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segunda-feira, 18 de maio de 2015

0 Policia que agrediu adepto Benfiquista já tinha antecedentes !

Na sequência das imagens onde um polícia abusa da sua autoridade e do seu poder para bater em dois cidadãos indefesos, que não apresentavam qualquer ameaça à ordem pública, em frente aos seus dois filhos, já circula uma página exigindo a sua punição. Curiosamente, porque a investigação tem na rede uma infinita rede de Sherlock Holmes, já se sabe não só o nome do agente – Luis Filipe Silva – mas também que ele foi para Guimarães depois do seu nome ter sido envolvido nas detenções ilegais e na tortura infligida aos manifestantes depois da célebre carga policial em frente a São Bento. Sem querer alinhar no linchamento público de alguém que evidentemente não devia ser polícia, cujos resultados são sistematicamente inócuos e nunca chegam às chefias, não deixa de ser útil que a reincidência do agente Luís Filipe Silva seja denunciada e se garanta que rapidamente nos vejamos livres de gente armada com o gatilho tão leve. Não há outra forma de proteger as vítimas, sobretudo aquelas que o são diariamente, longe dos grandes estádios, das rotundas e das avenidas novas, quando não há luzes da ribalta e câmaras de vídeo para filmar os abusos. Os infiltrados do parlamento foram de férias três anos, este senhor bem pode voltar a pedir transferência, de preferência para um ofício que não lhe dê o privilégio de andar armado na via pública a distribuir pancada aos que não têm como se defender da mesma forma como ele tanto gosta de atacar.

Fonte:https://obeissancemorte.wordpress.com/2015/05/18/o-fora-da-lei-ja-esta-referenciado-e-agora-cobarde-ides-fugir-para-onde/

quinta-feira, 4 de julho de 2013

0 Policia mata cão enquanto prende o dono por filmar na rua (Video)

Este caso muito chocante que aconteceu em Hawthorne, California está a revoltar a América. Um homem que estava a passear o seu cão pegou no seu telemóvel para filmar alegadamente uma detenção. A polícia de Hawthorne tinha vários carros no meio da estrada e todos decidiram vir ver o que se passava. O homem pelo que se pode ver nas imagens é avisado pela polícia, mete o seu cão no carro e vai ter com os agentes, que o prendem de imediato. O animal saiu do carro em defesa do dono e a policia desatou aos tiros ao cão. Não foi só um tiro, foram vários. As imagens foram captadas por outra pessoa que também estava a filmar a alegada detenção. Alertamos que as imagens podem chocar os utilizadores mais sensíveis.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

0 Vídeo e relato de violência policial ontem na manifestação anti-Troika à porta do Hotel Ritz

Uma senhora de 50 anos foi detida. Para isso, foram precisos “apenas” 6 agentes. Momentos de tensão em que a PSP tentou repetir o 14 de Novembro.
O relato é, no mínimo, tenebroso. Uma manifestante, Fernanda P., com cerca de 50 anos, manifestava-se com uma bandeira de Portugal e estava descansa em frente ao Hotel Ritz.
Aconteceu, segundo relatou um manifestante ao Tugaleaks, “entre as 20:00 e 20:30”. Afirma ainda que “[a] polícia queria os manifestantes do outro lado da rua, apesar do Ritz não ser um edifício governamental e portanto não estar abrangido pela regra dos 100m. Ao início as pessoas obedeceram, mas depois começou a haver um avanço em direcção ao Ritz e toda a gente seguiu atrás.”

O que aconteceu foi que a PSP foi “apanhada desprevenida e não conseguiu impedir que os manifestantes atravessassem a rua. Montou então um cordão à pressa e impediu o avanço para a entrada do Ritz. Deu-se então um jogo de puxa-empurra com as faixas nos meio a servirem de terra de ninguém. Finalmente, os polícias receberam reforços e começaram a empurrar com alguma força os manifestantes de volta para o outro lado da rua”.
O mesmo manifestante relata ainda, pois estava perto do que aconteceu, relata o momento da detenção:
A senhora da bandeira que foi detida circulava atrás do cordão da polícia. Quando se aproximou de forma completamente civil ao cordão policial, dois agentes pegaram nela e começaram a empurrá-la à bruta de volta para junto dos outros manifestantes. Apanhada de surpresa, a senhora defendeu-se com a bandeira, o que os agentes tomaram como uma agressão. Agora, em vez de a empurrar, puxavam-na, enquanto os outros manifestantes a tentavam puxar para junto de si e gritavam aos polícias que “é só uma mulher”.
Os polícias forçaram-na ao chão e algemaram uma das mãos, virando depois a senhora de barriga para baixo, com um joelho em cima da cabeça, para lhe algemarem a outra mão. Um espectáculo único, 4 ou 5 polícias de volta de uma senhora descalça de 50 anos.
Depois disso, levantaram-na e foi levada por dois agentes para fora do local.
A senhora não era de todo um perigo. Os agentes estavam era de cabeça quente e precisaram de descarregar em alguém.
Um vídeo publicado pelo Ministério da Verdade vem confirmar este relato. A pessoa era pacífica. As imagens falam por si, a partir do minuto 2:30, e mostram uma cidadã completamente pacifica.


