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segunda-feira, 16 de junho de 2014

0 A grande vigarice das Barragens

O plano nacional de barragens custará ao estado 16 mil milhões de euros, de todos nós, para financiar um negócio cujos lucros serão para a EDP! Lucros que terão de ser garantidos - 49 milhões de euros ao ano, durante 75 anos. O que significa que, se der prejuízo, que é o mais provável, o estado paga... Os senhores milionários recusam-se a correr riscos. Preferem deixa-lo para o otário que nunca é consultado... o Zé Povinho!
Mais ofensivo é que, segundo os especialistas, a sua produtividade é nula, ficando bem à vista que o importante não vai ser produzir electricidade, mas enriquecer os que participam neste desfalque ao país. Confirme neste vídeo:


A construção de novas barragens pagam e calam o loby da EDP



FONTE: Portugal Glorioso

quinta-feira, 4 de julho de 2013

0 O tachos da Ministra das Finanças, grandes exemplo vêm de cima.

Paulo Morais, expõe neste video a partir do minuto 4, um dos interesses obscuros dos tachos e boys; 
Manter secretos e longe do conhecimento público, factos que convém, aos gangs da corrupção, ficarem em segredo. Assim fica tudo em família, e os culpados por crimes, no governo PS serão mantidos impunes e protegidos, porque vários elementos do gabinete, são mantidos no seu posto mesmo quando mudam de governo, para garantir a impunidade.
Ele dá o exemplo do PS porque neste caso especifico, Maria Luís Albuquerque já vem do PS, mas obviamente este é um procedimento comum e não exclusivo do PS. Que vem confirmar a teoria de que a corrupção do PS ou do PSD, só pode prosseguir impune, porque estão todos em sintonia, e não em oposição como muitos inocentes portugueses, ainda acreditam.

Esta mesma história de Paulo Morais expõe como se mantém em segredo casos graves de corrupção, mas expõe também um outro acto de corrupção - O nepotismo. 
Muitos portugueses não o sabem mas o nepotismo é considerado um acto de corrupção pela "Transparency International", já que a definição de corrupção é:
"Os políticos e detentores de cargos públicos, tomarem decisões que em vez de beneficiar o publico, beneficiam-se a eles próprios. E não se trata apenas de envelopes cheios de dinheiro, pois estes senhores também tomam decisões (geram influências) que afectam as nossas vidas. A corrupção é o abuso do poder que lhes foi confiado, para ganhos privados. " fonte
Sendo assim usar cargos públicos para favorecer amigos e família com dinheiro público e dar poder público a amigos e família, para impor o interesse privado acima do público, é um acto grave de corrupção. Colocando isto por termos mais correntes... os famosos tachos e boys, não são apenas um acto descarado e sem vergonha, são corrupção e abuso de poder.                                    

Desta forma temos uma ministra das Finanças com um vasto currículo, bem ao estilo dos currículos mais apreciados na politica portuguesa. 
Suspeita de arriscar dinheiro público nas swaps, suspeita de ter deixado arrastar o buraco das swaps ao longo de 2 anos, gerando prejuízos que passaram de mil milhões, para 3 mil milhões. Suspeita de mentir, quando afirma que não foi informada pelo anterior governo do caso das swaps.





ARTIGO COMPLETO: Fonte

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

0 Esquema de vigarice que empurra Portugal para a pobreza

Aqui têm a prova do esquema de vigarice lançado pelos governantes portugueses e a Troika formada pela UE, BCE e FMI para roubar o povo português, aumentar os impostos e liquidar os serviços públicos:


A dívida pública (em milhões de euros);
2011 - 174.895
2012 - 196.146
2013 - 207.624
Juros especulativos pagos pelos contribuintes portugueses (em milhões de euros);
2011 - 6.881
2012 - 7.523
2013 - 7.276
Total = 21.680
Juros que se pagariam à taxa de 0,75% cobrada pelo BCE aos bancos (em milhões de euros);
2011 - 1.312
2012 - 1.471
2013 - 1.557
Total = 4.340
(Fonte: Relatório do Orçamento do Estado 2013)

Em apenas três anos, os contribuintes portugueses pagarão 21.680 milhões € de juros pela divida pública portuguesa. No entanto, se tivessem da pagar a taxa de juro que é cobrada pelo BCE nos empréstimos que concede à banca privada (apenas 0,75%), Portugal pagaria apenas 4.340 milhões €, ou seja, menos 17.340 milhões €.
O BCE empresta à banca privada a uma taxa de 0,75% para esta depois especular com a divida pública impondo pesados sacrifícios aos portugueses.

Como já vários órgãos de informação incluindo o próprio presidente do BCE divulgaram, a divida publica portuguesa tem sido um negócio altamente lucrativo para a banca, para os fundos especulativos e para muitos governos da União Europeia. E tudo isto é pago com sacrifícios dos portugueses, em que o governo antes do PS e agora do PSD/CDS e a Troika são os instrumentos utilizados para impor isso.
Passos Coelho e Vítor Gaspar até se ufanam de não querer mudar esta situação de pura especulação, prestando-se a isso até com satisfação, e a nossa comunicação social mais os seus habituais comentadores, empenham-se em técnicas clássicas de manipulação da opinião pública para que o povo se mantenha pouco informado de outras alternativas e soluções e continue sereno e resignado, comendo e calando.
Por isso e mais uma vez deixo a transcrição do alerta deixado pelos militares não submissos ao poder corrupto e apelo aos meus concidadãos que nos unamos e saiamos às ruas e praças para combater pela recuperação da nossa soberania já perdida para a ditadura do capital e em defesa do povo português que está sendo brutalmente saqueado e arremessado para um futuro de miséria e infelicidade... "
Email enviado ao Blog, Baseado neste artigo/ estudo, se quiser consultar mais dados e quadros consulte a fonte. 

"Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.
Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.
O nosso estatuto real é hoje o de um ?protectorado?, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.
O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana. Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.
O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.
A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa. O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores.
Por isso apelamos ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia e a soberania.
Mobilizemo-nos e revoltemo-nos! Viva Portugal!"  fonte

 

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