contacta-lo, responder, à notificação de comparência. Que, na minha ausência me foi deixada a informação, que implicará a cessação da prestação, junto dos serviços do Centro Distrital competente.
Agora e desculpando-me a inconveniência, pergunto-lhe, não tem por acaso conhecimento do estado de saúde do meu filho? Porque será que ele não frequenta o ensino especial obrigatório? Porque será também, que tem de ter a assistência para além da hospitalar dum fisioterapeuta ao domicílio para lhe dar assistência respiratória?
Por uma única razão, o Rafael tem 99% de incapacidade. Incapacidade essa, que não me permite dar-me ao luxo de sequer pensar em ter um emprego. Mas o Rafael está vivo e para além de ter de ser vigiado 24horas por dia tem o direito assim como qualquer cidadão de sair à rua com a sua mãe. Não sabia era que cada vez que tivesse que o fazer tivesse que notificar primeiro os serviços sociais das minhas ausências domiciliárias.
No processo deveriam estar todas estas informações. O sistema até era funcional aquando tratado directamente no Centro de Segurança Social mas agora e sem perceber porquê, os casos como o meu, foram enviados para o CRATO centro de toxicodependentes e carenciados, desculpe-me mais uma vez a ironia, mas ainda não atingi esse estatuto. Pois o CRATO nem tem respostas efectivas para nos dar nos casos de insustentabilidade por assistência a terceiros.
Estou extremamente revoltada, falaram comigo ao telefone, e ficaram de me deixar uma notificação com um aviso, com alguma antecedência para me dirigir ao núcleo.
Era isso que eu esperava, não o que fizeram de forma desleal, não podem tratar todas as pessoas da mesma forma. Se alguém engana e vive à custa do contribuinte, esse alguém não sou eu certamente. Sabe, eu gostava, muito mesmo de ter vida própria, de poder trabalhar e socializar com as outras pessoas, mas não posso, é a vida do meu filho que está em risco.
E ainda me querem tirar o pouco que recebo que é o que nos alimenta? Nem ao meu filho mais velho consigo dar-lhe o curso superior que tantas vezes lhe prometi, porque tudo para nós é insuficiente. Não acha já, que é preciso fazer uma grande gestão numa família monoparental com dois filhos a cargo, sendo um deles uma criança com paralisia cerebral grave, com 320euros de subsídio?
Continuamos a utilizar o R/C da vivenda até que nos arranjem uma casa que tenha condições logísticas ao meu filho, por parte da Câmara.
Pode vir a qualquer hora seja de dia, ou de noite, agradeço que me enviem uma forma de vos comunicar quando me ausento, visto que segunda, quarta e sexta entre as 11.30 a as 13h estou no hospital com o Rafael (o que também poderão ir verificar), e além disso a grande maioria das consultas visto ser um doente crónico grave, são em Lisboa aonde é constantemente acompanhado.
Não sendo eu nenhuma conhecedora do assunto, o Estado não pouparia mais se propusessem aos pais trabalharem nas escolas e fizessem assim parte duma sociedade activa aonde poderiam dar assistência directa aos seus filhos e cruzar conhecimentos com outras auxiliares?
Assim sim, acredito que se evitariam algumas fiscalizações desnecessárias.
Este documento será enviado também ao Ministro da Solidariedade, emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares.
O meu filho é infelizmente, um doente permanente e eu não ando a roubar o estado, pelo contrário, foi um médico que trabalha para o estado que me tirou a minha vida e a do meu filho.
Agradeço resposta.
Cumprimentos.
Cristina Capela

quarta-feira, 31 de julho de 2013

0 Cadela foi presa duas vezes a um carril na linha ferroviária do Douro

A primeira vez roeu a corta. O dono certificou-se que à segunda já não o fazia. Chama-se Melissa e foi salva de quem a queria ver morta.
Seis da manhã. O alerta é dado pelos maquinistas. Um deles conta ao marido de Cláudia Oliveira, que é também maquinista. Sabem que a Cláudia é dedicada à causa animal.
Segundo as palavras da Cláudia que publicou a situação no Facebook, o cenário era de uma “cadela esquelética, desnutrida, desidratada, ferida e AMARRADA COM UMA CORDA AO CARRIL, DEIXADA PARA MORRER DE UMA FORMA ATROZ”.