Quanto paga “o povo” pela Troika no Ritz?

O Ritz está inserido no grupo Four Seasons. O quarto mais barato é de 345EUR sendo o valor mais alto 2.050EUR. Tendo em conta que são três, no mínimo, as pessoas da Troika que estão em Portugal e que ambas optaram pelo valor mais económico, são mais de mil euros por dia que o povo paga. Não é claro se é o Governo Português a pagar o Hotel ou se é o FMI, mas claro é que este tipo de hotéis e passagens por Portugal estão aquém das possibilidades dos Portugueses.
Para todos os efeitos, é preciso dois trabalhadores a trabalhar um mês inteiro com o ordenado mínimo para pagar uma noite de Hotel á Troika.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

0 Brutalidade policial em comboio por causa de 2 Euros

Hoje aconteceu um episódio que sinceramente nem queria acreditar.
Eu viajo diariamente do Porto para Aveiro mas nunca tinha acontecido algo tão mau. Um rapaz entrou na estação de Ovar, ao que me apercebi, com uma cadelita (super meiga e muito novinha), eu sei que os animais devem viajar com algumas condicionantes mas este rapaz entrou, dirigindo-se calmamente para o final do comboio. O revisor implicou com o facto de a cadelinha não ter bilhete (ninguém sabia que os animais pagavam bilhete, sabiam? eu não). O comboio parou a marcha na estação de Estarreja, o revisor chama a polícia para tratar da situação. Os passageiros revoltam-se e até se oferecem para pagar os 2€ do bilhete (algo que o dono já tinha proposto), no entanto, o revisor não permitiu (alguém que realmente zela pela CP!!!!). Pois... mas o problema é o facto do revisor não se lembrar que aquele é o meio de transporte de muita gente que se lavanta às 06H30 da manhã para ir trabalhar para a Invicta (imbecil) e fez toda esta gente ficar à espera da polícia por causa de 2€???????. As pessoas estavam todas revoltadas mas o revisor...nada. Chega a polícia identifica o rapaz diz-lhe que deveria ter pago 2€, todas as pessoas (repetem) que pagam os 2€ e o que faz a polícia???? Adivinhem...agarram o rapaz à bruta (ele teve de largar a trela da cadelinha porque caso contrário ela era maltratada ai, o amigo dele pega na cadelinha que cheia de medo começa a ladrar porque vê que estão a fazer mal ao dono (ao contrário de alguns "humanos" os animais defendem o dono, só é pena esta cadelinha não se ter transformado (como nos filmes) numa leõa e acreditem que eu não teria ficado tão nervosa e até tinha compreendido a natureza). Bateram no rapaz sem qualquer problema, bateram no amigo como se de dois assasinos se tratasse. Todas as pessoas viram chamaram nomes, gritaram mas...nada e sabem porque? Porque estes 3 individuos (2 polícias e o revisor) não vão sofrer qualquer consequência. Amanhã se o revisor se lembrar chama a polícia para tirar do comboio um velhinho. Eu fui uma das pessoas que fui ter com ele educadamente e referi que pagava o bilhete, disse que ia reclamar e ele muito tranquilamente referiu faz muito bem!. Estou farta de chorar porque realmente estamos entregues a alguns. Eu pergunto será que os dirigentes da CP pactuam com este tipo de situações, não tem nada a dizer? Será que os polícias não deveriam ter uma parte pedagógica? Não deveriam ser mais profissionais? Mais Humanos? Alguém os tratou mal? Não.
Gostava de referir que em Ovar entra uma Sra Romena que cheira pior que um animal selvagem ou abandonado ou quase morto (todas as pessoas que fazem este trajeto sabem do que estou a falar) e já foi pedido a muitos revisores que não a deixassem entrar por uma questão de sáude pública, no entanto, a resposta é: tem bilhete! Pois... mas eu prefiro viajar com uma cadelinha.

O rapaz cometeu o erro nconsciente)de não ter comprado o bilhete da cadelinha mas isso é um crime tão grave?

Quero deixar bem claro que não conheço nenhum dos intervenientes incluindo a cadelinha.

Os polícias são os que estão nas fotos, a fera (cadelinha) está no meio deles (sem perceber nada), o comboio é o nº 15747 São Bento/Aveiro das 18H05 de ontem dia 21.

Partilhem, por favor, com o maior nº de pessoas pode ser que entre elas esteja alguém, responsável, consciente e que leve esta situação um pouco mais além.

Desculpem o longo texto, desculpem o desabafo mas nunca nos devemos calar.
MM


VIDEO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

0 Gás pimenta na Pátria que nos pariu

O que diríamos de um pai que lançasse gás pimenta sobre os olhos do seu filho? O que diríamos de um professor que fizesse tal coisa a um aluno? O que devemos dizer sobre um polícia que o usa, levando a que crianças e jovens, entre os 12 e os 15 anos, a receber assistência hospitalar? Foi isso que a polícia fez na última sexta-feira, em Braga, para abrir um portão de uma escola perante uma manifestação que não representava qualquer risco para a segurança dos cidadãos.

Como pode o Estado português garantir o cumprimento da lei nacional e das convenções internacionais por ele assinadas, que proíbem qualquer forma de violência sobre crianças, se são as suas forças de segurança a usar, ao mínimo pretexto, violência contra crianças? Sim, violência. Devo recordar que a Amnistia Internacional considerou, quando foi usado, na Califórnia, este tipo de arma contra manifestantes adultos, que se tratava de um ato "cruel, inumano e degradante". Porque o gás pimenta causa um ardor extremamente doloroso, irritação nos olhos, náusea,choque e vómito quando usado contra a cara de alguém. Pode ter efeitos dramáticos em pessoas com asma ou outros problemas respiratórios.

Antes de mais, seria interessante perceber se a polícia usou de outros meios para abrir os portões da escola. Começando por se estranhar que a direção da escola se tenha insurgido contra esta atuação policial quando apenas dela poderia vir a exigência de abertura de instalações que estão à sua guarda. Ou seja, a polícia atuou por decisão própria, sem que ninguém, a começar pelos afectados, lhe tenha pedido que assim atuasse. Justificou o seu comportamento extremo como forma de evitar outras formas "mais musculadas" de repressão (imagino que quando desatarem à bastonada a miúdos dirão que antes isso do que lhes dar tiros). O uso de gás pimenta contra menores (incluindo miúdos de 12 anos) para abrir os portões de uma escola, sem que antes se tenha deixado que seja a própria direção da escola a resolver o problema, só pode ser considerado, por pessoas com o mínimo de bom senso, como umuso desproporciodo de violência. Coisa que, para quem não o saiba, está interdita à polícia. As forças policiais não têm legitimidade para usar da violência em qualquer circunstância.

O grande argumento que por aí se vê em defesa desta indefensável atuação policial é o de que aquelas crianças e adolescentes tinham desrespeitado uma ordem policial. Para quem esteja pouco familiarizado com o Estado de Direito,as forças policiais devem usar da violência para garantir um bem maior do que o dano que causam. Em Portugal, o uso da violência não serve para punir. Porque quem determina punições perante a violação da leis são os juízes, não são os polícias, sem autoridade nem formação para interpretar e aplicar a justiça. E nessas punições não está incluída a violência física. A polícia garante a segurança pública. E em nenhum relato do que ali sucedeu se percebe onde estava, antes da ação policial, em risco a segurança pública.

A evidente desproporcionalidade desta ação policial e a sua desumanidade perante a idade das vítimas - entre 12 e 15 anos, recordo de novo - não impediu que imensas reações em blogues e sites fosse de aplauso ao que só poderia, num país civilizado, merecer repúdio geral. Mais: a reação automática é a de que quem se manifesta é, à partida, um prevaricador. O que não pode deixar de fazer pensar que, ao fim de 40 anos, há quem ainda não se tenha habituado à democracia. E que, como aliás se vê perante todos os sinais do crescente autoritarismo deste governo, há quem veja com naturalidade o uso da violência do Estado contra os cidadãos. E que este deve começar bem cedo, para que todos se habituem à bovina obediência que se tenta instalar no País.