Conta ainda que “[c]onseguimos cortar a corda com uma pedra, dado que estava muito bem atada” e a Melissa, nome que deram à cadela, “simplesmente pulou para o meu colo de onde não queria sai”, pois a ajuda de um estranho pareceu-me, provavelmente, mais segura do que o abandono de um dono.
Já no veterinário, longe do perigo humano que a deixava praticamente à morte certa, ficou-se a saber que “está desnutrida e desidratada, tem ferimentos provocados pelo comboio (no focinho e costas) e possivelmente sarna”.

denuncia  Cadela foi presa duas vezes a um carril na linha ferroviária do Douro

A cadela foi vista duas vezes na linha do Douro. Uma no sentido Recarei-Trancoso e outra no sentido Trancoso-Recarei. A cadela terá roído a primeira corda que lhe puseram, mas que o dono deve ter voltado para acabar o “trabalho”.
O Tugaleaks contactou Cláudia Vieira que nos disse que a cadela está “a recuperar muito bem, já engordou 2 kg e é super dócil apesar de tudo”.
Existe uma Página de Facebook criada para dar conta do problema e a quem quiser colaborar, seja com donativos ou apoio, a página fornece os contactos de e-mail necessários. A recuperação da Melissa, embora um sinal positivo, nunca lhe vai tirar o susto que teve mas mais ainda a sorte que teve em ser salva.

denuncia  Cadela foi presa duas vezes a um carril na linha ferroviária do Douro

Cláudia queixa-se da lei em Portugal, afirmando que “[s]e a lei fosse mais dura e justa metade destes crimes não aconteceria”.
Esta situação é confirmada pela entrevista publicada pelo Tugaleaks em Maio deste ano onde o PAN – Partido dos Animais e da Natureza – afirmou que “animais não humanos partilham com o animais humanos o mesmo interesse em sobreviver, o mesmo interesse numa vida livre de sofrimento” e que apenas “as lutas de cães” são punidas criminalmente em Portugal, “com pena de prisão até um ano ou com pena de multa”.
As autoridades foram contactadas mas foi sempre “o jogo do empurra”.

Fonte : Tugaleaks

sexta-feira, 28 de junho de 2013

0 situação de caracter grave que tem vindo a suceder no concelho de Sintra

Agradeço que façam circular a seguinte carta para todos os meios sociais e se possivel ao SEPNA E DGV autoridades máximas cujo dever é salvaguardar a vida animal
Ex mos Senhores,

Venho por este meio expressar a minha total indignaçãorelativamente a uma situação de caracter grave que tem vindo a suceder de modoconsecutivo. no concelho de Sintra

Posso indicar que só na rua da Tojeirinha, Agualva Cacem, emvários terrenos, baldios ou particulares existem cerca de 10 animais incluindo potros emcondições consideradas degradantes, privados de água, pasto ou sombra.

Tendo em conta que os maus tratos compreendem todas as práticas, mesmo que não sejam violentas, e suscetíveisde causar um estado de angústia ou de sofrimento e tem como modalidade extremaa destruição dele.

É do conhecimentos dos Senhores uma lei de proteção aos animais , que consiste em :

Lei n.º 92/95
de 12 de Setembro
Lei n.º 92/95 de 12 de Setembro


A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), e169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte:

CAPÍTULO I
Princípios gerais

Artigo 1.º
Medidas gerais de proteção

1 - São proibidas todas as violênciasinjustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes,sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graveslesões a um animal.
2 - Os animais doentes, feridos ou em perigo devem, na medida do possível, sersocorridos.
3 - São também proibidos os atos consistentes em:
a) Exigir a um animal, em casos que não sejam de emergência, esforços ou atuaçõesque, em virtude da sua condição, ele seja obviamente incapaz de realizar ou queestejam obviamente para além das suas possibilidades;
b) Utilizar chicotes com nós, aguilhões com mais de 5 mm, ou outros instrumentosperfurantes, na condução de animais, com exceção dos usados na arte equestre enas touradas autorizadas por lei;
c) Adquirir ou dispor de um animal enfraquecido, doente, gasto ou idoso, quetenha vivido num ambiente doméstico, numa instalação comercial ou industrial ououtra, sob proteção e cuidados humanos, para qualquer fim que não seja o do seutratamento e recuperação ou, no caso disso, a administração de uma morteimediata e condigna;
d) Abandonar intencionalmente na via pública animais que tenham sido mantidossob cuidado e proteção humanas, num ambiente doméstico ou numa instalaçãocomercial ou industrial;
e) Utilizar animais para fins didáticos, de treino, filmagens, exibições,publicidade ou atividades semelhantes, na medida em que daí resultem para elesdor ou sofrimentos consideráveis, salvo experiência científica de comprovadanecessidade;
f) Utilizar animais em treinos particularmente difíceis ou em experiências oudivertimentos consistentes em confrontar mortalmente animais uns contra osoutros, salvo na prática da caça.
4 - As espécies de animais em perigo de extinção serão objeto de medidas deproteção, nomeadamente para preservação dos ecossistemas em que se enquadram.

Tendo em conta a lei e o estado atual dos animais emquestão, devo indicar que não há maior crime que uma morte dolorosa e lenta,anexo a esta denúncia imagens explícitas da situação que transcrevo, penso queestes animais são propriedade de uma única pessoa, residente em Agualva.

Estou disponível para qualquer esclarecimento ou ajudanecessária, aguardo se possível uma resposta da Vossa parte,



Muito obrigada

Com os melhores cumprimentos


Fonte :  Shandra Almeida

sexta-feira, 21 de junho de 2013

43 Escândalo em Fátima - OBRIGATÓRIO DIVULGAR ESTA VERGONHA

Gostaria que toda esta vergonhosa história não fosse verdadeira. Mas se for também não fico consciente com a minha indiferença, por isso reencaminho, na esperança de aparecer um desmentido sobre tamanha crueldade


O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.






As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.

Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...

Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.



Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.

Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.

A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.

A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar... Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.

Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetados num local "sagrado".

Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.

Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.

Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.

Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600

sábado, 23 de março de 2013

0 Oferta de emprego oferece parte da remuneração mensal… em géneros

Parece mentira. Devia ser mentira. Mas não é. Empresa oferece pagamento em géneros e apenas 200EUR em dinheiro.

Este é mais um anúncio duvidoso e publicado no site do IEFP, criando falso emprego e falsas esperanças. O anúncio em causa apresenta um posto de trabalho para Vila Praia de Ancora e é para Técnico de Electrónica.
Na opção “Outras regalias” existe (se é que se pode chamar uma regalia) a seguinte informação: “SALÁRIO SERÁ PAGO UMA PARTE EM GENERO(ALOJAM. E ALIMENTAÇÃO COMP) – € 200 E O RESTANTE EM NUMERÁRIO”.
O Tugaleaks recebeu nas últimas 24h duas denúncias sobre o mesmo anúncio. Numa, enviada por e-mail, a situação é descrita como “ingrata” uma vez que “é uma falsa oferta à qual nunca me irei candidatar porque casa já tenho”.

Oferta de emprego oferece parte da remuneração mensal… em géneros

Continuam as ofertas já com candidatos escolhidos

O programa Estimulo 2013 (a continuação do 2012) continua a fazer com que várias ofertas de emprego tenham já candidatos escolhidos, tornando-se assim num site gerido pelo governo e com falsas propostas de emprego.
Outra situação além das que já temos denunciado aqui, aqui, aqui e aqui, apareceu novamente. A indicação de “já tem candidata” estava neste link onde a oferta entretanto foi retirada. No entanto, temos a imagem para mostrar como o estado coloca falsas ofertas de emprego na Internet.
Oferta de emprego oferece parte da remuneração mensal… em géneros

Com o desemprego a aumentar, será que o estado consegue repor o que nos tirou, nomeadamente, no desemprego que aumenta por culpa da austeridade?

sexta-feira, 8 de março de 2013

0 BPN Gestor Tem Pensão Milionária

Processo: Ex-administrador interpôs acção no tribunal do Trabalho
Gestor do BPN com pensão milionária

Tribunal atribuiu ainda uma indemnização e um carro de luxo.
08 Julho 2012

O Tribunal do Trabalho do Porto condenou o BPN, enquanto banco nacionalizado, a pagar a António Coelho Marinho, seu ex-administrador, um complemento da pensão de reforma de cinco mil euros líquidos por mês. Coelho Marinho tem também direito, segundo a decisão do tribunal, a receber uma indemnização de 178 655 euros, relativa ao complemento da pensão e à pensão de reforma vencidos até ao final de Maio de 2009.