Nos telejornais de sexta-feira, esta notícia, que deveria ter merecido uma indignação geral, foi brevemente referida. Em dois dos três casos sem nunca se referir as idades das vítimas desta brutalidade.

Da fraca de reação geral a um caso que deveria levar à uma ação criminal contra o responsável policial que deu ordem para assim se atuar e, provavelmente, à demissão do ministro da Administração Interna; e do pouco destaque que este caso mereceu na comunicação social, só posso concluir uma coisa: quem viveu quase meio século em ditadura habitua-se rapidamente a qualquer sevícia, desde que esta venha do Estado. E já nem os seus próprios filhos sabe proteger. Esta foi, lamentavelmente para a geração em que ainda podemos ter alguma esperança, a Pátria que os pariu.

Publicado no Expresso Online

domingo, 21 de outubro de 2012

0 Cerco ao Parlamento: manifestante acusado de partir um vidro acaba espancado pela PSP

Este é um testemunho em primeira mão de N. A., 22 anos, que foi acusado de partir um vidro do carro da PSP, acção que nega.
No dia 15 de Outubro vários colectivos e movimentos cívicos organizaram uma manifestação denominada “Cerco ao Parlamento”, no decorrer da entrega do Orçamento de Estado de 2013 que gerou grande polémica social e mediática e que levou o país a mais um grave clima de austeridade.


O relato começa em frente á Assembleia quando o acusaram de “terem visto pegar numa pedra da calçada e ter partido o vidro duma das viaturas da policia” coisa que N. A. garante não ter feito. Outra das acusações prende-se com o “ter oferecido resistência à polícia” quando na verdade conta ter “policias em cima de mim, estava de barriga para o chão, com as mãos atrás das costas, e a ser pontapeado por um terceiro agente”.
O resultado? Soube da acusação apenas no dia seguinte. Conta-nos que “ soube apenas da acusação a que fui sujeito perto das 14h no Tribunal de Pequena Instancia” e aparentemente é algo normal, afirma, “Perguntei a esse mesmo funcionário se era normal, saber da acusação apenas no tribunal e quase 12 horas depois de eu ter sido detido, ao que me respondeu que a policia não tinha obrigação de me dizer do que eu era acusado. O que eu estranhei, porque uma vez que eu tinha direito de levar testemunhas, teria de saber de que se tratava a acusação para poder montar uma defesa. Fui informado, assim que recusei a proposta feita pelo M.P. , que tinha direito ao acompanhamento de um advogado no meu julgamento. O julgamento ocorreu já perto das 19h, altura essa em que me foi dado um advogado. Eu estava no tribunal desde as 10h.”.
Demoras processuais, ocultação do motivo da acusação e outros “pequenos” incidentes deram lugar a este testemunho, que foi admitido nesse mesmo dia 15 no Hospital. N. A. também estranha a forma como deu entrada no Hospital: “No papel do hospital, a causa de admissão diz: acidente pessoal/queda. Ainda no hospital perguntei ao medico que me acompanhou se nao era um equivoco aquela descrição da causa de admissão, ao que me respondeu que era apenas aquilo que podiam meter.”

As marcas falam por si

N. A. disponibilizou ao Tugaleaks algumas fotos que mostram olhos negros e lesões um pouco por todo o corpo. Não tem neste momento acesso ao relatório do hospital. Apenas terá, segundo fontes que ele contactou, se apresentar uma queixa contra a PSP, algo que ele ainda está a considerar.
Confessa que “juntei-me a multidão já exaltada“ na Assembleia, mas, mesmo que tivesse sido violento ou mesmo arremessado qualquer objecto, nada fazia prever estas marcas que estão no nosso Facebook

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Há que fazer algo

É por todas estas pessoas que sofreram ao longo de mais de um ano de uso de força excessiva pelos agentes que deviam zelar pelo direito de manifestação daqueles que o fazem e retirar grupos que façam desacate em manifestações não incidindo com cargas policiais contra manifestantes que não são violentos, que o Tugaleaks organiza hoje um protesto anti-repressão policial, no primeiro quarteirão da Av. da República (lado Saldanha) em Lisboa. Solicita-se a comparência de todos para darem voz a este problema crescente da nossa sociedade.
 

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