O tribunal decretou ainda que o BPN tem de transmitir para Coelho Marinho a propriedade do Mercedes E280 CDI que era usado por este enquanto gestor.




Coelho Marinho terá sido um dos ex-responsáveis do banco que receberam dinheiro da Jared Finance LLC, offshore usada no tempo de Oliveira e Costa para fazer pagamentos por fora a administradores do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios (SLN). A revelação consta num documento do segundo processo de acusação do Ministério Público no ‘caso BPN', que o CM consultou no Tribunal Central de Instrução Criminal .

Coelho Marinho, que é arguido no ‘caso BPN', instaurou duas acções judiciais contra o banco no Tribunal do Trabalho do Porto. Na primeira, em 2009, pedia o reconhecimento de direitos laborais, com destaque para o referido complemento da pensão de reforma. Com esta acção, terá pretendido obter o reconhecimento do tribunal de que tinha direito ao complemento da pensão de reforma desde 12 de Dezembro de 2006, altura em que atingiu a idade da reforma, e não desde Junho de 2008, quando o BPN começou a pagar esse complemento de reforma. Marinho pediu também o pagamento de férias e do complemento da pensão de reforma e das pensões de reforma vencidas e a entrega do Mercedes usado em serviço.

O tribunal reconheceu estes direitos, mas negou o direito ao pagamento das férias vencidas. O complemento da pensão de reforma terá sido uma benesse concedida por Oliveira e Costa quando era presidente do BPN.

SOCIEDADE RECORRE PARA A RELAÇÃO
A Parvalorem, sociedade pública que foi criada para acolher os créditos tóxicos do BPN, recorreu, para a Relação do Porto, da sentença do Tribunal do Trabalho relativa à primeira acção interposta por António Coelho Marinho contra o BPN. Com esta iniciativa, a Parvalorem, que é agora dirigida por Rui Pedras, pretende convencer o tribunal de que não cabe ao Estado português assumir os encargos com o complemento da pensão de reforma e as pensões de reforma vencidas de António Coelho Marinho.

A Parvalorem apresentou também uma contestação à segunda acção interposta por Coelho Marinho contra o BPN.

ADMINISTRADORES RECEBERAM 3,8 MILHÕES EM DINHEIRO
Os administradores do BPN e da SLN receberam em dinheiro vivo mais de 3,8 milhões de euros. Os pagamentos foram efectuados através da offshore Jared Finance LLC, revelam os resultados dessa sociedade sediada na Ilha de Man, no Reino Unido.

Nesse documento, que consta nos autos do segundo processo de acusação do Ministério Público no ‘caso BPN', estão registadas duas operações de pagamentos em numerário a ex-gestores:
"Numerário - Administração SLN/BPN (Vicente Gimeno) - 1 402 393 euros"; "numerário - Administração SLN/BPN - 2 402 325 euros."

Ao todo, por esta via, os administradores do BPN e da SLN receberam, entre 2002 e 2007, mais de 3,8 milhões de euros em dinheiro vivo. Com estas operações, terão ficado por pagar impostos ao Estado e contribuições à Segurança Social.

PARAÍSO FISCAL PAGOU À FILHA DE OLIVEIRA E COSTA
A filha de Oliveira e Costa, Yolanda Oliveira e Costa, recebeu pagamentos de remunerações através da Jared Finance LLC. Segundo a demonstração de resultados dessa offshore, a filha do ex--banqueiro, que foi administradora da Datacomp (empresa de informática).


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

0 Gestor Público ganha mais de 10 800 euros/mês

O presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, EPE – primeiro como instituto público e depois como empresa pública, cuja nomeação foi proposta pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ganha 10 800 euros por mês. Como líder dessa entidade em 2012, João Moreira Rato foi obrigadoa entregar a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional (TC), mas omitiu o seu rendimento anual.
A remuneração mensal do líder do IGCP é superior ao montante recebido em salário e despesas de representação nos cargos mais altos do Estado: João Moreira Rato, ex-director executivo da Morgan Stanley, não só ganha mais do que o Presidente da República e a líder do Parlamento, Assunção Esteves, como tem uma remuneração que é quase o dobro do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e de um ministro.

A equipa de Vítor Gaspar, questionada sobre este assunto, não conseguiu responder!
Ao que foi apurado, João Moreira Rato, ganhou em 2012, 65 mil euros por seis meses à frente do IGCP (o que dá uma média superior a 10 800 euros por mês). Com esta remuneração mensal, o presidente do IGCP deverá ganhar mais de 140 mil eurospor ano. Já o rendimento de João Moreira Rato anterior ao início de funções no IGCP é desconhecido. Na declaração de rendimentos depositada no Tribunal Constitucional, no sítio relativo aos rendimentos, em vez de indicar o montante, João Moreira Rato, escreveu: “Fora do País. Declarei no UK [Reini Unido]“.
A lei 38/2010, última alteração à lei do controlo da riqueza dos titulares dos cargos políticos e equiparados, diz que o rendimento tem de ser declarado.
Fonte: CM

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

1 ESTADO FICA COM 26 MIL EUROS DO FESTIVAL EM BENEFICIO DE NUNO CARVALHO

Hoje de manhã, ao olhar para a capa do jornal Correio da Manhã, fiquei estupefacto: o Estado arrecadou 26 mil euros do Festival taurino realizado no Campo Pequeno no passado domingo, fazendo com que o jovem Nuno Carvalho (que nada receberá do Estado Português) apenas venha a receber cerca de 115 mil dos 141 mil euros recolhidos nessa tarde.

Imposto de Selo (10%) e IVA (13%) levam parte considerável do montante conseguido e nem o fim beneficente e a causa a que se destina foram suficientes para travar a gula do fisco que vê, apenas e só, em cada momento, com que valores consegue ficar pouco se importando com a forma como o faz e quem prejudica. Sabemos que cumprem escrupulosamente a lei. Mas apenas com os mais fracos, o que é verdadeiramente lamentável.

domingo, 6 de janeiro de 2013

0 O inferno dos funcionários públicos. Histórias de agressões, insultos e ameaças de morte

Trabalhadores da Segurança Social, do Fisco, dos tribunais, assistentes sociais e médicos queixam-se de agressões diárias, culpa da crise. O Notícia Tuga revela quatro histórias de funcionários públicos ameaçados e perseguidos.


Dina R. tocou à campainha e uma mulher de meia-idade, em roupão, convidou-a a entrar. A funcionária judicial de um tribunal do Norte explicou ao que vinha: uma dívida de 300 euros por pagar ao Ministério Público obrigaria a fazer uma avaliação dos bens que o casal tinha em casa para que, futuramente, caso não liquidassem o montante em falta, fossem penhorados. “A senhora foi simpática e disse-me que não havia nada para pagar, porque tinha pedido apoio jurídico”, recorda.
A mulher encaminhou-a para a cozinha da casa. E foi então que apareceu o marido. Seguiram-se insultos, palavrões, murros na mesa. Minutos depois, Dina R. estava com uma caçadeira apontada à cabeça. Suplicou que a deixassem ir embora. “Parece um cliché, mas vi a minha vida inteira passar-me à frente. Tive a certeza que ia morrer por causa de uma quantia absurda de 300 euros.” Nada fazia prever que a manhã daquele dia de Novembro terminasse de forma tão violenta: Dina R. tinha dezenas de diligências em mãos – muitas delas, penhoras da ordem dos milhares de euros: “Nunca imaginei ter uma arma apontada à cabeça e muito menos por causa de 300 euros.” Os minutos que se seguiram foram de absoluto desespero. “Supliquei à mulher dele que o fizesse parar e me deixassem ir embora, para ao pé do meu filho. Jurei que não lhes ia penhorar rigorosamente nada.”
Assim que conseguiu sair da vivenda, numa zona rural a três quilómetros da sede da comarca, a funcionária do tribunal meteu-se num táxi. Demorou mais de cinco minutos a marcar os nove dígitos do telefone do trabalho. Os colegas chamaram a GNR e o processo-crime ainda está na fase de inquérito. “Sinceramente estava à espera de mais apoio por parte do tribunal. A lei não nos protege, apesar de, ironicamente, estarmos ao serviço da Justiça”, conta.
Três meses depois, ainda é difícil driblar o medo: “Sempre que vou fazer uma diligência, e vou quase sempre sozinha, quando toco a uma campainha tenho medo.” A insegurança é alimentada todos os dias pela percepção, no terreno, de que os portugueses andam cada vez mais nervosos. “Nota-se uma perda crescente de respeito pelas instituições. Há penhoras em cima de penhoras e as pessoas partem muito mais para o confronto.” A culpa, tenta justificar, talvez seja da crise, agravada pela falta de funcionários nos serviços. “Acumulamos processos e mais processos, além das funções de colegas que entretanto foram transferidos. É cada vez mais difícil dar respostas em tempo útil.”
perseguições O trabalho de Vera S., assistente social, é andar no terreno. Integra uma equipa que faz o levantamento das condições de vida de crianças sinalizadas como estando em risco. É chamada quando todas as tentativas de corrigir as famílias já foram esgotadas e cabe-lhe, muitas vezes, retirar os filhos aos pais. A responsabilidade e o perigo são “enormes”, mas mesmo assim é quase sempre destacada para o terreno sozinha. Por conta própria e sem direito a subsídio de risco. Nos últimos quatro anos teve dois processos-crime a correr no tribunal por ameaças e perseguições. Processos pagos do próprio bolso. “Os serviços e o Estado não se responsabilizam caso queiramos apresentar queixa.” Um dos casos acabou com a condenação de um homem que a perseguiu semanas a fio. Vera diz que nem se lembra da pena. “Tive de me distanciar do assunto para manter a sanidade mental.” Mudou de concelho e de local de trabalho, com medo de represálias, e temeu pela família: “Era um homem com problemas de esquizofrenia e alcoolismo, a quem era preciso tirar a guarda do filho de seis anos.” Insatisfeito com a intenção do tribunal, o homem fez-lhe esperas, seguiu-a, investigou-lhe a família e os hábitos. “Sabia tudo sobre mim: onde ia, com quem, a morada dos meus pais.”
“Estamos sempre no fio da navalha. O número de solicitações à Segurança Social disparou de forma exponencial, para o dobro, no último ano”, queixa- -se a assistente social que diz ter a cargo mais de uma centena de processos ao mesmo tempo. “É evidente que as instituições não conseguem dar respostas adequadas e em tempo útil, o que só reforça a irritação dos utentes.”
Murros e pontapés Há quase um ano, Luís C., funcionário judicial, foi espancado dentro do tribunal da Covilhã, depois de sair em defesa de duas colegas do Ministério Público (MP) que estavam a ser insultadas por um arguido, revoltado com uma decisão do tribunal. “Isto é tudo uma cambada de putas”, gritou o homem, em plena secretaria do MP.
“Hoje, as pessoas não têm qualquer tipo de respeito pelas instituições. Estão no tribunal como se estivessem numa tasca. Não há menor solenidade ou respeito”, desabafa Luís C, recordando que depois de ter acalmado a discussão, o homem virou costas e saiu. Minutos mais tarde, ao descer as escadas para o rés-do-chão do tribunal, deu de caras com ele. Levou murros e pontapés. O agressor foi imediatamente detido, julgado e condenado ao pagamento de uma multa. “O juiz nem sequer considerou tratar-se de um crime agravado. Somos agredidos em serviço, mas aos olhos dos tribunais somos iguais aos outros.” Um ano antes, já tinha passado por outra experiência, também no tribunal da Covilhã: um outro homem, inconformado por perder a guarda dos filhos, barricou-se numa sala de audiências, sentou-se na cadeira do juiz e apontou uma arma à cabeça.
Nem os balcões escapam Nem os funcionários atrás dos balcões de atendimento dos serviços escapam aos insultos e às agressões. Margarida J., funcionária da Segurança Social, levou com um telefone em cima. As piores situações, conta, são sempre as que envolvem beneficiários do rendimento social de inserção ou, mais recentemente, do subsídio de desemprego. “A legislação está constantemente a mudar, por vezes demoramos muito tempo a resolver problemas ou a saber responder. As pessoas perdem a cabeça”, admite a funcionária. Depois há também as filas intermináveis. Quando chega ao trabalho já há gente à espera desde as cinco da manhã. Às nove e pouco, as senhas acabam e o stresse acumula-se. Margarida J. já levou puxões de cabelos e cuspidelas em cima. Foi num desses dias especialmente caóticos que um utente irritado lhe atirou com o telefone. “E ainda teve o descaramento de escrever no livro de reclamações depois de me ter agredido.” Tudo por causa do tempo de espera, que já ia longo. “As pessoas ficam ansiosas e andam amedrontadas porque o dinheiro não chega ao fim do mês e por vezes as prestações sociais atrasam-se. Quando não há dinheiro para as coisas mais básicas, descarregam nos funcionários, que são quem dá a cara pelas instituições.” No fim de tudo, quem paga as irritações constantes no trabalho são as filhas de Margarida: “Chego nervosa a casa, ralho, não tenho paciência. Há dias em que me apetece desistir de tudo.”
segurança social pouco segura À boleia da crise, as agressões aos funcionários da Segurança Social (SS) têm aumentado. E não são só os que fazem o controlo de subsídios como o Rendimento Social de Inserção em bairros problemáticos que enfrentam dificuldades. As agressões, agora, também acontecem nos balcões de atendimento ao público. O coordenador da Federação Nacional dos Sindicatos, Luís Pesca, diz ter feito chegar vários casos ao Instituto da Segurança Social: “Numa situação de crise em que há uma redução do rendimento disponível das pessoas, geram-se situações que acabam por sobrar para os funcionários, que são quem dá a cara pela instituição.”
Os serviços públicos são agora uma espécie de “bomba-relógio”, avisa o sindicalista: “Há casos de funcionários que são provocados com linguagem imprópria, tentativas de agressão física, ameaças e até cenas de autêntico pugilato.” Um dos principais problemas, para o sindicato, é o aumento da afluência de pessoas aos serviços da SS, sem que o número de funcionários acompanhe essa subida da procura. “Há um avolumar de solicitações, mas os trabalhadores estão a diminuir, essencialmente devido às centenas de aposentações”, diz.
Das Finanças aos hospitais O fenómeno não é exclusivo da SS. O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, por exemplo, garante que as agressões aos trabalhadores do Fisco são “quase diárias”. No ano passado, em Viseu, uma funcionária foi espancada quando fotografava uma casa que iria ser penhorada. E as perspectivas, segundo o vice- -presidente do sindicato, não são animadoras no que toca à segurança dos trabalhadores do fisco. “Os casos estão a aumentar devido ao agravar das dificuldades, ao corte dos subsídios, ao aumento dos impostos e do desemprego”, acredita José Manuel Anjos. A falta de funcionários nos serviços agrava o problema. “Estamos em situação de ruptura em matéria de recursos humanos e quando se geram filas de centenas de pessoas é natural que o stresse se acumule”, acrescenta o representante dos Trabalhadores dos Impostos, que garante que a qualidade dos serviços “está em causa”.
Os sindicatos dos médicos também já denunciaram agressões em instituições de saúde. “À medida que se acentuam os problemas sociais, as pessoas tornam-se mais agressivas, bebem mais, têm maiores problemas económicos, grande stresse e mais rapidamente recorrem à violência”, contou recentemente à Lusa Pilar Vicente, dirigente sindical e médica no Hospital de São José, em Lisboa. Num inquérito a quase 900 profissionais de saúde familiar, realizado no ano passado, metade disse notar um aumento nas manifestações de insatisfação dos utentes, desde protestos a ameaças, passando pela violência. O principal motivo de irritação dos utentes, segundo o mesmo estudo, divulgado pelo Observatório Português dos Sistemas de Saúde, é o aumento das taxas moderadoras.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

0 MAIS UMA VERGONHA NACIONAL... PARTILHEM SFF!

Uma vez que falamos de radares, esta é uma forma de colocação dissimulada ou escondida dos radares de velocidade é, à luz do Direito português, um método enganoso, dissimulado, abusivo ou capcio
so, de obtenção de prova fotográfica, sendo proibido e censurável à luz dos princípios jurídicos que informam a nossa ordem jurídico-legal, e é, portanto, ilegal e anti-constitucional nos termos e segundo as disposições legais conjugadas dos artigos n. 120, 1, alín. d, do Código Processo Penal e n. 32, 8 da Constituição da República.

Quem vir isto, ou tiver sido autuado por estes meios, no seu próprio interesse, ou em sua defesa invoque a nulidade desta prova obtida contra si, denuncie ao Ministério Público e às próprias polícias, para serem chamados à responsabilidade e punidos os autores policiais destes meios ilícitos de obtenção de prova.

Ora, estes radares devem estar visíveis e à vista desarmada, e só desta maneira podem captar imagens fotográficas para os fins contra-ordenacionais e rodoviários próprios.

Partilhem esta notícia, poderá ser útil para os teus amigos.
 

NOTÍCIA TUGA Copyright © 2011 - |- Template created by Notícia Tuga - |- Powered by Notícia Tuga